Sergiu Celibidache

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Sergiu Celibidache
Sergiu Celibidache 1966.png
Biografia
Nascimento
Morte
Cidadanias
Atividades
Outras informações
Membro de
Academia Romena
Bayerische Akademie der Schönen Künste (en)
Orquestra Filarmônica de BerlimVisualizar e editar dados no Wikidata
Instrumento
estudantes
Kurt Thomas (en), Walter Gmeindl (d), Fritz Stein (en)Visualizar e editar dados no Wikidata
Superiores
Markand Thakar (en), David Bernard (en)Visualizar e editar dados no Wikidata
Género artístico
Distinções
Lista detalhada
Cruz de Cavaleiro Comandante da Ordem do Mérito da República Federal da Alemanha
Ordem do Mérito da Baviera
Order of Merit of Rhineland-Palatinate
Prêmio de arte de Berlim (en) ()
Prêmio de Música Léonie Sonning ()
Honorary citizen of Munich (d) ()
Ordem Maximiliana da Baviera para Ciência e Arte (en) ()Visualizar e editar dados no Wikidata

Sergiu Celibidache (Roman, 11 de julho de 1912 - La Neuville-sur-Essonne, 14 de agosto de 1996) foi um maestro romeno, naturalizado alemão.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Seis meses após o seu nascimento, em Roman, a família se transfere para Iaşi, onde Sergiu Celibidache passou sua infância. [1]

Começou seus estudos de música com o piano. Depois de terminar o ensino médio estuda música, filosofia e matemática em Bucareste. Como seu pai queria que ele fizesse carreira como político, na Romênia, decide sair de casa aos 23 anos, para prosseguir sua educação musical na Alemanha. Em 1936, chega a Berlim. Ingressa no conservatório e, quase na mesma época, também no curso de filosofia da Universidade. Uma das mais importantes influências de sua vida foi o escritor budista alemão Martin Steinke. Entre seus professores de música, destacam-se Heinz Tiessen e Hugo Distler. Escreveu a sua tese doutoral sobre Josquin des Prés.

No fim da Segunda Guerra Mundial, é nomeado regente interino da prestigiosa Berliner Philharmoniker, substituindo Wilhelm Furtwängler, que havia sido afastado do cargo em razão de seu relacionamento com o regime nazista. Entre 1945 e 1952, foi o maestro residente da orquestra. Mas seu relacionamento com os alemães foi tumultuado, de modo que, quando estes puderam nomear autonomamente o próprio regente, Celibidache obteve somente o lugar de primeiro violino.

Mais tarde trabalhou também com orquestras de rádio em Estocolmo (Sveriges Radios Symfoniorkester), Stuttgart (Radio-Sinfonieorchester Stuttgart des SWR) e Paris ( Orchestre National de France), e, entre o fim da década de 1940 e os anos 1950, no Reino Unido. Em 1970 recebeu o Prêmio Sonning da Dinamarca. De 1979 até sua morte, em 1996, Celibidache foi o diretor musical da Filarmônica de Munique.[2] Ele regularmente lecionou na Universidade de Mogúncia, Alemanha, e em 1984 começou a lecionar no Instituto Curtis na Filadélfia, Pennsylvania. Um de seus mais notáveis alunos foi o maestro François Bernier.

Celibidache conduziu performances notáveis em Munique, com obras de Ludwig van Beethoven, Johannes Brahms, Anton Bruckner, Robert Schumann, Johann Sebastian Bach, Gabriel Fauré, além de uma série de concertos, quando esteve à frente da Orquestra Sinfônica de Londres e da Orquestra Sinfônica da Rádio de Stuttgart.

Faleceu em La Neuville-sur-Essonne, perto de Paris, em 1996, aos 84 anos.

Referências

  1. Site da Fundação Celibidache. «Biografia» (em inglês). www.celibidache.net .
  2. James R. Oestreich (15 de março de 1998). «The Reticent High Priest of Munich». New York Times. Consultado em 31 de agosto de 2007. 
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