Beechcraft King Air

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa


Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde setembro de 2009).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirus. Veja como referenciar e citar as fontes.
King Air B-200
Beech 200 - NASA.jpg
King Air B-200
Tipo bimotor turboélice
Fabricante Beechcraft
Capacidade 7 - 9 passageiros
Custo unitário Aprox. US$ 1,8 milhão (usado / bom estado de conservação)
Velocidade máxima 540 km/h
Altitude máxima de voo 10.000 metros
Pista min. decolagem 1.350 metros
Motorização 2 Pratt & Whitney PT6-A
Potência 850 Shp cada motor
Alcance (MTOW) 2.100 km
Nota:


O King Air C-90 é uma aeronave bimotor pressurizada de pequeno porte e propulsão do tipo turboélice, com capacidade para 4 ou 5 passageiros, fabricada nos Estados Unidos pelo fabricante Beechcraft, que utilizou como base outro projeto de bimotor à pistão da década de 1960 chamado Queen Air, da mesma marca.

O sucesso do projeto do modelo King Air é o resultado de uma combinação de características positivas, entre elas o feliz design com seção transversão semi-quadrada adotada pela Beechcraft, e na época de lançamento já equipado com o motor PT6-A da marca Pratt & Whitney, com as características de maior velocidade e altitudes mais elevadas de cruzeiro, em relação a aeronaves a pistão.

Toda a linha King Air de aeronaves turboélice acumula mais de 6.000 aeronaves produzidas, inluindo os modelos C-90, F-90, B-200 e 350, um inegável sucesso de vendas.

Índice

[editar] Modelos

Posteriormente, os avanços sucessivos da Engenharia Aeronáutica foram se traduzindo gradativamente em aprimoramentos do produto básico original, resultando em novos lançamentos de versões aperfeiçoadas, como o do modelo King Air F-90, de tamanho similar ao King Air C-90, para acomodar 4 ou 5 passageiros, dependendo da configuração adotada, incluindo um pequeno toalete básico.

A principal e mais visível diferença conceitual entre os modelos C-90 e F-90 foi a introdução de um nova cauda em "T", resultando em vantagens como um menor nível de vibração dentro da cabine de passageiros, em função da nova localização mais conveniente do estabilizador horizontal, fora da zona de turbulência gerada pelas hélices. O F-90 foi também um dos primeiros modelos King Air a adotar o novo conjunto de hélices de quatro pás, resultando em uma velocidade de cruzeiro ligeiramente maior que a do modelo anterior e uma redução dos níveis de ruído dentro do avião.

[editar] História

O Beech King Air, versão B-200.

A rigor, o King Air B-200 nasceu no início da década de 1970, mas sob outra denominação, King Air 100 e posteriormente, na década de 1980, recebeu a denominação definitiva King Air B-200, com fuselagem alongada para acomodar 6 ou 7 passageiros, incluindo nela todas as características do King Air F-90 e mais uma opção de galley compacta para água, sucos e refrigerantes.

Para atender os mercados de alto poder aquisitivo norte-americano e europeu, compostos basicamente de pecuaristas que queriam e precisavam de um tipo de transporte confortável e rápido mas sem abrir mão da flexibilidade operacional para pousar e decolar em pistas curtas, o fabricante Beechcraft disponibilizou a motorização Pratt & Whitney PT6-A com potência aumentada para 850 Shp cada.

A flexibilidade de pousar e decolar em pistas curtas, com obstáculos próximos às cabeceiras e prolongamentos é o motivo pelo qual muitos desses clientes acabam optando pelo avião do tipo turboélice, já que o avião a jato em geral tem limitações técnicas neste sentido.

Na década de 1990, este rico mercado passou a exigir mais e, como conseqüência natural, a Beechcraft colocou à disposição de seus clientes o novo Super King Air 350, com fuselagem ainda mais alongada para acomodar 9 a 11 passageiros, preservando as mesmas características de praticidade dos modelos anteriores, com muita flexibilidade para pousar e decolar em pistas curtas, sem perda de qualidade de vôo.

É consenso dentro do meio aeronáutico que, do ponto de vista econômico, os aviões turboélice são mais vantajosos que os aviões a jato em viagens de até 500 quilômetros.

Neste sentido, em viagens de mais de 750 quilômetros os aviões a jato são mais vantajosos, com o benefício da maior velocidade de cruzeiro que os jatos apresentam e os turboélices não conseguem alcançar.

No entanto, somente à partir da década de 1990 foram introduzidos na família King Air o moderníssimo sistema EFIS de navegação. Atualmente, todos os modelos podem sair de fábrica já com as telas PFD (tela primária) e MFD (tela multifuncional) na cabine de comando e os aviões usados da marca podem ser atualizados neste sentido em oficinas autorizadas, a pedido dos clientes, incluindo a instalação de modelos mais atuais de TCAS e EGPWS, muito úteis na navegação.



[editar] Ficha Técnica

[editar] King Air 350

  • Motorização: Pratt & Whitney PT6-A / 1.050 shp (cada);
  • Pista de Pouso: 1.500 metros (lotado / dias quentes / tanques cheios);
  • Alcance: Aprox. 2.300 quilômetros (lotado / 75% potência);
  • Consumo médio: Aprox. 420 litros (QAV) / hora (lotado / 75% potência);
  • Consumo médio: Aprox. 0,09 litro / passageiro / km voado;
  • Capacidade: um ou dois pilotos e nove ou onze passageiros;
  • TBO (tempo entre revisões): 3.600 hrs;
  • Velocidade de cruzeiro: 540 km/h;
  • Teto de serviço: 10.000 metros (certificado);

[editar] Ligações externas

Ícone de esboço Este artigo sobre aviação, integrado ao Projeto Aviação é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
Ferramentas pessoais
Espaços nominais

Variantes
Ações
Navegação
Colaboração
Imprimir/exportar
Ferramentas
Noutras línguas