Mandrake

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Mandrake, o mágico
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Dados da publicação
Publicado por King Features Syndicate
Primeira aparição 11 de Junho de 1934
Criado por Lee Falk
Phil Davis
Características do personagem
Alter ego Mandrake
Afiliações Collegium Magikos
Inter-Intel
Os Defensores da Terra
Ocupação Mágico profissional
Habilidades Tem o poder de hipnotizar as pessoas instantaneamente e comunicar com outras pessoas telepaticamente.
Projecto Banda desenhada  · Portal da Banda desenhada

Mandrake, o mágico, é um personagem de banda desenhada criado em 1934 por Lee Falk (também autor do Fantasma)[1] . Falk encarregou o desenhista Phil Davis do desenho de suas histórias. Mandrake era um ilusionista que se valia de uma impossível técnica de hipnose instantânea, aplicada com os olhos e gestos das mãos, e de poderes telepatas. Quando o narrador informava que ele executava seu gesto hipnótico, a arma do vilão se transformava em um buquê de rosas ou numa pomba.

O personagem foi baseado em Leon Mandrake, um mágico que fazia performances no teatro pelos anos 20, usando uma cartola, capa de seda escarlate e um fino bigode[2] . O desenhista Davis conheceu Leon, relacionando-se com ele por muitos anos.

Mandrake aparaceu pela primeira vez no Brasil na revista Suplemento Juvenil número 101 de 10 de agosto de 1935, edição de sábado - três estrelas, com a história (título em português) "Sorcin, o sábio louco". A estreia foi antecedida de bastante publicidade nas revistas anteriores daquele título [3] .

Características[editar | editar código-fonte]

Ambientada nos anos trinta, a história nos mostra Mandrake elegantemente vestido em finos ternos, usando cartola e luvas e uma capa forrada em vermelho. Morando em Xanadú, propriedade fantástica no alto de uma colina, combatia os criminosos usando a hipnose como arma. Sua noiva, a princesa Narda de Cockaigne[4] , fictício reino na Europa oriental, e seu companheiro inseparável, Lothar, gigante príncipe africano que abandonou sua tribo para acompanhar o mágico e surrar os bandidos com sua força, eram os personagens mais constantes nas histórias. Lothar, provavelmente, foi o primeiro personagem negro nas histórias em quadrinhos, mesmo que de uma forma caricata, usando roupas de pele e um chapéu típico turco.

Referências

  1. Exposição e revista comemoram 65 anos do Fantasma Universo HQ (30/08/2001).
  2. Gavin Hainsworth, Katherine Freund-Hainsworth. A New Westminster album: glimpses of the city as it was. [S.l.]: Dundurn Press Ltd., 2005. 68 pp. 9781550025484.
  3. Notícias em Quadrinhos número 8, contracapa da revista Superman- 3ª Série número 45 de janeiro de 1968 - Editora Brasil-América
  4. Alberto Villas. Afinal, o que viemos fazer em Paris?. [S.l.]: Globo Livros. 137 pp. 9788525043818.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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