Cinq semaines en ballon

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Cinq semaines en ballon
Cinco Semanas em Balão (pt)
Cinco Semanas em um Balão (br)
Five Weeks in a Balloon.jpg
A vermelho, o trajecto da viagem
Autor (es) Júlio Verne
Idioma francês
País França
Assunto Viagens à balão
Género Ficção Cientifica
Série Les voyages extraordinaires
Editora Flag of Portugal.svg RBA
Lançamento 1863
Cronologia
Último
Último
Le Comte de Chanteleine
Paris au XXe siècle
Próximo
Próximo

Cinq semaines en ballon (br: Cinco Semanas em um Balão / pt: Cinco Semanas em Balão) foi a primeira grande obra literária do escritor francês Júlio Verne, publicada pela primeira vez em 1863.

Como é comum em todas as obras de Verne, este livro relata uma grandiosa viagem, passada em meados do séc. XIX, que teve como finalidade a travessia do continente africano desde a costa oriental à costa ocidental (Zanzibar ao Senegal), usando como veículo um balão de hidrogénio. O criador deste aparelho é o britânico Dr. Fergusson, que já sendo famoso pelas suas grandes expedições à volta do globo quer ir mais além. Ele, conjuntamente com o seu criado Joe, e o seu grande amigo, o escocês Dick Kennedy, partem de Zanzibar, uma ilha na costa oriental de África, com o intuito de atravessarem o continente segundo uma rota mais ou menos paralela à linha do equador, tendo como grandes objectivos a descoberta da nascente do grande rio Nilo e a descoberta da região central de África, que na altura ainda era uma incógnita nas cartas geográficas de África.

Resumo[editar | editar código-fonte]

Doutor Samuel Fergusson prepara uma viagem à África a partir de sua terra natal, a Inglaterra para provar que seus experimentos científicos estão certos, de acordo com as probabilidades de acertos de seus experimentos. Ele convida seu criado José e Ricardo Kennedy, um amigo escocês; seus respectivos nomes na versão em português; que é exímio caçador para acompanhá-lo na expedição da Costa Leste a Oeste do continente africano. Antes outras expedições europeias haviam deixados vestígios de progresso em solo deste continente pouco explorado pelos europeus até o século XIX. Através dessas marcas deixadas, eles se aventuram em um balão durante neste território inóspito, passando por tribos africanas em quais há feiticeiros e muita carnificina, geralmente eles eram presenteados com penduricalhos ou inovações da Europa para servirem de guias por terras africanas. Além disto, há árabes e vilarejos bem organizados em que a hierarquia é importante para a estruturação e ordem da mesma. Após passarem por apuros; e estarem perdidos neste Continente e fortalecem seus laços através da sobrevivência em qual tiveram que assassinar alguns nativos e matar animais para se alimentarem. Sua jornada termina quando são salvos por alguns franceses que possuíam maior experiência e estavam estabelecidos na Costa Oeste, mais exatamente no Senegal. Após voltarem para Londres, eles precisam provar que suas experiências e avanços científicos e técnicos estão certos, e contam experiências a seus "conterrâneos" em uma conferência em Londres, como quando tiveram que comer carne crua, encontrar corrente de ar para a costa oeste da África após ficarem perdidos em tempestantes de areia; mapeando as latitudes até então inexploradas.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]