Relações exteriores da República Popular da China

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Países do mundo indicando a década do início de relações diplomáticas com a República Popular da China: 1949/1950 (vermelho escuro), 1960 (vermelho), 1970 (laranja), 1980 (bege) e 1990/2000 (amarelo). Países não-reconhecidos por ou que não reconhecem a RPC estão em cinza.

As relações exteriores da República Popular da China são desenhadas sobre tradições que remontam a China imperial da Dinastia Qing e das Guerras do Ópio, apesar da sociedade chinesa ter passado por muitas revoltas radicais nos últimos dois séculos e meio.

O objetivo da política externa chinesa é manter uma China forte, independente, poderosa e unida, e uma das grandes potências mundiais. O estabelecimento da política externa chinesa sustenta que não há, na busca deste objetivo, nenhuma ambição hegemônica ou belicista.

A República Popular da China mantém a completude da soberania, então o governo de Pequim não permite qualquer estado com o qual tenha relações diplomáticas ter relações diplomáticas com Taiwan (República da China), Governo do Tibete no exílio ou grupos do Movimento Independentista do Turquestão Oriental (Xinjiang).

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Chen, J. China and the West (Hutchinson, 1979).
  • Chris Zambelis and Brandon Gentry, "China Through Arab Eyes: American Influence in the Middle East," Parameters, Vol. XXXVIII, No. 1, Spring 2008, pp. 60-72. [1]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]