Pecado Capital (1975)

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Pecado Capital
Logotipo da telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 45 minutos
Criador(es) Janete Clair
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Daniel Filho
Jardel Mello
Elenco Francisco Cuoco
Betty Faria
Lima Duarte
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Tema de abertura Pecado Capital, Paulinho da Viola
Tema de
encerramento
Pecado Capital, Paulinho da Viola
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 24 de novembro de 1975 - 5 de junho de 1976
N.º de episódios 167
Cronologia
Último
Último
Escalada
O Casarão
Próximo
Próximo
Programas relacionados Pecado Capital (1998)

Pecado Capital foi uma telenovela brasileira produzida e exibida pela Rede Globo pela primeira vez entre 24 de novembro de 1975 e 4 de junho de 1976, substituíndo Escalada e sendo substituída por O Casarão.[1] Foi escrita por Janete Clair e dirigida por Daniel Filho e Jardel Mello, contando com 167 capítulos.[2] Também foi a primeira novela em cores para o horário das oito da noite.[2]

Francisco Cuoco, Betty Faria, Lima Duarte, Rosamaria Murtinho e Débora Duarte interpretaram os personagens principais da trama, que conta a história de um motorista de táxi que passa a viver um dilema após assaltantes de banco em fuga esquecerem em seu táxi uma mala com o dinheiro roubado, ficando na dúvida se a entrega à polícia, correndo o risco de ser acusado de cúmplice do assalto, ou se usa o dinheiro para resolver seus problemas.

A telenovela foi reapresentada pela TV Gaúcha, atual RBS TV Porto Alegre, entre janeiro e abril de 1982, às 22h15.[3] Reapresentada também na Rede Globo num compacto de uma hora e meia em 4 de fevereiro de 1980, como atração do Festival 15 Anos (apresentação de Lima Duarte).[1] Entre 1998 e 1999, foi ao ar o remake de Pecado Capital, reescrita por Glória Perez, mas desta vez sem sucesso.

Em 2014, foi lançada num box de 10 discos de DVD da Globo Marcas.[4] Ainda neste ano, é anunciado que o Canal Viva reprisará a novela em 2015, como parte das comemorações aos 90 anos de Janete Clair.[5]

Produção[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

"Com a expectativa que Roque Santeiro criou, a responsabilidade de escrever sua substituta era muito grande. Mudei meu gênero. Não fiz Pecado Capital para imitar o Dias, mas, pelo menos, para me igualar um pouco ao estilo dele. Levei meu romantismo para o lado realista. Parece que em Pecado Capital em diante eu dei uma melhorada".

Janete Clair em depoimento ao Museu da Imagem e do Som.[1]

Em 1975, a censura no Brasil da ditadura militar brasileira proibiu a exibição de Roque Santeiro de Dias Gomes, e a Rede Globo reprisou um compacto de Selva de Pedra de Janete Clair, enquanto buscava uma nova história para o horário.[1] A censura também vetaria três sinopses enviadas como substitutas: Saramandaia, de Dias Gomes (que estrearia às 22 horas no ano seguinte), e as adaptações dos romances O Resto É Silêncio, de Érico Veríssimo, e Os Cangaceiros, de José Lins do Rego. Janete Clair, que escrevia a então novela das sete Bravo!, se ofereceu para desenvolver uma sinopse em tempo recorde.[1] Ela passou o comando de Bravo! para seu colaborador Gilberto Braga e começou a escreveu Pecado Capital, que representaria uma mudança em seu estilo, muito criticado na época.[1]

Roteiro[editar | editar código-fonte]

"Na verdade Pecado Capital é uma dessas novelas que acontecem de tempos em tempos, uma dessas mágicas absurdas. (...) Para mim, Francisco Cuoco, o Carlão, não guardava o dinheiro pensando em devolver: guardava pensando mesmo em guardar. O meu Carlão era assim, e a partir daí mudava um pouco o Carlão da Janete, porque o meu era meio sacana. Assim eu mantinha o texto da Janete, mas o comportamento do Carlão ficava meio contraditório".

Daniel Filho em seu livro Antes que me Esqueçam.[1]

Janete Clair deixava as tramas fantasiosas e melodramáticas e partia para o realismo,[1] [4] muito próximo do estilo de Dias Gomes, seu marido. A autora contou que, de Dias Gomes, apenas se inspirou levemente no universo de sua telenovela Bandeira 2, povoada por bicheiros e tipos populares extraídos do subúrbio carioca. Pecado Capital não tinha o clichê da mocinha ingênua e sofredora e nem um galã romântico. Enquanto Lucinha era uma batalhadora e de personalidade forte, Carlão era quase um anti-herói.[1]

Na sinopse original de Janete Clair, a telenovela chamava-se O Medo, e o personagem Carlão era Rafa, o galã romântico, namorado de Lucinha, a moça suburbana e ambiciosa que se envolvia com o rico empresário Salviano Lisboa, o vilão da história, para ascender socialmente. Na idéia de Janete, Salviano perderia o amor de Lucinha para Rafa, porque o grande amor verdadeiro seria esse simples, puro, do subúrbio. Com a entrada de Daniel Filho na direção, a autora mudou a trama: humanizou Salviano, tornando-o um solitário, e Rafa (que passou a ser Carlão), deixou de ser o mocinho e tornou-se o anti-galã.[1]

"Tive uma pequena discordância com Janete por conta da morte de Carlão (...) Eu tinha certeza absoluta de que ele deveria morrer, e Janete não concordava em matá-lo. Ela não queria, porque achava que mocinhos não devem morrer, apesar de o Carlão ter se tornado um marginal. Isso poderia prejudicar a próxima novela, pois o público ficaria decepcionado com o desfecho. E era por isso mesmo que eu queria sua morte: para a novela não ser sempre um jogo de cartas marcadas. Apesar disso, nossa colaboração nessa novela foi um dos melhores trabalhos que fizemos juntos".

Daniel Filho em seu livro O Circo Eletrônico.[1]

O primeiro capítulo apresentava um assalto ao banco e o fruto deste roubo, uma mala de dinheiro, 800 mil cruzeiros, considerada uma fortuna na época, que era deixado no táxi de Carlão. O último capítulo explicou a tragédia urbana nacional que a autora desenvolveu durante a telenovela. Carlão, que agira de má fé, morre assassinado entre as obras do metrô Estação Carioca, e sua morte é notícia de jornal. No mesmo matutino, um destaque social chama a atenção dos leitores: o casamento de Lucinha e Salviano. O fatal desfecho de Carlão gerou discordância entre Janete Clair e Daniel Filho, o diretor queria que ele morresse e a autora não queria.[1] No final, Janete Clair acabou concordando que era preciso provar ao telespectador que a televisão era capaz de surpreendê-lo.[3] Daniel comentou em seu livro O Circo Eletrônico, "(...) a proposta foi assumir uma brasilidade bem realista. Queria mostrar a miséria. Quando o Boni assistiu ao primeiro capítulo, fiquei desesperado porque já tinha gravado 10 ou 12 capítulos, e ele me pediu para refazer tudo pois estava tudo muito miserável, muito deprimente. Nós tínhamos feito um tremendo laboratório para fazer aquela novela. Não refizemos".[1]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Betty Faria inicialmente não havia se identificado imediatamente com a operária Lucinha ao ler a sinopse. A atriz achou que a personagem tinha mais a ver com Regina Duarte do que com ela. Foi convencida a aceitar o papel por Daniel Filho, seu marido na época.[1]

A atriz Elza Gomes, que interpretava Bá, governanta que havia ajudado o milionário Salviano a cuidar dos seis filhos depois da viuvez, teve de se ausentar da novela devido a problemas de saúde. Assim, a atriz Miriam Pires entrou em seu lugar a partir do capítulo 45, interpretando a personagem Nora, prima de Bá, que sabia da história por cartas que a prima lhe enviava. Elza depois voltaria à cena no capítulo 120. Na cena do retorno de Bá, os atores estavam tão emocionados que choraram de verdade. Mirian Pires deixou a novela no capítulo 124.[3]

Pecado Capital foi a primeira telenovela de Gilson Moura, Lauro Góes e Sandra Barsotti.

Alguns cenários da versão proibida de Roque Santeiro foram aproveitados em Pecado Capital, como o pátio interno da casa de Salviano, que era o mesmo da casa da Viúva Porcina, só que pintado de outra cor.[1] Pecado Capital foi filmada nos bairros cariocas de Copacabana, local onde estava localizada a fachada da empresa Centauro. Outros locais gravados foram os bairros Méier e Catete, na época em obras para a implantação do metrô. Entre os cenários externos da novela estavam as fachadas da fábrica de tecidos América Fabril, em Deodoro; a boate 706 e o restaurante Mário, no Leblon; e a estação de trens da Central do Brasil. As cenas da Fábrica Centauro foram gravadas no magazine Hélio Barki, em Copacabana. Houveram também cenas nos trens urbanos, algo até então inédito em telenovelas. Tais cenas não constavam do script.[1] A sequência da morte de Carlão foi gravada no Largo da Carioca, nas obras de implantação do metrô Largo da Carioca, que ainda não operava na cidade. Somente em 1979 o meio de transporte passou a funcionar no Rio de Janeiro. A Estação Carioca foi inaugurada em 1981.[1]

Daniel Filho e a figurinista Marília Carneiro optaram por não confeccionar roupas para os personagens. Marília Carneiro andou pelas ruas e trocou roupas novas pelas que as pessoas usavam, entregando aos atores as peças que reuniu. Para a caracterização de Carlão, Francisco Cuoco engordou e deixou crescer o bigode e as costeletas.[1]

No dia 4 de junho de 1976, o último capítulo de Pecado Capital foi exibido no mesmo dia do incêndio ocorrido no prédio da TV Globo no Rio de Janeiro, na rua Von Martius, no Jardim Botânico. O fogo começou às 13 horas e só foi apagado à noite, o que fez com que a programação da emissora fosse gerada de São Paulo durante a tarde e a noite do incidente. No dia seguinte ao incêndio, a partir das 18h, a programação voltou a ser gerada da sede da emissora, no Rio de Janeiro.[1]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Pecado Capital estreou com enorme audiência nas maiores cidades do Brasil e é considerada a melhor telenovela de Janete Clair.[3] Fez tanto sucesso que se transformou em um dos assuntos do álbum de figurinhas Brasil Capital, que trazia cromos autocolantes com os personagens da telenovela.[3] A telenovela foi vendida para vários países, como Bolívia, Peru, Guatemala e Espanha.[3] Em sua coluna diária no Segundo Caderno do jornal O Globo, espaço onde falava sobre televisão, o jornalista Artur da Távola considerou Pecado Capital uma das novelas que constitui a trinca de ouro da obra de Janete Clair, ao lado de Irmãos Coragem (1970) e Selva de Pedra (1972). Mas posicionou Pecado Capital como a mais madura e contida das três produções.[3] Para o pesquisador Nilson Xavier, autor do Almanaque da Teledramaturgia Brasileira e que tem uma coluna no site do Canal Viva, "Ela é considerada pela crítica a melhor de Janete Clair porque é nela que a autora adota o realismo. Até então, a Janete era criticada pelas tramas rocambolescas e muito fora da realidade".[1] [4] [3] Os atores Lima Duarte, Betty Faria e Francisco Cuoco interpretaram personagens que marcariam definitivamente suas carreiras.[1] Destaque também para Débora Duarte, que interpretou Vilma, a filha problemática de Salviano Lisboa, papel de seu pai na vida real Lima Duarte, sendo que sua filha, Paloma Duarte, interpretaria Vilma no remake da telenovela, em 1998. Este remake, escrito pela pupila de Janete Clair, Glória Perez, baseou-se na trama e personagens da versão de 1975 para escrever outra telenovela, que não obteve sucesso tanto em audiência e crítica. Francisco Cuoco, Carolina Ferraz e Eduardo Moscovis viveram Salviano, Lucinha e Carlão no remake, que foi tão criticado que por duas vezes teve cancelado sua reprise pelo Canal Viva, em 2013 e 2014, em razão das reclamações do público que dizia preferir a versão de 1975,[6] levando o Viva a anunciar a versão original como parte das comemorações aos 90 anos de Janete Clair.

Trama[editar | editar código-fonte]

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A telenovela traz José Carlos Moreno, chamado Carlão, um taxista morador do subúrbio carioca do Méier. Logo no primeiro capítulo, acontece um grande e audacioso assalto a banco e os ladrões, em fuga, embarcam no carro de Carlão. Só que a mala cheia de dinheiro é esquecida no veículo. O taxista, então, vê ali a chance de ascender socialmente, podendo enfim casar-se com a noiva, Lucinha, operária numa fábrica de roupas. Graças à beleza da moça, as brigas entre os dois por causa de ciúme do taxista são frequentes. Lucinha conhece, então, na fábrica, o publicitário Nélio Porto Rico, que a convida a ser modelo. Pensando na possibilidade de crescer na vida, ela aceita. Enquanto isso, Carlão faz segredo quanto a estar com o fruto do assalto ao banco. A opção de Lucinha pela carreira de modelo leva-a a romper com Carlão e com o pai, Orestes, pela intolerância.

Enquanto isso, Eunice, uma dona-de-casa de classe média, infeliz no casamento, sofre com o repúdio do marido, Ricardo, e com a consciência pesada. Ela esteve no assalto, do qual participou convencida pelo amante, Miguel, e foi quem esqueceu o dinheiro com Carlão. Numa discussão com um comparsa de Miguel (este havia morrido em um confronto com a polícia) , que acreditava que ela quisesse enganá-lo, terminou matando-o. Foi, então, pedir ajuda ao marido para sair da enrascada, e ele a obrigou a ir passar uns tempos nos Estados Unidos, longe do filho, Paulo Roberto. E a suburbana Lucinha é escolhida como principal modelo das Confecções Centauro, onde antes trabalhava. Desperta o interesse do adormecido coração de Salviano Lisboa, um milionário viúvo que, apesar de ter seis filhos - Vitória, Vilma, Vicente, Virgílio, Vinícius e Valter - e viver cercado por muitos bajuladores, sente muita solidão. O início do romance entre Salviano e Lucinha desperta em Carlão um grande ódio, e ele lança mão do dinheiro, que planejava devolver, para ascender socialmente - para ele, Lucinha deseja isto:fortuna e posição.

Eunice volta ao Brasil e, cumprindo suas ameaças cheias de rancor, Ricardo a denuncia e ela é presa. Ao ficar sabendo da situação da mulher, Carlão sente a consciência pesar e começa a ajudá-la. Penalizado, sabendo que se tivesse entregue o dinheiro a situação de Eunice seria outra, morrendo de pena, Carlão se casa com ela, mesmo apaixonado por Lucinha, que passa a enfrentar, a cada dia que passa, maior oposição dos filhos de Salviano. Carlão e Eunice vivem um casamento infeliz. Ela, verdadeiramente apaixonada, sofre com o amor do marido por outra que não o quer;ele, por estar casado por piedade e medo de que ela, já o tendo reconhecido como o taxista do caso, o denuncie.

Ao longo da trama, Carlão vai se afundando mais e mais graças à ambição e ao desejo de reconquistar Lucinha. No final, quando resolve deixar o dinheiro numa obra do metrô e fazer uma denúncia anônima às autoridades, Carlão termina assassinado no local por um capanga de Sandoval, um mau-caráter com quem se havia envolvido em negócios escusos. Salviano e Lucinha se casam. Um empregado chega perto do patrão com um jornal que noticia a morte do taxista, tido na reportagem como membro da quadrilha que assaltou o banco, ou coisa do gênero. Lucinha pergunta o que é, e Salviano: "Nada, nada, uma nota sobre o nosso casamento". Amassando o jornal, sai com a esposa. O envolvimento de Carlão com gente "barra-pesada", a ambição, a infelicidade no amor, mesmo com fortuna, provam ao público que, como diz a letra do tema de abertura, "dinheiro na mão é vendaval"; a trama sintetizada nos versos de Paulinho da Viola, para ela especialmente compostos.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora foi marcante, como o tema de abertura gravado por Paulinho da Viola especialmente para a telenovela, composta sob pressão: ficou pronta em 24 horas. Também Você Não Passa de uma Mulher de Martinho da Vila, Juventude Transviada de Luiz Melodia, Moça de Wando, e o célebre tango El Dia en que me Quieras, gravado por César Camargo Mariano sob o pseudônimo Pablo Hernándes.

Nacional[editar | editar código-fonte]

Pecado Capital Nacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1975-1976
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP e k7
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
-
Pecado Capital Internacional
Próximo
Próximo
  1. "Moça" - Wando
  2. "Você Não Passa de Uma Mulher" - Martinho da Vila
  3. "El Dia En Que Me Quieras" - Pablo Hernandes y Sus Vocalistas
  4. "Se Você Pensa" - Moraes Moreira
  5. "Melô da Cuíca" - Azimuth
  6. "Pecado Capital" - Paulinho da Viola
  7. "Juventude Transviada" - Luiz Melodia
  8. "Meu Perdão" - Beth Carvalho
  9. "Que Besteira" - João Donato
  10. "O Boêmio" - Época de Ouro
  11. "Makaha" - Marcio Montarroyos
  12. "Não Sei" - Sônia Santos
  13. "Beijo Partido" - Nana Caymmi

Internacional[editar | editar código-fonte]

Pecado Capital Internacional
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1975-1976
Gênero(s) Vários
Formato(s) LP e K7
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
Pecado Capital Nacional
Próximo
Próximo
  1. "Like Roses" - Jack Jones
  2. "Zing Went The Strings Of My Heart (O Som da Massa)" - The Trammps
  3. "Il Maestro Di Violino" - Domenico Modugno
  4. "Atlantica" - Seventy-Five Music
  5. "Woman (You've Gotta Be There)" - Jae Mason
  6. "Never Let Me Say Goodbye" - Dave Ellis
  7. "You And Me Against The World" - Gladys Knight & The Pips
  8. "Happy" - Michael Jackson
  9. "Lady Bump" - Penny McLean
  10. "Love Me Like a Stranger" - The Lettermen
  11. "Words Of Love" - David D. Robinson
  12. "Ain't Nobody Straight In Los Angeles" - The Miracles
  13. "Happy Days" - Montezuma
  14. "Dolannes Melodie (Flûte de Pan)" - Jean Claude Borelly

Referências

  1. a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u Nilson Xavier. Pecado Capital - Bastidores Teledramaturgia. Página visitada em 10 de setembro de 2014.
  2. a b Memória Globo. Pecado Capital - 1ª versão - Trama Pricipal Globo.com. Página visitada em 8 de setembro de 2014.
  3. a b c d e f g h Memória Globo. Pecado Capital - 1ª versão - Curiosidades Globo.com. Página visitada em 10 de setembro de 2014.
  4. a b c Gislaine Gutierre (27 de julho de 2014). Marco da teledramaturgia, 'Pecado Capital' sai em DVD Folha de São Paulo. UOL. Página visitada em 10 de setembro de 2014.
  5. Fernando Oliveira (07 de setembro de 2014). Após cancelar remake por revolta popular, Canal Viva exibirá ‘Pecado Capital’ original em 2015 R7. Mundo da TV. Página visitada em 08 de setembro de 2014.
  6. Daniel Castro (5 de setembro de 2014). Após críticas, canal adia reprise de Pecado Capital e faz votação Notícias da TV. UOL. Página visitada em 5 de setembro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]