Senegal

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République du Sénégal
República do Senegal
Bandeira do Senegal
Brasão de armas do Senegal
Bandeira Brasão de Armas
Lema: "Un peuple, un but, une foi" ("Um povo, uma meta, uma fé")
Hino nacional: Pincez Tous vos Koras, Frappez les Balafons
("Todos toquem suas corás, batam seus balafons"
Gentílico: senegalense, senegalês(a)[1]

Localização  República do Senegal

Capital Dakar
14° 43' N 17° 27' O
Cidade mais populosa Dakar
Língua oficial Francês
Governo República semipresidencialista
 - Presidente Macky Sall
 - Primeiro-ministro Mohamed Dionne
Independência da França 
 - Data 4 de abril de 1960 
Área  
 - Total 196 722 km² (85.º)
 - Água (%) 2,1
 Fronteira Mauritânia (N), Mali (E), Guiné, Guiné-Bissau (S), e Gâmbia (W)
População  
 - Estimativa de 2008 13 343 424 hab. (67.º)
 - Densidade 56 hab./km² (119.º)
PIB (base PPC) Estimativa de 2007
 - Total US$ : 20,610 bilhões (114.º)
 - Per capita US$ : 1685 (146.º)
IDH (2013) 0,485 (163.º) – baixo[2]
Gini (2001) 41,3[3]
Moeda Franco CFA (XOF)
Fuso horário (UTC+0)
Clima Tropical
Org. internacionais ONU, UA, G15, CEDEAO, Francofonia, União Latina, CPLP (observador), ZPCAS
Cód. ISO SEN
Cód. Internet .sn
Cód. telef. +221

Mapa  República do Senegal

¹ Corá (um tipo de arpa) e Balafon (espécie de xilofone) são instrumentos musicais típicos do Senegal

O Senegal, oficialmente República do Senegal (em francês République du Sénégal) é um país localizado na África Ocidental. Faz fronteira com o Oceano Atlântico a oeste, com a Mauritânia ao norte e ao leste, com o Mali, a leste, e com a Guiné e a Guiné-Bissau ao sul. A Gâmbia forma um quase-enclave no Senegal, penetrando mais de 300 km para o interior. As ilhas de Cabo Verde estão localizados 560 km da costa do Senegal. O país deve o seu nome ao rio que faz fronteira com ele para o leste e para o norte e sobe no Fouta Djallon na Guiné. O clima é tropical e seco com duas estações: a estação seca e a estação chuvosa.

O atual território do Senegal tem visto o desenvolvimento de vários reinos, como o Império de Djolof, vassalo dos impérios sucessivos de Gana, Mali e Songhai. Depois de 1591, ele sofreu a fragmentação política do Oeste Africano consecutivo na Batalha de Tondibi. No século XVII, vários contadores pertencentes a vários impérios coloniais europeus se estabeleceram ao longo da costa, eles servem para apoiar o comércio triangular. A França assumiu ascendência gradual para os outros poderes e ergueu Saint Louis, Gorée, Dakar e Rufisque em comunas francesas regidas pelo estatuto dos quatro municípios. Com a Revolução Industrial, a França queria construir uma ferrovia para ligar e Lat Dior entrou em conflito com o rei Damel do Kayor. Este conflito fez com que a França elevasse o Reino de Cayor à categoria de protetorado em 1886, um ano após a Conferência de Berlim. A colonização de toda a África Ocidental é então preparada e Saint Louis e Dakar vai se tornar duas capitais sucessivas de África Ocidental Francesa criados em 1895. Dakar mais tarde se tornou a capital da República do Senegal, no momento da independência em 1960.

O país faz parte da CEDEAO. Desde 2 de abril de 2012, o presidente do país é Macky Sall. Integrado com os principais órgãos da comunidade internacional, o Senegal também faz parte da União Africana (UA) e da Comunidade dos Estados do Sahel-Saara.

História[editar | editar código-fonte]

Povos indígenas, descobrimento e colonização[editar | editar código-fonte]

A diversidade de vestígios pré-históricos é a comprovação de que o atual território do Senegal foi ocupado pelos humanos numa idade superior a 350 000 anos atrás.[4] A referência dada pelo historiador árabe al-Bekri era o ano de 1068 quando existia o reino de Tekrour. O reino de Tekrour se localizava no atual território do Senegal e seria fundado nas primeiras décadas da era cristã.[5] Depois de estabelecer suas relações com o norte da África, durante o século X, a população do reino foi convertida ao islamismo.[6]

A litoral do Senegal foi um dos territórios localizados na África Negra que os europeus colonizaram.[7] A ilha de Gorée, que fica a oeste de Dakar, foi durante séculos um dos principais lugares onde se traficava escravos na África.[8] Ali houve primeiramente o estabelecimento dos portugueses. Antes de chegarem ao Senegal, os portugueses dobraram o cabo Verde em 1444.[9] Em segundo lugar chegaram os holandeses.[9] E, por último. chegaram os franceses. Em 1638 os franceses foram os fundadores de entreposto comercial que se localizava na foz do rio Senegal.[10] No decorrer dos séculos XVII e XVIII os colonizadores europeus foram exportadores de escravos, goma arábica, ouro e marfim do Senegal.[11] Uma feitoria que os franceses estabeleceram na foz do rio foi transformada na cidade de Saint Louis.[12] De 1693 até 1814, a França e o Reino Unido estiveram na competição de controlar o litoral senegalês.[7]

Em 1816, Saint Louis e a ilha de Gorée foram ocupadas pelo Reino Unido.[7] Saint Louis e a ilha de Gorée tiveram atribuição da França através do Tratado de Paris, de 1814. Por determinação desse tratado receberam de volta o fato de pertencerem de maneira efetiva no domínio francês no ano posterior.[13] Na época em reinou Napoleão III os franceses tiveram penetração no interior do território. Os franceses eram comandados por Louis-Léon Faidherbe. Louis-León Faidherbe foi responsável pela ocupação efetiva. Esse homem fez a transformação do Senegal em ponta-de-lança da colonização francesa na África negra.[7] Nas últimas décadas do século XIX, o Senegal integrou a África Ocidental Francesa. Parte dos senegaleses que habitavam as cidades tinham direito à cidadania francesa.[14] Em 1946 a medida se estendeu à totalidade dos e o país foi elevado à categoria de território ultramarino da França.[15]

Independência[editar | editar código-fonte]

Léopold Sédar Segnhor em 1961.

Em 1958, a antiga colônia foi elevada à categoria de república autônoma. Um ano depois, sob o fato de que a métropole patrocinou, teve sua adesão ao Sudão Francês (atualmente Mali). O Senegal se aderiu ao Sudão Francês para se unir à formação a Federação do Mali. A Federação do Mali proclamou sua independência em junho de 1960.[16] Em agosto de do mesmo ano, a ligação do Senegal com a federação foi cortada. Nessa mesma época, a proclamação da independência do Senegal ocorreu e foi eleito como primeiro presidente o senhor Léopold Sédar Senghor.[12]

O primeiro presidente do Senegal foi um político moderado e intelectual muito prestigiado. Era conhecido no mundo interiores como um dos maiores expoentes da poesia africana,[7] Senghor foi o presidente do país durante vinte anos até 1981. Em 1981, declarou a renúncia por ser muito velho. Entregou o cargo de presidente a seu primeiro-ministro, Abdou Diouf.[7] Naquele ano, um golpe de estado na vizinha Gâmbia foi a razão do fato de que as tropas senegaleses intervieram. Em 1º de fevereiro de 1982 se constituiu a Confederação da Senegâmbia.[17] A Confederação da Senegâmbia foi acordo que os dois países assinaram em questões militares, econômicas e de política exterior. Em conformidade a esse acordo, prometeram não prejudicar suas próprias soberanias e respectivas instituições internas.[7]

Últimas décadas do século XX[editar | editar código-fonte]

Diouf ganhou a maioria absoluta dos votos válidos nas eleições presidenciais de fevereiro de 1983. Os poderes de Diouf foram aumentados. Diouf aboliu o cargo de primeiro ministro.[7] No final da década de 1980, manifestações separatistas de Casamance causaram tumulto na situação do país.[7] Diouf reelegeu-se em 1988 e 1993. Durante a reeleição foi acusado de fraude. Embora fosse reeleito, a justiça confirmou os resultados dos pleitos.[7]

Durante as eleições presidenciais de 2000, Abdoulaye Wade, que liderava o Partido Democrático Senegalês (PDS), venceu Diouf e elegeu-se presidente. A partir de 1982, o Movimento das Forças Democráticas de Casamance (MFDC) luta pelo fato de que a região de Casamance, ao sul de Gâmbia, deseja se tornar independente. Embora fossem assinados acordos de cessar-fogo em 2000 e 2001, ocorre o prosseguimento dos combates.[18]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Em 2001, o parlamento aprovou uma nova constituição. Em 2004, o governo chegou a um acordo com os separatistas de Casamance. Porém a continuação de luta de uma facção rebelde ainda persiste. Em 2005, foi aceitado pela Espanha que fossem recebidos imigrantes legais vindos do Senegal. A imigração senegalesa na Espanha teve como objetivo o controle da migração ilegal às ilhas Canárias. As Ilhas Canárias é um arquipélago espanhol que se localiza no litoral da África.[18]

Durante as eleições presidenciais de 2007, Wade reelegeu-se com 55,9% da maioria absoluta dos votos válidos. Naquele ano, a coalização que o PDS lidera conquistou 131 das 150 cadeiras da Assembleia Nacional. Durante a eleição, o PDS foi boicotado pela oposição. Cheiki Hadjibou Soumaré foi nomeado como primeiro-ministro. Em outubro de 2008, a ONU deu a destinação de 15 milhões de dólares para 36 mil agrucultores que produzem amendoim.[18]

Nas eleições locais de 2009, o partido governista foi muito derrotado pela oposição. Isso fez com que ocorresse a renúncia do primeiro-ministro Soumaré em abril. Um mês depois, Souleymane Ndéné Ndiaye toma posse do cargo. Em setembro, cresce o recrudescimento da violência em Casamance, nas imediações da Guiné-Bissau. Separatistas causaram a morte de seis soldados e um civil. Enquanto isso, os militares provocaram o bombardeio de uma base rebelde. Centenas de pessoas fizeram a fuga da área de conflito.[18]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Dakar, a capital do país.

Relevo e hidrografia[editar | editar código-fonte]

Grande Mesquita de Ouakam.

A distância do litoral do Senegal é da ordem de 500 km de extensão. O litoral do Senegal tem as menores altitudes do país e se estende em linha reta. As cercanias dunares da foz do rio Senegal até a Península de Cabo Verde formam o litoral do Senegal. A Península do Cabo Verde é um antiga ilha que faz a união ao continente por um cinturão feito de areia. É na península de Cabo Verde que é encontrada a capital, Dakar. Dakar se localiza na extremidade ocidental da África. Desde o local onde deságua o rio Salum, o litoral é formado por recortes e pântanos. Nessa parte do Senegal existem manguezais em grande quantidade.[19]

Uma planície dotada de sedimentos forma o território do Senegal em sua maioria. Apenas na região sudeste ocorre o aparecimento de uma plataforma de origem pré-cambriana. No maciço de Fouta Djallon as elevações são superiores a 500 metros. O maciço de Fouta Djallon se localiza na fronteira do Senegal com a Guiné. As temperaturas são dotadas de elevação. Há escassez de precipitações na quase totalidade do território. Em relação às escassas precipitações é registrada anualmente um estação úmida dotada de encurtamento. Isso dá a determinação à fraqueza de uma vegetação de savana seca. Essa formação vegetal se localiza no deserto de Ferio. Já o deserto de Ferio, por sua vez, está localizado no norte do Senegal. No sul, mais precisamente no vale do rio Casamance há queda de chuvas de grande abundância. As chuvas do rio Casamance dão favorecimento ao fato de existir um bosque tropical.[19]

O rio Senegal nomeia o país. O rio Senegal, propriamente dito, é próprio para a navegação na época da enchente. Esse fenômeno natural permite navegar de Saint-Louis, na foz, até Kayes, no Mali. O Falémé é um afluente do Senegal. O rio Falémé delimita o Senegal e o Mali na maioria do caminho que percorre. Os demais rios que têm foz no Oceano Atlântico ao sul de Dakar são o Siné e o Salum. O desaparecimento dos rios Siné e Salum ocorre durante a estação seca. Já, o Gâmbia e o Casamance têm grande extensão e navegabilidade nas imediações da foz.[19]

Clima e vegetação[editar | editar código-fonte]

O clima do Senegal muda de árido para tropical. Existem duas estações de maior importância. São elas: a seca e a úmida. A variação de precipitação pluviométrica vai de 350mm ao norte até 1.500mm ao sul. Durante a estação chuvosa, há frequência de tornados. Em Dakar, a oscilação de temperatura vai de 18ºC até 27ºC em janeiro. Já, em agosto a variação de temperatura de 25°C até 33°C. De janeiro até maio, o harmatã se move com soprada no sentido leste-nordeste. O harmatã é um vento.[19]

A fauna do Senegal tem mamíferos dotados de grandeza, como elefantes, antílopes, leões, panteras e hienas. A distribuição geográfica desses mamíferos reside no interior do país. Enquanto isso, nos vales dos rios Gâmbia e Casamance vivem uma grande quantidade de espécies de macacos. Com igual abundância vivem os répteis, especialmente pítons, cobras e demais serpentes dotadas de veneno. Crocodilos, hipopótamos e tartarugas são habitantes dos rios. As águas dos rios também têm grande quantidade de peixes e crustáceos.[19]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Senegal tem uma grande variedade de grupos étnicos. O francês é a língua oficial, mas só é utilizada de forma corrente por uma minoria. Os wolof representam o 43% da população, seguidos pelos fulani (24%), serer (15%), jola (4%), mandingos (3%), junto a outras pequenas comunidades. Uns 50.000 europeus, majoritariamente franceses, residem no país, junto com uma minoria libanesa, nas cidades.

94% dos senegaleses são muçulmanos, sendo os animistas só um 1%. O 30% da população é urbana. A parte oriental do país está quase deserta.

A medicina tradicional é legal, sendo praticada pelos serins ou marabus.

Cidades mais populosas[editar | editar código-fonte]

Política[editar | editar código-fonte]

O Islã, a religião dominante de Senegal, chegou primeiro a esta região no século XI. Dos reinos nativos, o império Jolof do século XIV foi o mais poderoso. Várias potências européias chegaram à área desde o século XV, até que França acabou controlando do que se tinha convertido num importante ponto de saída para o comércio de escravos.

Dakar se converteu na capital da colônia francesa de África Ocidental Francesa em 1902. Em janeiro de 1959, Senegal e o Sudão Francês se uniram para formar a Federação de Mali, a qual se voltou totalmente independente o 20 de junho de 1960, como resultado da independência e a transferência do poder, acordo assinado com França o 4 de abril de 1960. Devido a dificuldades políticas internas, a federação se dissolveu o 20 de agosto de 1960. Senegal e o Sudão Francês (renomeado como a República de Mali) proclamaram sua independência individualmente.

Senegal se uniu com Gâmbia para formar a confederação nominal de Senegâmbia em 1982. No entanto, a integração concebida dos dois países nunca se levou a cabo e a união foi dissolvida em 1989. Apesar das conversas de paz, um grupo separatista na região de Casamança chocou esporadicamente com as forças do governo desde 1982. Senegal tem uma longa história de participações na pacificação internacional.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Mapa político do Senegal

O Senegal está dividido em 14 regiões (em francês régions), note-se que as capitais regionais têm o mesmo nome que a região respectiva:

Economia[editar | editar código-fonte]

Vendedores de rua.

Em janeiro de 1994 o Senegal adotou um profundo programa de reforma econômica com o apoio da comunidade de doadores internacionais. Esta reforma começou com uma desvalorização em 50% da moeda senegalesa, o Franco CFA, que era mantido a uma taxa de câmbio fixa em relação ao franco francês. Os controles de preços do governo e os subsídios foram desmantelados. Após disto, o país teve uma grande mudança graças a este programa de reformas, com o PIB real crescendo a médias superiores a 5% ao ano entre 1995 e 2004. A inflação anual foi reduzida para um dígito. Como Membro da União Econômica e Monetária do Oeste da África (WAEMU), o Senegal tem trabalhado pela integração econômica regional com uma tarifa externa única e uma política monetária mais estável. No entanto, o país ainda depende de doadores internacionais. Sob o programa do Fundo Monetário Internacional para a dívida dos países pobres, o Senegal se beneficiará da erradicação de dois terços de suas dívidas bilaterais, multilaterais, e do setor privado.

A pesca é o setor líder das exportações do Senegal. Suas receitas atingiram US$239 milhões em 2000. As operações de industrialização pesqueira lutam contra os altos custos, e o atum senegalês tem perdido o mercado francês para os competidores asiáticos, mais eficientes. As exportações de fosfato, o segundo produto da economia, têm permanecido estáveis, em torno de US$ 95 milhões anuais.

Cultura[editar | editar código-fonte]

O Senegal é conhecido em toda a África por sua herança musical, devido à popularidade do Mbalax, que se originou a partir da tradição percussiva, especialmente o Njuup, sendo popularizado por Youssou N'Dour e outros músicos. O Sabar é uma bateria especialmente popular, sendo usado principalmente em celebrações especiais como casamentos e outras cerimônias. Outro instrumento, o Tambor falante, é utilizado na cultura de vários grupos étnicos presentes no país. Artistas e bandas musicais senegaleses de renome internacional incluem Ismael Lô, Cheikh Lô, Orchestra Baobab, Baba Maal, Akon, Thione Seck, Viviane, Titi e Pape Diouf.

Senegal é bem conhecida pela tradição do Oeste Africano de contar histórias, que é feito por griots, que têm mantido a história do Oeste Africano viva por milhares de anos através de palavras e música. A profissão griot é transmitida de geração em geração e requer anos de treinamento e aprendizado na genealogia, história e música.[20]

O Monumento da Renascença Africana, construído em 2010 em Dakar, é a estátua mais alta na África.

Referências e notas

  1. Portal da Língua Portuguesa, Dicionário de Gentílicos e Topónimos do Senegal
  2. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD): Human Development Report 2014 (em inglês) (24 de julho de 2014). Visitado em 3 de agosto de 2014.
  3. CIA World Factbook, Lista de Países por Coeficiente de Gini (em inglês)
  4. Senegal (em francês) Memo.fr (2008). Visitado em 4 de abril de 2011.
  5. MASSING, Andreas W. (1999). WANGARA, AN OLD SONINKE DIASPORA IN WEST AFRICA?: A Study on the Historical Relationsships between Trade, Religion and Family (em inglês) Europafric.de. Visitado em 4 de abril de 2011.
  6. Futa Toro (Tekrur) Kingdom (em inglês) Access Gambia (2011). Visitado em 4 de abril de 2011.
  7. a b c d e f g h i j "Senegal: História". (em português) Nova Enciclopédia Barsa (volume 13). (1998). São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. pp.212. 
  8. Gorée Island (em inglês) Senegal Online. Visitado em 4 de abril de 2011.
  9. a b José Luiz P. da Costa. FAUSTO E A TRAGÉDIA DE UM ENTREPOSTO DE ESCRAVOS (em português) Dacosta Comércio Exterior Ltda. Visitado em 4 de abril de 2011.
  10. História do Senegal (em português) O “sistema da educação” no Senegal. Visitado em 4 de abril de 2011.
  11. Francisco Aimara Carvalho Ribeiro (23 e 24 de setembro de 2010). Cabo Verde e a Senegâmbia na formação do circuito Atlântico de tráfico de escravos (em português) III Conferência Internacional em História Econômica & V Encontro de Pós-graduação em História Econômica. Visitado em 4 de abril de 2011.
  12. a b Sérgio Eduardo Sakall (2011). História da República do Senegal (em português) Girafamania. Visitado em 4 de abril de 2011.
  13. J. F. Ade Ajayi (2010). O crescente interesse dos europeus pela África (em português) História geral da África, VI: África do século XIX à década de 1880. Visitado em 4 de abril de 2011.
  14. ASNOM: French West Africa (AOF) (em inglês) Association Amicale Santé Navale et d'Outre-Mer (2010). Visitado em 4 de abril de 2011.
  15. Senegal (em inglês) Infoplease.com (2005). Visitado em 4 de abril de 2011.
  16. History of Senegal (em inglês) Infoplease.com (2005). Visitado em 4 de abril de 2011.
  17. John Everett-Heath (2005). Senegambia (em português) Concise Dictionary of World Place-Names. Visitado em 4 de abril de 2011.
  18. a b c d CIVITA, Roberto. Almanaque Abril. São Paulo: Abril, 2010. p. 588.
  19. a b c d e Ministere de l'Environnement et Protection de la Nature (setembro 2006). Politique forestiere du Senegal: 2005-2025 (PDF) (em francês) Food and Agriculture Organization 3-9 pp.. Visitado em 4 de abril de 2013.
  20. Eric S. Ross, Culture and Customs of Senegal, Greenwood Press, Westport, CT, 2008 ISBN 0-313-34036-6

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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