Jô Soares
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| Jô Soares | |
| Jô Soares durante entrevista em seu programa | |
| Nome completo | José Eugênio Soares |
|---|---|
| Nascimento | 16 de Janeiro de 1938 Rio de Janeiro, RJ |
| Ocupação | humorista apresentador de televisão escritor artista plástico diretor teatral ator |
| Principais trabalhos | Faça Humor, Não Faça Guerra Satiricom Viva o Gordo Jô Soares Onze e Meia Programa do Jô |
| Página oficial: | Página oficial do Programa do Jô |
José Eugênio Soares (Rio de Janeiro, 16 de janeiro de 1938), mais conhecido como Jô Soares, é um humorista, apresentador de televisão, escritor, artista plástico, diretor teatral e ator brasileiro.
Índice |
[editar] Biografia
Filho do empresário paraibano Orlando Soares e da dona-de-casa Mercedes Leal, Jô queria ser diplomata quando criança. Estudou no Colégio São Bento do Rio de Janeiro e em Lausanne na Suíça, no Lycée Jaccard, com este objetivo. Porém, percebeu que o senso de humor apurado e a criatividade inatas apontavam-no para outra direção[1].
[editar] Vida pessoal
Entre 1959 e 1979 Jô Soares foi casado com Teresa Austregésilo. Com ela teve o único filho: Rafael Soares (nascido em 1964). De 1980 a 1983 a atriz Sílvia Bandeira, doze anos mais nova, foi sua esposa. Em 1987 casou-se com a designer gráfica Flávia Junqueira Pedras Soares, de quem se separou em 1998. Já namorou a atriz Mika Lins.
O apresentador fala fluentemente cinco idiomas (inglês, francês, italiano, espanhol e obviamente português) e é sobrinho de Kanela, ex-técnico da seleção brasileira de basquete.
É torcedor do Fluminense.
[editar] Carreira no cinema
- 1954 - Rei do Movimento, de Victor Lima e Hélio Barroso
- 1956 - De Pernas pro Ar, de Victor Lima
- 1957 - Pé na Tábua, de Victor Lima com roteiro de Chico Anysio
- 1959 - Aí Vêm os Cadetes, de Luiz de Barros
- 1959 - O Homem do Sputnik, de Carlos Manga
- 1960 - Vai que É Mole, de J. B. Tanko
- 1960 - Tudo Legal, de Victor Lima
- 1965 - Pluft, o Fantasminha, de Romain Lesage a partir do texto teatral de Maria Clara Machado
- 1965 - Ceará contra 007, de Marcos Cesar
- 1968 - Hitler III Mundo, de José Agrippino di Paula
- 1968 - Papai Trapalhão, de Victor Lima
- 1969 - Agnaldo, Perigo à Vista, de Reynaldo Paes de Barros
- 1969 - A Mulher de Todos, de Rogério Sganzerla
- 1971 - Nenê Bandalho, de Emílio Fontana a partir de uma curta história de Plínio Marcos
- 1973 - Amante muito Louca, de Denoy de Oliveira
- 1979 - Tangarela, a Tanga de Cristal, de Lula Campelo Torres
- 1976 - O Pai do Povo, com roteiro e direção de Jô Soares
- 1986 - Cidade Oculta, de Chico Botelho, com participação de Arrigo Barnabé
- 1995 - Sábado, roteiro e direção de Ugo Giorgetti
- 2001 - O Xangô de Baker Street, produção cinematográfica a partir do romance homônimo de Jô, com direção de Miguel Faria Júnior. O filme contou com as participações internacionais de Maria de Medeiros e Joaquim de Almeida.
- 2003 - Person, documentário de Marina Person
- 2004 - A Dona da História, a partir da peça teatral homônima de João Falcão com direção de Daniel Filho
[editar] Carreira como ator de televisão
- 1967 - Em "Família Trapo", roteirizava ao lado de Carlos Alberto de Nóbrega e atuava como Gordon, o mordomo - TV Record-SP.
- 1970 - "Faça Humor, Não Faça Guerra" foi primeiro humorístico da TV Globo a contar a com a participação do comediante. O programa em meio à Guerra Fria e ao conflito do Vietnã brincava com o slogan pacifista hippie "Make love, don't make war" (Faça amor, não faça a guerra).
- 1973 - "Satiricom", novo humorístico da TV Globo, com direção de Augusto César Vanucci, realizava roteiros com Max Nunes e Haroldo Barbosa. A atração satirizava o título do filme homônimo de Federico Fellini - "Satyricon". Na promoção do programa, todavia, diziam que era a "sátira da comunicação" num mundo que tinha virado uma "aldeia global", expressão que esteve na moda depois dos primeiros anos da TV via satélite.
- 1976 - "Planeta dos Homens", nova sátira com o cinema - desta vez, a série cinematográfica "O Planeta dos Macacos", atuava com roteiros de Haroldo Barbosa.
- 1981 - "Viva o Gordo", com direção de Walter Lacet e Francisco Milani, foi o primeiro programa solo dele. Tinha roteiros de Armando Costa. Deu origem ao espetáculo do gênero "one man show" de Jô chamado "Viva o Gordo, Abaixo o Regime" (sátira explícita ao Golpe Militar de 1964 ainda vigente àquela época). As aberturas do programa brincavam com efeitos especiais usando técnica de inserção de imagens de Jô entre cenas famosas do cinema (como em "Cliente Morto Não Paga" e "Zelig") ou "contracenando" com políticos nacionais e internacionais, como Orestes Quércia, Jânio Quadros, Ronald Reagan etc.
- 1982 - Participação no "Chico Anysio Show".
- 1983 - Participação no musical infantil "Plunct, Plact, Zuuum".
- 1988 - "Veja o Gordo", estreia no SBT com o mesmo estilo do "Viva o Gordo" da Rede Globo.
- 2000 - Participação no especial de Natal do programa "Sai de Baixo" - episódio "No Natal a Gente Vem Te Mudar" (sátira ao título da peça de Naum Alves de Souza, "No Natal a Gente Vem Te Buscar".
[editar] Publicações
- O astronauta sem regime, L&PM - 1985;
- O Xangô de Baker Street, Cia. das Letras - 1995;
- O Homem que Matou Getúlio Vargas, Cia. das Letras - 1998;
- Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, Cia. das Letras - 2005.
[editar] Curiosidades
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- Das muitas aparições na TV Record, em 1964 participou da versão musical de "Os Três Porquinhos". Jô era um dos porquinhos (os outros eram os humoristas Manuel da Nóbrega e Pagano Sobrinho) e o cantor e compositor Roberto Carlos o Lobo Mau. Era o show do Troféu Roquette Pinto.
- Seus livros só começam a ser escritos quando Jô já tem na cabeça como a história terminará.
- Em 1999, ano em que saiu do SBT, recebeu uma homenagem de Silvio Santos no programa "Em Nome do Amor". Foi mostrada toda a sua trajetória profissional, com momentos marcantes e depoimentos emocionados. No fim do programa, nos bastidores, Jô brincou com o animador: "Vamos para a Globo também"; e Silvio respondeu: "Olha que não é difícil hein!". No "Jô Soares Onze e Meia" de despedida, em 30 de dezembro de 1999, o entrevistador dedicou o programa a Silvio. Naquele dia, foi aos estúdios de gravação de Hebe Camargo, Carlos Alberto de Nóbrega e Gugu Liberato para pegá-los de surpresa e bater um papo. Gugu, sem entender nada, inclusive perguntou a Jô em que canal seria exibida aquela entrevista. Além disto, o humorista reprisou uma participação sua no antigo "Show de Calouros", de 1987, em que contracenou, vestido do personagem Vovó Naná, com Silvio Santos.
- Ainda no SBT, apresentou o programa por vários meses com tipoias nos dois braços, consequencia de dois acidentes de moto ocorridos em um curto espaço de tempo. Ele fraturou ossos tanto do braço direito quanto do esquerdo. Tempos depois, já recuperado dos acidentes, teve um sério problema de coluna. Ficava o tempo todo sentado em sua cadeira e recebia os convidados ali mesmo, sem levantar.
- De 1988 a 1996 apresentou seus programas sem barba. A partir de 1997, deixou os pelos do rosto crescerem e até hoje está no ar com a barba totalmente encanecida, mesmo tom dos cabelos.
- A mãe dele, Mercedes, morreu atropelada em 1968, aos 71 anos (ela contava 40 quando Jô nasceu). Meses depois, seu pai, Orlando, também faleceu, aos 68. Uma curiosidade do desaparecimento da mãe do apresentador é que anos depois da morte dela, em 1978, quando Jô pegou um táxi num aeroporto, o motorista o reconheceu e, aos prantos, revelou a ele que tinha atropelado dona Mercedes. Implorou pelo perdão do comediante, que deu.
- Dentre suas predileções culinárias está o feijão gelado com azeite (come de madrugada) e frutas com maionese (ele passa o condimento como se fosse no pão em todas as frutas, menos no melão).
- Ganhou algumas vezes o Troféu Imprensa, o Óscar da TV brasileira, como melhor programa de entrevistas do ano.
- Dentre os artistas que mais compareceram ao "Programa do Jô" está o comediante, escritor, ator e pintor Chico Anysio. De 2000 para cá, ele esteve praticamente todos os anos como entrevistado seja para falar de sua carreira, os shows, livros, peças de teatro ou simplesmente para contar histórias. Dois destes momentos estão eternizados no site YouTube: a primeira aparição de Chico, em 2000, quando no fim da entrevista, declamou o poema "Mundo Moderno", e em 2008, quando encenou com seu filho e empresário André Lucas a esquete da "Velhinha Puta". O sucesso desta última foi tão grande no YouTube que Chico e André montaram um show chamado "De Pai Para Filho", em que ambos contam piadas e histórias engraçadas, dentre elas o da tal velhinha.
- O atual sexteto que está no "Programa do Jô" era um quarteto na criação da atração, em 1988. Derico, Bira, o maestro Osmar e Rubinho formavam a banda original. Algum tempo depois entrou Miltinho e Chiquinho e, por último, Carlos Tomati. Rubinho morreu em 12 de fevereiro de 1999, aos 63 anos, em decorrência de um acidente vascular cerebral. Seus problemas de saúde começaram em agosto de 1998, quando sofreu um derrame. Sem sequelas graves, superou o problema e se recuperava bem até que, em dezembro, sofreu outro derrame. Desta vez não recobrou mais a consciência. O guitarrista era casado, tinha quatro filho e seis netos.
- Tem 1,70 metro de altura e pesa 110 quilos. Na década de 1970, chegou a pesar 175 quilos. Depois de um sério regime foi para 90 quilos. Ninguém o reconhecia. Fãs e admiradores dele chegaram a pedir que engordasse de novo pois "estava sem graça magro". Engordou novamente e atualmente mantém seu peso entre 105 e 115 quilos.
- Nos programas em que passa de entrevistador para entrevistado, já esteve nos extintos "Gente Inocente" (Rede Globo) e "Programa Livre" (SBT), "Roda Viva" (TV Cultura), "Observatório da Imprensa" (TV Cultura), "Hebe" (SBT) e "Marília Gabriela Entrevista" (GNT). Em um "Jô Soares Onze e Meia" especial trocou os papéis e sentou no lugar dos entrevistados. Foi inquirido pelo trio de loiras formado por Marília Gabriela, Bruna Lombardi e Hebe Camargo. Uma em cada bloco.
- A audiência do "Jô Soares Onze e Meia" beirava os 15 pontos no SBT, principalmente na época do escândalo de corrupção que demoliu o governo do então presidente Fernando Collor, em 1992, quando o programa contou com a participação de vários nomes que investigavam o caso e políticos. Um detalhe importante é que o horário da atração estava somente no nome. Em raríssimas oportunidades o programa começou precisamente às 23h30. Às vezes, entrava no ar meia-noite, uma da manhã, 1h30 etc. Já na Rede Globo, a audiência chega a seis, sete pontos apenas.
- O programa, seja ele no SBT ou na Rede Globo, sempre foi gravado. No entanto, teve uma exceção. Ele foi exibido ao vivo apenas uma vez, na madrugada de 3 de abril de 2002, em decorrência da final da primeira edição do programa Big Brother Brasil. Jô entrevistou naquele dia o campeão do BBB Kléber Bambam, que estava no Rio de Janeiro e foi transportado de helicóptero até São Paulo, onde fica o estúdio de gravação do "Programa do Jô". Com duração de cerca de uma hora e meia normalmente, este ao vivo passou das duas horas de exibição, terminando perto das 4 horas da manhã.
- Jô começou a temporada 2009 de seu programa com o maior período de férias desde que começou a fazer entrevistas. Foram quase quatro meses e meio fora do estúdio de gravação (de 4 de dezembro de 2008 a 13 de abril de 2009).
- O "Jô Soares Onze e Meia" de estreia, em 16 de agosto de 1988, recebeu o aventureiro e navegador Amyr Klink, o então governador de Santa Catarina Espiridião Amin e Makerley Reis, considerada a Cicciolina brasileira, que era candidata a vereadora em São Paulo. Já o "Programa do Jô" de estreia, em 3 de abril de 2000, recebeu seis convidados, dois em cada bloco: Tarcísio Meira e Glória Menezes, o então técnico do Corinthians Oswaldo de Oliveira e o goleiro Dida e Marisa Monte e a Velha Guarda da Portela. Ainda no programa número 1 da TV Globo Jô Soares apresentou uma entrevista com Roberto Marinho realizada na casa do empresário e jornalista.
- A contratação de Jô pelo SBT aconteceu depois de inúmeras negociações. O apresentador estava insatisfeito na Rede Globo que podava seus projetos de ter um programa de entrevistas no estilo do de Jay Leno nos EUA. A emissora só o queria em atrações de humor. Enquanto isso, ao mesmo tempo, Silvio Santos queria "roubar" alguém da estação carioca para "dar uma reviravolta na TV brasileira", como o próprio Silvio anunciou, quando o contrato com Jô foi assinado, e dar um ar novo ao canal paulista. O dono do SBT tentou em tratativas com Chico Anysio, Jô Soares e Xuxa. Um dos três viria para o SBT. Silvio, então, aconselhou-se com Carlos Alberto de Nóbrega, que tinha contratado meses antes e era, além de apresentador de "A Praça é Nossa", diretor artístico do SBT. Este não titubeou e pediu a vinda de Jô. Nesta mesma leva, além de Nóbrega e Jô veio o jornalista Bóris Casoy, então chefe de redação da Folha de São Paulo. Ele estrearia o "TJ Brasil" em 1988.
- Jô costuma ir dormir às 4 horas da manhã e acordar meio-dia. As gravações do "Programa do Jô" ocorrem às segundas, terças e quartas-feiras, das 16h às 21h30 mais ou menos. Ele grava dois programas por dia, sendo que os números musicais são feitos antes de ele entrar no palco, separadamente.
- "Jô Soares Onze e Meia" foi exibido pelo SBT entre 16 de agosto de 1988 e 30 de dezembro de 1999 (inicialmente ia ao ar semanalmente, às terças-feiras, e passou a ser diário semanas depois). Neste período, o apresentador realizou 6.927 entrevistas em 2.309 programas. Em 3 de abril de 2000 ele voltou a integrar o elenco da Rede Globo, com o "Programa do Jô".
- Fala fluentemente seis idiomas: português, espanhol, inglês (aprendeu assistindo a filmes estadunidenses nos cinemas), italiano, francês e alemão, sendo que já usou estas seis línguas em entrevistas no "Jô Soares Onze e Meia" e "Programa do Jô".
- Suas bibliotecas particulares tem aproximadamente 4 mil livros.
- Entrevistou personalidades como Adriana Calcanhotto, Adriane Galisteu, Afanázio Jazadji, Albert Sabin (criador da "vacina de gotinha" contra a poliomielite), Alberto Dines, Amaury Jr., Ana Paula Padrão, Anthony Quinn, Antonio Abujamra, Ariano Suassuna, Arnaldo Jabor, Austregésilo de Athayde, Ayrton Senna, Bibi Ferreira, Carlos Villagrán (o intérprete do personagem Quico, do seriado Chaves), Chico Anysio, Chico Buarque de Hollanda, Ciro Gomes, Costinha (o humorista), Dercy Gonçalves, Diogo Mainardi, Emerson Fittipaldi, Fernanda Abreu, Fernanda Montenegro, Fernando Collor, Fernando Henrique Cardoso, Fernando Moraes, Franz Beckenbauer, Galvão Bueno, Gisele Bündchen, Glória Menezes, Gugu Liberato, Hebe Camargo, Dom Hélder Câmara, Heródoto Barbeiro, Jean-Claude Van Damme, João Carlos Martins, José Serra, Juca Kfouri, Karina Bacchi, Lílian Witte Fibe, Lolita Rodrigues, Lúcia Rocha (mãe do cineasta Glauber Rocha e da atriz Anecy Rocha, ambos já falecidos), Luís Inácio Lula da Silva, Marcelo Tas, Marília Gabriela, Mário Prata, Mamonas Assassinas, Mikhail Gorbatchev, Millôr Fernandes, Mino Carta, Nair Belo, Nana Caymmi, Nélida Piñon, Nelson Piquet, Paulo Autran, Paulo Coelho, Paulo Silvino, Pelé, Ratinho, Raul Cortez, Raul Seixas, Renato Russo, Roberto Carlos, Roberto Civita, Roberto Marinho, Rogério Ceni, Ronald Golias, Ronnie Von, Rubens Barrichello, Rubens Ewald Filho, Ruy Castro, Serginho Groisman, Silvio Tendler, Tarcísio Meira, Tim Maia, Tom Jobim, Toquinho, Ulysses Guimarães, Villas-Bôas Corrêa, Xuxa, Zélia Cardoso de Mello, Ziraldo, entre muitos outros famosos e anônimos.
- Atingiu em 2006 a entrevista número 10 mil. A personalidade entrevistada nesta data foi o apresentador Marcelo Tas. Em 2008, o programa de entrevistas, com o formato atual, completou 20 anos. A próxima data comemorativa será em 2010, quando, em 3 de abril, a atração completará dez anos de Rede Globo.
- Pintor, Jô Soares já expôs na Bienal de 1967, no Museu Brasileiro da Escultura em São Paulo, na Casa França-Brasil no Rio de Janeiro, atualmente com o cd recitado e musicalizado por ele mesmo, onde de forma narrativa poética expõe grandes momentos da obra do escritor Fernando Pessoa, pela gravadora Performance.
- Mora no bairro Higienópolis, em São Paulo. Já teve como vizinha a apresentadora e atriz Adriane Galisteu. Comprou o apartamento do andar de baixo e construiu ali o aconchegante e altivo "Espaço Cultural Jô Soares", que serve para ensaios de peças de teatro, leituras de textos, entre outras atividades do tipo.
- Em 2000, o "Programa do Jô" foi protagonista de uma farsa. Alexandre dos Santos Selva Neto, na época com 62 anos, foi entrevistado como sendo Omar Khayam, um profeta de 99 anos. Com barba grisalha grande, cajado e roupa de pregador, ele esteve na TV Globo por duas vezes para ser sabatinado por Jô. Na verdade, o senhor havia sido condenado por esteilonato e tinha ficha grande na polícia. A mentira foi descoberta logo depois da aparição dele na atração e rendeu reportagens nas revistas "Veja" e "Época", que contavam a saga do tal profeta. Mais nos links: http://epoca.globo.com/edic/20000814/soci9a.htm e http://veja.abril.com.br/160800/p_101.html
Referências
[editar] Ligações externas
- Jô Soares (em inglês) no Internet Movie Database
- Página do Programa do Jô
- Reportagem na revista Época

