Organização para a Proibição de Armas Químicas

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Organização para a Proibição de Armas Químicas
(OPAQ)
Sede da organização em Haia
CWC Participation.svg

Países membros da OPAQ.
Fundação 29 de abril de 1997 (17 anos)
Sede Haia
 Países Baixos
Membros 190 Estados-membros[nota 1]
Línguas oficiais Inglês, francês, russo, chinês, espanhol e árabe
Diretor-Geral Turquia Ahmet Üzümcü
Empregados cerca de 500
Sítio oficial www.opcw.org

A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) (em inglês: Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons, OPCW) é uma organização internacional criada em 1997[1] pelos países que já participavam da Convenção de Armas Químicas. A Organização recebeu o Prémio Nobel da Paz em 2013.[2]

Tem a finalidade de fazer que esta Convenção seja colocada em prática.

Sob os termos da Convenção, a OPAQ coordena várias atividades em todo o mundo, incluindo:

  • trabalhar para convencer países que ainda não aderiram à Convenção;
  • pesquisar e confirmar a destruição de armas químicas;
  • monitorar certas atividades na indústria química para reduzir o risco de que produtos químicos sejam usados inapropriadamente.
  • prover assistência e proteção aos países-membros se estes forem atacados ou ameaçados com um ataque de armas nucleares, e
  • promover a cooperação internacional para o uso pacífico de produtos químicos.

A OPAQ é uma organização internacional independente, e faz um trabalho de cooperação com as Nações Unidas.

Todos os países-membros contribuem para o orçamento da organização anualmente.

Lideranças[editar | editar código-fonte]

A organização é liderada pelo Diretor-Geral, que é indicado diretamente pela Conferência.

País Nome Início do mandato
 Brasil José Bustani 13 de maio de 1997[3]
 Argentina Rogelio Pfirter 25 de julho de 2002[4]
 Turquia Ahmet Üzümcü 25 de julho de 2010

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas

  1. Todos os países que são parte da Convenção sobre Armas Químicas são membros da OPAQ. Seis países não são membros: Angola, Egito, Israel, Myanmar, Coreia do Norte e Sudão do Sul.

Referências

  1. LOPES, DAWISSON BELÉM; VALENTE, MARIO SCHETTINO (17 de setembro de 2013). Não fossem os EUA, brasileiro poderia ter barrado uso de gás sarin por Damasco (em português). Página visitada em 23 de setembro de 2013.
  2. Nobel da Paz 2013 para organização de proibição de armas químicas RTP.pt (11-10-2013). Página visitada em 11-10-2013.
  3. A Stanič. (2004). "Bustani v. Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons" 98 (4).
  4. Speech of Dr. Rogelio Pfirter, Director-General of the OPCW 16 September 2008 Netherlands Institute for International Relations. (22 September 2008). Página visitada em 24 April 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Organização para a Proibição de Armas Químicas
  • Página oficial (em inglês, espanhol, francês, russo, árabe e chinês).
Precedida por:
União Europeia
Nobel da Paz
2013
Sucedida por:
-