Tatyana Chernova

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Tatyana Chernova
Atletismo
Modalidade heptatlo
Nascimento 29 de janeiro de 1988 (27 anos)
Krasnodar, URSS
Hoje: Rússia
Nacionalidade Rússia russa
Compleição Altura: 1,89 m
Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze Londres 2012 Heptatlo
Bronze Pequim 2008 Heptatlo
Campeonatos Mundiais
Ouro Daegu 2011 Heptatlo
Campeonatos Mundiais – Indoor
DSQ Doha 2010 Pentatlo
Universíada
Ouro Kazan 2013 heptatlo

Tatyana Sergeyevna Chernova (em russo: Татьяна Сергеевна Чернова; Krasnodar, 29 de janeiro de 1988) é uma heptatleta russa.

Em Pequim 2008, Chernova terminou em quarto lugar a prova do heptatlo. Após a desclassificação da medalhista de prata, a ucraniana Lyudmila Blonska, por doping, herdou a medalha de bronze.[1]

Conquistou a medalha de ouro no Campeonato Mundial de Atletismo de 2011 em Daegu, Coreia do Sul, derrotando a então líder do ranking mundial e futura campeã olímpica em Londres 2012, a britânica Jessica Ennis, por 129 pontos, com um recorde pessoal de 6880 pontos.[2] Em Londres 2012, conquistou uma segunda medalha olímpica de bronze.[3]

Doping[editar | editar código-fonte]

Em 2015, após novos testes de amostras de urina dos atletas que competiram no Campeonato Mundial de Atletismo de 2009, em Berlim, ela foi pega por doping com esteróides anabolizantes e suspensa por dois anos, com todos seus resultados entre 15 de agosto de 2009 e 15 de agosto de 2011 sendo anulados, o que lhe custou a medalha de bronze no pentatlo conquistada no Mundial Indoor de Doha 2010. A anulação de resultados, porém, acabava duas semanas antes do Mundial de 2011, em Daegu, iniciado apenas em 27 de agosto daquele ano, o que fez com que ela pudesse manter sua medalha de ouro e seu título mundial lá conquistado. A resolução fez com que Ennis, que ficou com a medalha de prata, fizesse uma petição à IAAF solicitando que a medalha de ouro fosse redirecionada a ela, argumentando que "não entendia como a medida poderia ser justa, já que esteróides fazem efeitos por anos no corpo humano".[2]

Em 25 de março de 2015 a IAAF entrou com um apelo no Tribunal Arbitral do Esporte questionando a desclassificação seletiva feita pela RUSADA – a agência antidoping russa – dos períodos de suspensão dela e de outros seis atletas russos desqualificados na mesma época. O caso de Chermova envolve estranhas lacunas em seu período de suspensão, incluindo sua elegibilidade a partir de duas semanas antes da medalha de ouro em Daegu, que não foi confiscada, e se iniciando novamente outro período de desclassificação menos de duas semanas depois dela conquistar o ouro na Universíade em Kazan 2013, permitindo que ela mantivesse as duas medalhas.[4]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]