Cidade de Deus (filme)

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Cidade de Deus
 (PT/BR)
Brasil Brasil

2002 ı cor ı 130 min

Dire[c]ção Fernando Meirelles
Kátia Lund
Elenco Leandro Firmino da Hora
Douglas Silva
Alice Braga
Matheus Nachtergaele
Roteiro/Guião Bráulio Mantovani

Género drama
Idioma português
IMDb

Cidade de Deus é um filme brasileiro lançado em 2002 no seu país de origem e em 2003 no resto do mundo. O roteiro, escrito por Bráulio Mantovani, foi adaptado do romance homônimo do escritor Paulo Lins, que também ajudou na produção do filme. Foi dirigido por Fernando Meirelles e responsável por alavancar a carreira deste. A produção executiva é assinada por Elisa Tolomelli.

Índice

[editar] Sinopse

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O filme começa na década de 1960, quando os protagonistas Zé Pequeno, então apelidado "Dadinho", e Bené são pequenos deliqüentes na recém-fundada comunidade de Cidade de Deus, construída pelo governo do Estado da Guanabara, como parte da política de remoção de favelas.

Na década de 1980, os antigos amigos assumem o comando do tráfico de drogas na comunidade, que agora está ainda mais empobrecida e violenta. Os dois estabelecem prioridades bastante diferentes em suas vidas. O conflito entre o bando de Zé Pequeno contra o único foco de resistência ao seu controle total da Cidade de Deus, a área controlada pelo bando de Sandro "Cenoura", acirra-se quando morre Bené, que protegia "Cenoura" devido à antiga amizade entre os dois, e deixa o caminho livre para que Zé Pequeno desencadeie uma verdadeira guerra pela hegemonia do comando do crime no local.

Todo o drama é contado a partir do ponto de vista de Buscapé, um garoto pobre da comunidade que sonha em ser repórter fotográfico e resiste à tentação de entregar-se ao aparentemente mais fácil caminho da criminalidade.

[editar] Elenco (em ordem alfabética)

  • Alexandre Rodrigues .... "Buscapé"
  • Alice Braga .... Angélica
  • Charles Paraventi .... "Tio Sam"
  • Christian Duurvoort .... "Paulista"
  • Daniel Zettel .... Thiago
  • Dani Ornellas .... a vizinha do "Paraíba"
  • Darlan Cunha .... "Filé com Fritas"
  • Douglas Silva .... "Zé Pequeno" (Dadinho quando menino)
  • Edson Montenegro .... o pai de "Busca-pé"
  • Edson Oliveirra .... "Barbantinho"
  • Emerson Gomes .... Barbantinho (quando criança)
  • Felipe Silva .... Rafael
  • Gero Camilo .... "Paraíba"
  • Graziella Moretto .... Marina Cintra
  • Jefechander Suplino .... "Alicate"
  • Jonathan Haagensen .... "Cabeleira"
  • Karina Falcão .... a mulher do "Paraíba"
  • Leandra Miranda .... "Lúcia Maracanã"
  • Leandro Firmino da Hora .... "Zé Pequeno"
  • Luis Otávio .... "Busca-pé" (quando criança)
  • Luiz Carlos Ribeiro Seixas .... "Touro"
  • Marcos Junqueira .... Otávio
  • Matheus Nachtergaele .... Sandro "Cenoura"
  • Maurício Marques .... "Cabeção"
  • Michel de Souza Gomes .... "Bené" (quando criança)
  • Olívia Araújo .... a recepcionista do motel
  • Paulo César "Jacaré" .... "Tuba"
  • Phellipe Haagensen .... "Bené"
  • Renato de Souza .... "Marreco"
  • Roberta Rodrigues .... Berenice
  • Robson Rocha .... Gélson
  • Rubens Sabino .... "Neguinho"
  • Sabrina Rosa .... a mulher do "Galinha"
  • Seu Jorge .... "Mané Galinha"
  • Thiago Martins .... "Lampião"
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[editar] Principais prêmios e indicações

[editar] Prêmios

APCA 2003 (Brasil)

  • Grande prêmio da crítica – todo elenco

BAFTA 2003 (Reino Unido)

  • Melhor edição – Daniel Rezende

British Independent Film Awards 2003 (Reino Unido)

  • Melhor filme estrangeiro

Festival de Cartagena 2003 (Colômbia)

  • Melhor Filme – Fernando Meirelles
  • Melhor Diretor – Fernando Meirelles

Festival de Havana 2002 (Cuba)

  • Prêmio da Universidade de Havana – Fernando Meirelles
  • Melhor ator – Matheus Nachtergaele, Seu Jorge, Alexandre Rodrigues, Leandro Firmino, Phellipe Haagensen, Jonathan Haagensen e Douglas Silva
  • Melhor fotografia – César Charlone
  • Melhor Montagem – Daniel Rezende
  • Prêmio da Associação Cubana de Imprensa – Fernando Meirelles
  • Prêmio FIPRESCI – Fernando Meirelles
  • Prêmio Glauber Rocha – Fernando Meirelles
  • Prêmio Grand Coral – Fernando Meirelles
  • Prêmio OCIC – Fernando Meirelles

Grande Prêmio Brasileiro de Cinema 2003 (Brasil)

  • Melhor filme
  • Melhor diretor – Fernando Meirelles
  • Melhor roteiro adaptado – Bráulio Mantovani
  • Melhor fotografia – César Charlone
  • Melhor montagem – Daniel Rezende
  • Melhor som – Guilherme Ayrosa, Paulo Ricardo Nunes, Alessandro Laroca, Alejandro Quevedo, Carlos Honc, Roland N. Thai, Rudy Pi, Adam Sawelson

NYFCC Awards 2003 (EUA)

  • Melhor filme estrangeiro

Satellite Awards

  • Melhor filme em língua estrangeira

[editar] Indicações

BAFTA 2003 (Reino Unido)

  • Melhor filme em língua estrangeira – Andrea Barata Ribeiro, Mauricio Andrade Ramos e Fernando Meirelles

Bodil 2004 (Dinamarca)

  • Melhor filme não-estadunidense – Fernando Meirelles e Kátia Lund

Globos de Ouro 2003 (EUA)

  • Melhor filme em língua estrangeira

Grande Prêmio Brasileiro de Cinema 2003 (Brasil)

  • Melhor ator – Leandro Firmino
  • Melhor ator coadjuvante – Jonathan Haagensen
  • Melhor ator coadjuvante – Douglas Silva
  • Melhor atriz – Roberta Rodrigues
  • Melhor atriz coadjuvante – Alice Braga
  • Melhor atriz coadjuvante – Graziela Moretto
  • Melhor direção de arte – Tulé Peak
  • Melhor figurino – Bia e Inês Salgado
  • Melhor maquiagem – Anna Van Steen
  • Melhor trilha sonora – Antonio Pinto e Ed Cortês

Independent Spirit Awards 2004 (EUA)

  • Melhor filme estrangeiro – Fernando Meirelles

Oscars 2004 (EUA)

[editar] Curiosidades

  • Alguns atores do filme, com as exceções de Matheus Nachtergaele, Gero Camilo, Edson Montenegro, Seu Jorge e Charles Paraventi, nunca haviam atuado antes, e eram, na verdade, moradores de favelas cariocas. Estes atores foram escolhidos para trabalhar no filme após "oficina de teatro", organizada pela equipe de produção, e onde se destacaram.
  • O filme contém imagens de Sérgio Chapelin apresentando o Jornal Nacional, em 1979, cedidas pela Rede Globo.
  • Daniel Rezende foi o mais jovem editor a ser indicado ao Oscar.
  • Na cena em que o personagem Tio Sam (Charles Paraventi) é executado, o ator que faz o policial corrupto chama-o de Charles, ao invés de Tio Sam.

[editar] Ver também

[editar] Ligações externas

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