Anexo:Lista de Estados soberanos
Este artigo consiste numa lista de Estados soberanos do mundo, incluindo informação sobre o estatuto e reconhecimento da sua soberania.
A lista contém 204 entidades. Os Estados encontram-se divididos utilizando dois métodos:
- A coluna "Estado-membro das Nações Unidas" divide os Estados em duas categorias: 194 Estados que são ou membros da ONU ou que têm estatuto de observador, e dez outros Estados.
- A coluna "Disputa de soberania" divide os Estados em duas categorias: treze Estados cuja soberania é disputada e 191 outros Estados.
Compilar uma lista desta envergadura pode ser um processo difícil e controverso já que não existe uma definição amplamente aceite pelos membros da comunidade das nações no que aos critérios de soberania diz respeito. Para mais informação acerca dos critérios utilizados para determinar os conteúdos desta lista, é favor ver a secção "Critérios de inclusão" abaixo.
Os nomes são apresentados em português de Portugal, PALOP e Timor-Leste e também em português do Brasil (caso haja diferença). Havendo diferenças dentro dos próprios padrões elas são também apresentadas. Para além disso, também figuram os nomes na(s) língua(s) oficial(ais) do estado.
- O nome do país em português e em forma curta (ex: Afeganistão) e a forma oficial também em Português (ex: República Islâmica do Afeganistão).
- O nome na língua oficial em forma curta e na forma longa. Os nomes – quando necessário – foram transliterados para o alfabeto latino, mas os caracteres escritos originais (cirílico, caracteres chineses, etc.) estão incluídos. Quando possível, a romanização preferida pelo país é usada.
A inclusão de qualquer nome e/ou país neste artigo não deve pressupor a adopção de uma posição oficial nalguma disputa sobre esse nome e/ou país. Entidades consideradas micronações não reconhecidas internacionalmente não foram incluídas.
Índice |
[editar] Lista de Estados soberanos
| Nome(s) em português, e nas línguas oficiais, nacionais ou outras de línguas relevantes do Estado [Nota 1] | Estado-membro das Nações Unidas [Nota 2] | Disputa de soberania [Nota 3] | Outras informações sobre o estatuto e reconhecimento da soberanida [Nota 5] |
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| Estados-membros da ONU ou Estados observadores | |||
| Abecásia → Abecásia | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| África Central → Centro-Africana, República | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] A Alemanha é uma federação de 16 estados federados (Länder). |
| Alto-Carabaque → Alto-Carabaque | |||
| América → Estados Unidos | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Andorra é um co-principado no qual o cargo de chefe de Estado é ocupado conjuntamente e ex officio pelo presidente da República Francesa e pelo bispo da diocese Católica Romana de Urgell,[2] nomeado pela Santa Sé. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Antiga e Barbuda é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] com uma região autónoma: Barbuda.[Nota 7][3] |
| Antiga República jugoslava da Macedónia → Macedónia | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Argentina é uma federação de 23 províncias e uma cidade autónoma. A Argentina reivindica soberania sobre as Ilhas Malvinas e sobre as Ilhas Geórgia do Sul e Sanduíche do Sul, que são administradas pelo Reino Unido.[4] A Argentina reivindica a Antártida Argentina como parte do seu território nacional, oficialmente um departamento da província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul, que se sobrepõe às reivindicações do Reino Unido e do Chile.[Nota 9][5] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Arménia não é reconhecida por um Estado-membro da ONU: Paquistão.[6][7] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Austrália é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] e uma federação de seis estados e dez territórios. Os territórios externos da Austrália são: |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] A Áustria é uma federação de nove estados (Bundesländer). |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Azerbaijão contém duas regiões autónomas: Naquichevão e Alto-Carabaque (Dağlıq Qarabağ).[Nota 7] No Alto-Carabaque, está estabelecido um Estado de facto independente. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Baamas são um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Os Barbados são um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] A Bélgica é uma federação dividida em comunidades linguísticas e regiões. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Belize é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Birmânia → Mianmar | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Bósnia e Herzegovina é uma federação de duas unidades constituintes: a Federação da Bósnia e Herzegovina e a República Sérvia.[Nota 11] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Brasil é uma federação de 26 estados e um distrito federal. |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Brunei reivindica soberania sobre parte das Ilhas Spratly.[Nota 12] | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Canadá é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] e uma federação de dez províncias e três territórios. | |
| Carabaque Montanhoso → Alto-Carabaque | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Ilha de Páscoa e as Ilhas Juan Fernández são "territórios especiais" do Chile na região de Valparaíso. O Chile reivindica parte da Antártida como uma comuna da sua região de Magalhães e Antártida Chilena. A sua reivindicação sobrepõe-se às do Reino Unido e da Argentina.[Nota 9] |
| China, República da → Taiuã | |||
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Estado-membro da ONU | Reivindicada pela República da China (Taiuã) | A República Popular da China (RPC) inclui cinco regiões autónomas: Quancim, Mongólia Interior, Ningxia, Sinquião e Tibete.[Nota 7] Adicionalmente, tem soberania sobre as regiões administrativas especiais de:
Reivindica também:
Aksai Chin, controlado pela RPC, é reivindicado pela Índia como parte de Jammu e Caxemira.[Nota 20] A RPC não é reconhecida por 22 Estados-membros da ONU e pela Santa Sé, que, ao invés, reconhecem a RdC.[Nota 21] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] A parte nordeste da ilha constitui-se como o Estado de facto de Chipre do Norte. Chipre não é reconhecido por um membro das Nações Unidas: Turquia.[Nota 22] | |
| Chipre do Norte → Chipre do Norte | |||
| Cidade do Vaticano → Vaticano, Cidade do | |||
| Cingapura → Singapura | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Comores são uma federação de três ilhas, e reivindica Maiote, atualmente parte de França, como quarta ilha.[Nota 23][12] As Comores disputam também a soberania francesa sobre o Banco de Geyser.[4] | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Reivindicada pela Coreia do Sul | A Coreia do Norte não é reconhecida por dois membros da ONU: o Japão e a Coreia do Sul.[Nota 25][13] |
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Estado-membro da ONU | Reivindicada pela Coreia do Norte | A Coreia do Sul inclui uma região autónoma: Jeju-do.[Nota 7][14] A Coreia do Sul não é reconhecida por um membro da ONU: a Coreia do Norte.[Nota 25] |
| Cosovo → Cosovo | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4]
O Reino da Dinamarca inclui também duas nações autónomas.[Nota 27] |
| Djibuti → Jibuti | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| El Salvador → Salvador | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Os Emirados Árabes Unidos são uma federação de sete emirados. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] Espanha está dividida em comunidades e cidades autónomas.[Nota 7] A soberania sobre Ceuta, Ilha de Alborão, Ilha Perejil, Ilhas Chafarinas, Melilha e Penedo de Alhucemas é disputada por Marrocos. A soberania sobre Olivença e Táliga é disputada por Portugal. A Espanha reivindica soberania sobre Gibraltar.[4] | |
| Estados Federados da Micronésia → Micronésia, Estados Federados da | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Os Estados Unidos são uma federação de 50 estados, um distrito federal e o território incorporado do Atol Palmyra. Os Estados Unidos exercem soberania sobre as seguintes possessões e comunidades habitadas:
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Etiópia é uma federação de nove regiões e duas cidades privilegiadas. |
| Ex-República jugoslava da Macedónia → Macedónia | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Fiji incluem uma região autónoma: Rotuma.[Nota 7][18][19] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Filipinas incluem duas regiões autónomas: a Região Autónoma do Mindanau Muçulmano[Nota 7] e a Região Administrativa de Cordillera.[20] as Filipinas administram o Baixio Scarborough e algumas das Ilhas Spratly,[Nota 12] e reivindicam soberania sobre o Banco Macclesfield e sobre Sabá, parte da Malásia.[4] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4]
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| Formosa → Taiuã | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] As regiões/departamentos ultramarinos franceses (Guiana Francesa, Guadalupe, Martinica, Maiote e Reunião) são partes integrantes de França.
A República Francesa inclui também os seguintes territórios ultramarinos:
A Ilha de Clipperton é uma possessão do governo. A soberania francesa sobre o Banco de Geyser, as Bassas da Índia, a Ilha Europa, as Ilhas Gloriosas, a Ilha de João da Nova, Maiote e a Ilha Tromelin é disputada em parte por Madagáscar, pela Maurícia, pelas Seicheles e pelas Comores.[4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Geórgia inclui duas regiões autónomas: a Ajária e a Abecásia.[Nota 7] Na Abecásia e na Ossétia do Sul existem Estados de facto independentes. |
| Grã-Bretanha e Irlanda do Norte → Reino Unido | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Granada é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] O Monte Atos é uma área autónoma da Grécia conjuntamente governada por uma "Comunidade Sagrada" multinacional localizada no monte, e um governador civil nomeado pelo governo grego.[21] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Todo o território a oeste do Rio Essequibo é reivindicado pela Venezuela.[4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Holanda → Países Baixos | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Ilhas Fiji → Fiji | |||
| Ilhas Marechal → Marechal, Ilhas | |||
| Ilhas Salomão → Salomão, Ilhas | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Índia é uma federação de 28 estados e sete territórios da união. A soberania indiana sobre o Arunachal Pradesh é disputada pela República Popular da China.[4] A Índia reivindica soberania sobre toda a Caxemira, mas administra apenas a parte incluída no seu estado federado de Jammu e Caxemira.[Nota 20] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Indonésia inclui três povíncias oficialmente com estatuto de autonomia especial: Achém, Papua e Papua Ocidental.[Nota 7] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Iraque é uma federação[Nota 23][24] de 18 províncias, três das quais formam o Curdistão iraquiano, autónomo.[Nota 7] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4]
A Constituição da Irlanda advoga a formação de uma Irlanda Unida por métodos pacíficos.[25] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Israel anexou Jerusalém Oriental e ocupa os Montes Golã[26] e partes da Cisjordânia. Estas áreas não são internacionalmente reconhecidas como fazendo parte de Israel.[4] Israel não tem forças militares permanentes na Faixa de Gaza, no seguimento do seu plano de retirada unilateral, mas é ainda considerada a potência ocupante de acordo com a lei internacionail.[27][28][29][30][31] Israel não é reconhecido como Estado por 33 membros das Nações Unidas. | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] Itália tem cinco regiões autónomas: Vale de Aosta, Friul-Veneza Júlia, Sardenha, Sicília e Trentino-Alto Ádige.[Nota 7] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Jamaica é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Japão disputa a administração russa das Ilhas Curilas do Sul. | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Karabaque Montanhoso → Alto-Carabaque | |||
| Katar → Catar | |||
| Kiribati → Quiribáti | |||
| Kosovo → Cosovo | |||
| Koweit → Cuaite | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O anterior governo de Muammar Gaddafi, que reclama ser o único representante legítimo do povo líbio ainda tem algum reconhecimento internacional. (ver: Guerra Civil Líbia) |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Devido à disputa sobre o nome da Macedônia, o país é referido pela ONU e por vários Estados e organizações internacionais como "a antiga República jugoslava da Macedónia" (português europeu) ou "a antiga República iuguslava da Macedônia" (português brasileiro). |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Madagáscar reivindica os territórios franceses do Banco de Geyser, da Ilha de João da Nova e das Ilhas Gloriosas.[4] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Malásia é uma federação de treze estados e três territórios federais. A Malásia reivindica parte das Ilhas Spratly.[Nota 12] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Num Tratado de Livre Associação com os Estados Unidos. |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Marrocos reivindica soberania sobre o Saara Ocidental e controla a maioria do seu território, que é disputado pela República Democrática Árabe Saariana. Marrocos disputa a soberania espanhola sobre Ceuta, Melilha e sobre as praças de soberania.[4] | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Maurícia inclui uma ilha autónoma: Rodrigues.[Nota 7] A Maurícia reivindica soberania sobre o Território Britânico do Oceano Índico e sobre a ilha francesa de Tromelin.[4] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O México é uma federação de 31 estados e um distrito federal. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Num Tratado de Livre Associação com os Estados Unidos. Os Estados Federados da Micronésia são uma federação de quatro estados. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Moldávia inclui as regiões autónomas da Gagaúzia e da Transdniéstria. Na Transdniéstria está estabelecido um Estado de facto independente. | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Nagorno-Carabaque → Alto-Carabaque | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Nepal é uma federação composta por catorze zonas. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Nicarágua inclui duas regiões autónomas, Atlântico-Sul e Atlântico-Norte.[Nota 7] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Nigéria é uma federação de 36 estados e um território federal. | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Esvalbarda é parte integrante da Noruega, mas tem um estatuto especial devido ao Tratado da Esvalbarda.
A Ilha Bouvet é um território dependente da Noruega. A Noruega reivindica a Ilha de Pedro I e a Terra da Rainha Maud como territórios dependentes, como parte do Território Antártico Norueguês.[Nota 9] |
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| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Nova Zelândia é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] e é responsável por (contudo, não detendo soberania sobre) dois estados livremente associados:
As Ilhas Cook e Niue são reconhecidos por alguns Estados. Estabeleceram relações diplomáticas com 31 e com seis membros das Nações Unidas, respetivamente.[36][37][38] As Ilhas Cook e Niue são sujeitos soberanos de acordo com a lei internacional. A ONU reconheceu a total capacidade de fazer tratados às Ilhas Cook em 1992, e a Niue em 1994.[39] As Ilhas Cook e Niue são membros de agências especializadas da ONU sem qualquer tipo de especificações ou limitações. As Ilhas Cook são membros da ONUAA, da OACI, do FIDA, da OMI, da UNESCO, da OMS e da OMM e Niue é membro da ONUAA, do FIDA, da UNESCO, da OMS e da OMM. A Nova Zelândia tem também os seguintes territórios dependentes: O governo toquelauano reivindica soberania sobre a Ilha Swains, parte da Samoa Americana, um território dos Estados Unidos.[40] A Nova Zelândia não reconhece a reivindicação de Toquelau.[41] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Ossétia do Sul → Ossétia do Sul | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhum | Membro da União Europeia.[Nota 4] O Reino dos Países Baixos consiste em quatro nações constituintes:
O monarca e os seus ministros formam o governo quer do reino quer da nação constituinte dos Países Baixos. Após a dissolução das Antilhas Neerlandesas em 1010, Curaçau e São Martinho tornaram-se nações constituintes que, a par de Aruba, possuem uma autonomia considerável. As outras três ilhas (Bonaire, Saba e Santo Eustáquio) tornaram-se municípios especiais dos Países Baixos. A designação "Países Baixos" pode referir-se tanto a uma das nações constituintes do reino, como à forma curta do nome do reino (como por exemplo: em organizações internacionais). O Reino dos Países Baixos, como um todo, é membro da União Europeia, mas a legislação comunitária aplica-se apenas à parte europeia. |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Num Tratado de Livre Associação com os Estados Unidos. | |
| Palestina → Palestina | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Papua Nova Guiné e um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] com uma região autónoma: Bougainville.[Nota 7] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Paquistão é uma federação de quatro províncias, um território da capital e regiões tribais. O Paquistão disputa a soberania indiana sobre Caxemira. Tem controlo sobre algumas áreas, não não reivindica explicitamente nenhuma parte do território,[42][43] considerando-o território disputado.[44][45] As partes por si controladas estão divididas em duas unidades políticas, administradas separadamente do próprio Paquistão:[Nota 20] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] Portugal inclui duas regiões autónomas: os Açores e a Madeira.[Nota 7] Portugal não reconhece a soberania espanhola sobre Olivença e Táliga.[4] | |
| Qatar → Catar | |||
| Quaite → Cuaite | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] O Reino Unido é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] composto por quatro nações: Escócia, Inglaterra, Irlanda do Norte e País de Gales. O Reino Unido tem os seguintes territórios ultramarinos:
O monarca britânico exerce soberania direta sobre três dependências da Coroa autónomas: |
| República Árabe Saariana Democrática → República Árabe Saariana Democrática | |||
| República Centro-Africana → Centro-Africana, República | |||
| República Checa → Checa, República | |||
| República da China → Taiuã | |||
| República da Coreia → Coreia do Sul | |||
| República da Irlanda → Irlanda | |||
| República da Macedónia → Macedónia | |||
| República Democrática do Congo→ Congo, República Democrática do | |||
| República do Congo → Congo, República do | |||
| República Dominicana → Dominicana, República | |||
| República Popular da China → China, República Popular da | |||
| República Popular Democrática da Coreia → Coreia do Norte | |||
| República Turca de Chipre do Norte → Chipre do Norte | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Rússia é oficialmente uma federação de 21 repúblicas, 46 províncias ou oblasts, nove territórios ou krais, quatro distritos autónomos ou okrugs autónomos, duas cidades federais e um distrito autónomo ou oblast autónomo. Muitos dos sujeitos federais são república étnicas.[Nota 7] A soberania sobre as Ilhas Curilas do Sul é disputada pelo Japão. |
| Saariana Democrática, República Árabe → República Árabe Saariana Democrática | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Ilhas Salomão são um reino da Comunidade das Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Santa Lúcia é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
| Santa Sé → Vaticano, Cidade do | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | São Cristóvão e Neves é um reino da Comunidade de Nações[Nota 6] e uma federação [Nota 23] de catorze paróquias. |
| São Domingos → Dominicana, República | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | São Tomé e Príncipe inclui uma província autónoma: a Ilha do Príncipe.[Nota 7] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | São Vicente e Granadinas é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | As Seicheles reivindicam soberania sobre o Território Britânico do Oceano Índico.[4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Sérvia inclui duas regiões autónomas: a Voivodina e o Cosovo e Metohija.[Nota 7] A maior parte da segunda está de facto sob o controlo da República do Cosovo. |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Israel ocupa os Montes Golã.[26] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Somália está atualmente dividida, com o seu governo oficial (GFT) a controlar apenas uma parte do país. A Puntlândia e o Galmudug auto-declararam-se regiões autónomas da Somália (uma reivindicação não reconhecida pelo GFT),[49] enquanto na Somalilândia está estabelecido um Estado de facto independente. | |
| Somalilândia → Somalilândia | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Antigamente conhecido como Ceilão. | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Sudão é uma federação de quinze estados. Disputa a soberania sobre o distrito de Abyei com o Sudão do Sul. | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Disputa o distrito de Abyei com a República do Sudão.[4] |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Membro da União Europeia.[Nota 4] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Suíça é uma federação de 26 cantões. | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Taiuã → Taiuã | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Tajiquistão inclui uma região autónoma: Gorno-Badakhshan.[Nota 7] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Tanzânia inclui uma região autónoma: Zanzibar.[Nota 7] | |
| Tchade → Chade | |||
| Tcheca, República → Checa, República | |||
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Transdniéstria → Transdniéstria | |||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | Trindade e Tobago inclui uma região autónoma: Tobago.[Nota 7] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | Tuvalu é um reino da Comunidade de Nações.[Nota 6] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Ucrânia inclui uma região autónoma: a Crimeia.[Nota 7] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Usbequistão inclui uma região autónoma: o Caracalpaquistão.[Nota 7] | |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
| Estado observador da ONU | Nenhuma | Administrado pela Santa Sé, uma entidade soberana com ligações diplomáticas com 178 Estados. A Santa Sé é um observador permanente na ONU na categoria de "Estado não membro"[51] e membro da AIEA, da UIT, da UPU e da OMPI. A Cidade do Vaticano é governada por oficiais nomeados pelo Papa, que é o Bispo da Arquidiocese de Roma e soberano da Cidade do Vaticano ex officio. A Santa Sé administra também várias propriedades extraterritoriais em Itália. | |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | A Venezuela é uma federação de 23 estados, um distrito da capital e dependências federais. |
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | O Vietname reivindica soberania sobre as Ilhas Paracel[Nota 19] e sobre as Ilhas Spratly.[Nota 12][4] |
| Estado-membro da ONU | Nenhuma | ||
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Estado-membro da ONU | Nenhuma | |
| ↑ Estados-membros e observadores da ONU ↑ | |||
| ↓ Estados não membros da ONU ↓ | |||
| Estado não membro da ONU | Reivindicada pela Geórgia | Reconhecida pela Rússia, pelo Nauru, pela Nicarágua, pelo Tuvalu[52], pelo Vanuatu, pela Venezuela,[53] pela Ossétia do Sul e pela Trandniéstria.[54] Reivindicada como um todo pela Geórgia como sendo a República Autónoma da Abecásia. | |
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Estado não membro da ONU | Reivindicado pelo Azerbaijão | Estado de facto independente,[55][56] reconhecido apenas pela Abecásia,[57] pela Ossétia do Sul[57] e pela Transdniéstria.[57][58]. Reivindicdo no seu todo pelo Azerbaijão.[59] |
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Estado não membro da ONU | Reivindicado por Chipre | Reconhecido pela Turquia. Participa, como Estado observador, na Organização da Conferência Islâmica com o nome "Estado Cipriota Turco", desde 1979. A República Autónoma do Naquichevão reconhece a RTCN como soberana, mas o Azerbaijão (país onde se localiza o Naquichevão) não segue o mesmo critério. Chipre do Norte é reivindicado como um todo pela República de Chipre.[60] |
| Estado não membro da ONU, mas membro de uma ou mais agênciais especializadas desta | Reivindicado pela Sérvia | O Cosovo declarou unilateralmente independência em 2008 e desde então foi já reconhecido por 85 Estados-membros da ONU e pela República da China. No seguimento da Resolução 1244 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, o Cosovo está formalmente sob administração da Missão de Administração Interina das Nações Unidas no Cosovo. A Sérvia continua a manter a sua reivindicação sobre o Cosovo. Outros Estados-membros da ONU e outros Estados continuam a reconhecer a soberania sérvia ou não tomaram qualquer posição. O Cosovo é membro do FMI e do Banco Mundial. A República do Cosovo controla de facto a grande maioria do seu território, com algumas limitações no norte. | |
| Estado não membro da ONU | Reivindicada pela Geórgia | Estado de facto independente,[61] reconhecido pela Rússia, pela Nicarágua, pelo Nauru, pela Venezuela,[53] pela Abecásia e pela Transdniéstria.[54] Reivindicada como um todo pela Geórgia como sendo a Entidade Administrativa Provisória da Ossétia do Sul.[62] | |
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Estado não membro da ONU, mas membro de uma ou mais agências especializadas desta[63] | Revindicada por Israel | O Estado da Palestina é reconhecido por 127 outros Estados.[64] O Estado proclamado não tem fronteiras territoriais acordadas, ou controlo efetivo do território.[65] A Autoridade Nacional Palestina é um órgão administrativo temporário, formado como resultado dos Acordos de Oslo, e que exerce jurisdição autónoma limitada nos territórios palestinos. Nas relações externas, o Estado da Palestina é representado pela Organização para a Libertação da Palestina, que tem estatuto de observador permanente na Assembleia Geral das Nações Unidas como entidade não membro.[51] |
| Estado não membro da ONU | Reivindicada por Marrocos | Reconhecida por 84 outros Estados. É um membro fundador da União Africana. Os territórios sob o seu controlo, a chamada Zona Livre, são reivindicados no seu todo por Marrocos como parte das suas Províncias Meridionais. Por outro lado, a República Árabe Saariana Democrática reivindica a parte do Saara Ocidental a oeste do Muro do Saara controlada por Marrocos. O seu governo tem sede em Tindouf, na Argélia. | |
| Estado não membro da ONU | Reivindicada pela Somália | Estado de facto independente,[66][67][68] não reconhecido por qualquer outro Estado, e reivindicado no seu todo pela República Somaliana.[69] | |
| Antigo Estado-membro da ONU (1945–1971);
Membro ou participante em algumas organizações relacionadas com a ONU com a designação "Taipé Chinês" (ver à direita) |
Reivindicado pela República Popular da China | Estado que compete por reconhecimento com a República Popular da China como sendo o governo da China desde 1949. A República da China controla a ilha de Taiuã e algumas ilhas associadas, Quemói, Ilhas Matsu, Ilhas Pratas e partes das Ilhas Spratly,[Nota 12] e não renunciou a reivindicações sobre os territórios por si anexados na China continental.[70] A República da China é reconhecida por 23 outros Estados, incluindo a Santa Sé. O território da República da China é reivindicado como um todo pela República Popular da China.[Nota 18] A República da China participa na Organização Mundial da Saúde e em várias organizações internacionais fora do contexto da ONU, como a Organização Mundial do Comércio, o Comité Olímpico Internacional ou outras organizações, sem sob uma variedade de pseudónimos, sendo o mais comum "Taipé Chinês". | |
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Estado não membro da ONU | Reivindicado pela Moldávia | Estado de facto independente, reconhecido apenas pela Abecásia e pela Ossétia do Sul.[54] Reivindicada no seu todo pela Moldávia como a Unidade Territorial da Transdniéstria.[71] |
| ↑ Estados não membros da ONU ↑ | |||
[editar] Critérios de inclusão
A definição de Estado dominante no costume internacional é a da teoria declarativa do Estado, que define o Estado como sujeito do Direito internacional se "possuir as seguintes qualificações: (a) população permanente; (b) território definido; (c) governo; e (d) capacidade para estabelecer relações com outros Estados." É discutível até que ponto o reconhecimento diplomático deverá ser incluído como critério de definição de Estado. A teoria declarativa do Estado, a exemplo do que acontence na Convenção de Montevideu, afirma que a definição de um Estado é puramente objetiva e que o reconhecimento do Estado por outro é irrelevante. Por oposição, a teoria constitutiva do Estado defini um Estado como um sujeito sob a alçada do Direito internacional só se este for reconhecido por outros Estados. Nesta lista, estão incluídos todos os Estados que:
- (a) declararam independência e que são na maioria das vezes considerados como tendo controlo sobre um território permanentemente habitado
ou
- (b) são reconhecidos como Estado soberano por pelo menos um outro Estado soberano
Note que, em alguns casos, existem divergências de opinião quanto à interpretação do primeiro ponto, e quando à satisfação desse desse ponto por algumas entidades.
Com base nos critérios supra-expostos, esta lista inclui 204 entidades:[72][Nota 35]
- 201 Estados reconhecidos por pelo menos um Estado-membro da ONU
- Dois Estados que controlam um território permanentemente habitado e que são reconhecidos por Estados não membros da ONU: Alto-Carabaque e Transdniéstria
- Um Estado que controla um território permanentemente habitado e que não é reconhecido por qualquer outro Estado: Somalilândia
[editar] Outras listagens
- Lista de países que não existem mais
- Lista de países não-reconhecidos
- Lista de países que mudaram de nome
- Lista de entidades autónomas
- Lista de territórios dependentes
- Lista de áreas disputadas ou ocupadas
- Lista de países e territórios por área
- Lista de países por nome nativo
- Lista de grafias alternativas para topónimos relativos a países
- Países imaginários
- Microestados
- Lista de capitais
- Lista de países insulares
- Lista de países por data de criação
- Fuso horário
Para mais recursos, ver referências geográficas.
[editar] Notas
- ↑ Os nomes dos Estados nesta lista estão em português, incluindo grafias alternativas, bem como nas línguas oficiais, nacionais, principais línguas minoritárias e outras línguas historicamente relevantes. Quando aplicável, os nomes de alguns Estados são apresentados nos seus alfabetos originais, acompanhados da sua transliteração para português. Exceção feita a casos devidamente referenciados, a fonte para os nomes das línguas oficiais utilizada foi o Grupo de Especialistas em Nomes Geográficos das Nações Unidas (United Nations Group of Experts on Geographical Names) – UNGEGN, informação recolhida a 24 de fevereiro de 2011). As fontes para as bandeiras são os artigos principais dos respetivos Estados. Quando são utilizadas outras fontes, estas são mencionadas. Para uma galeria de bandeiras, por favor ver: Anexo:Galeria de bandeiras nacionais.
- ↑ Esta coluna indica se o Estado é ou não membro das Nações Unidas.[1] Indica também que Estados não membros participam no sistema das Nações Unidas através da filiação na Agência Internacional de Energia Atómica ou noutras agências especializadas das Nações Unidas. Todos os membros das Nações Unidas pertencem pelo menos a uma agência especializada e fazem parte do estatuto do Tribunal Internacional de Justiça.
- ↑ Esta coluna indica se a soberania do Estado é ou não disputada internacionalmente. Apenas Estados reivindicados no seu todo por outro Estado soberano são mencionados. Pequenas disputas territoriais encontram-se na coluna "Outras informações".
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x y z aa ab Os Estados-membros da União Europeia transferiram parte da sua soberania na forma de poderes legislativos, executivos e judiciais para as instituições da UE, o que perfaz um exemplo de supranacionalidade. A UE tem 27 Estados-membros.[8]
- ↑ Inclui informação sobre:
- a extensão do reconhecimento internacional da soberania do Estado. Mais informação em: Anexo:Lista de países com reconhecimento limitado,
- Estados-membros da União Europeia,[Nota 4] quando aplicável,
- quaisquer dependências, quando aplicável, as quais não são geralmente parte do território unificado do Estado soberano,
- estruturas federais do Estado, quando aplicável. Mais informação em: Estado (subdivisão),
- quaisquer áreas autónomas dentro do território do Estado soberano,
- quaisquer situações onde um indivíduo é chefe de Estado de mais do que um Estado,
- quaisquer disputas territoriais relevantes,
- quaisquer governos no exílio reconhecidos por pelo menos um Estado.
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p Os reinos da Comunidade de Nações (Commonwealth of Nations) são membros da referida organização, tendo como chefe de Estado a Rainha Isabel II. Os reinos sãos Estados totalmente soberanos.
- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v w x Para mais informação sobre divisões com um alto nível de autonomia, ver: Anexo:Lista de áreas autónomas por país.
- ↑ A Constituição argentina (artigo 35.º) reconhece as seguintes denominações para a Argentina: "Províncias Unidas do Rio da Prata", "República Argentina" e "Confederação Argentina"; adicionalmente, estabelece o uso de "Nação Argentina" para assuntos legislativos.
- ↑ a b c d e f g O continente da Antártida, incluindo as ilhas circundantes a sul do paralelos 60º S, são controladas de acordo com os termos do Tratado da Antártida. Sob este acordo, as reivindicações territoriais na região não são nem reconhecidas nem disputadas. Os países reivindicadores são a Argentina, a Austrália, o Chile, a França, a Nova Zelândia, a Noruega e o Reino Unido, reconhecendo todos, à exceção da Argentina e do Chile, as reivindicações dos outros.
- ↑ Antigamente conhecido como Daomé, o seu nome oficial até 1975.
- ↑ Para mais informação relativamente à divisão da Bósnia e Herzegovina, ver: Acordo de Dayton e o texto do Quadro-geral para a Paz na Bósnia e Herzegovina (14 de dezembro de 1995). Gabinete do Alto Representante. Informação recolhida a 28 de fevereiro de 2011.
- ↑ a b c d e f A soberania sobre as Ilhas Spratly é disputada entre a República Popular da China, a República da China, o Vietname e, em parte, pelo Brunei, pela Malásia e pelas Filipinas. Excetuando o Brunei, todos estes países ocupam parte das ilhas (ver: Anexo:Lista de conflitos territoriais).
- ↑ Também conhecido apenas como Burquina ou Burkina; antigamente conhecido como Alto-Volta, o seu nome oficial até 1984.
- ↑ O nome legal do Canadá é apenas a palavra "Canadá"; um nome oficialmente sancionado, apesar de em desuso, é Domínio do Canadá (que inclui o seu nome legal); ver: Domínio (política).
- ↑ Chéquia ou Tchéquia (alternativa brasileira) são formas curtas oficiais do nome da República Checa e encorajadas pelo governo do país.
- ↑ a b A República Popular da China (RPC) é comummente chamada "China", enquanto que a República da China (RdC) é normalmente chamada "Taiuã" ou "Formosa". A RdC é ocasionalmente também chamada diplomaticamente de Taipé Chinês.
- ↑ Em unicode como ᠪᠦᠭᠦᠳᠡ ᠨᠠᠶᠢᠷᠠᠮᠳᠠᠬᠤ ᠳᠤᠮᠳᠠᠳᠤ ᠠᠷᠠᠳ ᠤᠯᠤᠰ
- ↑ a b Em 1949, o governo da República da China liderada pelo Kuomintang (KMT) perdeu a Guerra Civil Chinesa para o Partido Comunista da China (PCC) e estabeleceu uma capital provisória em Taipé. O PCC estabeleceu a RPC. Como tal, o estatuto político da RdC e o estatuto legal de Taiuã (a par dos território atualmente sob jurisdição da RdC) são disputados. Em 1971, as Nações Unidas deram o lugar da China à RPC e a RdC retirou-se da organização. A maioria dos Estados reconhece a RPC como sendo o único representante legítimo de toda a China, e a ONU classifica Taiuã como "Taiuã, Província da China". A RdC tem relações de facto com a maioria dos Estados soberanos. Um movimento político significativo em Taiuã advoga a independência de Taiuã.
- ↑ a b A soberania chinesa sobre as Ilhas Paracel é disputada pelo Vietname e pela República da China (ver: Anexo:Lista de conflitos territoriais);
- ↑ a b c A soberania sobre Caxemira é disputada entre a Índia e o Paquistão; pequenas partes do território são também disputadas pela República Popular da China e pela República da China (Taiuã). Caxemira está dividida entre a Índia, o Paquistão e a RPC. Ver: Anexo:Lista de conflitos territoriais.
- ↑ Ver também: Relações exteriores da República Popular da China.
- ↑ Ver: Relações exteriores de Chipre e Conflito em Chipre.
- ↑ a b c Mais informação em estruturas mais ou menos federais pode ser encontrada em: Anexo:Lista de federações.
- ↑ Por vezes siglada como RDC, e também conhecida como Congo-Kinshasa, Congo-Quinxasa, Congo-Quinxassa, Congo-Quinchasa ou Congo-Quinchassa. Anteriormente conhecida como Zaire, o seu nome oficial de 1971 a 1997.
- ↑ a b Quer a Coreia do Norte, quer a Coreia do Sul reivindicam ser o único governo legítimo de toda a Coreia. Ver também: Relações exteriores da Coreia do Norte e Relações exteriores da Coreia do Sul.
- ↑ A Costa do Marfim pediu para ser referida internacionalmente sempre na forma francesa do seu nome: Côte d'Ivoire – República de Côte d'Ivoire.
- ↑ Para mais informações, ver: Reino da Dinamarca.
- ↑ As Ilhas Alanda foram desmilitarizadas pelo Tratado de Paris em 1856, que foi mais tarde reafirmado pela Sociedade das Nações em 1921, e também, num contexto algo diferente, no tratado de admissão da Finlândia à União Europeia em 1995.
- ↑ O Estado irlandês é muitas vezes referido como República da Irlanda (a "descrição" oficial, mas não o nome oficial). Por vezes, esta distinção é feita para distinguir o Estado da ilha com o mesmo nome, e que inclui também a Irlanda do Norte, parte do Reino Unido. Contudo, às vezes a distinção é também feita controversamente por razões políticas.
- ↑ Ver: Nomes do Japão para um maior detalhe.
- ↑ O nome "Birmânia" é por vezes usado, já que por muitos países não é reconhecida a mudança de nome feita pela junta militar que governa o país. Todos os países lusófonos reconhecem a mudança de nome para "Mianmar". O nome oficial do país usado pelas Nações Unidas é "Mianmar". O governo mudou o nome oficial do Estado de "União de Mianmar" para "República da União de Mianmar" em outubro de 2010.
- ↑ O moldavo é normalmente considerado como sendo a mesma língua que o romeno. Ver: Língua moldava.
- ↑ Por vezes conhecida como "Sereníssima República de São Marinho".
- ↑ Romanização em pinyin.
- ↑ A entidade soberana da Ordem de Malta, não é um Estado e, como tal, não está incluída. Não reivindica nem o estatuto de Estado nem nenhum território. Entidades consideradas como micronaçções não estão incluídas. É sempre debatível se uma micronação controla na realidade o território por si reivindicado. Também omitidos desta lista estão todos os povos incontactados, quer livam em sociedades não definidas como Estados ou cujos estatutos não são peremptoriamente conhecidos.
Referências
- ↑ Press Release ORG/1469 (3 de julho de 2006), informação recolhida a 28 de fevereiro de 2011
- ↑ Andorra country profile (em inglês). BBC News. Página visitada em 8 de novembro de 2011.
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- ↑ a b c d e f g h i j k l m n o p q r Disputes – International. CIA World Factbook. Página visitada em 8 de novembro de 2011.
- ↑ Government of the United States, Congress, Office of Technology Assessment. Polar prospects: a minerals treaty for Antarctica. [S.l.]: United States Government Printing Office, 1989. p. 43. ISBN 9781428922327 "Mutual recognition of claims has been limited to Australia, France, New Zealand, Norway, and the United Kingdom ... Chile and Argentina do not recognize each other's claims ..."
- ↑ Pakistan Worldview - Report 21 - Visit to Azerbaijan Senate of Pakistan – Senate foreign relations committee, 2008
- ↑ Nilufer Bakhtiyar: "For Azerbaijan Pakistan does not recognise Armenia as a country" 13 de setembro de 2006 [14:03] - Today.Az
- ↑ Europa, informação recolhida a 28 de fevereiro de 2011
- ↑ Há outras 33 línguas oficiais na Bolívia. A fonte para as grafias aimará, guarani e quíchua é: Consulado-geral do Brasil em Santa Cruz de la Sierra. Dados da Bolívia. Governo do Brasil. Página visitada em 2010-07-15.
- ↑ a b c d A fonte para os nomes nas línguas regionais e minoritárias é o Gabinete do Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros da Alemanha (ver: Bibliografia)
- ↑ Nomes em línguas regionais e minoritárias baseiam-se em Geonames. China. Fröhlich, Werner. Página visitada em 2010-07-14.
- ↑ Constituição das Comores, Art. 1.º
- ↑ Tratado sobre as Relações Básicas entre o Japão e a República da Coreia. Página visitada em 2008-10-27.
- ↑ Keun Min. Greetings. Província Autónoma Especial de Jeju. Página visitada em 2010-11-10.
- ↑ A fonte para os nomes em línguas minoritárias e regionais é: Geonames. Spain. Fröhlich, Werner. Página visitada em 2010-07-14.
- ↑ A fonte para o nome em havaiano é: Geonames. United States. Fröhlich, Werner. Página visitada em 2010-07-14.
- ↑ Fonte para o Hindustâni, que usa quer o alfabeto híndi quer o urdu, é: Geonames. Fiji. Fröhlich, Werner. Página visitada em 2010-07-14.
- ↑ Laws of Fiji. 1978 ed. [S.l.]: Governo das Fiji, 1927.. Página visitada em 2010-07-10.[ligação inativa]
- ↑ Governo das Fiji, Gabinete do Primeiro-ministro (1978). Chapter 122: Rotuma Act. Laws of Fiji. University of the South Pacific. Página visitada em 2010-11-10.
- ↑ EXECUTIVE ORDER NO. 220 July 15, 1987. Página visitada em 2011-07-29.
- ↑ Constituição da Grécia, Art. 105.º.
- ↑ A fonte para os nomes nas línguas nacionais e regionais é: Geonames. India. Fröhlich, Werner. Página visitada em 2010-07-14.
- ↑ Fonte para o nome oficial em curdo é: Governo Regional do Curdistão. Sítio oficial. Página visitada em 2010-07-15.
- ↑ Fonte: Constituição iraquiana
- ↑ Constitution of Ireland – Burnreacht na hÉireann (Constituição da Irlanda). Governo da Irlanda. Página visitada em 8 de novembro de 2011. "Article 3: It is the firm will of the Irish Nation...to unite all the people who share the territory of the island of Ireland...recognising that a united Ireland shall be brought about only by peaceful means"
- ↑ a b Território ocupado:
- "Montes Golã ocupados por Israel" (Central Intelligence Agency. CIA World Factbook 2010, Skyhorse Publishing Inc., 2009. pg. 339. ISBN 1602397279.)
- "...the United States considers the Golan Heights to be occupied territory subject to negotiation and Israeli withdrawal..." ("title=CRS Issue Brief for Congress: Israeli-United States Relations", Congressional Research Service, April 5, 2002. pg. 5. Retrieved August 1, 2010.) * "Montes Golã ocupados" (Travel advice: Israel and the Occupied Palestinian Territories, UK Foreign and Commonwealth Office. Retrieved August 1, 2010.) * "In the ICRC's view, the Golan is an occupied territory." (ICRC activities in the occupied Golan during 2007, International Committee of the Red Cross, April 24, 2008.) * "...occupied Syrian Golan Heights..." (The Arab Peace Initiative, 2002, www.al-bab.com. Informação recolhida a 1 de agosto de 2010.) * Em 2008, uma sessão plenária da Assembleia Geral das Nações Unidas votou 161–1 a favor de uma moção sobre os "Montes Golã sírios ocupados" que reafirmou o apoio à Resolução 497 das Nações Unidas. (General Assembly adopts broad range of texts, 26 in all, on recommendation of its fourth Committee, including on decolonization, information, Palestine refugees, United Nations, December 5, 2008.)
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- ↑ a b c Вице-спикер парламента Абхазии: Выборы в НКР соответствуют всем международным стандартам: "Абхазия, Южная Осетия, НКР и Приднестровье уже давно признали независимость друг друга и очень тесно сотрудничают между собой", - сказал вице-спикер парламента Абхазии. ... "...Абхазия признала независимость Нагорно-Карабахской Республики..." - сказал он."
- ↑ In detail: The foreign policy of Pridnestrovie. Pridnestrovie (2010-05-26). Página visitada em 2010-06-29.
- ↑ Ver: Regions and territories: Nagorno-Karabakh (17 de janeiro de 2006). BBC News. Informação recolhida a 17 de janeiro de 2006.
- ↑ Ver: The World Factbook|Cyprus (10 de janeiro de 2006). Central Intelligence Agency. Informação recolhida a 17 de janeiro de 2006.
- ↑ Jansen, Dinah (2009), "The Conflict between Self-Determination and Territorial Integrity: the South Ossetian Paradigm", Geopolitics vs. Global Governance: Reinterpreting International Security (Centre for Foreign Policy Studies, University of Dalhousie): 222–242, ISBN 9781896440613, http://centreforforeignpolicystudies.dal.ca/pdf/gradsymp09/Jansen.pdf
- ↑ "Russia condemned for recognizing rebel regions", Cable News Network, 2008-08-26. Página visitada em 2008-08-26.
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- ↑ Palestine Liberation Organization. Road For Palestinian Statehood: Recognition and Admission. Negotiations Affairs Department. Página visitada em 2011-07-28.
- ↑ Ver os seguintes, acerca dos critérios para Estados:
- Mendes, Errol (30 de março de 2010), Statehood and Palestine for the purposes of Article 12 (3) of the ICC Statute, 30 de março de 2010, pp. 28, 33, http://uclalawforum.com/media/background/gaza/2010-03-30_Mendes-Memo.pdf, visitado em 2011-04-17: "...the Palestinian State also meets the traditional criteria under the Montevideo Convention..."; "...the fact that a majority of states have recognized Palestine as a State should easily fulfill the requisite state practice".
- McKinney, Kathryn M. (1994), "The Legal Effects of the Israeli-PLO Declaration ofPrinciples: Steps Toward Statehood for Palestine", Seattle University Law Review (Seattle University) 18 (93): 97, http://lawpublications.seattleu.edu/cgi/viewcontent.cgi?article=1438&context=sulr&sei-redir=1#search=%22palestine+%22constitutive+theory%22+statehood%22, visitado em 2011-04-17: "It is possible, however, to argue for Palestinian statehood based on the constitutive theory".
- McDonald, Avril (Primavera 2009), "Operation Cast Lead: Drawing the Battle Lines of the Legal Dispute", Human Rights Brief (Washington College of Law, Center for Human Rights and Humanitarian Law) 25, https://litigation-essentials.lexisnexis.com/webcd/app?action=DocumentDisplay&crawlid=1&doctype=cite&docid=16+Hum.+Rts.+Br.+25&srctype=smi&srcid=3B15&key=74ccae52ba220673512e7784449388f0, visitado em 2011-04-17: "Whether one applies the criteria of statehood set out in the Montevideo Convention or the more widely accepted constitutive theory of statehood, Palestine might be considered a state."
- ↑ International Crisis Group (23 de maio de 2006), "Somaliland: Time for African Union leadership", Africa Report (110): 10–13, http://www.operationspaix.net/IMG/pdf/ICG_Somaliland_AU_Leadership_2006-05-23_.pdf, visitado em 2011-04-19
- ↑ Mesfin, Berouk (September 2009), "The political development of Somaliland and its conflict with Puntland", ISS Paper (Institute for Security Studies) (200): 8, http://www.somalilandtimes.net/sl/2009/403/P200.pdf, visitado em 2011-04-19
- ↑ Arieff, Alexis, "De Facto Statehood? The Strange Case of Somaliland", Yale Journal of International Affairs (Primavera/Verão de 2008), http://yalejournal.org/wp-content/uploads/2011/01/083206arieff.pdf, visitado em 2011-04-17
- ↑ Ver Regions and territories: Somaliland (30 de dezembro de 2005). BBC News. Informação recolhida a 17 de janeiro de 2006.
- ↑ "Ma refers to China as ROC territory in magazine interview", Taipei Times, 2008-10-08.
- ↑ Ver: Regions and territories: Trans-Dniester (13 de dezembro de 2005). BBC News. Informação recolhida a 17 de janeiro de 2006.
- ↑ Os seguintes pontos estão agrupados de acordo com a disponibilidade de fontes para os dois critérios ((a) ou (b)). Esta disposição não reflete a importância relativa das duas teorias. Detalhes adicionais são discutidos nas entradas respetivas dos Estados.
[editar] Bibliografia
- Ministério Federal dos Negócios Estrangeiros da Alemanha (22 de abril de 2009). Amtliche Bezeichnungen ausländischer Staaten in den Landessprachen (PDF) (em alemão). Governo da Alemanha. Página visitada em 2010-07-14.
- The World: A Third World Guide: 1995/96. Montevideo: Instituto del Tercer Mundo, 1995. (OCLC 476299738) ISBN 9780855982911
- Countries or areas, codes and abbreviations. Statistics Division, United Nations (1 de abril de 2010).
- Davis, Tim (19 de fevereiro de 2009). World Countries and States List. Timdavis.com.au.
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- ISO 3166-1 Country names and code elements. International Organization for Standardization (2010).
- Lista de países, territórios e moedas. Serviço das Publicações da União Europeia (4 de maio de 2010).
- Madore, David (3 de agosto de 2003). How many countries are there in the world?. Madore.org.
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- World of Information (Firm), and International Chamber of Commerce. Middle East Review 2003/04: The Economic and Business Report. 27th ed. London: Kogan Page, 2003. p. 161. (OCLC 51992589) ISBN 9780749440664