Desejo (minissérie)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Este artigo não cita fontes fiáveis e independentes. (desde Dezembro de 2008). Por favor, adicione referências e insira-as corretamente no texto ou no rodapé. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde Fevereiro de 2008).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.
Desejo
Informação geral
Formato Minissérie
Gênero Drama
Criador(es) Glória Perez
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Wolf Maya
Denise Saraceni
Elenco Tarcísio Meira
Vera Fischer
Guilherme Fontes
Marcos Winter
Marcos Palmeira
Cláudio Cavalcanti
Leonardo Villar
Nathália Timberg
Débora Evelyn
Tema de abertura "Desejo" (Alan Menken)
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Transmissão original 27 de maio de 1990 - 22 de junho de 1990
N.º de temporadas 1
N.º de episódios 17

Desejo é uma minissérie brasileira, que foi escrita por Glória Perez e exibida pela Rede Globo entre 27 de maio e 22 de junho de 1990, com direção de Wolf Maia e Denise Saraceni, com a colaboração de Margareth Menezes e direção geral de Wolf Maia.

Foi reprisada pelo Canal Viva por duas vezes: de 02 de novembro à 24 de novembro de 2010, substituíndo a minissérie Engraçadinha e sendo sucedida pela minissérie Chiquinha Gonzaga, e de 18 de julho de 2011 à 09 de agosto de 2011, sendo substituída pela minissérie Agosto.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

A trama contava, de forma romanceada, o episódio conhecido como "A Tragédia da Piedade", quando o escritor Euclides da Cunha foi morto por Dilermando de Assis, amante de sua mulher Ana Emília Ribeiro, indo a fundo no trabalho de pesquisa e reprodução da época (começo do século XX), com os antecedentes do fato ocorrido e, também, os desdobramentos do caso, que culminou na absolvição de Dilermando.

Produção e exibição[editar | editar código-fonte]

A minissérie foi lançada com grande estardalhaço, a fim de combater o estrondoso sucesso de Pantanal na Rede Manchete. Para tanto, a emissora utilizou-se de um expediente mais comum na concorrência: lançou a série num domingo, a fim de não dividir as atenções com o capítulo de Pantanal da terça-feira para qual a minissérie estava anteriormente programada para estrear.

A minissérie obteve grande sucesso, que rendeu duas reapresentações: de 4 a 21 de abril de 1995 e de 6 a 16 de outubro de 1998 e o seu lançamento em VHS em 1991 e em DVD em 2005, todos com igual êxito. Além dessas duas reapresentações, foi reprisada de 2 a 24 de novembro de 2010, na íntegra, no canal a cabo Viva. No dia 18 de Julho de 2011 volta a ser reapresentada no Viva, às 23:15.

A minissérie também utilizou como locação a casa onde fora gravado o Sítio do Pica Pau Amarelo, localizada em um sítio em Barra de Guaratiba, Rio de Janeiro, na Estrada Burle Marx.

A também historiadora Glória Perez utilizou farto material de pesquisa, recompondo todos os passos de Euclides da Cunha na semana anterior à sua morte e estudando os artigos veiculados pela imprensa nos primeiros 15 dias depois da tragédia, para verificar que opinião pública se formara sobre o fato. Além disso, a autora teve acesso à correspondência entre Dilermando e Ana. Serviram como fontes de pesquisa para Glória Perez: os autos do Processo-Crime número 1909/1909 e os autos do Inventário do escritor Euclides da Cunha; a Tribuna do Advogado - edição da OAB/RJ; jornais da época depositados na Biblioteca Nacional; os livros Um Nome, Uma Vida, Uma Obra, Um Conselho de Guerra e A Tragédia da Piedade , todos de Dilermando de Assis; o livro Ana de Assis - História de um Trágico Amor de Judith Ribeiro de Assis e Jefferson de Andrade; o livro A Vida Dramática de Euclides da Cunha, de Eloi Pontes; o livro Euclides da Cunha de Silvio Rabello e o livro O Desastre Amoroso de Euclides da Cunha de Umberto Peregrino, conforme divulgado nos créditos finais da minissérie. A direção esteve a cargo de Wolf Maya, que também participou vivendo Evaristo de Moraes, o célebre advogado que defendeu Dilermando de Assis.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Participação especial