Mulheres Apaixonadas

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Mulheres Apaixonadas
Mulheres Apaixonadas (BR)
Logotipo da telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Drama
Romance
Duração 75 minutos
Criador(es) Manoel Carlos
País de origem  Brasil

Inadequado para menores de 14 anos i DEJUS (Brasil) [1] (original)

Inadequado para menores de 10 anos i DEJUS (Brasil) [2] (reprise)

Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Ricardo Waddington
Rogério Gomes
José Luiz Villamarim
Elenco Christiane Torloni
José Mayer
Tony Ramos
Helena Ranaldi
Giulia Gam
Susana Vieira
Lavínia Vlasak
Carolina Dieckmann
Rodrigo Santoro
Camila Pitanga
Paloma Duarte
Dan Stulbach
Marcello Antony
Regiane Alves
Vanessa Gerbelli
Bruna Marquezine
ver mais
Tema de abertura "Pela luz dos olhos teus" - Tom Jobim e Miúcha
Tema de
encerramento
"Pela luz dos olhos teus" - Tom Jobim e Miúcha
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 17 de fevereiro de 2003 - 10 de outubro de 2003
N.º de episódios 203 (original)
130 (reprise)
Cronologia
Último
Último
Esperança
Celebridade
Próximo
Próximo
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Viver a Vida
Em Família

Mulheres Apaixonadas é uma telenovela brasileira produzida e exibida no horário das 21 horas pela Rede Globo, entre 17 de fevereiro e 10 de outubro de 2003, em 203 capítulos,[3] substituindo Esperança, e sendo substituída por Celebridade.

Foi escrita por Manoel Carlos, com a colaboração de Maria Carolina, Fausto Galvão e Vinícius Vianna, dirigida por José Luiz Villamarim, Marcelo Travesso, Rogério Gomes e Ary Coslov, tendo direção geral de Ricardo Waddington, Rogério Gomes e José Luiz Villamarim e núcleo de Ricardo Waddington. [4]

Contou com Christiane Torloni, José Mayer, Tony Ramos, Helena Ranaldi, Lavínia Vlasak, Rodrigo Santoro, Camila Pitanga, Paloma Duarte, Carolina Dieckmann, Bruna Marquezine, Erik Marmo, Carol Castro, Maria Padilha, Carolina Kasting, Júlia Almeida, Regiane Alves, Vera Holtz, Marcello Antony, Giulia Gam, Vanessa Gerbelli, Dan Stulbach e Susana Vieira nos papéis principais da história.

Foi reapresentada em Vale a Pena Ver de Novo entre 1 de setembro de 2008 á 27 de fevereiro de 2009, em 130 capítulos, substituindo Cabocla e antecedendo Senhora do Destino.

A partir de 24 de fevereiro de 2014, passou a ser exibida pelo canal Globo Premium em Portugal, às 21h00, com repetição no dia seguinte às 14h05.[5]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Trama principal[editar | editar código-fonte]

A personagem central da trama é Helena (Christiane Torloni), uma mulher que resolve viver uma nova paixão após 15 anos de casada. Ela até tem uma vida estável com o músico Téo (Tony Ramos), mas o casamento entrou em uma rotina que ela não suporta mais. Os dois têm um filho adotado, Lucas (Victor Curgula), e Helena é diretora de uma escola de segundo grau do Rio de Janeiro, a Escola Ribeiro Alves (ERA), que pertence ao marido e à cunhada, Lorena (Susana Vieira). Téo tem uma banda, onde toca saxofone, e também é pai de Luciana (Camila Pitanga), filha da crooner Pérola (Elisa Lucinda), com quem ele se relacionou no passado e que, hoje, é casada com o músico Ataulfo (Laércio de Freitas). Pérola e Ataulfo têm outro filho, Jairo (Diego Gonçalves), e tocam na banda de Téo. As famílias têm uma ótima relação.

Téo, com medo de perder o amor de Helena, esconde dela um grande segredo: Lucas é seu filho com Fernanda (Vanessa Gerbelli), uma ex-garota de programa, mãe também da menina Salete (Bruna Marquezine). O músico não tem nenhum envolvimento amoroso com Fernanda, mas é a ele que ela sempre recorre para pedir ajuda. Além disso, Salete é muito apegada a Téo e a Lucas, que conhece por acaso. Em determinada altura da trama, já separado de Helena, Téo decide contar a verdade a ela. Mas antes de fazê-lo, ele e Fernanda são vítimas de balas perdidas durante uma troca de tiros no Leblon, bairro da zona sul do Rio de Janeiro, onde se passa a trama. Téo é atingido na cabeça e sobrevive depois de uma cirurgia; Fernanda não resiste, após alguns dias internada em estado grave. Antes de morrer, ela revela tudo à Helena. Sem a mãe, Salete fica sob a guarda da avó Inês (Manoelita Lustosa), que só pensa em usufruir do dinheiro de Téo. No final da novela, o músico e a menina fazem exames de DNA, e Téo descobre que também é pai de Salete, o que lhe garante a guarda da menina.

Os questionamentos de Helena sobre sua vida conjugal ganham força quando ela reencontra César (José Mayer), ex-namorado que ela abandonou para se casar com Téo. César é um conceituado neurocirurgião, que trabalha na mesma clínica onde Luciana faz residência em Medicina, e é pai de Marcinha (Pitty Webo), aluna da escola de Helena, e Rodrigo (Leonardo Miggiorin), com quem tem um relacionamento difícil, porque o jovem o responsabiliza pela morte da mãe. O médico fica viúvo no começo da história. César tem um caso com sua assistente, Laura (Carolina Kasting), e depois começa a namorar Luciana. A relação com Helena só tem início na metade da trama, e os dois terminam juntos. Após muitas reviravoltas, Téo e Laura descobrem que têm muitas afinidades e engatam um romance.

Outras tramas[editar | editar código-fonte]

A transformação da personagem Silvia, mãe de Marina, é mais uma trama que mostra a mulher em busca da paixão. Entediada no casamento, Silvia passa a se encontrar às escondidas com o taxista Caetano (Paulo Coronato), amante de sua empregada, Shirley (Renata Pitanga). Caetano é casado com Rosinha (Guilhermina Guinle), que trabalha na ERA, e com quem teve Washington (Marcel Miranda). Silvia descobre a traição de Caetano e vira sua cúmplice e segunda amante. A “madame” e o taxista passam a frequentar casas de forró e motéis, onde Silvia vive suas mais reprimidas fantasias.

A novela também enfoca os equívocos da estudante Paulinha (Ana Roberta Gualda), que tem vergonha do pai, Oswaldo (Tião D’Ávila), o porteiro da escola; o preconceito sofrido pelas jovens estudantes Clara (Alinne Moraes) e Rafaela (Paula Picarelli), que vivem uma relação homossexual; o drama de Santana (Vera Holtz), professora alcoólatra que chega a ser afastada do trabalho por não conseguir controlar sua dependência; e a paixão entre o padre Pedro (Nicola Siri) e Estela (Lavínia Vlasak), levantando a discussão sobre o celibato.

Tramas paralelas[editar | editar código-fonte]

As irmãs de Helena[editar | editar código-fonte]

Em torno de Helena (Christiane Torloni) circulam suas confidentes e conselheiras em assuntos sobre casamento, amor, traição, família e paixões: as suas irmãs Hilda (Maria Padilha) e Heloísa (Giulia Gam) e a cunhada Lorena (Susana Vieira). Hilda é a mais realizada das irmãs: é dona de uma delicatessen e tem uma relação feliz com o marido Leandro (Eduardo Lago) e a filha Elisa (Giselle Policarpo), com os quais troca risos e confidências. Sua felicidade é abalada pela descoberta de um câncer de mama. Heloísa, por sua vez, sofre com o ciúme doentio que sente pelo marido, Sérgio (Marcello Antony), e suas atitudes e descontrole emocional acabam por destruir o casamento. Como agravante, ela esconde do marido que não pode ter filhos. Entre outras ações ensandecidas, Heloísa picota as roupas de Sérgio, provoca escândalos, acusando-o constantemente de infidelidade, e até o fere com uma faca durante uma discussão. A irmã caçula de Helena chega a ser internada após envolver-se em um acidente de carro, em mais uma situação de desequilíbrio emocional. Sérgio não suporta as agressões da mulher e a deixa, obrigando Heloísa a procurar ajuda em um grupo de apoio a mulheres ciumentas como ela, o Mulheres que Amam Demais Anônimas.

Lorena[editar | editar código-fonte]

Lorena, a irmã de Téo, é uma mulher vibrante que não se furta a viver suas paixões. Foi casada com Rafael (Cláudio Marzo), com quem teve Vidinha (Júlia Almeida) e Diogo (Rodrigo Santoro), e não hesita em experimentar um novo relacionamento ao descobrir-se apaixonada por Expedito (Rafael Calomeni), bem mais jovem do que ela. Ela transforma o visual do rapaz, que acaba trabalhando como modelo. Os dois vivem uma bonita relação até Expedito se envolver com a nora de Lorena, Marina (Paloma Duarte). Lorena o acusa de deslealdade e não o aceita de volta. No fim da trama, ela se interessa por um amigo de Diogo, o jovem Ricardo (Reynaldo Gianecchini).

Os jovens[editar | editar código-fonte]

Erros e acertos em busca do amor ideal também estão presentes nos núcleos jovens da trama. Marina, filha de Silvia (Natália do Vale) e Afrânio (Paulo Figueiredo), casa-se com Diogo no início da novela. Ele foi o primeiro homem de sua vida e, apesar de mulherengo e aventureiro, aceita as formalidades do casamento porque vai ser pai. Mas a relação também enfrenta conflitos. Um deles é o ciúme que Marina tem do marido com a prima Luciana (Camila Pitanga). Diogo e Luciana tiveram um relacionamento no passado e ainda sentem atração um pelo outro. No decorrer da história, Marina perde o filho, e o casamento entra em uma crise ainda pior devido às cobranças e manifestações de ciúme dela. Diogo decide se separar de Marina, e ela, tentando mostrar-se forte e independente, chega a se envolver com Expedito. No final, Diogo e Luciana assumem que se gostam de verdade e decidem viver juntos.

Mulheres Apaixonadas mostra também o romance de Edwiges (Carolina Dieckmann) e Cláudio (Erik Marmo), desaprovado por Marta (Marly Bueno), mãe do rapaz, porque a moça é de família humilde. Através da relação do jovem casal, Manoel Carlos discute o preconceito social e a virgindade, pois Edwiges ainda não se sente pronta para ter sua primeira relação sexual. Após uma briga com a namorada, Cláudio se rende ao assédio de Gracinha (Carol Castro), filha de empregados de sua casa, e a moça engravida, gerando um novo conflito familiar e mais um obstáculo em sua relação com Edwiges. Essa, por sua vez, aconselha Gracinha a não abortar o bebê. A história termina com Cláudio e Edwiges casados, quando ela tem sua primeira noite de amor.

Os idosos[editar | editar código-fonte]

Uma das histórias que mobilizou o público foi a do casal de idosos Flora (Carmem Silva) e Leopoldo (Oswaldo Louzada), que vivem no mesmo apartamento com o filho Carlão (Marcos Caruso), a nora Irene (Marta Melinger) e os netos Carlinhos (Daniel Zettel) e Dóris (Regiane Alves). Os dois foram atores e ajudam o filho no sustento da casa e da família, mas são frequentemente maltratados pela neta, que só consegue enxergá-los como um peso. Dóris os humilha e furta dinheiro deles para satisfazer seus caprichos, mas os dois sofrem calados. Por sua insensibilidade, Dóris chega a levar uma surra de cinto do pai. O problema só se resolve no final, quando Flora e Leopoldo se mudam para o Retiro dos Artistas, uma instituição que acolhe artistas idosos no Rio de Janeiro. Lá passam a ter uma vida mais tranquila e feliz.

Raquel, Marcos e Fred[editar | editar código-fonte]

A professora Raquel (Helena Ranaldi) vive um drama: é agredida pelo marido Marcos (Dan Stulbach), mas não tem coragem de denunciá-lo à polícia. Para fugir do marido, Raquel se muda de São Paulo para o Rio de Janeiro e consegue dar aulas de Educação Física na Escola Ribeiro Alves (ERA), mas ele descobre seu paradeiro e volta a transformar sua vida em um inferno. Entre outros atos de violência, Marcos costuma bater na mulher com uma raquete de tênis. Na escola, Raquel faz amizade com o aluno Fred (Pedro Furtado), e os dois vivem uma relação de afeto e cumplicidade, apesar da contrariedade dos pais do rapaz. Marcos passa a perseguir o garoto, e Raquel o denuncia. No final, Marcos atrai Fred para uma emboscada, e os dois morrem. A professora termina a novela grávida do estudante, a quem faz uma homenagem na festa de fim de ano da escola.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Ator/Atriz Personagem
Christiane Torloni Helena Moraes Ribeiro Alves[6]
José Mayer César Andrade de Melo
Tony Ramos Téo (Teófilo Ribeiro Alves)
Susana Vieira Lorena Ribeiro Alves
Giulia Gam Heloísa Moraes Vasconcelos
Helena Ranaldi Raquel de Almeida Trindade
Dan Stulbach Marcos Soares Mendonça
Regiane Alves Dóris de Souza Duarte[7] [8]
Rodrigo Santoro Diogo Ribeiro Alves Nogueira
Camila Pitanga Luciana Ribeiro Alves
Bruna Marquezine Salete Machado[9]
Vanessa Gerbelli Fernanda Machado
Carolina Dieckmann Edwiges Batista
Natália do Vale Silvia Ferreira Lobo
Maria Padilha Hilda Moraes Sampaio Vianna
Marcello Antony Sérgio Vasconcelos
Lavínia Vlasak Estela de Azevedo Franco
Paloma Duarte Marina Ferreira Lobo
Cláudio Marzo Rafael Nogueira
Marcos Caruso Carlão (Carlos de Souza Duarte)
Vera Holtz Santana Gurgel
Erik Marmo Cláudio Moretti
Carol Castro Gracinha
Carolina Kasting Laura Medeiros
Leonardo Miggiorin Rodrigo Andrade de Melo
Nicola Siri Padre Pedro
Oswaldo Louzada Leopoldo Duarte[8]
Carmem Silva Flora de Souza Duarte[8]
Eduardo Lago Leandro Sampaio Vianna
Júlia Almeida Vidinha (Vida Ribeiro Alves Nogueira)
Pitty Webbo Marcinha (Márcia Andrade de Melo)
Alinne Moraes Clara
Paula Picarelli Rafaela
Pedro Furtado Fred (Frederico)
Regina Braga Ana Batista
Umberto Magnani Argemiro Batista
Rafael Calomeni Expedito Batista
Manoelita Lustosa Inês
Paulo Coronato Caetano
Martha Mellinger Irene Duarte
Daniel Zettel Carlinhos (Carlos de Souza Duarte Jr.)
Ana Roberta Gualda Paulinha (Paula Arruda)
Walderez de Barros Alzira
Tião D'Ávila Oswaldo Arruda
Elisa Lucinda Pérola (Rita de Cássia Rodrigues)
Xuxa Lopes Leila
Victor Cugula Lucas Ribeiro Alves
Guilhermina Guinle Rosinha
Cristina Fagundes Wilma
Serafim Gonzalez Onofre Moretti
Marly Bueno Marta Moretti
Paulo Figueiredo Afrânio Ferreira Lobo
Giselle Policarpo Elisa Sampaio Vianna
Renata Pitanga Shirley
Arlete Heringer Yvone Barros
Sônia Guedes Matilde
Joana Medeiros Eleonora
Lica Oliveira Adelaide
Waldir Gozzi Luigi
André Bicudo Lacerda
Sylvio Meanda Eugênio
Laura Lustosa Margareth
Zé Carlos Machado Marcelo
Roberta Rodrigues Zilda
Bruno Padilha Miguel
Roberto Frota Lobato
Luciele di Camargo Dirce
Priscila Dias Sônia
Hylka Maria Cleide
Laércio de Freitas Ataulfo
Cris Bonna Isabel Andrade de Melo
Wilson Cardozo Jeremias
Giovanna de Toni Telma
Tila Teixeira Tereza
Edson Silva Kleber
Reynaldo Gianecchini Ricardo

Produção e exibição[editar | editar código-fonte]

Abertura[editar | editar código-fonte]

A novela teve 15 aberturas diferentes, sempre mostrando fotos mandadas por telespectadores, em diferentes tons de azul. As mulheres apareciam destacadas, enquanto os homens, embaçados. Inicialmente a abertura seria trocada a cada 4 semanas, mas a ideia fez tanto sucesso, que passou a ser de duas em duas semanas, tendo na última semana, a abertura diferente da penúltima.[10]

Exibições[editar | editar código-fonte]

Foi exibida de segunda a sábado, entre 17 de fevereiro a 10 de outubro de 2003, em um total de 203 capítulos. A trama começava às 20h50min e tinha duração de mais ou menos 80 minutos, com excessão das quartas feiras. Inicialmente , a trama tinha classificação de 12 anos, mas a partir de 30 de junho, o Ministério da Justiça interveio e a reclassificou como imprópria para menores de 14 anos, em virtude das exibições de cenas violentas e insinuações sexuais além dos limites.[11]

A novela foi reexibida no Vale a Pena Ver de Novo, entre 1 de setembro de 2008, até 27 de fevereiro de 2009, substituindo a novela Cabocla e sendo substituída por Senhora do Destino. Teve um total de 130 capítulos reexibidos, 73 a menos do que em sua exibição original. A reprise de Mulheres Apaixonadas é menor em relação às outras reprises das tramas de Manoel Carlos, uma vez que entre os meses de outubro de 2008, e fevereiro de 2009, a emissora alterou o horário de exibição de suas novelas em função do horário de verão. Com isso, os capítulos tinham quase duas horas de duração.

A novela anteriormente era classificada para Maiores de 14 anos, mas a Rede Globo conseguiu uma autorização do Ministério da Justiça para reprisar a novela. Para poder ser reprisada no Vale a Pena Ver de Novo, a novela foi editada, conseguindo assim a classificação para maiores de 10 anos. É a primeira novela da sessão a ter essa classificação.

Audiência[editar | editar código-fonte]

Estreou com uma média de 45 pontos com picos de 50.[12]

Seu último capítulo marcou média de 61 pontos.[13]

Teve média geral de 46,6 pontos.[14] [15]

Sua reexibição marcou uma média de 18 pontos.

Repercussão[editar | editar código-fonte]

  • A novela e a repercussão das tramas viraram tema de reportagem da revista americana Newsweek, publicada em julho de 2003.
  • Mulheres Apaixonadas foi vendida para vários países, incluindo Israel, onde foi ao ar no canal Viva, no horário nobre, simultaneamente à exibição, em outro canal, da novela Esperança (2002).
  • Além dos prêmios a novela foi satirizada pelo Casseta & Planeta, Urgente! como Mulheres Recauchutadas.[16]

Músicas[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora foi a última da Globo a atingir disco de diamante e a última a vender mais de 1 milhão de cópias. A música-tema de abertura, "Pela Luz dos Olhos Teus", de Tom Jobim e Miúcha, já havia sido executada em outra novela, Dona Xepa, exibida pela própria Globo, em 1977. A trilha nacional de Mulheres Apaixonadas (2003), foi a ultima a conquista disco de diamante, depois de ter vendido mais de 1 milhão de cópias.[17]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

A novela recebeu vários prêmios, como alguns abaixo:

Referências

  1. Classificação indicativa. Ministério da Justiça. Página visitada em 20 de fevereiro de 2014. "Inicialmente foi classificada sendo livre para todos os públicos, porém algum tempo depois o Ministério da Justiça reclassificou-a como inadequada para menores de 12 anos e depois de um tempo reclassificou-a como inadequada para menores de 14 anos."
  2. Classificação indicativa. Ministério da Justiça. Página visitada em 20 de fevereiro de 2014.
  3. Memória Globo. Mulheres Apaixonadas - Ficha Técnica. Página visitada em 10 de outubro de 2003.
  4. Redação Memória Globo (2010). Memória Globo - Mulheres Apaixonadas (em português). Rede Globo. Globo.com. Página visitada em julho de 2010.
  5. Globo reforça aposta na teledramaturgia com «Mulheres Apaixonadas»
  6. Redação Noveleiros (19 de julho de 2008). As Helenas de Manoel Carlos (em português). clicRBS. Página visitada em julho de 2010.
  7. Morisawa, Mariane (5 de maio de 2003). Tapas na tevê e na rua (em português). Revista Isto É Gente. Página visitada em julho de 2010.
  8. a b c Bentemüller, Alexsandra (16 de abril de 2003). "A polêmica existe para conscientizar", diz Regiane Alves (em português). Portal Terra. Gente & Tv. Página visitada em julho de 2010.
  9. Pinheiro, Daniel (27 de agosto de 2003). Cinderela carioca: A novela Mulheres Apaixonadas inclui um conto de fadas: o da garotinha Salete (em português). Revista Veja Online. Página visitada em julho de 2010.
  10. Redação Globo Notícias (17 de julho de 2009). Abertura de Mulheres Apaixonadas recebeu 100 mil fotos (em português). Rede Globo. Página visitada em julho de 2010.
  11. http://www.helenice.com/2003/06/governo-reclassifica-mulheres.html
  12. Redação Folha Online (7 de novembro de 2005). Veja o ibope de estreia de 10 novelas (em português). Folha Online. Página visitada em julho de 2010.
  13. Brasil, Jorge (2 de junho de 2008). Último capítulo de Duas Caras teve a pior audiência da história (em português). M de Mulher. Página visitada em julho de 2010.
  14. Feltrin, Ricardo (18 de setembro de 2008). Ibope de novelas desaba na Globo; veja a queda (em português). Uol Notícias. Página visitada em julho de 2010.
  15. Redação Estadão (10 de outubro de 2003). "Mulheres Apaixonadas" quer bater "Roque Santeiro" (em português). O Estado de S.Paulo. Página visitada em julho de 2010.
  16. Redação Estadão (23 de setembro de 2003). Casseta & Planeta e suas novelas recauchutadas (em português). Jornal O Estado de S. Paulo. Página visitada em julho de 2010.
  17. Segundo volume com faixas da novela persegue a venda de 1 milhão de cópias do primeiro
  18. Redação APCA (julho de 2010). Os Melhores da APCA - Premiados de 2003 (em português). Associação Paulista de Críticos de Artes. Página visitada em julho de 2010.
  19. Redação Contigo! Online (2004). 6º Prêmio Contigo! - Vencedores (em português). Revista Contigo! Online. Página visitada em julho de 2010.
  20. Redação Memória Globo (2004). Prêmios 2003 - Troféu Imprensa (em português). Rede Globo. Página visitada em julho de 2010.
  21. Redação Associação Prêmio Qualidade Brasil (2003). Prêmio Arte Qualidade Brasil 2003 - Vencedores Rio de Janeiro (em português). Associação Prêmio Qualidade Brasil. Página visitada em julho de 2010.
  22. Redação Associação Prêmio Qualidade Brasil (2003). Prêmio Arte Qualidade Brasil 2003 - Vencedores São Paulo (em português). Associação Prêmio Qualidade Brasil. Página visitada em julho de 2010.
  23. Redação Nickelodeon (2003). Meus Prêmios Nick 2003 - Vencedores (em português). MundoNick. Página visitada em julho de 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]