Ostomia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita fontes confiáveis e independentes, o que compromete sua credibilidade (desde Novembro de 2010). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)

Ostomia (em Portugal, no Brasil utiliza-se o termo Estomia[1]) é um procedimento cirúrgico que consiste na abertura de um órgão oco como, por exemplo, algum trecho do tubo digestivo, do aparelho respiratório, urinário, ou outro qualquer, podendo ou manter uma comunicação com o meio externo, através de uma fístula, por onde pode-se conectar um tubo de inspeção ou manutenção.

Como exemplo, a traqueostomia é aplicada a pacientes com dificuldades respiratórias, em que a traqueia é aberta abaixo do ponto congestionado e um tubo é inserido no local para permitir a entrada livre de ar, na colecistectomia quando se abre a vesícula biliar para retirada de cálculos e fecha-se ela novamente.

Em casos de câncer do intestino ou outros problemas em que o intestino e o reto precisam ser parcial ou totalmente extraídos, faz-se um estoma ligando a extremidade do intestino preservado à pele. É normal, nesses casos, a aplicação de uma bolsa de colostomia para o recolhimento de fezes.

Conforme o local onde foi feito a ostomia dá-se um nome diferente, iniciado pelo nome do local e seguido de "ostomia".

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A rigor, a palavra ″ostomia″ é incorreta por derivar-se da palavra grega ″stoma", que significa ″boca″. Logo, a forma correta de se referir em português é ″estomia″.[2]

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações exteriores[editar | editar código-fonte]