Continente

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Continente é uma grande massa de terra cercada por água.[1] A Terra é o único planeta conhecido com oceanos e terra, então, só esta tem continentes. Na gigantesca massa de água salgada ( formada principalmente pelos oceanos)[2] pela qual são cobertos mais de 70% da superfície terrestre, é muito fácil notar aqui e ali o aparecimento de territórios contínuos muito extensos, o que torna pouco conveniente para os geógrafos dar a essas massas o nome de ilhas. Assim, essas extensões de terras são definidas como continentes.[3]

O conceito que os geógrafos usam para definir uma massa continental pode variar segundo os critérios que esses especialistas adotam em cada caso, podendo ser físicos, culturais, políticos ou históricos. A definição física de maior disseminação considera a divisão em quatro continentes: América, Eurafrásia, Austrália e Antártida. Mas, seguindo-se critérios tanto culturais como políticos, costuma-se considerar a Europa, a Ásia e a África como três continentes separados. Critérios da mesma natureza permitem sugerir a separação da América entre América do Norte, América Central e América do Sul, e a conjunção da Austrália com as ilhas do Oceano Pacífico para a formação da Oceania.[4]

Historicamente, o Velho Mundo é constituído pelos mesmos três continentes que constituem a Eurafrásia: Europa, Ásia e África.[5] Essa classificação é baseada numa verdadeira afirmação de que as três massas terrestres se unem geograficamente: Ásia e Europa (Eurásia), cujos acidentes que ligam os continentes são o Cáucaso, o mar Cáspio e a cordilheira dos Urais, no momento em que a África e a Ásia são comunicadas pelo istmo do Suez.[6] O Novo Mundo faz o agrupamento de ambos os subcontinentes americanos que o istmo do Panamá une; e o Novíssimo Continente (Oceania) faz a reunião da grande ilha australiana com as ilhas da Tasmânia, Nova Guiné e os arquipélagos da Melanésia, Micronésia e Polinésia.[7]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

A origem etimológica do nome "continente" é derivada das palavras latinas continens e entis, que significam "contínuo, ininterrupto" (e, "abstinente, moderado"), estando no particípio presente de continere, significando "conter, abranger", verbo oriundo de cum, con e tenere, tendo o significado de "ter". Esta é a fonte do eruditismo em cinco línguas europeias: em língua portuguesa, espanhola e italiana, continente (século XV); em língua inglesa continent, (século XIV); o vocábulo inglês continent é uma palavra que foi emprestada do vocábulo francês continent (século XII). Na acepção geográfica que se considera abaixo, os substantivos das quatro línguas europeias têm o mesmo significado: em português, espanhol e italiano, continente (século XVI); em francês, continent (1532); em inglês, continent (1590); e em língua alemã Kontinent (entre os séculos XVI e XVII). O vocábulo português e espanhol continente foi documentado entre os séculos XII e XIV, significado "gesto, atitude, parte", cujo sentido atualmente está obsoleto.[8]

Classificação e estatísticas[editar | editar código-fonte]

Tipologias[editar | editar código-fonte]

Existem dois tipos de continentes:

  • físicos: é qualquer massa de terra mais extensa que a Groenlândia.
  • políticos: é um conjunto de países em uma certa região do mundo que podem conter arquipélagos ou ilhas fora de seu território.

A seguir a lista dos continentes em sua definição mais abrangente:

Um mapa-múndi mostrando um padrão de 7 continentes políticos, indicando a qual continente cada país pertence, tanto em questões políticas como em questões geográficas.

Os continentes políticos nem sempre são somente os que foram citados acima, sendo que a América é frequentemente dividida em duas partes: a América do Norte e a América do Sul, visto que muitas vezes a América Central e arquipélago do Caribe são considerados ainda outras subdivisões do continente.

O termo "Eurafrásia" é incomum, mas é o mais correto para se referir à grande massa de terra é subdividida em Europa, África e Ásia, visto que a Ásia e a Europa se separam pelos montes Urais e a África se separa da Ásia pelo Canal de Suez; nenhuma dessas regiões são oceanos, e portanto, a Eurafrásia é o único continente físico que pode existir na região. Apesar disso, muitos consideram que a África e Ásia estão suficientemente separados, pois pode-se perceber claramente ao olhar no mapa que não há terra que junte os continentes e a parte do Canal de Suez é mínima, diferente do que acontece entre a Europa e a Ásia; por isso foi criado o termo Eurásia (Europa e Ásia), para se referir a esses continentes políticos como um só continente físico separado da África.

Modelos continentais[editar | editar código-fonte]

Na realidade não existe uma única forma de fixar o número de continentes e depende de cada área cultural determinar se duas grandes massas de terra unidas formam um ou dois continentes, e concretamente, decidir os limites entre Europa e Ásia (Eurásia) por uma parte, e América do Norte e América do Sul (América) por outra. Os principais modelos são os seguintes:

Quatro continentes[10] [11] [12]
       América
          Eurafrásia
    Oceania     Antártida
Cinco continentes[13] [14]
       América
    Ásia     Europa     África     Oceania
Seis continentes[11] [12]
       América
    Ásia     Europa     África     Oceania     Antártida
Seis continentes[10] [15]     América do Norte     América do Sul
       Eurásia
    África     Oceania     Antártida
Sete continentes[15] [16] [17] [18] [19] [20]     América do Norte     América do Sul     Ásia     Europa     África     Austrália     Antártida
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  • Quatro continentes: Alguns sugerem que Europa, África e Ásia deveriam ser considerados um único continente chamado Eurafrásia. Este modelo se baseia em uma definição estrita de continente como uma área de terra contínua, onde as fronteiras artificiais como os canais de Suez e do Panamá não seriam verdadeiras barreiras continentais.
  • Cinco continentes (modelo tradicional): Modelo no qual se mostra somente com os continentes permanentemente habitados (excluindo a Antártida)[11] [12] —como se vê nos 5 anéis do logotipo olímpico.[14]
  • Cinco continentes: Modelo no qual se considera a Antártida como um continente; além de que Europa e Ásia formam somente um, a Eurásia.
  • Seis continentes (modelo geológico): Guarda uma relação aproximada com as placas tectónicas continentais (combinando a Eurásia). É o modelo preferido pela comunidade geográfica dos países da ex-União Soviética e Japão.
  • Sete continentes: Modelo convencional que se ensina habitualmente na maioria dos países de língua inglesa e na China. O conceito Oceania é geralmente substituído pelo de continente australiano e América Central está incluída dentro do continente norte-americano.

Os nomes de Austrália ou Australásia são utilizados às vezes no lugar de Oceania. Se utiliza Oceania no «Atlas de Canadá»,[16] assim como no modelo ensinado na Ibero-América.

Os continentes dos distintos modelos são os seguintes:

Área e população[editar | editar código-fonte]

Área e população dos continentes (modelo de seis continentes)
Área População Densidade
Continente km²  % 2008 (aprox.)  % hab./km² Gráficos
Ásia 43 810 000 29,5 3 879 000 000 60,0 88,5
Comparação de superfície e população
América 42 330 000 28,5 924 000 000 14,0 21,5
África 30 370 000 20,4 922 011 000 14,0 30,4
Antártida 13 720 000 9,2 1.000 0,00002 0,00007
Europa 10 180 000 6,8 731 000 000 11,0 71,8
Oceania 7 600 000 5,9 32 000 000 0,5 4,2

Supercontinentes[editar | editar código-fonte]

Há também os Supercontinentes, que são os mesmos continentes atuais, bilhões de anos no passado, quando tinham outra forma. Visite o artigo principal acima para ler mais sobre tal assunto.

Mapa da Terra com os continentes[editar | editar código-fonte]

Aspectos estruturais[editar | editar código-fonte]

Em ambos os hemisférios em que é dividida a Terra são muito desproporcionais as áreas dos oceanos e dos continentes. Da área superior a 145 milhões de quilômetros quadrados que os continentes ocupam, dois terços inferiores a essa superfície estão localizados no hemisfério norte, e uma quantidade inferior a 45 milhões no hemisfério sul. Essa desproporção é oriunda do fato de que, no hemisfério boreal (norte), os continentes vão se estendendo bastante à medida da sua aproximação com o Círculo Polar Ártico, enquanto no hemisfério austral (sul), há uma diminuição da distância dos continentes em direção ao sul. Assim, o extremo sul da América faz ultrapassagem em pouco a latitude de 50º ao sul da linha do equador, que no hemisfério norte é correspondente ao Canadá e ao centro da Europa e da Ásia. Igualmente, a superfície dos continentes no hemisfério norte é bem maior que a dos mares, enquanto no sul os mares são desproporcionais, na fração de 8,5 até 1. Esse fato de que a terra firme se opõe ao oceano é um dos traços importantes da estrutura que forma a superfície do planeta, da qual são ocupados somente três décimos pelos continentes.[21]

Os continentes tendem ao término formado em ponta em seu extremo sul. Isso pode ser observado acima de tudo na África e América do Sul, mas também numa grande quantidade de penínsulas (Kamchatka, Coréia, Indochina, Hindustão, Arábia).[21]

A zona de contanto que existe entre os mares e continentes tem grande variação. Em certos pontos que se localizam nos litorais, a superfície do terreno faz uma descida brusca até sua penetração no mar, de maneira que, a poucos quilômetros do litoral, o mar já é muito profundo. Nos demais lugares, existe uma larga faixa marinha menos profunda, abaixo de 200m; nesses, as massas submersas integram os continentes e são denominadas plataformas continentais. O talude continental afasta as plataformas continentais das áreas muito profundas, de declives de grande acentuação, e suas dimensões variam, com largura de quase noventa quilômetros.[21]

A altitude relativamente moderada é apresentada pelos continentes, apesar da elevação de certas cordilheiras a milhares de metros superiores ao nível do mar. Se os continentes, conservando suas dimensões, fossem transformadas numa superfície plana, a média de sua altitude seria reduzida para mais de 700m.[21]

Evolucionismo continental[editar | editar código-fonte]

As massas terrestres transformaram-se e ainda se transformam bastante. Durante milhares de anos, os mares e os continentes se distribuíram de forma muito diferente do que é hoje. Uma variedade de fatos foi demonstrada pelas pesquisas: primeiro, que os continentes deslocam-se, elevam-se e abatem-se muito; segundo, que não descarta-se a existência na Terra de nenhuma zona que o mar não cobriu; terceiro, que as erosões fazem o desgaste contínuo da superfície, de tal modo que, se não fossem elevados, os continentes teriam desaparecidos porque o mar cobriria; e quartamente, que uma grande quantidade de terras se levantou da água recentemente.[21]

Livros que foram escritos por geólogos, zoólogos e botânicos consideram que certas depressões, que o mar cobriu no passado, constituíram, nos demais tempos, a extensão dos continentes. Há diversas teorias sobre como se originou e se formou a superfície da Terra. Uma das de maior difusão traz a narração de que entre o período carbonífero (era paleozóica) e o início do período terciário (era cenozóica), a Europa encontrava-se em união com a América do Norte; e que no hemisfério sul notava-se a existência de um grande continente, que os geólogos denominaram Gonduana, da qual eram compreendidos a América do Sul, a África, a península da Arábia, a Índia, a Antártida e a Austrália. Entre essas duas gigantescas massas terrestres era estendida uma faixa marítima. O continente de Gonduana começaria a fazer a sua fragmentação no fim do período triássico (era mesozóica), com o fato de que Madagáscar se desmembrou do conjunto da África, e deu continuidade ao seu rompimento na época do jurássico, com a Índia que se desmembrou da Austrália. No final do período cretáceo, foram desmembradas a África e a América do Sul; e quando começou o período terciário, com o mar Vermelho que se formou, ocorreu o desligamento da Arábia em relação à África; também ocorreu a formação das depressões que se correspondem às águas salgadas dos oceanos Atlântico e Índico, que então seriam mais novos que o Pacífico.[21]

O que primeiramente se explicou de maneira generalizada sobre o fato de que os continentes se formaram e se evoluíram é a da deriva continental, que o geólogo alemão Alfred Wegener propôs em 1912. É a explicação da superfície terrestre desde a diferente massa dos continentes, cuja cota altimétrica é de 700m, e o fundo dos oceanos, cuja cota batimétrica é de 3.800m. Ao atestar a veracidade de que as massas continentais têm mais leveza que o fundo dos mares, que se constitui de sima (silício e magnésio), Wegener pensou na hipótese da flutuação dos continentes sobre os oceanos.[21]

De acordo com Wegener, na época da era paleozóica uma espécie de gigantesca "embarcação" única, a Pangeia, manteve-se em flutuação sobre o sima. Posteriormente, pela ação da força centrífuga que se originou do fato de que a Terra gira em torno de si mesma, essa "balsa" primitiva dividiu-se em frações e cada um dos pedaços constituiu um dos escudos que hoje em dia se conhecem. Assim, ainda se pode ter percepção dessa formação original desde o período terciário, porque os respectivos litorais têm formato quase semelhante, com a fratura no formato de uma letra "S" que serve de afastamento entre a África e a América do Sul. Os continentes teriam feito a migração para oeste, transladando lentamente a deriva continental, ao longo da qual a perda dos fragmentos da parte posterior dos escudos continentais teria, dessa forma, dado origem à Nova Zelândia, Madagáscar ou às Antilhas, que seriam as partes que sofreram desprendimento dos respectivos continentes a que pertenceram.[21]

Estrutura continental[editar | editar código-fonte]

Os continentes variam na sua estrutura formal. A África é o continente que possui maior macicez. Num continente com formato de trapézio no norte e de triângulo no sul, existe um pequeno número de ilhas e penínsulas. Tem extensão entre o cabo Branco (pararelo 37 N) e o das Agulhas (paralelo 34 S). Por estar localizado no centro geográfico da Terra, duas terças partes que pertencem ao seu território são encontradas em latitudes por entre os trópicos. Tem como limites: ao norte com o mar Mediterrâneo, a leste com o mar Vermelho e o Oceano Índico e a oeste com o Oceano Atlântico. A África é separada, em respectivo, da Ásia e da Europa pelos estreitos de Bab al-Mandab (27km de largura) e Gibraltar (13km).[21]

A América está localizada muito distante do restante das massas continentais. Tem extensão por aproximadamente 50% da circunferência terrestre, entre o cabo Barrow (paralelo 72 N), e o cabo Horn, na Terra do Fogo (paralelo 52 S). Desse ponto ao norte a esse outro ponto ao sul dista mais de 14.000km. A América tem como limites: ao norte com o oceano Glacial Ártico e o estreito de Bering -- pelo qual é a separada da Ásia -- a oeste com o Oceano Pacífico e a leste com o Oceano Atlântico.[21]

A Ásia é o continente de maior extensão territorial do planeta. Tendo como características seus grandes contrastes, nela tudo adquire proporções exageradas: das montanhas de maior altitude da Terra às mais profundas depressões, e do desolamento dos desertos à maior densidade das florestas. Tem como limites: ao norte com o oceano Glacial Ártico, ao sul com o Oceano Índico, a leste com o Pacífico e a oeste com a Europa e os mares Vermelho, Mediterrâneo e Negro. O conjunto da qual pertence sua massa terrestre se localiza no hemisfério norte, do paralelo 77 N ao paralelo 1 N.[21]

A Europa é o continente onde se encontram as grandes planícies, cuja cota altimétrica é da ordem de 375m. Tem extensão entre o paralelo 36 N e o paralelo 71 N. Sua situação favorece em particular a vida do homem, pois a quase totalidade do continente está situada no interior da zona temperada. Tem como limites ao norte com o oceano Glacial Ártico, ao sul com o Mar Mediterrâneo, a oeste com o Oceano Atlântico e a leste com a Ásia (cordilheira dos Urais e do Cáucaso).[21]

A Oceania é um continente que se compõe de um rosário de ilhas (superior a dez mil), de quaisquer das dimensões, que se espalham pelo Oceano Pacífico, do Velho até o Novo Mundo. Exceto a Austrália, na topografia apresentada geralmente pelas ilhas existe um sem-número de montanhas que no passado geológico eram verdadeiros vulcões. A Oceania se constitui dos restos que pertenciam a um continente primitivo, que parcialmente afundou, do qual somente é subsistente a Austrália. Este leque de ilhas faz a cobertura, no sentido sudeste-noroeste, de um espaço com uma distância superior a 13.000km.[21]

A Antártica é uma massa continental pela qual é ocupada quase a totalidade da calota polar que se encontra no hemisfério sul, desde o paralelo 69 S. Maciço de baixa articulação, cujo formato faz lembrar o da África e o da Austrália, é o mais alto dos continentes, pois sua cota altimétrica é superior aos dois mil metros. Devido ao clima glacial, nela, praticamente, muitas poucas pessoas habitam. É um continente que se encontra em isolamento; o cabo Horn, extremidade sul da América do Sul, a mil quilômetros de distância, é o único ponto de um continente que se encontra nas proximidades da Antártida. Uma enorme barreira de gelo cerca o litoral da Antártica.[21]

Referências

  1. Verbete "Continente" (em português). Dicionário Aulete da Língua Portuguesa. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  2. O Planeta Terra (em português). www.aesap.edu.pt. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  3. Difference between Island and Continent (em português). www.differencebetween.info. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  4. Continentes do Planeta Terra (em português). www.planeta-terra.info. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  5. Eduardo de Freitas. A divisão do mundo de acordo com a visão eurocentrista (em português). Mundo Educação. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  6. SIMIELLI, Maria Elena Ramos. Geoatlas. 33ª edição. São Paulo: Ática, 2009. p. 12
  7. Eduardo de Freitas. A divisão do mundo de acordo com a visão eurocentrista (em português). Mundo Educação. Página visitada em 12 de novembro de 2013.
  8. Verbete "Continente". In: Enciclopédia Mirador Internacional. São Paulo: Britannica do Brasil, 1993. vol. 6, p. 2819.
  9. a b Quais são os continentes – Nomes (html) (em português). vblogs.net (21-07-2010). Página visitada em 25/03/2012.
  10. a b "Continent". The Columbia Encyclopedia. 2001. New York: Columbia University Press - Bartleby.
  11. a b c Océano Uno, Diccionario Enciclopédico y Atlas Mundial, "Continente", page 392, 1730. ISBN 84-494-0188-7
  12. a b c Los Cinco Continentes (The Five Continents), Planeta-De Agostini Editions, 1997. ISBN 84-395-6054-0
  13. Van Loon's Geography: The Story of the World We Live In, 1932, Simon and Schuster
  14. a b The Olympic symbols. International Olympic Committee. 2002. Lausanne: Olympic Museum and Studies Centre. The five rings of the Olympic logo represent the five inhabited, participating continents (Africa, America, Asia, Europe, and Oceania); thus, Antarctica is excluded from the flag. Also see Association of National Olympic Committees: [1] [2] [3] [4] [5]
  15. a b "Continent". Encyclopædia Britannica. 2006. Chicago: Encyclopædia Britannica, Inc.
  16. a b The World - Continents, Atlas of Canada
  17. World, National Geographic - Xpeditions Atlas. 2006. Washington, DC: National Geographic Society.
  18. The New Oxford Dictionary of English. 2001. New York: Oxford University Press.
  19. "Continent". MSN Encarta Online Encyclopedia 2006.
  20. "Continent". McArthur, Tom, ed. 1992. The Oxford Companion to the English Language. New York: Oxford University Press; p. 260.
  21. a b c d e f g h i j k l m n Continente. Biomania. Página visitada em 12 de junho de 2014.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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