Tegula viridula

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Três exemplares de T. viridula em desenho de 1889, publicado no Manual of Conchology XI, Academy of Natural Sciences, Philadelphia; pl. 29 # 54, 55, 56, de George W. Tryon.

Três exemplares de T. viridula em desenho de 1889, publicado no Manual of Conchology XI, Academy of Natural Sciences, Philadelphia; pl. 29 # 54, 55, 56, de George W. Tryon.
Classificação científica
Reino: Animalia
Clado: Vetigastropoda
Filo: Mollusca
Classe: Gastropoda
Superfamília: Trochoidea
Família: Tegulidae
Género: Tegula
Lesson, 1832[1]
Espécie: T. viridula
Nome binomial
Tegula viridula
(Gmelin, 1791)[1]
Sinónimos
Trochus viridulus Gmelin, 1791[1]
Tegula brasiliana Menke, 1830[2]

Tegula viridula é uma espécie de molusco gastrópode marinho pertencente à família Tegulidae[1] (antes entre os Trochidae).[2][3] Foi classificada por Gmelin, com o nome de Trochus viridulus, em 1791. É nativa da costa oeste do oceano Atlântico.[1][2]

Descrição da concha e hábitos[editar | editar código-fonte]

Concha globosa de até pouco mais de 2 centímetros, com forma de turbante e com umbílico profundo; com até 5 voltas completas, esculpidas com cordas espirais nodulosas, 7 em sua última volta e 6 em sua base, tornando sua superfície fortemente estriada. Coloração em creme ou verde pálidos, raramente amarela, coberta por estrias ou manchas escuras de coloração marrom avermelhada.[1] Columela arqueada e com 3 a 4 pequenos calos. Lábio externo circular, oblíquo.[2] Interior fortemente nacarado. Opérculo córneo, marrom, dotado de círculos concêntricos como relevo.[4][5]

É encontrada em águas rasas, com abundância em alguns locais, na zona entremarés e sobre rochas, principalmente em áreas com algas, pois é espécie herbívora.[2][6]

Distribuição geográfica[editar | editar código-fonte]

Tegula viridula ocorre do leste da Costa Rica[7] e do Panamá[4], nordeste da Colômbia, no Mar do Caribe[7], Venezuela e Suriname ao Brasil (do Ceará até Santa Catarina).[2][4][5] No Brasil, é espécie comestível e recebe o nome de "Rosquinha".[2]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e «Tegula viridula» (em inglês). World Register of Marine Species. p. 1. Consultado em 08 de maio de 2016. 
  2. a b c d e f g RIOS, Eliézer (1994). Seashells of Brazil (em inglês) 2ª ed. (Rio Grande, RS. Brazil: FURG). p. 32. ISBN 85-85042-36-2. 
  3. ABBOTT, R. Tucker; DANCE, S. Peter (1982). Compendium of Seashells. A color Guide to More than 4.200 of the World's Marine Shells (em inglês) (New York: E. P. Dutton). p. 42. ISBN 0-525-93269-0. 
  4. a b c «Tegula viridula» (em inglês). Gastropods. p. 1. Consultado em 08 de maio de 2016. 
  5. a b «Tegula viridula» (em inglês). Conquiliologistas do Brasil. p. 1. Consultado em 08 de maio de 2016. 
  6. Turra, A.; Denadai, M. R. (fevereiro de 2006). «Microhabitat use by two rocky shore gastropods in an intertidal sandy substrate with rocky fragments» (em inglês). Scientific Electronic Library Online. p. 1. Consultado em 08 de maio de 2016. 
  7. a b «Tegula viridula» (em inglês). Global Biodiversity Information Facility. p. 1. Consultado em 08 de maio de 2016.