The Scarlet Empress

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The Scarlet Empress
A Imperatriz Vermelha (PT)
A Imperatriz Galante (BR)
 Estados Unidos
1934 •  P&B •  104 min 
Direção Josef von Sternberg
Roteiro Emanuel Cohen, Josef von Sternberg
Elenco Marlene Dietrich
John Lodge
Sam Jaffe
Louise Dresser
C. Aubrey Smith
Gênero Drama; romance
Distribuição Paramount Pictures
Lançamento 1934
Idioma Inglês
Página no IMDb (em inglês)

The Scarlet Empress (br:A Imperatriz Galante, pt: A Imperatriz Vermelha) é um filme de 1934 dirigido e produzido por Josef von Sternberg sobre a vida de Catarina, a Grande, e estrelado por Marlene Dietrich.

Este foi a sexta das sete parcerias entre Dietrich e o diretor von Sternberg, e o clima de tragédia com ironia como manifestação do expressionismo e surrealismo não encontrou uma resposta favorável do público, o que redundou em fracasso de bilheteria: a obra era extremamente "modernista", muito além dos padrões de Hollywood.[1]

A atmosfera segue um tom sombrio, hiper-realista, e a cena do casamento de Catarina com o imperador chega a ser sufocante, claustrofóbica.[1]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O filme começa com Sofia ainda menina, ouvindo de um serviçal as histórias de horror e torturas perpetradas pelo imperador Pedro o Grande, convidando-a para um futuro glorioso.[1]

Sentindo-se impotente por haver se casado com um louco que a odeia, Catarina transforma a sexualidade numa arma política e trata de seduzir (literalmente) primeiro os militares, especialmente na pessoa do Tenente Dimitri a quem recompensa publicamente com uma condecoração por bravura.[1]

Figurino[editar | editar código-fonte]

Um dos vestidos usados por Dietrich era original da realeza russa; fora usado pela Imperatriz Alessandra quando ela esteve em Paris durante da presidência de Raymond Poincaré e usou-o num baile no Palácio dos Elísios; a peça pertencia à milionária americana Sra. L. R. Carsons que a vendeu à Paramount; com ligeiras alterações para adequar-se ao estilo da época, não precisou ser adaptado ao corpo de Marlene, que tinha as mesmas medidas que Alessandra. [2]

Elenco (pela ordem dos créditos)[editar | editar código-fonte]

Crítica[editar | editar código-fonte]

Para Roger Ebert o diretor falou o mínimo desta obra quando afirmou que era "uma excursão implacável no estilo", pois o filme é todo ele mergulhado em "estilo" ao contar a história de Catarina a Grande com uma extravagância visual bizarra, onde combina uma sexualidade pouco natural com humor negro picante, como se o enredo tivesse sido produto de uma colaboração entre Mel Brooks com o Marquês de Sade.[3]

Referências

  1. a b c d Robin Wood (7 de maio de 2001). «The Scarlet Empress». Criterion. Consultado em 24/3/2016. 
  2. Mario Nunes. (3 de agosto de 1934). "A "Imperatriz Galante" e a outra Imperatriz (coluna "De cinema")". O Malho (nº 65, ano 33): pág. 21 (Disponível em Hemeroteca digital da Biblioteca Nacional do Brasil).
  3. Roger Ebert (16/1/2005). «The Scarlet Empress movie review (1934)». rogerebert.com. Consultado em 24/3/2016. 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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