Sai de Baixo

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Sai de Baixo
Informação geral
Formato Sitcom
Duração 60 minutos
Criador(es) Luiz Gustavo
Daniel Filho
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Daniel Filho (1996-1997 e 2000)
Denis Carvalho (1996-2002 e 2013)
José Wilker (1996-2002)
Jorge Fernando (2000-2001)
Cininha de Paula (2001-2002)
Produtor(es) Eduardo Figueira
Elenco Aracy Balabanian
Ary Fontoura
Claudia Jimenez
Claudia Rodrigues
Ilana Kaplan
Lucas Hornos
Luiz Carlos Tourinho
Luiz Gustavo
Marcia Cabrita
Marisa Orth
Miguel Falabella
Tom Cavalcante
Exibição
Emissora de
televisão original
Rede Globo
Viva (reprise e 4 episódios inéditos)
Formato de exibição 480i (SD)
Transmissão original 31 de março de 1996 - 31 de março de 2002
11 de junho de 2013 - 2 de julho de 2013 (Viva)
3 de novembro de 2013 - 24 de novembro de 2013 (Rede Globo)
N.º de temporadas 8
N.º de episódios 245 (lista de episódios)
Cronologia
Último
Último
Sob Nova Direção
Próximo
Próximo
Programas relacionados Toma Lá, Dá Cá

Sai de Baixo é uma sitcom brasileira criada por Luis Gustavo e Daniel Filho, exibida nas noites de domingo pela Rede Globo entre 31 de março de 1996 e 31 de março de 2002, e foram gravados e exibidos 4 novos episódios com parte do elenco original, em comemoração aos 3 anos do canal Viva, entre 11 de junho a 2 de julho de 2013.[1] Os mesmos episódios estão sendo exibidos na Globo entre 3 de novembro a 24 de novembro de 2013, marcando a volta do sitcom aos domingos.

Com episódios escritos por Miguel Falabella, Rosana Hermann, Maria Carmem Barbosa e Euclydes Marinho, dentre outros roteiristas, o programa foi um sucesso de crítica e audiência. Mas, apesar de conquistar um público fiel, foi cancelado em 2001 pela Globo, que decidiu investir no então crescente mercado de reality shows.[2] [3]

Conta com Miguel Falabella, Aracy Balabanian, Luiz Gustavo, Marcia Cabrita e Marisa Orth como protagonistas.

A partir de maio de 2010, passou a ser reprisado pelo canal de TV por assinatura Viva, juntamente com novos episódios já realizados.[4]

Formato[editar | editar código-fonte]

Sai de Baixo fez muito sucesso em seu início, por se diferenciar dos demais humorísticos em exibição à época no Brasil.[5] O formato do programa era diferente também das sitcoms norte-americanas, no sentido de que era bastante informal: por ser gravado no palco de um teatro paulistano, o Procópio Ferreira, estimulava assim a interação com o público. Os atores frequentemente interagiam com a plateia, esqueciam as falas ou riam das próprias situações que estavam encenando. Cada episódio era gravado 2 vezes, e na edição do humorístico eram misturadas as melhores imagens de cada gravação. Muitos dos erros eram editados e não apareciam no final, mas se fosse uma situação que desse graça à história poderia ir ao ar daquela forma.[6]

Vavá (Luis Gustavo) encarnava um chefe de família desastrado e o síndico do edifício residencial em cujo 6° andar morava, Caco Antibes (Miguel Falabella) um genro vagabundo, Magda (Marisa Orth) o estereótipo da mulher fútil e mal-casada, Cassandra (Aracy Balabanian) a mãe de Magda e uma ex-grã-fina que nunca deixou para trás o seu antigo estilo de vida, Edileuza (Claudia Jimenez) a empregada doméstica folgada e desbocada e Ribamar (Tom Cavalcante) o porteiro do edifício que se aproveitava do síndico Vavá.[5]

O palco era a sala de estar de um apartamento localizado no 6° andar de um edifício residencial – apartamento esse com um sofá, uma mesa e uma estante próximas à cozinha, uma vista do Largo do Arouche pelas janelas das sacadas, um banheiro e portas que davam para fora, para os quartos, para o elevador panorâmico externo do edifício, para o banheiro, para a cozinha e um hall para os quartos (o de Vavá, o de Cassandra e o de Caco e Magda) – jamais mostrados. Em 1997, a cozinha começou a aparecer no cenário, porém no ano seguinte deixou de ser mostrada. Em 2000, 8 episódios foram filmados num café fictício chamado Arouche's Place, mas a mudança não foi bem aceita pela audiência: 7 episódios foram ao ar (apenas 1 episódio ficou engavetado), e logo depois o cenário voltou a ser o apartamento.

Ao fim de cada episódio as cortinas do palco se fechavam, como numa peça de teatro. Elas então abriam de novo, quando o elenco poderia ser ovacionado pela plateia.

Apenas um episódio foi apresentado ao vivo, Toma que o Filme é Teu, em 1998. Como não havia maneira de editar erros, os atores tentaram improvisar ao mínimo, evitando também usar palavras chulas. Foi tratado como um evento de gala pela emissora, que convidou uma audiência VIP para o show.

Em 2001, a Rede Globo decidiu encerrar a produção de Sai de Baixo, por considerar sua fórmula repetitiva e desgastada. Para tristeza de parte do elenco, em especial seu idealizador Luis Gustavo, o último episódio do humorístico foi gravado em 18 de dezembro de 2001 e exibido em março do ano seguinte.[2]

Histórico[editar | editar código-fonte]

A comédia se passava em um apartamento, da zona central paulistana

O programa foi idealizado no começo da década de 1990 por Luis Gustavo e Daniel Filho, que tinha a ideia de fazer um humorístico gravado em um teatro com plateia, em formato parecido com o de Família Trapo.

Com o nome inicial de Amigos, Amigos, o roteiro foi oferecido ao SBT, que rejeitou o programa. Foi posteriormente aceita pela Rede Globo, que lhe deu a difícil tarefa de ganhar do Topa Tudo por Dinheiro, programa comandado por Sílvio Santos exibido no mesmo horário que viria a ser ocupado pelo Sai de Baixo - às 22hs dos domingos após o Fantástico.[5]

Na sua estreia, o programa conseguiu chegar a 26 pontos de audiência, empatando com o SBT.[5] [7] A audiência só fez crescer com o decorrer da temporada, que retomou o primeiro lugar para a Rede Globo.

No segundo ano, com a saída de Cláudia Jimenez e a estreia fracassada da atriz Ilana Kaplan, que saiu após apenas 4 semanas, o programa perdeu um pouco seu público, mas continuava bem. A volta ao auge aconteceria na estreia da terceira temporada, com o episódio Toma que o Filme é Teu, transmitido ao vivo. Neste dia, a Rede Globo cravou uma média de 40 pontos na medição do Ibope, com picos de 45.[8] Posteriormente foi revelado que Gimenez deixou o programa devido a brigas com dois diretores e roteiristas do programa, que frequentemente encaixavam nos textos piadas sobre seu peso.[9]

Outros conflitos ajudaram a desfalcar ainda mais o elenco: após desentendimentos com os colegas e com o diretor Denis Carvalho, em maio de 1999 Tom Cavalcante pediu a Marluce Dias da Silva, então diretora-geral da Globo, uma licença de 1 mês de Sai de Baixo para se dedicar à produção do piloto do Megatom – a ser apresentado por ele a partir do início do ano 2000. Marluce aceitou, mas antes da data prevista e ao fim de uma gravação da 4ª temporada de Sai de Baixo, Tom surpreendeu os colegas e a própria produção fazendo um discurso de despedida para a plateia. Como consequência, Tom foi suspenso temporariamente do humorístico – tendo sido mais tarde afastado definitivamente.[10]

A saída de Tom a princípio não afetou a audiência do Sai de Baixo, mas em 2000 foi noticiado que, devido a sucessivas derrotas no Ibope para o SBT, a 5ª quinta temporada seria a última do programa. Naquele ano, estreou na grade global o reality show No Limite, que começou a ser exibido antes do Sai de Baixo. O programa foi conquistando médias razoáveis, com picos de até 50 pontos de audiência. Isso ajudou o Sai de Baixo a recuperar sua própria, que aumentou de 20, no início do ano, a 29, com a ajuda de No Limite. Quando o reality terminou, a média caiu para 24 pontos, o suficiente para evitar o cancelamento da série.[11]

Em 1999, mais um personagem entrou em cena: Caquinho, o filho de Caco e Magda, interpretado pelo garoto Lucas Hornos.[12] Na temporada do ano 2000, entraram para o elenco Ary Fontoura e Luís Carlos Tourinho, quando a família decide abrir um restaurante, o Arouche's Place. O cenário então deixou de ser o apartamento de Vavá e transformou-se no bar. Mas a nova ambientação não foi muito bem aceita, e o apartamento retornou. Ary Fontoura deixou o elenco do programa em 2001. Sobre a mudança de cenário do programa, Daniel Filho comentou: "Também disseram que Sai de Baixo não daria certo, nem tecnicamente, nem junto ao público, e que nada mais era do que uma chanchada boba. Foi um sucesso imediato. No quinto ano do programa, com elenco desfalcado, resolvemos mudar o cenário e o ambiente. Achávamos que renovaria, daria o fôlego necessário. Fizemos as primeiras gravações. Nas duas, o questionário respondeu positivamente. Mais de 80% achavam o programa melhor. Mas, quando foi ao ar, foi rejeitado. Ao vivo era uma coisa, em casa, outra".[13]

Na sexta temporada, Sai de Baixo voltou a sofrer com a queda de audiência e as mudanças frequentes de horário. Com isso, o programa foi retirado do ar para dar lugar à nova temporada de No Limite.[14] A sétima temporada estreou no dia de Natal, às 0h30, competindo com o fenômeno Casa dos Artistas, com média de apenas 12 pontos, que aumentou à medida que a temporada passava.

O programa terminou com 244 episódios, mas alguns não foram ao ar e ficaram engavetados, como os do Arouche's Place; devido ao fracasso do formato, os personagens voltaram para o apartamento e episódios já gravados não foram apresentados. O fim do programa gerou um protesto organizado por alguns fãs, que fizeram abaixo-assinados e até um site na Internet, mas o último episódio acabou sendo exibido em 31 de março de 2002, depois da semifinal do Big Brother Brasil 1, exatamente seis anos depois de seu início, com média de 19 pontos, contra apenas 5 do SBT.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Os Jardins, onde Caco Antibes e Magda moravam

Carlos Augusto "Caco" Antibes e a esposa Magda viviam numa mansão nos Jardins, gozando de todo o luxo de uma vida rica. Cassandra, mãe de Magda, havia ido morar com eles depois da morte de seu marido, o Brigadeiro Salão. Até que um dia, a Receita Federal fez uma auditoria nas contas pessoais de Caco, descobrindo inúmeras maracutaias e falcatruas. Com isso, Caco foi despejado da mansão junto com a esposa e a sogra, tendo todos os seus bens confiscados. Resumindo: ficou na mais completa miséria. Por isso, os três se viram sem opção a não ser procurar moradia no apartamento do irmão de Cassandra, Vanderlei Vavá Mathias, um solteirão dono de uma agência de turismo cuja sede estava no próprio apartamento, a Vavatur, e que oscilava entre bons e maus negócios. Mas Vavá não gostou da chegada de seus parentes, uma vez que considera sua família desabrigada um "bando de loucos irresponsáveis". No entanto, obrigado moralmente (e legalmente, já que Cassandra também é dona do apartamento - ela e o irmão o herdaram do pai deles) a recebê-los, Vavá, sua empregada e fiel escudeira Edileuza e o namorado desta, o porteiro Ribamar, começaram daí a fazer de tudo para infernizar cada vez mais os seus hóspedes indesejáveis.

No entanto, quem passou a viver um inferno foi Vavá, pois a sua família não encontrou o menor problema em se recusar a ajudar nas despesas da casa buscando emprego. Ao contrário, para evitar o trabalho, o malandro Caco sempre surgia com ideias mirabolantes de ganhar dinheiro fácil, fosse de que maneira fosse, enquanto vivia às turras com a sogra Cassandra e aturando as burrices da esposa Magda.

Elenco e personagens[editar | editar código-fonte]

Principais[editar | editar código-fonte]

  • Caco Antibes (Miguel Falabella) — Antes um membro da rica sociedade em São Paulo, Caco Antibes foi vítima de uma auditoria da Receita Federal que descobriu um número ilimitado de maracutaias e falcatruas, algumas delas envolvendo políticos influentes. Com isso, Caco e sua esposa Magda foram despejados de sua mansão junto com a sogra, indo morar no apartamento de Vavá.
  • Magda (Marisa Orth) — Magda Salão Antibes é um perfeito exemplo de analfabetismo adulto: sempre erra nos ditados e nomes, age de uma forma infantil e entojada e é um aborrecimento na cabeça de seu marido, Caco Antibes, aborrecimento só aliviado quando os dois praticam o "Canguru Perneta", nome de uma sugestiva posição sexual.
  • Cassandra (Aracy Balabanian) — A irmã mais velha de Vavá. Mãe de Magda e sogra de Caco Antibes. Foi morar com a filha e o genro após a morte de seu marido, o Brigadeiro Salão, até a Receita Federal confiscar todos os bens de Caco.
  • Vavá (Luis Gustavo) — Vanderley Mathias, mais conhecido como Vavá, é o síndico do Arouche Towers e dono da companhia de turismo VavaTur. Após a morte do Brigadeiro Salão, sua irmã, Cassandra, passou a viver em seu apartamento junto com Caco Antibes e sua esposa, Magda.
  • Neide Aparecida (Márcia Cabrita) — Empregada do apartamento de Vavá a partir da segunda temporada. Era namorada de Ribamar. Deixou o programa na quinta temporada, grávida.

Secundários[editar | editar código-fonte]

  • Edileuza (Cláudia Jimenez) — A empregada do apartamento de Vavá. Além de criada da casa, é grande amiga, confidente e escudeira do patrão. É praticamente a única pessoa em quem ele tem certeza que pode confiar no apartamento. Depois que os parentes indesejáveis passam a ocupar o domicílio, Edileuza vira uma vítima frequente das implicâncias de Cassandra, que se considera tão patroa dela quanto Vavá (mesmo que os dois discordem disso). A personagem atuou no humorístico por apenas um ano, o que é explicado no final do último episódio da primeira temporada quando ela ganha de presente de Natal sua própria CTPS, permitindo-lhe ir atrás de outro emprego.
  • Ribamar (Tom Cavalcante) — O porteiro do prédio. Bonachão, tem um comportamento e trejeitos esquisitos. A razão é que sofreu um grave acidente enquanto andava de bicicleta e ficou mais de uma semana em coma, até que um médico alemão colocou uma placa de platina em sua cabeça. Mas a placa é energizada e capta ondas de rádio, televisão e telefone, o que leva Ribamar a personificar vozes de locutores, de atores, de propagandas e coisas do tipo. Costuma também cortejar Edileuza de várias maneiras, pois ele tem estima e atração por ela.
  • Lucinete (Ilana Kaplan) — Empregada do apartamento de Vavá a partir da segunda temporada. Participou de apenas quatro episódios do programa.
  • Sirene (Cláudia Rodrigues) — Empregada de Vavá a partir do final da quinta temporada.
  • Dona Caca (Miguel Falabella) - Mãe de Caco e sogra de Magda. Caca, assim como seu filho, se considera parte da alta sociedade e é metida a madame, também tendo horror a pobres. Apesar das semelhanças, o relacionamento entre mãe e filho nem sempre é dos melhores, e Caca é do tipo que, mesmo não morando com Caco, muitas vezes vive às custas dos bens do filho e adora abusar, exigindo presentes caros e reclamando da bagunça no apartamento de Vavá. Este por sua vez é apaixonado por Caca e faz de tudo para tentar conquistá-la, sendo vez ou outra correspondido. Por essa e outras razões, Caca é muitas vezes não suportada por Cassandra.
  • Pereira (Ary Fontoura) — Dono do restaurante Arouche's Place. Casou-se com Cassandra. É um tremendo sovina. Aparece apenas na quinta temporada.
  • Ataíde (Luiz Carlos Tourinho) — Puxa-saco de Pereira na quinta temporada e porteiro do prédio a partir da sexta temporada. Entrou no programa para ocupar o espaço deixado pela saída de Ribamar.
  • Caco Jr. (Lucas Hornos) — Filho de Caco e Magda. Participou apenas da quarta e da quinta temporada.

Participações especiais[editar | editar código-fonte]

Ao longo dos seis anos da série, várias foram as participações especiais, além do elenco fixo da Globo: Dercy Gonçalves, Milton Nascimento, Rogéria, Elba Ramalho, Adriane Galisteu, José Wilker e Rita Lee, entre muitos outros.

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

Lista de episódios[editar | editar código-fonte]

Temporada Nº de episódios Estréia Final Ano
1
38
31 de março 29 de dezembro 1996
2
40
30 de março 28 de dezembro 1997
3
40
29 de março 27 de dezembro 1998
4
40
28 de março 26 de dezembro 1999
5
39
2 de abril 31 de dezembro 2000
6
30
1 de abril 21 de outubro 2001
7
14
23 de dezembro 31 de março 2001-2002
8
4
11 de junho 2 de julho 2013

Reapresentação[editar | editar código-fonte]

De 1997 a 1999, foram reapresentados os melhores episódios da temporada anterior durante os primeiros meses do ano, servindo de "aquecimento" para a temporada começada em abril. Em 2000, a Globo preferiu fazer um "balanço" dos quatro anos anteriores, reapresentando episódios dos anos anteriores, sem compromisso com ordem cronológica e sucesso dos episódios, ao contrário das anteriores. Em 2001, não houve reprise dos episódios, devido ao reality-show No Limite 2, que ocupou o horário. E os últimos episódios, de 2002, foram ao ar de janeiro a março, só que inéditos - houve uma interrupção de setembro a dezembro de 2001 devido à outra edição de No Limite.

Na madrugada de 25 para 26 de janeiro de 2004, foi reapresentado o primeiro episódio, "A Festa de Babete", dentro das festividades dos 450 anos de São Paulo. Mesmo indo ao ar tão tarde, curiosamente o áudio dos palavrões pronunciados pelos personagens foi apagado.

A partir de janeiro de 2005, o canal pago Multishow reprisou os primeiros 17 episódios do humorístico, em comemoração aos 40 anos da Rede Globo.

Os demais episódios do primeiro ano, do 18º ao 26º, só foram reapresentados uma única vez, em fevereiro e março de 2006 - quando o "Sai de Baixo" foi retirado da grade do Multishow.

De acordo com pesquisa divulgada pela imprensa em 2005, só o Sai de Baixo agradou à maior parte do público quando foi reapresentado em comemoração aos 40 anos da Rede Globo. Como resultado, o Sai de Baixo continuou a ser reapresentado, ao contrário da TV Pirata e da Armação Ilimitada, que também foram reprisados no canal, mesmo depois do final das comemorações de aniversário.

Na madrugada dos dias 25 de janeiro e 26 de janeiro de 2004, em comemoração aos 450 anos de São Paulo, foi reprisado o 1º episódio do programa A Festa de Babete.

A partir de 18 de maio passou a ser reprisado pelo canal Viva, da Globosat.

Sai de Baixo volta na programação do Canal Viva para comemorar o aniversário da emissora da TV paga, em junho de 2013, numa temporada de 4 episódios.

Novos episódios[editar | editar código-fonte]

Depois de dez anos fora do ar, o humorístico Sai de Baixo teve quatro novos episódios realizados pelo Viva. As edições especiais foram rodadas na mesma casa onde o programa viveu seus seis anos de sucesso, o Teatro Procópio Ferreira em São Paulo. Inicialmente planejadas para o fim de outubro e início de novembro, as gravações foram realizadas nos dias 4, 5, 11 e 12 de junho de 2013. A mudança se deveu a uma incompatibilidade de agendas do elenco, que só poderia se reunir novamente naquele período.

Miguel Falabella, Marisa Orth, Aracy Balabanian, Luis Gustavo e Marcia Cabrita participaram no projeto. Os especiais foram ao ar originalmente na comemoração de três anos do VIVA, em junho de 2013. A direção ficou a cargo de Dennis Carvalho, que comandou o programa original entre 1997 e 2001. Também como na primeira versão, Miguel Falabella participou da criação dos textos nos novos episódios. No entanto, dois personagens famosos não apareceram. Tom Cavalcante e Claudia Jimenez, que viveram Ribamar e Edileuza respectivamente não acertaram suas participações com o canal pago. Cláudia, inclusive, se recuperava de uma recente cirurgia no coração. Nos dias 3, 10, 17 e 24 de novembro de 2013 a Rede Globo exibiu os episódios depois do Fantástico, exatamente na mesma faixa que consagrou o humorístico.

O canal Viva está reexibindo os 4 episódios inéditos gravados em junho de 2013 nos dias 2, 3, 4 e 5 de dezembro de 2013. Os episódios inéditos também foram transmitidos pelo canal Globo Premium em Portugal.[15]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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