O Globo
| O Globo | |
|---|---|
| Periodicidade | diário |
| Formato | standard |
| Sede | Rio de Janeiro, RJ, |
| Circulação | Rio de Janeiro |
| Fundação | 29 de junho de 1925 (86 anos) |
| Fundador | Irineu Marinho |
| Proprietário | Infoglobo |
| Presidente | Roberto Irineu Marinho |
| Dire(c)tor | Rodolfo Fernandes |
| Se(c)ções | Rio, O País, O Mundo, Economia, Esportes, Segundo Caderno, RioShow, Ela, Megazine, O Globo Histórico, Jornais de Bairro |
| Editor | Rodolfo Fernandes |
| Site oficial: | oglobo.com.br |
| Wikiprojeto Jornalismo Portal Jornalismo |
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O Globo é um jornal diário de notícias brasileiro, fundado em 29 de julho de 1925 e sediado no Rio de Janeiro. Está orientado para o público da Região Metropolitana do Rio de Janeiro. É parte integrante das Organizações Globo, de propriedade da família Marinho, que inclui a Rádio Globo e a Rede Globo de Televisão. Funcionou como jornal vespertino até 1962, quando se tornou matutino. De orientação política conservadora, é um dos jornais de maior tiragem do país.[1] Ao lado da Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo, o O Globo é um dos jornais mais influentes do Brasil.[2]
Índice |
[editar] História
O jornal foi fundado em 29 de julho de 1925 por Irineu Marinho. No entanto, Irineu faleceu 21 dias após a fundação do jornal. O Globo foi então herdado por seu filho Roberto Marinho, que trabalhava na empresa como repórter e secretário particular do pai. Roberto, entretanto, preferiu deixar o comando da empresa nas mãos do jornalista Euclydes de Matos, amigo de confiança de seu pai. Somente assumiu o controle da empresa após a morte de Euclydes, em 1931. Por meio do jornal, da venda de história em quadrinhos e investimentos no ramo imobiliário, Roberto Marinho conseguiu criar um poderoso conglomerado de empresas de mídia, as Organizações Globo, hoje constituída pela TV Globo, Rádio Globo, Editora Globo e demais veículos.
Em 1936, O Globo lançou a primeira telefoto da imprensa brasileira. Durante a Segunda Guerra Mundial, o jornal criou o Globo Expedicionário, que levava informações sobre o Brasil para os soldados brasileiros servindo na Europa. Tornou-se o primeiro jornal brasileiro a circular aos domingos, em 1972.[3]
Em 1984, Roberto Marinho, proprietário de O Globo, publica artigo em seu jornal declarando apoio ao Regime Militar desde o seu início em 1964 até o processo de abertura política: "Participamos da Revolução de 1964, identificados com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, greves, desordem social e corrupção generalizada. Quando a nossa redação foi invadida por tropas anti-revolucionárias, mantivemo-nos firmes em nossa posição. Prosseguimos apoiando o movimento vitorioso desde os primeiros momentos de correção de rumos até o atual processo de abertura, que se deverá consolidar com a posse do novo presidente."[4]
Em 1996, lançou sua versão digital, após o Jornal do Brasil, o Estado de S. Paulo e a Folha de S. Paulo.
[editar] Colunistas
- Agamenon (Casseta & Planeta)
- Ancelmo Gois
- Arnaldo Bloch
- Arthur Dapieve
- Elio Gaspari
- Fernando Calazans
- João Ubaldo Ribeiro
- Miriam Leitão
- Merval Pereira
- Luís Fernando Veríssimo
- Renato Maurício Prado
Referências
- ↑ Grande Enciclopédia Larousse Cultural, 1998, pp. 2728.
- ↑ Media and Communications: Brazil (em inglês). Biblioteca do Congresso (30 de novembro de 2006). Página visitada em 23 de julho de 2010.
- ↑ Confira as 40 empresas premiadas com o Marketing Best Edição Especial 20 anos. Propmark. Página visitada em 10 de julho de 2010.
- ↑ Roberto Marinho (7 de outubro de 1984). Julgamento da Revolução. O Globo. Página visitada em 17 de junho de 2011.
[editar] Bibliografia
- Vários. Grande Enciclopédia Larousse Cultural. Santana do Parnaíba: Plural, 1998. 2728 p.