JK (minissérie)

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JK
José Wilker, que interpletou JK (segunda fase)
Informação geral
Formato Minissérie
Duração 40 a 45 min. aproximadamente
Criador(es) Maria Adelaide Amaral e
Alcides Nogueira
País de origem Brasil
Idioma original Português
Produção
Narrador(es) José Wilker
Elenco José Wilker
Marília Pêra
Wagner Moura
Débora Falabella
Deborah Evelyn
Eva Wilma
Alessandra Negrini
Letícia Sabatella
Marília Gabriela
Camila Morgado
Débora Bloch
Eliane Giardini
Mariana Ximenes
Ilya São Paulo e grande elenco.
Tema de abertura Peixe Vivo, Milton Nascimento
Exibição
Transmissão original 3 de janeiro de 200624 de março de 2006
N.º de temporadas 1
N.º de episódios 47

JK foi uma minissérie brasileira de televisão exibida pela Rede Globo de 3 de janeiro a 24 de março de 2006, com 47 capítulos. Baseada na biografia do ex-presidente do Brasil Juscelino Kubitschek. A minissérie foi escrita pela dramaturga Maria Adelaide Amaral, conhecida por se envolver em produções do gênero, e por Alcides Nogueira, além de Geraldo Carneiro, com a colaboração de Letícia Mey e Rodrigo Arantes do Amaral.

Dirigida por Dennis Carvalho, Amora Mautner, Vinícius Coimbra, Maria de Médicis e Cristiano Marques, o drama procura aliar aos fatos históricos um enredo e personagens fictícios, envolvendo diferentes núcleos dramáticos com características típicas das novelas exibidas pela mesma emissora.

Contou com José Wilker, Wagner Moura, Marília Pêra, Débora Falabella, Mariana Ximenes, Deborah Evelyn, Caco Ciocler, Cássia Kis, Samara Felippo, Letícia Sabatella e Alessandra Negrini nos papéis principais.

Foi o último trabalho do ator Raul Cortez, falecido em 18 de julho de 2006, que fez uma participação vivendo o Ministro da Fazenda de Getúlio Vargas, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada.

Trama[editar | editar código-fonte]

A minissérie é dividida em duas fases e acompanha a vida de Juscelino Kubitschek desde a infância, sendo que no primeiro episódio é retratada a morte de seu pai, João César Oliveira, quando ele ainda era um garoto. Logo, porém, a minissérie avança para a vida adulta de Juscelino que, tendo se formado em Medicina e se casado com uma jovem aristocrata, passa a participar da vida política de Belo Horizonte e Minas Gerais. Grande parte do apelo dramático da minissérie se encontra, durante este momento, na tensão entre o desejo reprimido de Juscelino em lançar-se à vida pública e sua relação com a esposa, Sarah, que não deseja que o marido se torne político como seu pai. Esta tensão gerou um conflito que perdurou durante praticamente toda a primeira fase da minissérie. Na segunda fase, estando a família Kubitschek já acostumada à vida pública de Juscelino, focaliza-se a ascensão política de Juscelino e, segundo previsões, o desafio enfrentado por ele para chegar à presidência (enfrentando tentativas de golpe) e a construção daquele que seria seu maior e mais criticado empreendimento, a cidade de Brasília.

Um dos pontos mais polêmicos da produção, porém, segundo algumas das críticas publicadas pela imprensa, foi o da inclusão de todo um conjunto de personagens fictícios que, segundo a minissérie, possuiria relações familiares com o protagonista, Kubitschek. Este conjunto de personagens criou um segundo núcleo dramático à minissérie, sendo muitas vezes mais focalizado que o núcleo principal durante diversos episódios e que contribui para atribuir um tom relativamente folhetinesco à produção, que do contrário ficaria restrita aos acontecimentos pretensamente históricos.

Ambiente[editar | editar código-fonte]

Congresso Nacional

Além do estúdio, no Projac, foram gravadas cenas em ambientes externos. Durante 32 dias foram gravadas 140 cenas em Tiradentes, onde segundo o diretor Dennis Carvalho, parecia uma cidade cenográfica pois os habitantes da cidade já se acostumaram com o elenco, e quando foram embora até sentiriam falta. Algumas das cenas, principalmente as do primeiro capítulo, na cidade natal de Juscelino, a famosa Diamantina, nas ruas do centro histórico de Santos, e também em Belo Horizonte. A fazenda do Coronel Licurgo também é um ambiente externo.

Para reproduzir Brasília em um cerca de um mês tiveram que usar muita computação gráfica. Na cena da comemoração da posse, na Avenida Rio Branco, com multidão e muitos carros, que vai ao ar na estreia, também foi usada computação.

Danças[editar | editar código-fonte]

Juscelino sempre teve fama de pé-de-valsa e por isso muitos dos atores tiveram aulas de dança para se adaptar as danças da época. As aulas de dança aconteceram com o professor, bailarino e coreógrafo Jaime Arôxa. O professor ficou satisfeito com o resultado. Entre os que atores que tiveram que aprender a dançar estão os que interpretam JK, Sarah, Salomé, Naná, Amália, Leonardo Faria, Zinque, entre outros. Entre os estilos da época que aparecem na minissérie estão a valsa, o tango, o cake walk, e o maxixe.

Processo de criação das personagens[editar | editar código-fonte]

Como em toda atuação, o ator tem que construir a personagem, e como no caso são personagens reais, é necessária pesquisa sobre a época, e tudo o que envolve o personagem na época em que viveu, cada ator faz isso sua maneira.

Wagner Moura[editar | editar código-fonte]

Terminando de fazer a telenovela A Lua me Disse, a convite de Dennis Carvalho pelo seu excelente trabalho demonstrado até aí aceitou ingressar na minissérie sobre o presidente JK.

Interpretou JK durante toda a primeira fase, dos 18 aos 43 anos, o que foi a sua primeira minissérie, primeiro trabalho de época para TV, primeiro personagem real e primeiro trabalho com o diretor Dennis Carvalho.

Para criação do personagem, Wagner procurou se informar sobre tudo de JK, leu todas biografias possíveis, inclusive a que o próprio JK escreveu, que segundo o ator foi muito importante. Estudou também a política da época vivida pelo personagem, principalmente de 1930 até 1964, e também a parte teórica de estudo da época. O ator não teve nenhum contato com a família Kubitschek, só foi conhecer alguns membros da família, na festa de estreia da minissérie, o que o deixou bastante feliz. Os familiares deram um bom retorno para o trabalho da minissérie, segundo o ator.

Para interpretá-lo, Wagner tentou unir as principais características de Juscelino, o otimismo, o desenvolvimentismo, a perseverança, o bom-humor, a fé no futuro e na humanidade, e como ele disse: procurei isso tudo dentro de mim. O ator também teve que anular ao máximo seu sotaque baiano e carioca. Teve aulas com uma professora de prosódia para tal. Disse alguns do elenco investiram no mineirismo, como Julia Lemmertz. Gosta muito de dançar, e também teve que aprender a dançar valsa, e outras danças da época. Definitivamente Wagner Moura não foi o mesmo depois de JK, foi com essa minissérie que realmente ganhou credibilidade com os grandes diretores brasileiros, depois de JK faria vários filmes e novelas, nos quais aumentaria seu destaque dramatúrgico. Essas informações foram retiradas de uma entrevista no site da minissérie.[1]

José Wilker[editar | editar código-fonte]

Para o ator, que interpreta JK na segunda fase da trama, a história do Brasil pode ser interessante se abordada de inúmeros pontos. É interessante como ficção, é interessante como história de terror, é interessante como comédia e é interessante também, por incrível que pareça, como política, como sociologia e como ciência. Nem ele sabe ao certo como desenvolve o personagem, mas diz que é necessário ter essa base da história. A partir de então ele se baseia nos textos que os diretores lhe dão. Também chegou a conversar com Wagner Moura, que interpreta JK quando jovem, mas queria ter mais tempo para poder conversar sobre mais coisas, e mais detalhes. Wilker fala que têm simpatia por JK, e respeita pessoas que sonham, que têm um projeto e que criam as condições para realizar isso. Também fala que gosta de interpretar esse tipo de personagens, que por todos já terem uma imagem e saberem quem foi, gera um confronto de visões. Essas informações foram retiradas de uma entrevista no site da minissérie.[2]

Juliana Mesquita[editar | editar código-fonte]

Interpretando a personagem Naná, ela faz seu papel principal na TV. Para o preparo da personagem, Juliana Mesquita teve que usar um alongamento por quase quatro meses para conseguir enrolar seu cabelo. Para montar a personagem, pesquisou na internet, em livros, e biografias. Lá conseguiu achar informações sobre a vida política da personagem, mas ainda faltava a vida pessoal. Em um workshop de um autor de uma biografia de JK, o autor lhe passou o telefone de um primo que viveu com Naná. O primo de Naná, além de lhe ajudar muito com informações, lhe passou o telefone de Beatriz, filha de Naná na vida real. Juliana ligou, e quando disse que ia interpretar o papel de Naná, a filha Beatriz, da vida real, teve um choque, ficando muito feliz. Mais tarde conversaram pessoalmente. Também teve reuniões com Denise del Vecchio, atriz que representa Naná na segunda fase da minissérie. Essas informações foram retiradas de um chat realizado em um site na internet.[3]

Personagens[editar | editar código-fonte]

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Núcleo Real[editar | editar código-fonte]

Primeira Fase[editar | editar código-fonte]

  • Juscelino Kubitschek – Protagonista da série, teve infância pobre em Diamantina, mas estudou no seminário e depois conseguiu passar num concurso para telegrafista. Então se mudou para a capital, Belo Horizonte, onde cursou a faculdade de Medicina. Mais tarde se especializou em urologia na França, onde conheceu várias pessoas importantes. Depois viajou por outros lugares do mundo. Quando voltou ao Brasil, se casou com Sarah, com quem teve uma filha, Márcia, e adotou outra, Maria Estela. Era boêmio, jovial e alegre como o pai, e disciplinado e responsável como a mãe. Bem-humorado, simpático, determinado, inteligente, além de sempre ser otimista. Gostava muito de dançar. Entrou para a política como chefe de gabinete a convite de Benedito Valadares, governador de Minas Gerais e seu amigo. Em 1934, foi eleito pela primeira vez Deputado Federal, que o seria novamente em 1945. Em 1940 é nomeado prefeito de Belo Horizonte. E em 1950 é eleito governador de Minas Gerais. Em 1956, é eleito finalmente, Presidente da República. Em 1962, foi eleito senador por Goiás. Pretendia voltar a presidência, em 1965, porém o Golpe Militar de 1964, o impediu. Seus direitos políticos foram cassados em 1968, por tentar organizar oposição ao governo ditatorial.
Copacabana Palace, onde passaram o Ano Novo de 1931, um dia após se casarem.
  • Sarah Kubitschek - Sarah Lemos, é filha de uma família tradicional de Belo Horizonte. Se apaixona por JK logo na primeira vez em que o vê. Quando Juscelino decidiu ir se especializar em urologia na Europa, rompeu o noivado, e não respondeu as cartas dele. Mas tarde, aconselhada por sua mãe, resolveu espera-lo. Quando ele volta da Europa, Sarah esperava radiante no cais do porto do Rio de Janeiro. Em 30 de dezembro de 1931, finalmente se casam na então capital federal. No dia seguinte comemoram o casório e o Ano Novo no famoso Hotel Copacabana Palace. Desejava ter filhos, mas foram 11 anos de tentativas até nascer Márcia. Anos depois, o casal adota Maria Estela. Era enérgica, determinada, bem-educada, e consciente de sua categoria social. Apesar de conservadora e não gostar de política, esteve surpreendentemente à frente de seu tempo. Foi uma das primeiras-damas mais ativas do país e cumpriu exemplarmente seu papel, mas sofreu por amar Juscelino em proporção maior do que ele a amava. Entre as primeiras-damas do Brasil, foi a primeira a se engajar em obras sociais.
  • Júlia Kubitschek - Mãe de Juscelino e Naná, era professora primária em Diamantina. Passou a cuidar, desde seus 28 anos quando ficou viúva, de seus dois filhos. Teve influência muito grande durante toda a vida de JK. Tinha ascendência tcheca e era uma mulher dura e persistente. Seu amor pelos filhos era demonstrado de forma contida. Para Juscelino era um exemplo de ética, da determinação e da honestidade.
  • João César de Oliveira - Pai de Juscelino e Naná, era caixeiro-viajante, boêmio e afetivo. Tocava violão, gostava de festas e diversão. Morreu de tuberculose quando Juscelino tinha dois anos de idade.
  • Augusto Elias – Era avô de Juscelino e Naná, e o pai de Júlia. Era um homem simples, além de tudo tinha um grande gosto pelos livros, gosto que foi passado para seu neto. Era admirador de Alexandre Dumas e Walter Scott.
  • Naná - Maria da Conceição Kubitschek, é irmã de Juscelino, um ano mais velha que ele. Sempre foram muito amigos e unidos. Inventiva, sempre procurava tornar a vida dura da família mais alegre, nos tempos difíceis. Foi confidente de Juscelino por toda a vida. Era alegre, comunicativa e generosa. Se casou com Júlio Soares.
  • Júlio Soares – Casado com a irmã de Juscelino, Nana, se tornaram bons amigos. Também morou na pensão da Dona Cota, e cursou junto com Juscelino os últimos anos da faculdade de medicina. Era pouco mais velho que Juscelino. Quando casou com Naná, Juscelino foi convidado para morar com eles, e quando Juscelino se formou Júlio o convidou para ser sócio em sua clínica. Era considerado um irmão por Juscelino.
  • Luisinha Lemos – Mãe de Sarah. Viúva de Jaime Lemos, com quem teve cinco filhos: Amélia, Maria Luísa, Sarah, Geraldo e Idalina. Seu marido havia sido uma figura importante na política mineira, mas decepções o levaram a morte. Por isso não gosta da política, e passava isto para suas filhas. Mesmo assim três de suas filhas se casaram com políticos: Amélia com Gabriel Passos, Maria Luísa com Clóvis Pinto e Sarah com Juscelino Kubitschek. Era bem humorada, e elegante.
  • Idalina Lemos – Filha de Luisinha Negrão, e irmã de Sarah.
  • Maria Luísa Lemos - Filha de Luisinha Negrão, e irmã de Sarah.
  • Amélia Lemos - Filha de Luisinha Negrão, e irmã de Sarah, é casada com Gabriel Passos.
  • Gabriel Passos – É cunhado de Juscelino, casado com Amélia, irmã de Sarah. É formado em Direito, além de ser jornalista de um jornal de Minas, e professor no Ginásio Mineiro. Se torna político anos antes de Juscelino, em 1930. Em 1950, é candidato a governador de Minas Gerais, sendo derrotado por Juscelino. Após isso, vai trabalhar em São Paulo, convidado por Francisco Matarazzo. Em 1954, retorna à política, sendo eleito deputado federal pela UDN. Foi oposição ao governo de JK.
  • José Maria Alkmin - Foi amigo de adolescência de Juscelino. Juntos foram telegrafistas e moraram na pensão da Dona Cota. Depois virou político, primeiramente como deputado da Assembleia Nacional Constituinte. Foi de grande auxílio na posse de JK na presidência, diante do possível golpe de estado. Foi chamado para ser ministro da Fazenda por JK, esteve contra a reforma cambial e tentou impedir de todas as maneiras que os não houvesse êxito do programa de metas por desequilíbrios financeiros. Se casou com a prima de Juscelino, Maria das Dores, e teve quatro filhos.
  • Gustavo Capanema - Político da cidade de Pitangui, destaca-se no papel como Secretário do Interior de Minas, coordenando o corpo médico que seria enviado à Passa Quatro (MG), na ocasião da Revolução Constitucionalista, em 1932. Dentre os médicos estaria JK, e este conheceria Benedito Valadares e ganharia a projeção política da qual sairia nunca mais.
  • Maria das Dores – Era prima de Juscelino e mulher de Alkmin.
  • Odilon Behrens - Foi colega de medicina de Juscelino. Gostava de festas e bem-humorado, conheceu e se tornou amigo de JK e Alkmin na pensão de Dona Cota, onde também morou por um tempo. Os três se tornaram um amigos inseparáveis. Foi secretário da educação e das finanças de JK no governo de Minas, e morreu quando estava neste cargo. Se conta que de acordo com um pacto feito quando eram jovens, no seu velório, Juscelino colocou 500 cruzeiros no caixão, Thales pôs outros 500 e que, quando chegou a vez de Alkmin, este preencheu um cheque de 1.500 cruzeiros e o colocou no caixão, depois de pegar o dinheiro dos outros dois.
  • Thales da Rocha Viana – Engenheiro. Um moradores da pensão de Dona Cota com JK. Gostava de beber e de contar de piadas e tinha grande repertório de palavrões, Juscelino gostava de sua companhia. Se casa com a prima de JK, Virgininha, que é irmã de Maria das Dores, esposa de Alkmim.
  • Dona Cota – Era dona da pensão, onde JK morou durante o tempo que estava na faculdade, e trabalhava como telegrafista, lá também viveram também amigos de Juscelino, como José Maria Alkmim, Odilon Behrens e José Jardim. Também hospeda do núcleo fictício Salomé, Leonardo Faria, Guiomar, Cândida, entre outros.
  • Cândida – Era prostituta até a Revolução Constitucionalista de 1932, quando na cidade de Passa Quatro, cidade onde vive, ela é atacada por um grupo de homens, e o padre Kobal, que se tornam amigos mais tarde, chega para salvá-la. Juscelino a conhece pelo Padre. Quando a guerra acaba, ela vai para Belo Horizonte, e começa a trabalhar como dançarina no cabaré de Olímpia. Lá conhece Florêncio, com quem tem a filha Marisa.
  • Padre Alfredo Kobal – Conheceu Juscelino durante a Revolução Constitucionalista de 1932. Era austríaco. Serviu como oficial-médico na Revolução onde ajudou Juscelino em muitas situações graves. Rezava a missa em pleno campo sob o tiroteio. A partir de então se tornaram amigos.
  • Irmã Maria – É uma freira francesa, franzina e tímida. JK a conheceu a Revolução de 32, onde ele servia de oficial-médico onde ela era a responsável por um pequeno hospital de campanha na Mantiqueira. Por muitas vezes ajudou Juscelino com os feridos, sempre corajosa e valente.
  • Benedito Valadares – Foi um famoso político em sua época, no começo sendo vereador de sua cidade, e mais tarde como Governador de Minas Gerais. Conheceu JK durante a Revolução de 32, e a partir daí se tornaram amigos. Valadares chamou Juscelino para ser o Ministro da Casa Civil, no governo de Minas.
  • Dr. Mata Machado - Médico da cidade de Diamantina, é amigo da família de JK. Foi ele quem ajudou JK a conseguir o emprego de telegrafista em Belo Horizonte, que o possibilitaria fazer a faculdade de Medicina.
  • Olimpia García – Foi dona de um dos mais famosos importantes bordéis e cabarés de Belo Horizonte na época em que JK era jovem.
  • Amália Brant – Foi aluna da mãe de JK, além da primeira paixão do político.

Segunda fase[editar | editar código-fonte]

A segunda fase começou basicamente a partir do capítulo 16 da série, no dia 26 de Janeiro, mas alguns personagens foram aparecendo capítulos antes e depois. A partir de então, diversos atores foram substituídos para adaptar a idade dos personagens e o contexto da história, enquanto outros foram surgindo na trama. A explicação dada pelos autores foi a de que os personagens reais teriam seus intérpretes substituídos e os fictícios não, para não confundir o público.

Congresso Nacional, um dos projetos de Niemeyer.
  • Olavo Drummond - Foi redator do serviço de radiodifusão do estado de Minas Gerais, redator do Estado de Minas, redator do Diário da Tarde, e redator da revista O Cruzeiro, do Rio de Janeiro.Ocupou cargos políticos na gestão de JK. Foi amigo próximo de inúmeros estadistas, grandes empresários e artistas brasileiros e reconhecido por toda a vida por sua amizade com o presidente Juscelino Kubitschek. Foi também membro da Academia Mineira de Letras, onde ocupou a cadeira de número 12, sucedendo a Tancredo Neves. OBS. ele aparece na fase do exílio de JK lhe entregando dinheiro de seu próprio bolso. Fundador, Curador e Vice-Presidente do Memorial JK – Brasília
  • Oscar Niemeyer – Arquiteto carioca, gostava de estar com os amigos, de tocar cavaquinho, de samba e de futebol. Quando conhece JK, se mostra preocupado com a pobreza do povo brasileiro e com as injustiças sociais. Impressionou JK por sua ousadia e por sua capacidade de trabalho alem de encarar desafios. Participou dos projetos para construção do Conjunto Arquitetônico da Pampulha e de Brasília.
  • Israel Pinheiro – Foi secretário da agricultura, Viação e Obras Públicas.de Benedito Valadares no governo de Minas. Era mineiro, engenheiro civil, casado com dona Coraci, com quem teve nove filhos. JK o convidou para chefiar a construção de Brasília, quando terminada, foi prefeito até a eleição de Jânio Quadros.
  • Augusto Frederico Schmidt – É Poeta e empresário. Casado com Yedda, sempre a mimava, e fazia suas vontades. É o assessor de JK na presidência. Era ele quem criava todos os slogans de Juscelino (como “50 anos em 5”), que não ia em frente sem se aconselhar com ele. Sempre defendeu JK sendo até autor de seu último discurso proferido no Senado pouco antes de ser cassado.
  • Yedda Ovalle Schmidt – É sobrinha de Jayme Ovalle, e casada com Augusto Frederico Schmidt. Entre os hobbies, praticava equitação, vôlei e yoga, além de ser boa dançarina. Era exemplo de boa anfitriã para fazer reuniões e festas com a elite da sociedade. Ditava moda na sociedade carioca, era muito elegante, e extremamente vaidosa. Também era orgulhosa.
  • Jayme Ovalle – Além de músico, também era poeta. Teve em sua composição, o Azulão, parceria com Manuel Bandeira, o maior sucesso. Conhecia muito bem a bíblia, e apesar de pouco estudado era muito culto. Tinha um ótimo humor. Ele apresentou sua sobrinha, Yedda, para Augusto Frederico, que se casaram.
  • Carlos Lacerda – Era proprietário do jornal carioca “Tribuna da Imprensa” e político filiado à UDN. Foi um dos principais adversários políticos de JK. Era inteligente e carismático, e para as mulheres um grande líder e ídolo. Foi contra à construção de Brasília. Constantemente atacava Juscelino.
  • Geraldo Carneiro – Foi secretário particular de JK. Também de era de Minas. Era muito responsável no trabalho. Mas fora do trabalho era boêmio, como JK, divertido e animado. Amigo de músicos e boêmios cariocas.
  • Adolpho Bloch - Foi um dos mais importantes empresários da imprensa e televisão brasileira. Fundador do grupo de mídia que levava seu sobrenome, foi o criador da revista semanal Manchete, em 1952. E fundou em 1983 a Rede Manchete, hoje extinta. Tinha como grande orgulho a amizade com o ex-presidente Juscelino Kubitschek. Adolpho Bloch foi, para JK, o amigo de todas as horas. A amizade era tanta que, quando o ex-presidente faleceu, em 1976, Adolpho quase obrigou para que o corpo fosse velado no saguão do prédio-sede de sua editora, o Edifício Manchete, na Glória. 19 anos depois, foi a vez do próprio Bloch ser velado no mesmo lugar.

Núcleo Fictício[editar | editar código-fonte]

Primeira fase[editar | editar código-fonte]

  • Coronel Licurgo - Casado com Maria e pai de Zinque, é autoritário, brutal, reacionário. Cristão hipócrita, prega as leis da Igreja, mas as viola constantemente. Não permite que o filho seja padre. Atormenta a vida de Maria, Zinque, e os que passam na fazenda, não gosta de Juscelino.
  • Maria – É mulher de Licurgo e mãe de Zinque. É religiosa, calada, submissa, quase sem instrução, mas não é má pessoa. Sofre com a crueldade do marido.
  • Zinque – Também sofre com a violência do pai. Casa-se com Madalena obrigado pelo pai e mais tarde assume seu irmão Antenor como filho. Com a morte dela, volta a se casar com a prima Salomé, dessa vez pela sua vontade, com quem mantém uma relação de irmão. Quando ela engravida, assume a paternidade de seu filho. Seu grande sonho, desde criança, é seguir a vida religiosa, mas sempre é impedido pelo pai. No final da minissérie, é perseguido pelos militares por se unir a padres vinculados a movimentos de esquerda e morre.
  • Madalena – Era amante de Licurgo, e mudou-se para a fazenda e por ordens dele se casou com Zinque. Com o tempo Zinque começa a gostar de Madalena. É Mãe de Antenor, e morre na tentativa de fugir de Licurgo.
  • Guiomar – Vai morar na fazenda de Coronel Licurgo após ser comprada como espécie de escrava. É mal tratada por Licurgo muitas vezes. Salomé, Zinque e Maria a ajudam a fugir para Belo Horizonte. Depois ela foge novamente para o Rio de Janeiro, onde trabalha como cozinheira na pensão da baronesa. Ali conhece Dora Amar, que lhe propõe sociedade para trabalhar como banqueteira. Depois segue o conselho de Salomé, e vai para Brasília onde monta uma pensão para candangos.
  • Joaquim – Irmão de Maria, era o pai de Salomé, quando Celeste, sua mulher, morreu, passou a cuidar da filha, depois fica doente e passa a ser cuidado por Salomé.
  • Celeste – Mãe de Salomé que morre logo, quando a filha ainda é criança.
  • Salomé – Filha de Celeste e Joaquim, vai para Minas para arrumar emprego para pagar o tratamento de seu pai. Lá conhece Leonardo Faria, por quem se apaixona. O destino os prepara várias separações. A primeira delas é quando ela pensa ele foi morto com um tiro por coronel Licurgo. Assim volta para Diamantina, onde após a morte de seu pai vai para a casa do coronel, onde se casa com o primo Zinque, mas vivem como irmãos. Cansada de viver em conflito com o sogro, o coronel Licurgo, muda-se para Belo Horizonte para trabalhar na Santa Casa, como enfermeira. Ao encontrar Leonardo e perceber que não poderão ficar juntos, muda-se de vez para o Rio de Janeiro com Guiomar e passam a viver na pensão da Baronesa de Tibagi. Tem uma filha com Leonardo, Silvinha.
  • Leonardo Faria – Surge na trama a princípio com sua irmã quando se hospeda na Pensão da Dona Cota. Como dançarino de tango trabalha no ‘’cabaré da Olímpia’’ para pagar seus estudos. A principio sua irmã é sua parceira de dança, mas logo é substituída por Salomé, que a conhece na pensão. Os dois se apaixonam, mas são separados. Quando se reencontram, estão casados com outras pessoas e iniciam uma relação de desencontros e mágoas. Envolve-se com Maguí. É pai de Sérgio Sá e Silvinha. Mais tarde, se torna deputado pela UDN, e faz oposição ao governo de JK.

Segunda fase[editar | editar código-fonte]

Assim como no núcleo real, no núcleo fictício da história também entraram novos personagens.

  • Baronesa do Tibagi – Foi dama da alta aristocracia do Rio de Janeiro. No contexto é dona de uma pensão no bairro de Botafogo. Vive de nostalgia de seu passado, e do passado da cidade. A personagem demonstra indiretamente o desenvolvimento do Rio de Janeiro.
  • Marisa Soares - Marisa é a filha de Cândida e do coronel Fulgêncio, criada em Uberaba, cidade onde nasceu, sempre viveu e inclusive foi eleita "Miss Primavera". Já moça, vai morar no Rio de Janeiro, na pensão da baronesa, e desde pequena tem uma adoração por Juscelino, uma paixão platônica motivada principalmente pela mãe, que sempre fora agradecida ao médico e hoje grande político. Quando Marisa chega à capital, Juscelino está às voltas com a campanha presidencial. Os dois se conhecem e iniciam um romance que só termina com a morte dele.
  • Abigail Fernandes – É bibliotecária do Congresso, carioca, simpatizante de Carlos Lacerda, logo não gosta de JK. Também mora na pensão da Baronesa do Tibagi. Fica noiva de Antenor. É contra a mudança de capital, pois tal mexe profundamente com sua vida.
  • Carmen Dulce – Também mora na pensão da baronesa. É Cantora de boates noturnas. Se apresenta junta com o pianista Fred Moreno. Perde o emprego quando os cassinos são fechados. Trabalha junto com Antenor na rádio.
  • Dora Amar – Pseudônimo de Dolores Mariz, também mora na pensão da baronesa. É corista de show de teatro rebolado. Durante a trama, se torna amante do coronel Orozimbo Fialho, que lhe da um apartamento além de ótimas condições. Mesmo assim mantém um caso com Antenor. Seu sonho é ser socialite carioca.
  • Antenor - É o filho de Madalena junto com Licurgo, que Zinque assumiu como filho. Enteado de Salomé. Passa a morar na pensão da baronesa no Rio de Janeiro. Boêmio e mulherengo, fica noivo de Abigail, porém sempre a trai com Dora Amar.
  • Jorge Sampaio - Sampaio é um empresário carioca que duvida da capacidade de Juscelino de fazer um bom governo. Não é de todo mau, embora também não seja o que se possa chamar de um bom caráter. Pai de Magui, vive um casamento de fachada com Camilinha. Após a separação, casa-se com Marisa, embora saiba de seu amor por Juscelino.
  • Camilinha Sampaio - Camilinha é a fútil esposa de Sampaio, com quem tem uma filha e um casamento sem amor. Um dia, cansada, resolve ser independente e tentar ser feliz, abandonando o marido e indo viver na casa da baronesa. Amiga de Yeda.
  • Magui Sampaio - Magui é a bela filha de Sampaio e Camilinha. Envolvida por Leonardo, tenta de todas as formas atrapalhar seu romance com Salomé, até que consegue casar-se com ele.
  • Gennaro Cavallini - Gennaro é um industrial italiano estabelecido em São Paulo, que fez o mesmo caminho de muitos dos seus, enriquecendo e casando-se com uma quatrocentona para ser aceito pela alta sociedade paulista. Amigo de Sampaio.
  • Celita Bueno Cavallini - Celita é filha de tradicional família paulista, e é oprimida pelo marido Gennaro, que não lhe permite várias coisas além do que seria recomendável a uma dama da sua posição.
  • Luís Felipe Cavallini - Luís Felipe é o jovem filho de Celita e Gennaro, um bom rapaz, que é repelido em todas as suas tentativas de se aproximar da bela Magui.
    Alessandra Negrini interpretou a carioca, vaidosa e orgulhosa Yedda Ovalle Schidmt

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator Personagem
José Wilker Juscelino Kubitschek
Marília Pêra Sarah Kubitschek
Wagner Moura Juscelino Kubitschek (jovem)
Debora Falabella Sarah Kubitschek (jovem)
Caco Ciocler Leonardo Faria
Deborah Evelyn Salomé
Júlia Lemmertz Júlia Kubitschek
Luís Mello Cel. Licurgo Almeida
Cássia Kiss Dona Maria Gonçalves de Almeida
Dan Stulbach Zinque (Washington Gonçalves de Almeida)
Letícia Sabatella Marisa Soares
Alessandra Negrini Yedda Ovalle Schimdt
Cássio Gabus Mendes Gaúcho
Mariana Ximenes Lilian Gonçalves
Camila Morgado Ana Rosenberg
Antônio Calloni Augusto Frederico Schmidt
Louise Cardoso Luisinha Negrão
Eva Wilma Luisinha Negrão (2ª fase)
Nathalia Timberg Baronesa de Tibagi
Débora Bloch Dora Amar
José de Abreu Carlos Frederico Werneck de Lacerda
Otávio Augusto Governador Benedito Valadares
Paulo Betti José Maria Alkmin
Jorge Botelho Luthero Viana
Betty Gofman Abigail Fernandes
Denise Del Vecchio Naná (Maria da Conceição Kubitschek)
Hugo Carvana Jorge Sampaio
Marília Gabriela Celita Bueno Cavallini
Isabela Garcia Déa Pinheiro
Tato Gabus Mendes Júlio Soares
Samara Felippo Maria Estela Kubitschek
Otávio Müller Cel. Orozimbo Fialho
Xuxa Lopes Camilinha Sampaio
Paulo Goulart Israel Pinheiro
Guilhermina Guinle Magui Sampaio
Dudu Azevedo Cássio Machado
Paulo Nigro Luís Felipe Bueno Cavallini
Júlia Almeida Helô Machado
Regina Braga Alzira Gonçalves
Emílio de Mello Carlos Murilo Felício dos Santos
Sérgio Viotti Adolpho Bloch
Ricardo Blat Thales da Rocha Viana
Ilya São Paulo Joaquim
Maria Manoella Celeste
Ranieri Gonzalez José Maria Alkmin
Yaçanã Martins Assunta Bonfim
André Frateschi Odilon Behrens
Marcelo Laham Thales da Rocha Viana
Pedro Garcia Netto Pedro Nava
Daniel Dantas Dr. Raul
Christiana Guinle Dona Coracy
Mateus Solano Júlio Soares
Thais Garayp Dona Cota
André Barros Clóvis Pinto
Marcelo Várzea Gabriel Passos
Juliana Mesquita Naná (Maria da Conceição Kubitschek)
Mila Moreira Maria Alice
Patrícia Werneck Silvinha
Marco Antônio Pâmio Wilsinho
Ana Carbatti Guiomar
Rafaella Mandelli Amélia Lemos Passos
Rodrigo Penna Oscar Niemeyer
Tuna Dwek Madame Olímpia Garcia
Ana Cecília Costa Maria Madalena dos Santos
John Vaz João Goulart
Lucci Ferreira Antenor
Adriano Stuart Genaro Cavallini
Cláudia Netto Carmen Dulce
Murilo Grossi Affonso Heliodoro dos Santos
Andréia Horta Márcia Kubitschek (II)
Hélio Cícero Renato Archer
Maria Laura Nogueira Virgininha
Arthur Kohl General Henrique Teixeira Lott
Fábio Lago Severino
Cláudio Jaborandy
Rosanne Mulholland Maria Luísa Lemos Pinto
Luíza Mariani Idalina Lemos Vasconcelos
Domingos Meira Sérgio Sá
Gabriela Hes Judite Gonçalves
Isabella Parkinson Cândida
Rafael Miguel Antenor
luis gustavo
francisco cuoco
aracy balabanian
roberto rosa
leonardo mauricio
paulo pires cristina
tato gabus
marco ricca
leandra leal
miguel falabella
marisa orth
redação final
paulo falabella
miguel falabella
direção geral
dennis carvalho

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • A reconstrução da figura de JK foi duramente criticada pelos historiadores e grande parte dos jornalistas, já que a obra pintou um Juscelino praticamente perfeito, sem defeitos; o que difere da realidade.
  • O ex-presidente teve várias amantes, mas por pressão da família, todas elas foram resumidas em apenas uma, interpretada por Letícia Sabatella.
  • Wagner Moura e Débora Falabella personificaram Juscelino e Sarah, na primeira fase da minissérie, que vai do capítulo 1, em 1956, ao capítulo 15. Enquanto que, José Wilker e Marília Pêra, personificaram Juscelino e Sarah, na segunda fase da trama, no ar a partir do capítulo 16, em 27 de janeiro de 2006, uma sexta-feira, encerrando a história com a morte de Juscelino, em 22 de agosto de 1976.
  • Marília Pêra e Débora Falabella, voltariam a contracenar juntas, em Duas Caras, novela de Aguinaldo Silva, como mãe e filha.
  • Apenas 2 dias da exibição do último capítulo da minissérie, em 26 de março de 2006, um domingo, a atriz Ariclê Perez, intérprete da personagem Júlia Kubitschek, veio a falecer.
  • Foi a primeira minissérie a ser lançada em DVD, pouco tempo depois de ter sido exibida. O seu último capítulo foi exibido em março, enquanto o lançamento em DVD, foi em agosto.
  • A minissérie passou a ser reexibida apenas para o Distrito Federal (que não possui eleições municipais) a partir do dia 19 de agosto de 2008, após o Jornal Nacional. A partir do dia 1 de setembro de 2008 o sinal da reprise da minissérie pode ser captado em todo o Brasil através de antena parabólica, pois a partir deste dia o sinal da reapresentação da minissérie foi disponibilizado pela emissora via satélite.
  • As cenas da Revolução Constitucionalista de 1932 foram em partes gravadas em Passa Quatro utilizando o Trem da Serra da Mantiqueira e o Túnel da Mantiqueira como cenário, sendo estes os locais onde os fatos ocorreram.
  • A personagem fictícia "Baronesa do Tibagi", interpretada por Nathalia Timberg, não resguarda nenhuma semelhança com a verdadeira baronesa consorte de Tibaji, Querubina Rosa Marcondes de Sá.

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Capa: O logotipo da minissérie

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Prêmio Top Of Business (2006):

  • Atriz - Xuxa Lopes e Guilhermina Guinle

Prêmio Qualidade Brasil (2006):

  • Melhor Telenovela ou Projeto Especial de Teledramaturgia
  • Melhor Autor Teledramaturgia - Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira
  • Melhor Direção Teledramaturgia - Dennis Carvalho

Prêmio Contigo! de Novelas (2006):

  • Melhor diretor - Dennis Carvalho
  • Melhor Pâr Romântico - Alessandra Negrini & Antônio Calloni (Nomeado

Troféu Leão Lobo (2006):

  • Melhor Trilha Sonora
  • Melhor Atriz Coadjuvante - Alessandra Negrini

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]