Lázaro Ramos

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Lázaro Ramos
Lázaro Ramos
Nome completo Luís Lázaro Sacramento Ramos
Outros nomes Lázaro Ramos
Nascimento 1º de novembro de 1978 (33 anos)
Salvador,BA
Brasil
Nacionalidade BrasilBrasileiro
Ocupação ator
Cônjuge Taís Araújo

Luís Lázaro Sacramento Ramos (Salvador, 1 de novembro de 1978) é um ator e cineasta brasileiro.

O ator foi indicado ao Emmy 2007 de melhor ator por sua interpretação na novela Cobras & Lagartos como Foguinho.[1] O International Emmy Awards, ou simplesmente Emmy, é o equivalente ao Oscar da televisão internacional.

Índice

[editar] Biografia

Foi revelado no Bando de Teatro Olodum (que integra o Teatro Vila Velha),[2] na cidade de Salvador, estado da Bahia, Brasil.

Desde 1994 participou de mais de 14 espetáculos, incluindo o sucesso de público e crítica a peça A máquina, de João Falcão, que estourou no eixo Rio-SP e o levou a trocar Salvador pelo Rio de Janeiro. Participou também das peças Mamãe não pode saber, novamente sob direção de João Falcão.

Em 2000, juntamente com o também baiano Wagner Moura, foi para a cidade de Recife, estado de Pernambuco, integrar o elenco da peça A Máquina, de João Falcão.

Em Madame Satã, seu primeiro protagonista no cinema, Lázaro Ramos representou a personalidade homossexual do bairro carioca da Lapa. É um dos mais premiados atores brasileiros de sua geração, e repetidamente elogiado pela crítica.

Já trabalhou também no programa Fantástico da Rede Globo, como apresentador, e dirige o programa Espelho, no Canal Brasil.

Lázaro Ramos é casado com a atriz Taís Araújo, com quem contracenou na telenovela Cobras & Lagartos e mãe de seu primeiro filho, interpretando o personagem Foguinho, um trambiqueiro simpático que caiu no gosto do público. Papel pelo qual foi indicado ao Emmy 2007.[1]

Em julho de 2009 foi nomeado embaixador do UNICEF.[3] Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009[4].

[editar] Carreira

[editar] Na televisão

[editar] No cinema

Como ator
Como diretor
  • 2006 - Zózimo Bulbul, documentário

[editar] No teatro

Como ator
  • 1993 - Ó pai, ó
  • 1994 - Bai Bai Pelô
  • 1995 - Zumbi Está Vivo e Continua Lutando
  • 1995 - Zumbi
  • 1996 - Erê para Vida Toda
  • 1996 - Ópera de 3 Mirréis
  • 1997 - Cabaré da Raça
  • 1998 - Cuida Bem de Mim
  • 1998 - Ópera de 3 Reais
  • 1998 - Um Tal de Dom Quixote
  • 1999 - Já Fui!
  • 1999 - Sonho de uma Noite de Verão
  • 2000 - A Máquina
  • 2001 - Mamãe não Pode Saber
  • 2007 - O Método Grönholm
Como diretor
  • 2011 - Namíbia. Não!

[editar] Premiações

Lázaro apresentando a 5º edição do prêmio BRAVO! Prime de Cultura em 2009.
Prêmio de melhor ator de televisão
  • Troféu Super Cap De Ouro 2008 - Ator, por Duas Caras
  • Prêmio Festnatal - Os Favoritos do Público 2008 - Melhor Ator, por Duas Caras
  • Emmy Awards 2007 - Ator, por Cobras & Lagartos (Indicado)
  • Meus Prêmios Nick 2007 - Ator favorito, por Cobras & Lagartos
  • Prêmio Contigo 2006 - Melhor ator, por Cobras & Lagartos
  • Prêmio Faz Diferença 2006 da Revista da TV, por Cobras & Lagartos
  • Troféu Internet 2006 (SBT) - Melhor ator, por Cobras & Lagartos
  • Prêmio Extra de Televisão 2006 - Melhor ator, por Cobras & Lagartos
  • Melhores do Ano 2006 (Domingão do Faustão) - Melhor ator por Cobras & Lagartos
  • Prêmio APCA 2006 - Melhor ator, por Cobras & Lagartos
  • Troféu Raça Negra 2006 - Prêmio especial, por Cobras & Lagartos
Prêmios de melhor ator de cinema (lista parcial)
  • Prêmio APCA da Associação Paulista de Críticos de Arte, por Madame Satã
  • Prêmio Cine Brasil da Academia Brasileira de Cinema 2003, por Madame Satã
  • Festival de Cinema de Huelva (Espanha), por Madame Satã
  • Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, por Madame Satã
  • Festival CineSesc São Paulo / 2003 - Prêmio de público e critica, por Madame Satã
  • Prêmio Guarani do Cinema Brasileiro / 2003, por Madame Satã
  • Festival de Cinema de Cuba / 2003, por O Homem que Copiava
  • Prêmio Guarani do Cinema Brasileiro / 2004, por O Homem que Copiava
  • Prêmio do Festival CineSesc São Paulo / 2004, por O Homem que Copiava
  • Festival de Havana 2003, por O Homem que Copiava
  • Premio José Lewgoy do Cinema Gaúcho 2005, por Meu Tio Matou um Cara
  • Premio Qualidade Brasil 2005, por Meu Tio Matou um Cara
  • Kikito do Festival de Gramado 2005, por Cafundó
  • Festival de Miami 2006 – Melhor ator, por Cidade Baixa

[editar] Curiosidades

  • Lázaro, antes de ser ator, trabalhou como técnico em patologia clínica.
  • O ator baiano fez cursos avulsos de teatro, dança, canto, e integra há nove anos o Bando de Teatro Olodum, dirigido por Marcio Meirelles e formado por atores negros, em Salvador.
  • Reza a lenda que sua participação no filme Cinderela baiana, com Carla Perez, foi importantíssima para que Lázaro conseguisse dinheiro para se manter enquanto estudava.
  • Fez também uma participação em Jenipapo, de Monique Gardenberg, e em Sabor da Paixão, em 2000, quando contracenou com Murilo Benício e Penélope Cruz, uma comédia da diretora venezuelana Fina Torres.
  • Madame Satã foi seu primeiro filme como protagonista. Mas, antes da estréia deste filme, Lázaro já havia rodado O Homem que copiava, em que também fazia o papel principal, o tímido desenhista e operador de fotocopiadora André.
  • Em Cafundó, de Paulo Betti, Lázaro viveu seu terceiro protagonista, João de Camargo, um ex-escravo que vira líder religioso.
  • Em Nina, filme de Heitor Dhalia, inspirado no clássico Crime e castigo de Dostoiévski, fez uma rápida aparição como um pintor.
  • Em Ó paí Ó, ele canta as músicas: Protesto do Olodum, Canto do Mundo, Sonho Aventureiro, Vem Meu Amor.
  • Em Jenipapo, fez figuração.
  • O ator foi indicado ao Emmy 2007 de melhor ator por sua interpretação na novela Cobras & Lagartos como Foguinho.[1] Porém perdeu a estatueta para Jim Broadbent, de The Street.[5] O International Emmy Awards, ou simplesmente Emmy, é o equivalente ao Oscar da televisão internacional.

Referências

[editar] Ligações externas

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