O Fantasma

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Fantasma
The Phantom, Australian Woman's Mirror 2.jpg

Revista de banda desenhada do Fantasma.
Dados da publicação
Publicado por King Features Syndicate
Egmont
Frew
Moonstone
Primeira aparição 17 de Fevereiro de 1936
Criado por Lee Falk
Ray Moore
Características do personagem
Alter ego Kit Walker
Afiliações A Patrulha da Selva
Os Defensores da Terra
Parceria Diabo (o seu lobo)
Fraka (o seu falcão)
Heroi (o seu cavalo)
Parentesco Diana Palmer (esposa)
Kit Walker Jr. (filho)
Heloise Walker (filha)
Jedda Walker (filha)[1]
Situação presente Em produção
Codinomes conhecidos Sr. Walker
Christopher Standish
O Espírito-que-Caminha
O Caminheiro
Habilidades Corpo e mente avantajados, tem reflexos rápidos, e é um bom atirador.
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

O Fantasma é um personagem de banda desenhada criado por Lee Falk (também o criador do Mandrake, o mágico), contando as aventuras de um combatente do crime, mascarado e usando uma roupa característica. A série começou a ser publicada em jornais diariamente em 17 de Fevereiro de 1936, e aos domingos, como edição colorida, em Maio de 1939, continuando até 2006. Falk encarregou o desenhista Phil Davis do desenho de suas histórias.

O Fantasma foi o primeiro super-herói a usar um uniforme, característica desse tipo de publicação. Com o tempo, passou a ser publicada em revistas aos quadradinhos, como republicação das tiras dos jornais, e depois com histórias completas originais.

No Brasil, o personagem se tornou muito popular e foi publicado por décadas em revista própria da Rio Gráfica Editora.

Características[editar | editar código-fonte]

O Fantasma usa uma mascara preta e um uniforme roxo. O seu criador, Lee Falk, originalmente previu um uniforme verde, para se confundir com a selva, mas quando a primeira edição dominical colorida saiu, por problemas gráficos, a cor saiu roxa e assim foi mantida. Após algum tempo, ele criou uma história sobre um ídolo da Selva que teria essa cor (roxa), inspirando o uniforme (Helio Guerra).

Editores que publicaram as histórias antes de 1939 escolheram a cor segundo as suas preferências ou possibilidades gráficas. Então, à volta do mundo, o herói tem cores diferentes, como azul na Escandinávia, vermelho na Itália, Brasil e Espanha, marrom na Nova Zelândia e roxo no resto do mundo.[2]

O Fantasma carrega ainda duas pistolas calibre. 45 no seu cinturão de couro preto com uma fivela imitando uma caveira, a sua marca recorrente.

Mundo próprio[editar | editar código-fonte]

A sua base é a caverna da caveira, depósito de grandes tesouros e das Cronicas do Fantasma, nas profundas florestas de Bangala, um pais fictício, que mistura partes da Índia com características da África. Ele dedica-se a combater os piratas Sigh, sendo também o comandante secreto da Patrulha da Selva, que o ajuda em suas missões. Ao contrário de outros super-heróis, ele não tem superpoderes, apenas grande habilidade física, destreza com armas e agilidade. Na selva, onde mora com os pigmeus Bandar, temidos por suas flechas envenenadas, ele é conhecido como O Caminheiro, O Espírito-que-Caminha ou ainda O Espírito-que-Anda, por ter sido visto por gerações de nativos das tribos Longo e Wambesi. Isto se dá por ter sido precedido por vinte gerações anteriores de combatentes do crime. Apenas Guran, o caricato chefe dos pigmeus, e a sua família conhecem a sua real condição de simples mortal.

O anel da caveira[editar | editar código-fonte]

O Fantasma com o lobo Capeto e o cavalo Heroi.

O Fantasma tem dois anéis, um com a marca do bem, que aplica nas pessoas que quer proteger, e o outro com a famosa marca da caveira que fica cravada nos criminosos quando ele aplica potentes socos. Ele tem sempre a companhia de animais, o lobo Diabo (Devil em inglês e Capeto no Brasil), o cavalo Herói e, ocasionalmente, também um falcão treinado, chamado Fraka.

Em 1978, ele casou-se com a sua eterna namorada, Diana Palmer, que trabalha na ONU. Um ano depois, nasceram os gémeos Kit e Heloise.

O Espírito que anda[editar | editar código-fonte]

Algumas vezes, o Fantasma deixa a selva e viaja como um homem comum, usando um sobretudo, chapéu e óculos escuros e identificando-se com o nome de Mr. (Christopher) Walker (caminhante, em inglês). Costuma pagar as suas contas com pedras preciosas que pega em grandes cestos na caverna onde mora. Usa sempre a sua máscara, excepto em breves momentos com a família, onde é conhecido como Kit Walker.

Revistas em quadrinhos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos[editar | editar código-fonte]

Nos Estados Unidos, o Fantasma foi publicado por uma grande variedade de editoras ao longo dos anos. Através da década de 1940, as tiras foram reimpressas na revista Ace Comics publicada pela David McKay Publicações. Na década de 1950, foi publicado pela Harvey Comics.

Em 1962, a Gold Key assumiu o comando, seguida pelo King Comics em 1966 e Charlton Comics em 1969. Isso durou até 1977, com um total de 73 edições publicadas. Alguns dos principais artistas que trabalharam com personagem nessa época foram Bill Lignante, Don Newton, Jim Aparo e Pat Boyette.[3]

A DC Comics publicou uma revista do personagem de 1988-1990.[4] A primeira mini-série (de Maio-Agosto 1988) foi escrita por Peter David e desenhada por Joe Orlando e Dennis Janke. A série seguinte foi escrita por Mark Verheiden e desenhada por Luke McDonnell, e teve 13 edições (Março de 1989 - Março de 1990).

Na DC, o Fantasma combatia temas atuais: racismo, a fome, drogas, dumping, e a pirataria moderna. De acordo com Verheiden, a série terminou por causa de problemas com o licenciamento e baixa vendagem.[5] As últimas páginas da edição 13 mostra o Fantasma casando-se com Diana Palmer. Em 1987, a Marvel Comics fez uma mini-série de quatro edições com base na série animada Defensores da Terra, escrita por Stan Lee.

Houve também a mini-série em três edições de "The Phantom: The Ghost Who Walks" (Fevereiro-Abril 1995). Escrita e desenhada por Dave DeVries e Glenn Lumsden, a série mostra o 22º Fantasma a usar um traje high-tech. No Brasil, essa minisérie foi lançada pela Editora Saber.[6]

A Marvel lançou outra mini-série de quatro partes (Maio-Agosto 1995), desenhada pelo co-criador do Homem-Aranha, Steve Ditko, baseado na série animada Fantasma 2040.[7]

Em agosto de 2010, o herói voltou a todo vapor pela editora americana Dynamite. A expectativa era grande, principalmente por parte dos fãs no Brasil. Isso porque o trabalho artístico ficou nas mãos do quadrinista brasileiro Eduardo Ferigato.[8]

No Brasil[editar | editar código-fonte]

No Brasil, o personagem foi publicado pelo primeira vez em 12 de março de 1936 nos encartes semanais do periódico carioca O Correio Universal e depois em 02 de dezembro de 1936 em capítulos semanais no suplemento A Gazetinha do jornal paulistano A Gazeta. E pela primeira vez numa edição propria em 1937[9] nas páginas da Edição Extraordinária do Correio Universal[10] , posteriormente apareceu em O Globo Juvenil , O Gibi, quando então era chamado de Fantasma Voador.[2] Com a fundação da RGE, as revistas do Fantasma se tornaram o principal produto e eram compostas de edições de tiras diárias e dominicais. Anos depois foram incluídas HQs da Gold Key, DC Comics e da Charlton Comics[11] adaptadas inicialmente ao formato americano[12] e depois aos formatinhos.[13] Essa editora lançou revista própria em 1953 chamada "Fantasma Magazine".[14] Como a demanda por material do personagem era muito grande, a revista chegou a ter histórias (não creditadas) produzidas no próprio país, desenhadas por Walmir Amaral, Júlio Shimamoto, Gutemberg Monteiro e Antonio Homobono.[11] [15] a revista do personagem também chegou a publicar história da garota das selvas Lorna da Atlas Comics (nome usado pela Marvel Comics na década de 1950)[16] .


Segundo Walmir Amaral, a demanda por material do personagem era tanta que além das histórias americanas e brasileiras, também foram publicadas histórias da Suécia (que também usava material brasileiro), Holanda, Dinamarca e Bélgica.[17]

Além de publicações das Organizações Globo (Jornal O Globo, RGE, Editora Globo), o Fantasma teve títulos publicados pelas Editoras EBAL, Saber, L&PM, Livraria Civilização, Opera Graphica, Editora Activa (selo da Opera Graphica),[11] Nova Sampa[18] e Mythos Editora.[19]

Pela Opera Graphica, o quadrinista Mozart Couto desenhou diversas capas de revistas do Herói[11] . A editora publicou várias revistas sobre o personagem e um livro escrito por Marco Aurélio Lucchetti e Franco de Rosa[20] .

O último lançamento da Opera Gráfica antes de encerrar as suas actividades foi o livro teórico "Fantasma - Biografia Oficial do Primeiro Herói Fantasiado dos Quadrinhos" escrito por Marco Aurélio Lucchetti e organizada por Franco de Rosa (um dos proprietários da Editora) e lançado em Junho de 2009[21]

Em 2011, a Editorial Kalaco (também pertencente a Franco de Rosa)[22] publicou uma edição de luxo do "Casamento do Fantasma". A edição compila as tiras diárias e dominicais desenhadas por Sy Barry e André LeBlanc. É narrado o casamento de Kit Walker e Diana Palmer, tendo dentre os convidados outros personagens criados por Lee Falk: Mandrake, Lothar e Princesa Narda. A história já havia sido publicada em edição especial pela RGE no final da década de 70[23] . Em Agosto de 2013, a Pixel Media, selo de quadrinhos da Ediouro Publicações, publica o álbum "Piratas do Céu: A Saga Completa"[24] , em Abril de 2014, publica um novo álbum "O Fantasma vai à guerra"[25] , em Julho do mesmo ano, o jornal carioca Extra da Infoglobo começa a publicar as tiras diárias clássicas do personagem ao lado de outra tira longeva, Recruta Zero de Mort Walker[26]

Literatura[editar | editar código-fonte]

A primeira tentativa de adaptar o personagem em livros, foi feito pela Whitman Publishing Company na coleção de Big Little Books, que adaptaram arcos de histórias publicadas nas tiras produzidas por Lee Falk e Ray Moore. O primeiro livro foi publicado em 1936 e o último em 1947[27] .

Os livros da coleção foram:

  1. The Phantom
  2. The Phantom & the Sign of the Skull
  3. The Phantom & Desert Justice
  4. The Return of the Phantom
  5. The Phantom & the Sky Pirates
  6. The Phantom & the Girl of Mystery[27]

Adaptações e influências[editar | editar código-fonte]

Em 1943, foi produzido o seriado "The Phantom", sob direção de B. Reeves Eason, estrelando Tom Tyler no papel do Fantasma e Jeanne Bates como Diana Palmer.

Em 1986 é produzido o desenho animado "Defensores da Terra" onde o Fantasma ao lado de Mandrak, Flash Gordon e outros tem o dever de proteger o planeta da ameaça do mal. Nessa série o herói toca suas velhas pistolas pela magia das selvas controlada por seu anel da caveira, que permite a ele incorporar o poder dos animais. Mais tarde, já em 1994 é lançado a animação "Fantasma 2040", que conta a história do 24º herdeiro e sua luta contra a mega empresa Maximum Inc em um mundo pós-guerra onde o equilíbrio ecológico foi abalado. Esse fantástico enredo não foi muito bem aproveitado ao longo da animação, estendendo-se apenas por 35 episódios, mas gerou uma boa mini-série em quadrinhos com quatro capítulos.

Em 1996, o personagem foi mostrado em uma grande produção de cinema. Ambientado nos anos trinta e incorporando elementos de varias séries de banda desenhada, o filme é estrelado por Billy Zane, Kristy Swanson e Catherine Zeta-Jones, com direção de Simon Wincer.

Em 2010, o Fantasma volta à tela em sua até agora última aparição com o piloto de um possível seriado pela SyFy Channel, The Phantom, lançado no Brasil com o título "O 22º Herdeiro" (Uma Adaptação de O Fantasma para o Século XXI).

O Fantasma é referido no livro A Misteriosa Chama da Rainha Loana, de Umberto Eco. O personagem principal descreve a sua experiência de infância de ler O Fantasma, em grandes detalhes, juntamente com outras revistas de banda desenhada como Flash Gordon e Mandrake, o Mágico.

Personagens inspirados no Fantasma[editar | editar código-fonte]

Assim como outro herói das selvas, o Tarzan,[28] [29] o sucesso do Fantasma, fez surgir alguns personagens baseados na criação de Lee Falk.

Em 1954, a editora australiana Frew Publications (que publica O Fantasma até os dias atuais)[30] lançou Sir Falcon, o personagem possuía os mesmos conceitos do Fantasma, o legado do herói era passado de pai para filho, a diferença, é que a tradição de Sir Falcon datava dos tempos da Idade Média e sua base de operações era um castelo medieval[31] .


O Brasil também personagens inspirados no Fantasma (o próprio Sir Falcon foi publicado pela Rio Gráfica Editora como o nome de Águia Negra), na Década de 1960, Gedeone Malagola lançou o Homem-Lua[32] [33] e Wilson Fernandes, o Escorpião. A King Features ameaçou processar a Editora Taika, alegando que o Escorpião era um plágio. Após duas edições, o desenhador argentino Rodolfo Zalla foi chamado para alterar o personagem. A revista do Escorpião teve dez edições.[34]

O Homem-Lua surgiu depois que Gedeone teve um história escrita e desenhada por ele do Fantasma apresentada a RGE, o autor resolveu mudar as características do herói, adicionando novos detalhes, no lugar da cabeça, desenhou um círculo[35] . O herói não teve revista própria e suas história eram publicadas na revista do Raio Negro (outra criação de Malagola) da GEP.[36]

Em 1972, Wilson Fernandes criou outra cópia do Fantasma para a Editora Roval, "O Morcego", um misto do Fantasma e o Batman da DC, tal qual o Escorpião e o Homem-Lua, herói defendia as selvas brasileiras e diferente deles sua revista só teve uma edição [37] .

Em 1984 foi criado pelos estúdios Disney da Editora Abril Penado, O Espírito Que Desanda, uma paródia protagonizada por Pena das Selvas (um spin-off do personagem Peninha) [38] .

Em 2003, o roteirista e editor Franco de Rosa da Editora Opera Graphica, propôs a King Features um projecto de uma revista licenciada do Fantasma em estilo mangá. O projecto não foi aceito pela editora norte americana [39] . A Opera Graphica e a Editora Minuano publicaram Fantagor, uma revista no formato de bolso (semelhante aos mangás Editora JBC), com roteiros e arte de Pierre Viegas.[40] Os nomes dos personagens lembram o do universo do Fantasma,[33] e nesse aspecto o Fantagor se aproxima de exemplos como o brasileiro O Judoka e o britânico Marveman/Miracleman, que surgiram nos quadrinhos após os personagens de quem foram inspirados terem tido impedidas a publicação.[39]

Referências

  1. Jedda aparece na série animada Os Defensores da Terra.
  2. a b Marcelo Naranjo (17/02/06). 70 motivos para relembrar e saudar o Fantasma. Universo HQ.
  3. [1]
  4. [2]
  5. [3]
  6. Cassius Medauar. The Phantom: The Ghost Who Walks. Universo HQ.
  7. [4]
  8. Leonardo Vicente Di Sessa (10/05/2010). Dynamite revela o último Fantasma. HQManiacs.
  9. Sérgio Codespoti, sobre o press release (13/02/06). Opera Graphica comemora 70 anos do Fantasma. Universo HQ.
  10. , Gonçalo Junior Editora Companhia das Letras, A guerra dos gibis: a formação do mercado editorial brasileiro e a censura aos quadrinhos, 1933-1964, 2004. ISBN 8535905820, 9788535905823
  11. a b c d Gérson Fasano (17/02/2006)O Fantasma comemora 70 anos, HQ Maniacs
  12. Histórias que não estavam no gibi. Universo HQ. Página visitada em 17/05/2010.
  13. Gibi de Ouro - Os Clássicos dos Quadrinhos. Universo HQ (19/09/07). Página visitada em 17/05/2010.
  14. Acessado em 20/09/10
  15. Fantasma bem brasileiro
  16. Roberto Guedes. (2003). "Os Varios sósias de Tarzan". Stripmania 2. Opera Graphica. ISSN 1677-0862.
  17. Heitor Pitomo. [Bate-Papo] - Walmir Amaral. [S.l.]: Editora Escala, 2007.
  18. Thiago Rique. Fantasma Pocket #1 e #2. Universo HQ.
  19. O Fantasma Especial. HQ Maniacs (02/03/2007).
  20. Érico Assis (08 de Junho de 2009). Último livro da Opera Graphica é dedicado ao personagem Fantasma. Omelete.
  21. Marcus Ramone (02/06/2009). Opera Gráfica lança biografia oficial do Fantasma. Universo HQ.
  22. Carlos Costa sobre o lançamento (17/08/2010). Flash Gordon chega ao Brasil por nova editora. HQManiacs.
  23. Marcelo Naranjo (31/05/2011). Editorial Kalaco lança álbum com o casamento do Fantasma. Universo HQ.
  24. Fernando Viti (20 de setembro de 2013). O Fantasma – Piratas do céu – Saga completa. Universo HQ.
  25. Marcelo Naranjo (4 de Abril de 2014). Novo volume com os clássicos do Fantasma está nas bancas. Universo HQ.
  26. Telio Navega (21/07/2014). Um recruta e um herói de volta às tiras. Gibizada/O Globo.
  27. a b Lawrence F. Lowery. The golden age of Big Little Books. [S.l.]: Educational Research and Applications LLC, 2007. 9780976272489
  28. Claude Moliterni, Philippe Mellot. Chronologie de la bande dessinée. [S.l.]: Flammarion, 1996.
  29. Francis Schneider. Lise: la force du doute. [S.l.]: Editions Farel, 2000. 150 pp. ISBN 9782863142479
  30. Sérgio Codespoti (26/02/09). Hermes Press vai relançar as tiras do Fantasma. Universo HQ.
  31. Ota e Francisco Uchoa (janeiro de 2011). "Jornal da ABI #362 - A Cronologia dos Quadrinhos - Parte 2"
  32. , Flávio Braga, Carlos Patati Ediouro, Almanaque dos quadrinhos - 100 anos de uma mídia popular, 2006. ISBN ISBN 9788500016905
  33. a b Alexandre Lancaster. Reformular Para Não Morrer! - Parte 1. Anime Pró.
  34. Roberto Guedes. Entrevista - Rodolfo Zalla. OperaGraphica.com.br.
  35. Levi Trindade. (Outubro 2008). "Homenagem a Gedeone Malagola, uma lenda dos gibis brasileiros" (em português brasileiro). Wizmania (6): 56 a 59 pp.. Panini Comics. ISSN 16795598.
  36. José Salles, Manoel de Souza e Fransérgio Rodrigues. Clássico Nacional - Revista Mundo dos Super-Heróis # 5. [S.l.]: Editora Europa, 2007. 70 a 74 pp.
  37. Roberto Guedes. A Saga dos Super-Heróis Brasileiros. Opera Graphica, 2005 ISBN 8589961230
  38. Penado, O Espírito Que Desanda. Inducks.
  39. a b Reformular Para Não Morrer! - Parte 2.
  40. Marcelo Naranjo (06/08/2003). Fantagor é o novo mangá da Opera Graphica. Universo HQ.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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