Região Autônoma do Tibete
| 中华人民共和国 / Região Autónoma do Tibete |
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| Hino nacional: Marcha dos Voluntários | |
| Gentílico: Tibetano | |
| Capital | Lassa 39°55′N 116°23′L |
| Cidade mais populosa | Lassa |
| Língua oficial | Tibetano1 |
| Governo | Provincial comunista |
| - Dalai Lama | Tenzin Gyatso |
| Estabelecimento | |
| - Declarada Provincia da China | 5 de novembro de 1913 |
| Área | |
| - Total | 1 228 400 km² |
| - Água (%) | 2,8 |
| População | |
| - Estimativa de 2008 | 2 883 818 hab. |
| - Densidade | 2,2 hab/km² hab./km² |
| PIB (base PPC) | Estimativa de 2007 |
| - Total | US$ 6 991 036 milhões (2.º) |
| - Per capita | US$ 5 292 (99.º) |
| IDH (2007) | 0,777 (81.º) – médio |
| Moeda | Renminbi (Yuan) (RMB¥) |
| Fuso horário | (UTC+6) |
| - Verão (DST) | +6 |
| Cód. ISO | TIB |
| Cód. Internet | .cn |
| Cód. telef. | +86 |
A Região Autônoma (português brasileiro) ou Autónoma (português europeu) do Tibete (em tibetano:
; Wylie: Bod-rang-skyong-ljongs; no chinês simplificado: 西藏自治区; chinês tradicional: 西藏自治區, pinyin: Xīzàng Zìzhìqū) é uma região autônoma com status de província da República Popular da China (RPC), criada em 1965 na região histórica do Tibete.
Dentro da RPC, o Tibete costuma ser identificado com a região autônoma, que inclui praticamente metade da região etnocultural do Tibete, incluindo as tradicionais províncias de Ü-Tsang e a metade ocidental de Kham. Suas fronteiras coincidem aproximadamente com a zona de controle do governo do Tibete antes de 1959. A Região Autônoma do Tibete é a segunda maior divisão administrativa a nível de província do país, ocupando um total de 1.200.000 quilômetros quadrados.
Ao contrário de outras regiões autônomas chinesas, a grande maioria dos habitantes pertence à etnia local; como resultado, existe um amplo debate sobre a extensão da autonomia de fato da região. O governo chinês argumenta que o Tibete goza de autonomia integral, tal como garantida pelos artigos 112-122 da Constituição da República Popular da China, bem como da Lei sobre a Autonomia Étnica Regional da República Popular da China, enquanto diversas organizações de proteção aos direitos humanos acusam o governo chinês de perseguir e oprimir a população local.1
A Administração Central Tibetana, comumente descrita como o Governo Tibetano no Exílio, e chefiada pelo Dalai Lama, considera a administração do Tibete pelo governo chinês como uma ocupação militar ilegítima, mantendo que o Tibete é uma nação soberana distinta, com uma longa história de independência.2 Atualmente, no entanto, o Dalai Lama não afirma buscar a independência completa do Tibete, aceitando-o na condição de ser uma região genuinamente autônoma da República Popular.
Em 2012 será iniciada a construção do aeroporto mais alto do mundo na região, em Nagqu, situado a 4.436 metros de altitude.3
Referências
Bibliografia [editar]
- Hannue, Dialogues Tibetan Dialogues Han, ISBN 978-988-97999-3-9
- Sorrel Wilby, Journey Across Tibet: A Young Woman's 1900-Mile Trek Across the Rooftop of the World, Contemporary Books (1988), ISBN 0-8092-4608-2.