Blaise Cendrars

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Retrato de Blaise Cendrars, por Amedeo Modigliani.

Blaise Cendrars, pseudônimo de Frédéric Louis Sauser (La Chaux-de-Fonds, cantão de Neuchâtel, Suíça, 1 de setembro de 1887Paris, 21 de janeiro de 1961) foi um novelista e poeta suíço, tendo escrito em língua francesa.[1] [2]

Tendo uma vida itinerante, o que se reflete em sua poesia, basicamente escritos de viagem, visitou o Brasil na década de 1920 do século XX, influenciando diversos artistas e escritores do modernismo brasileiro e sendo também influenciado por Oswald de Andrade, com cujos poemas da Poesia Pau-Brasil seus poemas mais curtos, de construção cubista, apresentam forte semelhança formal e no gosto pelo primitivo. Nessa incursão, se interessou pela mente doentia do criminoso Febrônio Índio do Brasil, sobre quem escreveu artigos em jornais e um capítulo de livro.

Autor também de poemas mais extensos que do seu aparentado poeta brasileiro, como a "Prosa do Transiberiano", foi sempre fiel, em poesia, ao seu estilo "literatura de viajantes", sendo este um longo poema realmente prosaico, feito a partir de reminiscências, que lembra a posterior obra de Allen Ginsberg.

Mesmo sendo Suiço de nascimento, é considerado por Paul Eluard como um dos maiores poetas franceses do século XX.

Lista de obras[editar | editar código-fonte]

Tumba de Blaise Cendrars em Tremblay-sur-Mauldre.
Detalhe da túmulo de Blaise Cendrars.

Poesia[editar | editar código-fonte]

  • 1912 - Les Pâques à New York
  • 1913
    • Séquences
    • Prose du Transsibérien et de la petite Jeanne de france
  • 1916 - La Guerre au Luxembourg
  • 1918 - Le Panama ou les aventures de mes sept oncles
  • 1919 - Dix-neuf poèmes élastiques
  • 1924
    • Feuilles de route. 1. Le Formose
    • Kodak. Documentaire
  • 1957 - Du monde entier au cœur du monde

Romances, Novelas e contos[editar | editar código-fonte]

  • 1908 - La Légende de Novgorode, de l'Or gris et du Silence
  • 1918 - J'ai tué
  • 1919 - La Fin du monde, filmée par l'Ange N.-D.
  • 1921 - Anthologie nègre
  • 1922 - Moganni Nameh (escrito antes de 1912)
  • 1925 - L'Or. La merveilleuse histoire du général Johann August Suter
  • 1926 - Moravagine
  • 1928 - Petits Contes nègres pour les enfants des Blancs
  • 1929
    • Le Plan de l'Aiguille. Dan Yack
    • Les Confessions de Dan Yack
    • Une nuit dans la forêt
  • 1930
    • Comment les Blancs sont d'anciens Noirs
    • Rhum. L'aventure de Jean Galmot
  • 1936 - Hollywood, La Mecque du cinéma
  • 1937 - Histoires vraies
  • 1938 - La Vie dangereuse
  • 1940
    • D'Oultremer à Indigo
    • Chez l'armée anglaise
  • 1945 - L'Homme foudroyé
  • 1946 - La Main coupée
  • 1948 - Bourlinguer
  • 1949 - Le Lotissement du ciel
  • 1956 - Emmène-moi au bout du monde !…
  • 1957 - Trop c'est trop
  • 1959 - À l'aventure

Outras[editar | editar código-fonte]

  • 1917 - Profundo hoy
  • 1923 - La venere nera (película)
  • 1923 - La creación del Mundo (livreto teatral)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Blaise Cendrars

Referências

Ícone de esboço Este artigo sobre uma pessoa é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Blaise Cendrars