A Próxima Vítima (telenovela)

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A Próxima Vítima
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 45 min. aproximadamente
Criador(es) Sílvio de Abreu[1]
País de origem  Brasil

Inadequado para menores de 14 anos i DEJUS (Brasil)[2] Permitido para todas as idades i DEJUS (Brasil)(Canal Viva)

Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Jorge Fernando
Elenco Suzana Vieira
José Wilker
Tony Ramos
Cláudia Ohana
Aracy Balabanian
Gianfrancesco Guarnieri
Natália do Vale
Viviane Pasmanter
Lima Duarte
Marcos Frota
Cecil Thiré e elenco
Tema de abertura Vítima - Rita Lee & Roberto de Carvalho[1]
Transmissão original 13 de março de 1995[1]3 de novembro de 1995[1]
Nº de episódios 203 (original)
110 (reprise no Vale a Pena Ver de Novo)
Cronologia
Último
Último
Pátria Minha
Explode Coração
Próximo
Próximo

A Próxima Vítima é uma telenovela brasileira que foi produzida e exibida pela Rede Globo de 13 de março a 3 de novembro de 1995 no horário das oito e teve 203 capítulos, substituindo Pátria Minha e substituída por Explode Coração.

Foi escrita por Sílvio de Abreu com a colaboração de Alcides Nogueira e Maria Adelaide Amaral e dirigida por Jorge Fernando, Rogério Gomes e Marcelo Travesso.

Contou com José Wilker, Tony Ramos e Susana Vieira como protagonistas. Aracy Balabanian, Lima Duarte, Marcos Frota, Natália do Vale, Tereza Rachel, Vivianne Pasmanter e Yoná Magalhães como co-protagonistas e Alexandre Borges, Cecil Thiré e Cláudia Ohana como antagonistas centrais.

Foi reprisada no Vale a Pena Ver de Novo entre 10 de julho e 8 de dezembro de 2000 em 110 capítulos, substituindo Tropicaliente e antecedendo Roque Santeiro. Está sendo reprisada novamente, agora pelo Canal Viva, desde 9 de setembro de 2013 às 16h15, substituindo Renascer. A partir de 17 de fevereiro de 2014, a Rede Globo inverteu os horários do Vale a Pena Ver de Novo e Sessão da Tarde, fazendo com que o Viva apresentasse A Próxima Vítima mais cedo, às 14h30, para que o público acompanhe as novelas nas duas emissoras das Organizações Globo.[3]

Em 2012, foi eleita pelo Portal Terra uma das cinquenta melhores novelas de todos os tempos.[4]

Produção[editar | editar código-fonte]

  • Uma das cenas mais fortes da novela aconteceu no capítulo 50, exibido em 9 de maio de 1995. Nele, Isabela (Cláudia Ohana) é empurrada da escada da mansão por Diego (Marcos Frota) no dia do seu casamento, logo após descobrir que Isabela o traía com Marcelo (José Wilker).
  • Destaque para a antológica interpretação de Aracy Balabanian, que brilhou como Filomena, a chefe da Família Ferreto, uma espécie de "Don Corleone de saias".
  • A atriz Cláudia Raia fez uma participação especial na última cena do último capítulo, como uma mulher que acabara de ser assassinada em uma praça pública.[1]
  • A Próxima Vítima foi reexibida na sessão Vale a Pena Ver de Novo entre 10 de julho e 8 de dezembro de 2000 em apenas 110 capítulos (93 capítulos a menos do que em sua exibição original, em 1995), às 14h20, de modo que a revelação do assassino das vítimas foi diferente do da exibição original.
  • A novela fez um mega sucesso na Rússia, no ultimo capítulo exibido lá no dia 14 de maio de 1997 fez com que a cidade de Moscou parasse por uma hora para descobrir que era o assassino da trama. Esse fato também aconteceu em Portugal, Venezuela e claro aqui no Brasil.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Ana (Suzana Vieira), é amante de Marcelo (José Wilker) há vinte anos, com quem tem três filhos. Ana é uma mulher forte, batalhadora e dona de uma cantina italiana. Marcelo, por sua vez, é um aproveitador e mau-caráter. Ele é casado, por interesse, com uma mulher bem mais velha, a rica Francesca Ferreto (Tereza Rachel), mas vive um tórrido romance com a jovem, inescrupulosa e fogosa Isabela Ferreto (Cláudia Ohana), além de manter sua relação de anos com Ana. Sobrinha de Francesca, Isabela é noiva do rico e apaixonado Diego (Marcos Frota), que desconhece seu verdadeiro caráter.

A mansão dos Ferreto é o cenário para as traições de Marcelo e Isabela. Lá, também mora o casal Eliseo (Gianfrancesco Guarnieri) e Filomena (Aracy Balabanian). Irmã de Francesca, Filomena controla os negócios da família com punhos de ferro. Dominadora, ela manipula a vida de muitos personagens, principalmente a do marido, um homem humilhado e submisso. Carmela (Yoná Magalhães), a irmã mais nova de Francesca e Filomena, também vive na mansão. Ambiciosa e ressentida por ter sido abandonada pelo marido, ela vê na filha Isabela sua grande esperança para conseguir um lugar de destaque no mundo. Ao longo da novela, Carmela se envolve com o jovem Adriano (Lugui Palhares). Na mesma mansão, mora a quarta irmã Romana (Rosamaria Murtinho), irmã mais velha de Filomena, Carmela e Francesca, que sustenta o gigolô Bruno (Alexandre Borges). Elegante e rica, adora dinheiro e sabe desfrutar muito bem dos prazeres que ele proporciona. Tem um temperamento forte como o de Filomena, a quem não suporta, sendo a única mulher da trama com personalidade e força para enfrentá-la.

Com o passar do tempo, Francesca descobre o romance entre Marcelo e Ana e fica inconformada com o fato de ele ter três filhos com a amante. Logo no início da trama, Cesca vai viajar para surpreender seu marido com a amante e surge a notícia de que ela foi morta por envenenamento na própria sala do aeroporto.

Uma série de assassinatos, aparentemente sem motivo e conexão entre si, ocorre no desenrolar da trama. Instigada com a seqüência de mortes inexplicáveis, a jovem estudante de direito Irene (Vivianne Pasmanter) tenta descobrir não só o matador, mas quem será a próxima vítima. Ela inicia uma minuciosa investigação dos fatos, depois de ter o pai e a tia também assassinados. Irene descobre uma lista com códigos. É a famosa lista do "Horóscopo Chinês" com a data de nascimento de todas as sete vítimas.

Enquanto Irene trabalha como detetive, novas mortes vão acontecendo. A já citada lista do "Horóscopo Chinês", recebida pelas vítimas antes do crime, é só o que há de comum entre todas as mortes.

Zé Bolacha (Lima Duarte), é um alegre caminhoneiro, contador de histórias, que adora Guimarães Rosa e faz citações poéticas. Ele acaba se envolvendo com Irene, que é muito mais jovem. Ela, por sua vez, é filha de Helena (Natália do Vale), que se interessa por Juca (Tony Ramos), filho de Bolacha, formando um quadrilátero de paixões entre as duas famílias.

Simplório e verdadeiro, Juca é meio-irmão de Marcelo e dono de uma barraca de frutas no mercado municipal de São Paulo. Alheio ao amor de Helena, ele é perdido e irremediavelmente apaixonado por Ana.

Em uma de suas principais tramas paralelas, o autor abordou a questão do preconceito de brancos contra negros e vice-versa. A intenção era discutir se na verdade o grande preconceito no Brasil era o social, mais do que o racial. Para isso, um dos núcleos dramáticos é composto por uma família negra de classe média. O pai, Cleber Noronha (Antônio Pitanga), é um contador íntegro que trabalha para várias empresas. Casado com Fátima (Zezé Motta), uma secretária executiva, ele constrói uma família bem-sucedida. Os filhos são Sidney (Norton Nascimento), um gerente de banco, Jefferson (Lui Mendes), estudante de direito, e Patrícia (Camila Pitanga), que sonha em ser modelo.

A relação homossexual entre Jefferson e Sandro (André Gonçalves), filho de Ana e Marcelo também foi outro ponto alto de "A Próxima Vítima". O envolvimento entre os dois rapazes causou grande impacto sobre o público; com o agravante de ser um negro, e o outro, branco.

Lucas (Pedro Vasconcelos), no início da trama aparece internado numa clínica para dependentes químicos. Na trajetória do personagem mostrava-se a dificuldade enfrentada por ex-dependentes em se manter distantes dos entorpecentes.

Quitéria Quarta-Feira (Vera Holtz) é a melhor amiga e o apoio de Ana. Apesar do nome exagerado, não se trata de uma caricatura, é uma mulher digna e generosa. Prostituta por opção, ainda exerce a profissão e não faz disso um drama: tem grande alegria de viver.

Já a personagem Júlia Braga (Glória Menezes), tia de Irene, uma milionária que chega ao Brasil e se envolve numa campanha em prol dos menores de rua, serviu para discutir a questão do abandono no Brasil. A personagem foi inspirada na artista plástica Yvone Bezerra de Mello, que se dedicava intensamente à causa na época e que ajudava algumas das crianças que foram mortas na Chacina da Candelária em 1993, e em seu livro As ovelhas desgarradas e seus algozes.

As vítimas

Os bairros da Mooca e do Bixiga serviram de cenário para as gravações externas.
  • Giggio de Angelis: foi assassinado a tiros em 1968. Sua morte gerou os assassinatos posteriores. Em 1995, foi por queima de arquivo. Em 2000, foi por vingança.
  • Leontina Mestieri: a sela do cavalo no qual andava foi afrouxada de propósito. Ela caiu e bateu a cabeça em uma pedra.
  • Paulo Soares (Arnaldo Roncalho): atropelado pelo Opala preto no primeiro capítulo.
  • Hélio Ribeiro: envenenado por um uísque na sala VIP do aeroporto
  • Josias da Silva: empurrado na linha do trem.
  • Júlia Braga: Seu Uno foi fechado pelo Opala preto. O assassino saiu do Opala, e apontou uma arma para ela, atirando em seu peito sem lhe dar a menor chance de defesa. Morreu horas mais tarde no hospital.
  • Ivete Bezerra: morta a pauladas em casa. Já havia sofrido um atentado e passou a fingir uma total invalidez. Ao ser descoberta pelo assassino, não escapou do segundo atentado.
  • Kléber Noronha: empurrado no poço do elevador do prédio onde morava.
  • Ulisses Carvalho: morto numa explosão da pizzaria.
  • Eliseo Giardini: asfixiado por monóxido de carbono após levar uma coronhada na garagem da mansão dos Ferreto.
Assassinos e Assassinatos
  • Versão brasileira - Adalberto Vasconcellos matou 10 pessoas: Giggio di Angelis, as sete testemunhas do crime por queima de arquivo, Eliseo Giardini (a testemunha verdadeira) e Ulysses Carvalho (o informante), Isabela matou Andréa e Bruno matou Romana por vingança, Olavo matou Adalberto no final da trama.
  • Versão internacional - Eliseo matou Giggio. Bruno matou Eliseo. Ulisses assassinou as sete testemunhas do assassinato do Giggio por vingança, forjou a própria morte e suicidou-se no final da trama ao ser descoberto por Olavo e Miroldo.

Paralelo aos assassinatos misteriosos em série, outros dois assassinatos ocorreram na trama, planejados ou executados pela vilã Isabela. O primeiro foi o de Andréa Barcelos, secretária do Frigorífico Ferreto, assassinada com um tiro pela vilã. Depois, foi Romana Ferreto, que foi afogada por Bruno na piscina da mansão dos Ferreto enquanto estava dopada. Bruno executava um plano de Isabela.

Na versão brasileira, veiculada em 1995, deve-se se lembrar que Ulisses Carvalho e Eliseo Giardini são as vítimas principais, já que Eliseo sabia que o assassino era Adalberto e Ulisses era um informante. Ao descobrir que Eliseo era a única e verdadeira testemunha de seu crime no passado e quando Ulysses não era mais necessário, assassinou os dois.

Na versão reprisada no ano 2000 (internacional), como Ulisses forjara a própria morte, significava que Eliseo era a principal vítima, já que este assassinara Giggio. Subornadas, as 7 testemunhas acusaram um contador do frigorífico que era pai de Ulisses. Quando descobre que seu pai morre na prisão, ele e Bruno, seu filho, decidem se vingar das testemunhas e de Eliseo, este assassinado por último.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator[5] [6] Personagem[5] [6]
José Wilker Marcelo Rossi
Suzana Vieira Ana Carvalho
Cláudia Ohana Isabela Ferreto Vasconcellos Rossi
Tony Ramos José Carlos Mestieri (Juca)
Aracy Balabanian Filomena Ferreto Giardini
Gianfrancesco Guarnieri Eliseo Giardini
Natália do Vale Helena Braga Ribeiro
Cecil Thiré Adalberto Vasconcellos
Vivianne Pasmanter Irene Braga Ribeiro
Lima Duarte José Mestieri (Zé Bolacha)
Yoná Magalhães Carmela Ferreto Vasconcellos (Cacá)
Marcos Frota Diego Bueno
Paulo Betti Detetive Olavo Rodrigues de Melo
Vera Holtz Quitéria Bezerra (Quitéria Quarta-Feira)
Nicette Bruno Nina Jiovanni
Flávio Migliaccio Vittorio Jiovanni (Vitinho)
Otávio Augusto Ulisses Carvalho
Tereza Rachel Francesca Ferreto Rossi
Rosamaria Murtinho Romana Ferreto
Alexandre Borges Bruno Biondi
Zezé Motta Fátima Noronha
Antônio Pitanga Cléber Noronha
Vera Gimenez Andréa Barcellos
Mila Moreira Carla
Norton Nascimento Sidney Noronha
Isabel Fillardis Rosângela Moraes
André Gonçalves Sandro Carvalho Rossi (Sandrinho)
Lui Mendes Jefferson Noronha
Selton Mello Antônio Carlos Mestieri (Tonico)
Deborah Secco Carina Carvalho Rossi
Eduardo Felipe Giulio Carvalho Rossi
Camila Pitanga Patrícia Noronha
Roberto Bataglin Cláudio Ramos
Georgiana Góes Iara Mestieri
Pedro Vasconcelos Lucas Braga Ribeiro
Lugui Palhares Adriano Raposo do Amaral
Liana Duval Ivete Bezerra
José Augusto Branco Josias da Silva
Lídia Mattos Diva da Silva
Vítor Branco Alfredo Bianchini
Patrícia Travassos Solange Lopes
Edgard Amorim Miroldo
Andréa Avancini Teca
Nizo Neto Marco
Lucy Mafra Alcina
Hilda Rebello Zulmira
Marcelo Barros Cuca
Catarina Abdalla Marizete
Washington Gonzales Eduardo da Silva (Duda Maluco)
Patrick de Oliveira Arizinho
Glória Menezes Júlia Braga
Francisco Cuoco Hélio Ribeiro
Maria Helena Dias Leontina Mestieri
Carlos Eduardo Dolabella Giggio (Luigi) de Angelis
Reginaldo Faria Paulo Soares/Arnaldo Roncalho
Renata Schumann Sabrina de Melo
Marcelo Barros Cuca
Dalmo Cordeiro Giba
Carliane Ribeiros Ingrid (neta de Zulmira)
Vanda Lacerda Tia Anunciata Ferreto
Norma Geraldy Tia Úrsula Ferreto
Mauro Mendonça Otávio Bueno
Tânia Scher mãe de Diego
Jonas Bloch Delegado
Emiliano Queiroz Antônio Quintela (advogado)
Lauro Góes Dr. Felipe Barreto
Castro Gonzaga Tio de Paulo Soares/Arnaldo Roncalho
Antônio Fagundes Astrogildo
Élcio Romar Investigador Eurípedes Lopés
Denise del Cueto Clarisse
Marco Miranda Advogado de Filomena
Dary Reis Delegado
Danielle Winits Ana jovem
Gilberto Sálvio Pai de Ana e Ulisses
Cláudia Raia Mulher misteriosa
Marcelo Rocha (jovem sem fala)
Jefferson Douglas Delegado Federal
Wesley Pereira Queiroz Advogado
Samir Muratti Roberval Correa (taxista)

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

A Próxima Vítima
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
A Próxima Vítima Internacional
Próximo
Próximo
# Título Música Duração
1. "Quem é Você"   Simone  
2. "Sereia"   Lulu Santos  
3. "Pacato Cidadão"   Skank  
4. "Trilhas (Traces)"   Guilherme Arantes  
5. "Happy Hour"   Eduardo Dusek  
6. "Aliás"   Djavan  
7. "Vítima"   Rita Lee & Roberto de Carvalho  
8. "Pareço Um Menino"   Fábio Jr.  
9. "Aleluie-me, Baby"   Bad Girls[1]  
10. "Catedral (Cathedral Song)"   Zélia Duncan  
11. "Alguém Que Olhe Por Mim (Someone To Watch Over Me)"   Cauby Peixoto (part. esp. Gal Costa)  
12. "Io Che Amo Solo a Te"   Sergio Endrigo[1]  
13. "Estação São Paulo"   Adriana Ribeiro (part. esp. Demônios da Garoa)  
14. "E Lucevan Le Stelle"   Fernando Portari[1]  

Internacional[editar | editar código-fonte]

A Próxima Vítima - Internacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1995
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
A Próxima Vítima Nacional
Próximo
Próximo


# Título Música Duração
1. "Black Roses"   Inner Circle  
2. "I Live My Life for You"   FireHouse  
3. "Be My Lover (Radio Edit)"   La Bouche  
4. "I Got a Name"   Jim Croce  
5. "More Than a Woman"   Flava To Da Bone  
6. "Bizarre Love Triangle"   Frente!  
7. "No More I Love You's"   Annie Lennox  
8. "Let's Stay Together"   Bobby Ross Avila  
9. "Holding On To You"   Terence Trent D'Arby[1]  
10. "Around The World"   East 17  
11. "That's The Way"   Double You  
12. "Independent Love Song"   Scarlet[1]  
13. "Tough Girl"   Martine  
14. "Fotonovela"   Alexis San Nicolas[1]  

Audiência[editar | editar código-fonte]

Estreou com uma média de 52 pontos.

Teve média geral de 51 pontos, sendo um fenômeno de audiência. Seu último capítulo marcou 64 pontos.

Sua reprise teve média de 16 pontos.

Prêmios[editar | editar código-fonte]

APCA (1995)
  • Melhor novela[7]
  • Melhor atriz - Aracy Balabanian (Empatada com Laura Cardoso por Irmãos Coragem)[7]
  • Melhor ator coadjuvante - Flávio Migliaccio[7] [8]
Prêmio Contigo! (1996)
  • Melhor novela[9]
  • Participação especial feminina - Rosamaria Murtinho[9]
  • Participação especial masculina - Alexandre Borges[9]
  • Melhor vilã - Cláudia Ohana[9]
  • Melhor figurino - Helena Brício[9]
  • Melhor autor - Sílvio de Abreu[9]
  • Melhor diretor - Jorge Fernando[9]
  • Melhor maquiagem - Lindalva Veronez[9]
  • Melhor cenário -[9]
  • Melhor abertura - Hans Donner[9]
Troféu Imprensa (1995)
  • Melhor novela
  • Melhor atriz - Aracy Balabanian

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s Memória Globo. A Próxima Vítima. Página visitada em 10/11/2009.
  2. Classificação indicativa. Ministério da Justiça. Página visitada em 20 de fevereiro de 2014.
  3. Viva muda horário de novela para evitar concorrência com a Globo. Notícias da TV. UOL (4 de fevereiro de 2014). Página visitada em 7 de fevereiro de 2014.
  4. Las 50 mejores telenovelas de todos los tiempos (em espanhol). Portal Terra. Página visitada em 13 de março de 2012.
  5. a b Memória Globo. Ficha Técnica. Página visitada em 10/11/2009.
  6. a b Teledramaturgia. A Próxima Vítima - Elenco. Página visitada em 11/10/2013.
  7. a b c Associação Paulista de Críticos de Arte. Os Melhores da APCA. Página visitada em 10/11/2009.
  8. Memória Globo. Biografia Flávio Migliaccio. Página visitada em 10/11/2009.
  9. a b c d e f g h i j Contigo!. 1º Prêmio Contigo! (1996) - Vencedores. Página visitada em 10/11/2009.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]