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Teatro Variedades

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Teatro Variedades
Teatro Variedades
Tipo teatro, património cultural
Designação do patrimônio Incluído em sítio classificado
Inauguração 1926 (100 anos)
Capacidade 300
Geografia
País Portugal
Localização Santo António
Coordenadas 38° 43' 8.141" N 9° 8' 45.744" O
Mapa
Website oficial

O Teatro Variedades (Lisboa, 1926) é o segundo teatro a abrir no Parque Mayer, Lisboa, Portugal. Durante décadas foi um espaço de referência cultural em Lisboa, em que se apresentaram revistas, farsa, operetas, comédias, zarzuelas e todas as formas de artes performativas. [1]

A 5 de outubro de 2024 reabriu, sob gestão da EGEAC, depois de um longo período de obras de requalificação. [2]

História

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Antecedentes e inauguração

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O Teatro Variedades, situado no Parque Mayer, em Lisboa, partiu da iniciativa de Luís Galhardo em 1922.[3] Foi o segundo edifício teatral criado neste recinto lisboeta, depois do Teatro Maria Vitória. As obras do projeto, realizado por Urbano de Castro começaram em janeiro de 1924 nos terrenos onde antes existira o lago dos jardins do Palácio Mayer (Prémio Valmor 1902) [3][4][5]

A sua inauguração ocorreu no dia 8 de julho de 1926, com a revista Pó de Arroz, com encenação de Rosa Mateus sendo autores os "Troianos", pseudônimo da parceira formada por Ernesto Rodrigues e Luís Galhardo. Com um elenco composto por Vasco Santana (como primeira atração) e Augusto Costa (Costinha) como compère, Madalena Melo, Maria Campos, Armindo Machado, Alves da Costa, Júlia Burgo, Manuel Saraiva, Manuel Silva, Reinaldo de Azevedo e Sebastião Ribeiro.[3]

O dia seguinte da inauguração o teatro ficou encerrado devido o Golpe de Estado do general Oscar Carmona. [6][7]

1926-1960

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Beatriz Costa na revista "Arre Burro!" (1936)

Na revista O Mexilhão, de 1931, Beatriz Costa e Ribeirinho popularizaram a canção O Burrié, que se tornou um imenso sucesso. Em 1936, Beatriz foi acompanhada por um burro em palco na canção Arre Burro, da revista homônima.

No inicio da década de 40, em 1941, estreia da peça Bisbilhoteira foi adiada porque o dia previsto, ficou conhecido como o dia do grande ciclone, que devastou a cabine eléctrica do Parque Mayer o que levou a que os teatros ficassem sem luz. [8] A estreia deu-se no dia 16 de Fevereiro, e apesar de continuarem sem luz. [8]

Em 1958, Eugénio Salvador apresentou Pernas à Vela, com Raul Solnado, Humberto Madeira, Anita Guerreiro e Júlio Barroso Lopes no elenco, que se tornou uma das suas mais elaboradas pomposas revistas como produtor. Em 1969, Anita Guerreiro estreou Cheira a Lisboa, que se tornaria uma das mais célebres e emblemáticas canções sobre Lisboa, na revista Peço a Palavra!.[4]

Incêndio de 1966 e declínio

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Nos anos sessenta, os empresários Giuseppe Bastos e Vasco Morgado asseguraram em conjunto, a sua exploração, tendo então promovido uma série de renovações no seu interior.[3]

Em 22 de novembro de 1966 deflagrou um incêndio na zona do palco do Teatro Variedades quando estava em cena a peça "Descalços no Parque" tendo ficado destruída toda a caixa do palco. As obras de reconstrução decorreram durante o ano de 1967.[9][10]

Antes da revolução de 25 de abril o teatro de revista fazia critica política velada para contornar a censura.[11] Após a revolução e com o fim da censura foi possível representar textos de crítica política direta, como aconteceu logo em 1974 na revista Ó pá, pega na vassoura, do autor e actor José Viana. [12][13]

Já na década de noventa, os empresários Hélder Freire Costa e Vasco Morgado Júnior, investiram na renovação do exterior e interior deste teatro.[14][15]

Em 1992, o encenador Filipe La Féria gravou para a RTP1 o programa “Grande Noite”, uma série com 26 episódios que reunia artistas que se distinguiram no Parque Mayer. [16][17] Acolheu a última Revista em 1995.[1]

Antigo edificio do Teatro Variedades

Reabilitação

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A sua desativação no final da década 90 levou a uma enorme degradação, do edificio.

Em 2 de julho de 2020 foi anunciado que a construtora Gabriel Couto, de Famalicão, iria reabilitar o Teatro Variedades numa empreitada com o valor de cerca de cinco milhões de euros. A requalificação do espaço foi assente num conceito de intervenção global de forma a reabilitar os espaços principais e completá-los com uma nova envolvente funcional, compreendendo o exterior, acessos e áreas técnicas de apoio.[18]

Reabriu em 5 de outubro de 2024, após cerca de 30 anos de encerramento, com gestão da LISBOA CULTURA, e tendo como director Joaquim René.[2][17][3]

Na reabertura são levadas a palco duas comédias do encenador e dramaturgo Ricardo Neves - Neves, nomeadamente Entraria nesta sala e The Swimming Pool Party. [17]

Arquitetura

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O Teatro Variedades foi inaugurado a 8 de julho de 1926 (projeto do Arquiteto Urbano de Castro) com o espetáculo de revista “Pó de Arroz”, sendo o segundo edifício de espetáculos do Parque Mayer, espaço central da vida cultural e boémia lisboeta desde a década de 1920.[17][8]

Vocacionado para o teatro de revista, afirmou-se como um dos principais palcos da comédia e revista à portuguesa, a par do Maria Vitória, Capitólio e ABC, integrando o conjunto conhecido como “Broadway lisboeta”.[17]

O Teatro Variedades encontra-se classificado no Conjunto de Interesse Público da Avenida da Liberdade e inserido na Zona Especial de Proteção do Jardim Botânico, integrando o Plano de Pormenor do Parque Mayer.[14][16]

Edifício original (1926)

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Implantado na face nascente do Parque Mayer, junto à Travessa do Salitre, com a fachada principal voltada ao interior do recinto. Integra um quarteirão limitado pelo Jardim Botânico e pela Praça da Alegria.[16][14]

Edifício de planta regular e composição simétrica, com volumetria diferenciada em função das áreas funcionais:

  • caixa de palco
  • zonas de audiência
  • camarins

Os alçados seguem uma gramática Art Déco, visível em:

  • arco monumental do frontispício
  • organização de vãos triplos
  • verticalidade marcada por pilares
  • frontão ziguezagueante (associado à estética dos zigurates)

A leitura original da fachada encontra-se hoje parcialmente descaracterizada pela uniformização cromática e alterações nos vãos.

Organização construtiva:

  • Corpo central: cobertura com respiradores e lanternim para ventilação natural
  • Corpos laterais: mais baixos, com varandins abalaustrados
  • Corpo sul: mantém maior autenticidade; inclui entrada de artistas e acesso técnico ao palco e oficinas
  • Corpo norte: marquise moderna (1935) com estrutura em betão armado
  • Corpo nascente: camarins autónomos com quatro níveis e acessos verticais

Interior

Espaço organizado em três pisos, com sucessivas alterações:

  • 1938–39: criação de balcão e geral (Norte Júnior)
  • 1965: ampliação da plateia e introdução de 2.º balcão

Estas transformações refletem a adaptação a novas exigências de público e espetáculo.

O Teatro Variedades foi concebido como teatro-bôite, implantado sobre um antigo lago dos jardins do Palácio Lima Mayer, integrando o projeto de transformação do Parque Mayer em espaço de entretenimento urbano.[16][2]

Enquadramento no Parque Mayer[2]

O Parque Mayer, fundado na década de 1920, afirmava-se como polo de lazer com teatros, cabarés, cafés e esplanadas, comparável a espaços internacionais de diversão como Tivoli Gardens ou Coney Island.

Evolução histórica[8][14][16][2][3]

O declínio do teatro está associado à perda de centralidade do Parque Mayer e à transformação dos hábitos culturais urbanos.

Reformas do edifício original

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As principais intervenções refletem a evolução tecnológica e funcional do teatro:[14][16]

  • 19271932: adaptações a cinema e beneficiações iniciais
  • 19341940: ampliação e modernização (cobertura metálica; novos lugares)
  • 19381939: reorganização do auditório e circulações
  • 1950: introdução de palco giratório (modernização cénica)
  • 1965: remodelação da plateia (aumento de capacidade e visibilidade)
  • 1966–1967: reconstrução após incêndio (materiais ignífugos, nova cobertura)
  • 19901991: manutenção e adaptações técnicas

Estas intervenções contribuíram para a progressiva descaracterização do edifício original.

Novo edifício (2020–2024, Manuel Aires Mateus)

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A reabilitação insere-se numa estratégia de revitalização do Parque Mayer, após décadas de abandono e múltiplos planos urbanísticos não concretizados.[2]

  • Projeto de Manuel Aires Mateus, baseado num conceito de:
  • preservação dos elementos identitários
  • simplificação formal
  • adaptação a exigências contemporâneas

Características arquitetónicas

  • Programa funcional
  • Lotação variável (~300 lugares)
  • Auditório com diferentes tipologias (plateia, balcão, frisas)
  • Palco com dimensões originais
  • Foyer com triplo pé direito (elemento espacial central)
  • Espaços de apoio (camarins, instalações técnicas, lounge)
  • Acessibilidade universal

Edificio após a reabilitação

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Artistas, autores, compositores e outros que passaram pelo Variedades

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Espectáculos que se destacaram

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1926 - Pó de arroz (revista)

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"Pó de Arroz" foi a célebre revista à portuguesa que inaugurou o Teatro Variedades, no Parque Mayer em Lisboa, a 8 de julho de 1926. Escrita pelos "Troianos" (pseudónimo da sociedade de Ernesto Rodrigues, José e Luís Galhardo), a peça marcou a estreia em grande destaque de figuras lendárias como Vasco Santana.[3]

1931 -  O Mexilhão (revista)

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"O Mexilhão" (1931) foi uma célebre peça de teatro de revista portuguesa. Estreada a 6 de novembro no Teatro Variedades, no Parque Mayer (Lisboa), ficou na história do teatro nacional e popularizou canções emblemáticas que marcaram a época.[3]

1932 - Pim! Pam! Pum! (revista)

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Beatriz Costa na revista "Pim!Pam!Pum!", em 1931.

A revista "Pim! Pam! Pum!" estreou em 1931. Escrita por Lino Ferreira, Lourenço Rodrigues e Fernando Santos, com música do maestro Raúl Ferrão, celebrizou-se pelo êxito nacional "O Cochicho", interpretado originalmente pela atriz e cantora Beatriz Costa.[3]

1936 - Arre, burro! (revista)

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Arevista "Arre Burro!" estreou a 10 de setembro de 1936 no Teatro Variedades, no Parque Mayer em Lisboa. Tornou-se um marco do teatro de revista português, notabilizando-se por ter colocado um burro em palco ao lado da atriz principal, Beatriz Costa.[19]

1941 - Opereta Lisboa 1900 (opereta)

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A opereta "Lisboa 1900" estreou em maio de 1941 no Teatro Variedades, localizado no Parque Mayer. Escrita por Francisco Ribeiro, Vieira Pinto e Alberto Reis, a peça marcou a estreia da atriz Laura Alves neste género teatral, ao lado de grandes nomes como António Silva e Ribeirinho.[20][21][22][23][24]

1941 - Espera de Toiros (revista)

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A revista "Espera de Toiros" estreou a 1 de novembro de 1941 no Teatro Variedades. Produzida por Piero — bailarino, coreógrafo e mestre de encenação — a peça contou no seu elenco com grandes nomes da época como Vasco Santana, Mirita Casimiro e a participação inicial de Amália Rodrigues.[25][26][27][28][29]

1950 - A Canção da Felicidade (peça)

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Em setembro de 1950, a Companhia de Comédia Brasileira estreou a peça "A Canção da Felicidade" no palco do Teatro Variedades, que chegou a dispor de um inovador palco giratório para a época.[30][31]

1965 - Lições de Matrimónio (peça)

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Estreou a 14 de Maio de 1965, o espetáculo "Lições de Matrimónio", da autoria de Leslie Stevens e com a emblemática atriz Eunice Muñoz no papel principal, enquadrando-se no género de teatro declamado e marcando uma época áurea do teatro português.[32][33][34][35][36]

1969 - Peço a Palavra (revista)

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A revista estreou a 4 de dezembro de 1969, de Paulo da Fonseca, César de Oliveira e Rogério Bracinha, com produção de Giuseppe Bastos e Vasco Morgado. Foi nesta revista que a atriz e cantora Anita Guerreiro interpretou pela primeira vez a canção intemporal "Cheira a Lisboa", da autoria de César de Oliveira e Carlos Dias.[37][38][39][40][41][42][43]

1974 - Ó Pá, Pega na Vassoura (revista)

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"Ó Pá, Pega na Vassoura!" estreou no Teatro Variedades, no Parque Mayer (Lisboa). Da autoria de José Viana (que também assinou a encenação e participou como ator), Mário Castrim e Rolo Duarte, a peça foi um marco histórico por ser a primeira revista estreada após a Revolução de 25 de Abril de 1974, apresentando uma forte sátira e componente de intervenção política e social.[44][45]

1988 - A Prova dos Novos (revista)

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A revista estreou em 12 de agosto de 1988, com Marina Mota, Vera Mónica, Carlos Cunha e Fernando Mendes, espetáculo abordou rábulas sociais e políticas, com números cómicos e musicais. O elenco gravou um álbum associado à revista, que incluiu temas populares como "Janela de Lisboa", "Astronauta Portuguesa" e "Mana Salazar".[46][47][48][49][50]

1992 - Grande Noite, La Féria, RTP

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Foi um programa de televisão português emitido pela RTP em 1992, criado e encenado por Filipe La Féria. Gravado no Teatro Variedades, o formato destacou-se pela grande homenagem ao teatro de revista, combinando sátira social e política, música, dança e comédia.[51][52]

1998 - A queda do egoísta Johann Fatzer (peça)

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A peça, escrita por Bertolt Brecht, marcou a história do Teatro Variedades ao inaugurar a programação dos Artistas Unidos, com encenação de Jorge Silva Melo, no espaço recuperado a 30 de abril de 1998.[53]

2024 - Swimming Pool Party e Entraria nesta sala (comédias)

Na reabertura são levadas a palco duas comédias do encenador e dramaturgo Ricardo Neves - Neves, nomeadamente Entraria nesta sala e The Swimming Pool Party. [17]

2025 - Reality Show: Os Raposos 3027 (peça)

A peça reuniu em palco José Raposo e os dois filhos, Miguel Raposo (autor e encenador da peça) e Ricardo Raposo.[54][55][56][57][58]

2025 - Estar em casa (peça)

A partir de textos de Adília Lopes, a atriz Sílvia Filipe presta homenagem à poetisa e ao seu pensamento. Por esta interpretação Sílvia Filipe foi nomeada para os Globos de Ouro.[59][60][61][62][63]

2026 - Uma Brancura Luminosa (peça)

A partir do texto do Nobel da Literatura Jon Fosse, Sandra Barata Belo encenou esta peça que também interpreta, ao lado de Ricardo Pereira.[64][65][66][67]

Referências

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  1. 1 2 «Teatro Variedades». imovel.patrimoniocultural.gov.pt. Consultado em 20 de junho de 2026
  2. 1 2 3 4 5 6 «Teatro Variedades reabre três décadas depois»
  3. 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Mira Ribeiro, Raquel (2020). “Tirem tudo ao alfacinha, mas não lhe tirem a revista!” As produções do Parque Mayer entre 1968-1974 (PDF). Lisboa: ISCTE Instituto Universitário de Lisboa. pp. 56–63
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  6. Miranda, Marta Gonçalves (12 de novembro de 2016). «Edifícios abandonados: as imagens do Teatro Variedades em ruínas». NiT. Consultado em 20 de junho de 2026
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  8. 1 2 3 4 «Variedades» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro (1277). 1 de março de 1941
  9. «Restos de Colecção: Teatro Variedades». Restos de Colecção. 17 de maio de 2015. Consultado em 20 de junho de 2026. Cópia arquivada em 12 de dezembro de 2025
  10. «Monumentos». www.monumentos.gov.pt (em inglês). Consultado em 20 de junho de 2026. Cópia arquivada em 21 de abril de 2026
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  12. Admin, Avenida Liberdade (4 de julho de 2025). «Descubra o Teatro Variedades • Avenida da Liberdade». Avenida da Liberdade. Consultado em 20 de junho de 2026. Cópia arquivada em 10 de março de 2026
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  17. 1 2 3 4 5 6 «O "novo" Teatro Variedades». Consultado em 8 de dezembro de 2025
  18. «Construtora de Famalicão escolhida para dar nova vida ao Parque Mayer em Lisboa»
  19. «Espectáculos: Hoje, no Variedades, estreia da revista "Arre burro!", Diário de Lisboa». casacomum.org. 10 de Setembro de 1936. Consultado em 21 de junho de 2026
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  67. Oliveira, Eduardo (10 de janeiro de 2026). «Nova peça de teatro com Ricardo Pereira chega a Lisboa na próxima semana». NiT. Consultado em 8 de agosto de 2026

Ver também

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  • Categoria Teatro Variedades - biografias de artistas, autores, compositores, companhias de teatro, entre outros, que passaram pelo Teatro Variedades

Ligações Externas

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