Canal Brasil
| Canal Brasil Canais Globosat |
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| Informação geral | |
| Gênero/Tipo | Canal de televisão por assinatura |
| País | |
| Fundação | 18 de setembro de 1998 (13 anos) |
| Proprietário | Organizações Globo Grupo GCB |
| Cidade de origem | |
| Sede | Rio de Janeiro, RJ |
| Estúdios | Rio de Janeiro, RJ |
| Slogan | Vários Sotaques. Uma só língua. |
| Cobertura | Nacional |
| Página oficial | http://canalbrasil.globo.com/ |
| Disponibilidade por satélite | |
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Canal 67 |
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Canal 66 |
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Canal 103 |
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Canal 366 |
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canal 66 |
| Disponibilidade por cabo | |
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Canal 66 |
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Canal 79 |
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Canal 66 |
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Canal 103 |
| Portal Televisão · Projeto Televisão | |
Canal Brasil é um canal de televisão por assinatura brasileiro que estreou em 18 de setembro de 1998, com a exibição do filme Sonho Sem Fim, de Lauro Escorel Filho. Foi criado para aproveitar a obrigação criada pelo Decreto 2206, de 2007, que obrigava todos os prestadores de serviços de TV a cabo a incluir na sua grade pelo menos um canal dedicado a "obras cinematográficas e audiovisuais brasileiras de produção independente"[1][2]
O canal é resultado de uma associação da Globosat com a empresa Grupo Consórcio Brasil (GCB), formada por Luiz Carlos Barreto, Zelito Vianna, Marco Altberg, Roberto Farias, Anibal Massaini Neto, Patrick Siaretta, André Saddy e Paulo Mendonça[3].
Índice |
[editar] Apresentadores e programas
Fazem parte da equipe de apresentadores do canal Lázaro Ramos (Espelho), Paulo César Peréio (Sem Frescura), José Wilker (Palco & Platéia), Priscila Rozenbaum e Domingos Oliveira (Coisas pelas quais vale a pena viver), Moska (Zoombido), Charles Gavin (O Som do Vinil), Maria Luisa Mendonça (Cone Sul), Leona Cavalli (Brasil Cult), Roberta Sá (Faixa Musical), Marcos Nimrichter (Estúdio 66), Tárik de Souza (MPBambas), José Mojica Marins (O Estranho Mundo de Zé do Caixão) e Simone Zuccolotto (CineJornal e Sessão Interativa). No Jornalismo, Erika Guimarães Rodrigues, Bernadette Duarte, Kiko Mollica e Simone Zuccolotto.
Também já fizeram parte do elenco: Rodrigo Bittencourt (Procurando Quem?), Zé Celso, Aldir Blanc, Ferreira Gullar, Augusto Boal, Selton Mello (Tarja Preta), Jorge Mautner (Cantos Gerais), Zéu Britto (Retalhão).
[editar] Incentivo ao cinema nacional
O Canal Brasil promove o Prêmio Aquisição Canal Brasil, que contempla com R$ 10 mil os curtas-metragens vencedores nos mais representativos festivais de cinema do país, além de exibir o filme durante a programação. Desde 2006, também realiza o Grande Prêmio Canal Brasil de Curtas-Metragens, que premia com R$ 50 mil o melhor curta entre os 10 vencedores do Prêmio Aquisição Canal Brasil do ano anterior. Um júri formado por apresentadores do canal escolhe o grande vencedor através de voto secreto.
[editar] Produções do Canal Brasil
O Canal Brasil tem participado de novas produções em parceria com produtores independentes. Entre os títulos realizados estão Adolfo Celi, un uomo per due culture, de Leonardo Celi, a primeira co-produção internacional do Canal Brasil; Canto de Baal, de Helena Ignês; Saraceni.doc - A Etnografia da Amizade, de Ricardo Miranda; Anabazys, de Joel Pizzini e Paloma Rocha; Waldick.doc, de Patrícia Pillar; Histórias Cruzadas, de Alice de Andrade; Hermeto Pascoal – Ato de Criação, de Marília Alvim. O premiado Loki – Arnaldo Baptista, longa-metragem de Paulo Henrique Fontenelle e em 2009, a também premiada co-produção do documentário Dzi Croquetes.
[editar] Loki - Arnaldo Baptista
Foi o primeiro filme inteiramente produzido pelo Canal Brasil. O filme foi exibido em 2008 no Festival do Rio e na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, ganhando o prêmio de Melhor Documentário - Júri Popular em ambas as ocasiões.
Referências
- ↑ Decreto 2206 - Presidência da República - Casa Civil
- ↑ Canal Brasil pede socorro para manter-se no ar. Estadão - Caderno2, 19 de março de 2003
- ↑ Entrevista com Paulo Mendonça. Produção Cultural no Brasil, junho de 2010