Vera Holtz

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Vera Holtz
Vera Holtz
Nome completo Vera Lúcia Fraletti Holtz
Nascimento 7 de agosto de 1953 (60 anos)
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação atriz
IMDb: (inglês)

Vera Lúcia Fraletti Holtz (Tatuí, 7 de agosto de 1953) é uma atriz brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Após cursar a Escola de Arte Dramática (EAD) e a Escola de Teatro da Uni-Rio, além de outros cursos, Vera estreia profissionalmente em Rasga Coração, de Oduvaldo Vianna Filho, com direção de José Renato, em 1979. Dois anos após, integra o Grupo TAPA, ainda na fase carioca, com o qual realiza diversos espetáculos: O Anel e a Rosa, de Thakaray, 1981; Tempo Quente na Floresta Azul, de Orígenes Lessa, em 1983, e Caiu o Ministério, de França Jr., em 1985, encenações de Eduardo Tolentino de Araújo.

Em 1981, está em Na Terra do Pau Brasil, Nem Tudo Caminha, Viu?, ao lado de Ary Fontoura, exercitando sua face de comediante. No ano seguinte, apresenta-se no vaudeville E Agora, Hermínia, de Maugnier, direção de Bibi Ferreira. Nova oportunidade de comédia surge em 1983, com O Dia em Que Alfredo Virou a Mão, de João Bethencourt. Mesmo ano em que integra a produção Motivo Simples, de Celina Sodré. Diretora com quem volta aos palcos, em 1984, em Sem Sutiã, Uma Revista Feminina, também de Celina Sodré, em parceria com Fátima Valença.

Com muito destaque aparece, em 1985, em Theatro Musical Brazileiro - Partes I (1860/1914) e II (1914/1945), um roteiro de Luís Antônio Martinez Corrêa e Marshal Netherland sobre cenas e canções de peças do século passado. Em 1986, volta a trabalhar com o mesmo diretor em Mahagonny, de Bertolt Brecht, e integra um dos trabalhos mais radicais do encenador Gerald Thomas, Eletra Com Creta. Ópera Joyce, texto de Alcides Nogueira enfocando a vida e a obra do escritor irlandês a tem como estrela, sob a direção de Marcio Aurelio, em 1988, mesmo ano em que integra a equipe de Qualquer Nota, roteiro de Stella Miranda e Flávio Marinho, direção de Flávio Marinho. De volta ao formato musical, integra o elenco de Lamartine para Inglês Ver, roteiro e direção de Antônio de Bonis, em 1989. Atua em Amor Com Amor Se Paga, de França Jr., direção de Amir Haddad, em 1990. No ano seguinte, com Os Fodidos Privilegiados, sob a direção de Antônio Abujamra, destaca-se, mais uma vez, em Um Certo Hamlet, ganhando Prêmio Shell de melhor atriz. No mesmo ano, protagoniza uma controvertida versão de Phaedra, de Jean Racine, novo espetáculo da companhia de Antônio Abujamra, assim como a realização seguinte do diretor, O Retrato de Gertrude Stein Quando Homem, de Alcides Nogueira, em 1992. Na sequência, participa da montagem de A Volta ao Lar, de Harold Pinter, direção de Luiz Arthur Nunes. Com o Bando de Teatro Olodum, numa montagem baiana, capitaneia a produção de Medeamaterial, encenação de Márcio Meirelles para o texto de Heiner Müller, em 1994. Com Pérola, texto e direção de Mauro Rasi, montado em 1995, arrebata os principais prêmios do Rio de Janeiro e São Paulo, num trabalho consagratório, que fica cinco anos em cartaz. Em 2001 volta aos palcos na montagem de Dias Felizes (Felizes Para Sempre), de Samuel Beckett, direção conjunta da dupla Adriano e Fernando Guimarães, com quem volta a trabalhar em 2002, em Não Ficamos Muito Tempo...Juntos, outra pesquisa sobre o universo de Beckett.

Vera Holtz atua assiduamente em novelas na TV Globo, tais como Que Rei Sou Eu?, Vamp, Fera Ferida, O Fim do Mundo, Por Amor, Uga Uga, Desejos de Mulher, Mulheres Apaixonadas, Cabocla, Belíssima, Paraíso Tropical, Três Irmãs, Passione e Avenida Brasil.

Numa análise do espetáculo Medeamaterial, o crítico Jefferson Del Rios observa: [...] Mas há o desempenho de Vera Holtz e a magia aparece. Inteiramente tomada pela personagem, criando com a voz e os gestos um clima de grandeza, ela instaura a força da tragédia grega. O que antes poderia ser mero efeito ou equívoco, atinge, finalmente, dimensões de cerimonial transcendente. Vera Holtz e os meninos atores e percussionistas do Olodum fazem a poesia do espetáculo".1

Vera retornou à TV em 2008 na novela Três Irmãs como a antagonista central Violeta Áquila, recebendo muitos elogios da crítica por sua atuação. Em 2010 atuou em Passione de Sílvio de Abreu, onde interpretou brilhatemente a honesta Candê.

Em 2012, interpretou a antológica Mãe Lucinda, personagem que a imortalizou como "mãe do lixão", na novela de João Emanuel Carneiro, Avenida Brasil.[1] [2]

Em 2013, interpreta mais um papel de destaque, na novela Saramandaia como a obesa Dona Redonda, considerada histórica na teledramaturgia brasileira. Para caracterizar-se como a personagem, Vera teve que usar peruca, maquiagem e enchimento no corpo. [3] Em 2014 interpretará Vic Garcez, no remake de O Rebu. [4]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Notas[editar | editar código-fonte]

1. RIOS, Jefferson del. Vera Holtz revela a magia de Medea. O Estado de S. Paulo, São Paulo, 05 nov. 1993. Caderno 2, p. 19.Fonte:http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_teatro/index.cfm?fuseaction=personalidades_biografia&cd_verbete=291 Enciclopédia itaú Cultural teatro

Referências

  1. Diversão Terra. 'Avenida Brasil': Lucinda não é mais suspeita da morte de Max. Página visitada em 20 de outubro de 2012.
  2. Revista Veja. ‘Avenida Brasil’ termina mas não acaba (19 de outubro). Página visitada em 20 de outubro de 2012.
  3. Gshow (19 de junho de 2013). Vera Holtz leva quatro horas para se transformar em dona Redonda. Fique por dentro - Saramandaia. Página visitada em 17 de junho de 2014.
  4. Gshow (17 de junho de 2014). Vera Holtz volta à TV para viver ricaça festeira e problemática em 'O Rebu'. Extras - O Rebu. Página visitada em 17 de junho de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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