Rainha da Sucata

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Rainha da Sucata
Logotipo da telenovela
Informação geral
Formato Telenovela
Gênero Comédia, Drama, Romance
Duração 45 minutos aproximadamente
Criador(es) Silvio de Abreu
País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Jorge Fernando
Elenco Regina Duarte
Tony Ramos
Glória Menezes
Daniel Filho
Claudia Raia
Antônio Fagundes
Aracy Balabanian
Raul Cortez
Paulo Gracindo
ver mais
Tema de abertura "Me Chama que eu Vou", Sidney Magal
Tema de
encerramento
"Me Chama que eu Vou", Sidney Magal
Exibição
Emissora de
televisão original
Brasil Rede Globo
Formato de exibição 480i (SDTV)
Transmissão original 2 de abril de 1990 - 26 de outubro de 1990
N.º de episódios 179 capítulos (original)
145 capítulos (reprise)
179 capítulos (Canal Viva)
Cronologia
Último
Último
Tieta
Meu Bem, Meu Mal
Próximo
Próximo
Programas relacionados Passione
A Próxima Vítima
Belíssima
Guerra dos Sexos
Torre de Babel

Rainha da Sucata é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida entre 2 de abril e 26 de outubro de 1990, tendo 179 capítulos, substituindo Tieta e sendo substituída por Meu Bem, Meu Mal.

Foi escrita por Sílvio de Abreu, com colaboração de José Antonio de Souza, e dirigida por Jorge Fernando, Fábio Sabag, Mário Márcio Bandarra e Jodele Larcher.

Contou com Regina Duarte, Tony Ramos, Raul Cortez, Cláudia Raia, Antônio Fagundes, Renata Sorrah,Aracy Balabanian, Cláudia Ohana, Nicette Bruno, Paulo Gracindo, Daniel Filho e Glória Menezes nos papeis principais.

Foi reapresentada pelo Vale a Pena Ver de Novo entre 28 de fevereiro e 16 de setembro de 1994, tendo 145 capítulos, substituindo Direito de Amar e sendo substituída por Tieta.

Foi reprisada na íntegra pelo Canal Viva, entre 21 de janeiro e 26 de setembro de 2013, substituindo Que Rei Sou Eu? e sendo substituída por Água Viva.[1] [2]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Ambientada em São Paulo, a trama de Rainha da Sucata retrata o universo dos novos-ricos e da decadente elite paulistana contrapondo duas personagens femininas, a emergente Maria do Carmo Pereira (Regina Duarte) e a socialite falida Laurinha Figueroa (Glória Menezes). Maria do Carmo enriquece com os negócios do pai, o vendedor de ferro-velho Onofre (Lima Duarte), e se torna uma bem-sucedida empresária, mas mantém os hábitos de seu passado humilde. Ela mora com o pai e a mãe, Neiva (Nicette Bruno), no bairro de Santana, na zona norte de São Paulo.

Apaixonada por Edu Figueroa (Tony Ramos) um boa-vida que a desprezara e humilhara na juventude, ela decide “comprá-lo”: propõe casar-se com ele para ajudar sua família, de origem tradicional, mas à beira da falência. Edu aceita a proposta, e a emergente, após o casamento, vai morar no casarão dos Figueroa, nos Jardins, sofisticado reduto da cidade. Na nova casa, Maria do Carmo passa a viver um pesadelo por causa de Laurinha. Casada com Betinho (Paulo Gracindo), pai de Edu, a socialite é obcecada pelo enteado e faz de tudo para conquistá-lo, e não vai deixar a sucateira Maria do Carmo, em paz.

Além do mau casamento e da perseguição de Laurinha, a empresária começa a ver seus negócios darem errado por culpa do administrador Renato Maia (Daniel Filho), em quem ela confiava plenamente. Renato, na realidade, é um corrupto que aplica um golpe em Maria do Carmo. O executivo se casa com Mariana (Renata Sorrah), uma mulher frágil e rica, que sofre com as ameaças do marido, que só se casou com ela por interesse em sua fortuna. Mariana é irmã de Caio (Antônio Fagundes), um paleontólogo que se vê dividido entre a noiva, a fogosa Nicinha (Marisa Orth) e a dançarina de cabaré, Adriana Ross (Cláudia Raia), que por sua vez é filha da vilã Laurinha Figueroa.

A trama também foi marcada pela inesquecível personagem Dona Armênia (Aracy Balabanian), armênia que mora no Brasil há anos, com os filhos Gera (Marcello Novaes), Gino (Jandir Ferrari) e Gerson (Gerson Brenner), que trata como se fossem bebês. Gerson, por sinal é o braço direito de Maria do Carmo na empresa, com quem acaba se envolvendo no início da trama. Os três irmãos mais tarde vão acabar disputando o amor da jovem Ingrid (Andrea Beltrão), filha da requintada senhora Isabelle (Cleyde Yáconis). No meio da trama Dona Armênia descobre negócios escusos entre seu falecido marido e o pai de Maria do Carmo e se torna dona do território onde a empresa de Maria do Carmo é erguida, um prédio no meio da Av. Paulista e resolve demolir o edifício. Sua frase "Vou botar essa prédio na chon!" marcou a trama e a personagem. Ao invés disso ela toma a empresa de Maria do Carmo que volta a catar sucatas na rua. Contudo, logo Maria do Carmo se recupera com a descoberta de que Caio e Mariana eram seus irmãos, eles passam suas ações da "Do Carmo veículos" para ela que volta a tempo de salvar a empresa de todo o caos e bagunça que dona Armênia aprontou com sua má administração.

Outras tramas também merecem destaques como a da jornalista Paulinha (Cláudia Ohana), que apaixonada pelo trabalho, acaba se envolvendo com Edu e passa a fazer matérias sobre a derrocada da família Albuquerque Figueroa. Ainda na trama tem Jonas (Raul Cortez), o pai misterioso de Paulinha, um homem sério, simpático e que anota tudo que se passa na mansão dos Figueroa onde trabalha como Mordomo e guarda grandes segredos sobre o seu passado e seu envolvimento misterioso com Isabelle.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Produção[editar | editar código-fonte]

[[Ficheiro:A novela foi ambientada na avenida Paulista e no bairro de Santana.|{{{5}}}px|alt=|]]

Rainha da Sucata foi a primeira novela "das 8" escrita por Sílvio de Abreu, que até então havia assinado várias tramas apresentadas às 19 horas. Ele foi designado para escrever uma telenovela humorística para as 20 horas. Nesta época, havia uma determinação do Departamento de Teledramaturgia da Rede Globo em evitar a apresentação de enredos excessivamente dramáticos neste horário, que começou com a exibição de O Salvador da Pátria. Entretanto, esta proposta só prevaleceu no início da trama; a partir da segunda metade, a novela deixou de lado a veia humorística e passou a ser, de fato, uma história mais séria.

Em 17 de julho de 1990, enquanto Rainha da Sucata estava no ar, a emissora estreou a minissérie Boca do Lixo, em oito capítulos, também de autoria de Sílvio de Abreu. Ainda neste mês, Sassaricando, que também foi escrita por Sílvio, passou a ser reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo. Durante duas semanas, a Rede Globo apresentou três atrações diárias escritas pelo mesmo autor.

O personagem de Paulo Gracindo, Betinho, usava uma expressão recorrente quando se referia às atitudes de sua mulher, “coisas de Laurinha”, que acabou se transformando em um bordão reproduzido pelo público.

O Plano Collor, que foi um plano econômico implementado pelo então presidente da República Federativa do Brasil Fernando Collor de Mello, foi incorporado à história de Rainha da Sucata.

Claudia Raia engordou dez quilos para viver Adriana. A certa medida, a atriz disse a Silvio de Abreu que não aguentava mais ficar tão acima de seu peso e, a partir daí, o autor criou cenas hilárias em que a personagem começa a fazer uma rígida dieta para tentar conseguir um trabalho. Em uma das cenas, para perder calorias, Adriana se enrola em um plástico de PVC, corre e pula corda na sala de sua casa.

A abertura da novela Rainha da Sucata, Hans Donner usou o ventilador, a mola, o balde, o manequim e outras coisas para transformá-las numa animação em Stop-Motion (Uma fêmea que veio do lixo é uma dançarina animada em Stop-Motion).

A vilã Laurinha teve seu desfecho 8 capítulos antes do fim da novela. No capítulo 171, exibido em 17 de outubro de 1990, ela comete suicídio, se jogando do prédio da Sucata. Porém o mistério da sua morte é um dos fios condutores da reta final da trama.

Três finais diferentes foram escritos para a novela, para manter o segredo sobre o fim da personagem Maria do Carmo.

Aracy Balabanian, que viveu a Dona Armênia na trama, apesar de nascida em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, é filha de armênios, que vieram para o Brasil fugindo da Primeira Guerra Mundial. Dessa forma, pôde emprestar o sotaque e alguns costumes de seu povo de origem à sua personagem, além de auxiliar no trabalho da equipe de produção de arte.

A ideia do personagem Caio Szimanski ser gago foi sugestão de seu intérprete, o ator Antonio Fagundes, que fazia seu primeiro papel cômico na TV Globo. Em determinado momento da história, Caio bate a cabeça e se cura da gagueira. O autor Silvio de Abreu, porém, recebeu tantas reclamações do público que, em dois capítulos, Caio voltou a gaguejar.

A novela marcou as estreias de Marisa Orth e Cleyde Yáconis em novelas da TV Globo.

Rainha da Sucata foi o primeiro trabalho de Andréa Beltrão na TV após o sucesso do seriado Armação Ilimitada.

A trama também fez grande sucesso no exterior, sendo vendida para Angola, Bolívia, Canadá, Chile, Espanha, Costa Rica, Estados Unidos, Guatemala, México, Nicarágua, Paraguai, entre outros países.

A novela foi reapresentada na sessão Vale a Pena Ver de Novo entre 28 de fevereiro e 16 de setembro de 1994, em 145 capítulos. Da sua reestreia até o mês de abril, a reprise começava às 13h30. Com a estreia do Vídeo Show diário, a reapresentação da novela passou a ser exibida às 14h20 da tarde. Curiosamente, a novela que antecedeu Rainha da Sucata, Tieta, foi sua sucessora no Vale a Pena Ver de Novo.

A novela foi exibida na TV Globo Portugal, de 23 de novembro de 2009, a 18 de junho de 2010 as 19h30, em 148 capítulos.

Crítica à Ditadura Militar[editar | editar código-fonte]

No capítulo 19 , exibido em 23 de abril de 1990, os personagens Caio (Antônio Fagundes) e Adriana (Cláudia Raia) entram erradamente em uma confraternização de ex-servidores da OBAN e do DOI-CODI. Nas cenas é possível ver os convidados com roupas de espiões estilizados e cartazes de Abaixo o Voto, Brasil Ame-o ou Deixe-o, Direita Volver etc.

Em um diálogo com o finado Older Cazarré, que fazia uma participação especial, Caio pergunta pelo homenageado e é indagado com veemência sobre o porquê daquela indagação e se estaria escondendo algo. Quando a personagem Adriana se intromete o interlocutor interrompe dizendo: "Cala a boca, o interrogado é ele!" e segue questionando: "Quais são as suas ligações? Nomes, eu quero nomes! Quais as suas ligações com o Partido Comunista?"

Elenco[editar | editar código-fonte]

Regina Duarte interpretou a Rainha da Sucata Maria do Carmo, a Maria Figueirão.
Tony Ramos interpretou o sedutor Edu Figueroa.
Renata Sorrah interpretou Mariana.
Cláudia Raia interpretou a atrapalhada Adriana.
Antonio Fagundes interpretou o gago Caio
Aracy Balabanian interpretou a fofoqueira Dona Armênia
em ordem da abertura
Ator Personagem
Regina Duarte Maria do Carmo Pereira (Rainha da Sucata)
Glória Menezes Laura Almeida Albuquerque Figueroa (Laurinha)
Tony Ramos Eduardo Alburquerque Figueroa (Edu)
Antônio Fagundes Caio Szimanski
Aracy Balabanian Arakel Tchobanian Giovani (Dona Armênia)
Paulo Gracindo Alberto Albuquerque Figueroa (Betinho)
Renata Sorrah Mariana Szimanski
Raul Cortez Jonas Queiroz [3]
Daniel Filho Renato Maia
Cláudia Raia Adriana Albuquerque Figueroa (Adriana Ross)
Cláudia Ohana Paula Ramos
Nicette Bruno Neiva Pereira
Andréa Beltrão Ingrid Figueroa de Bresson
Gianfrancesco Guarnieri Irineu Saldanha
Cleyde Yáconis Isabelle de Bresson
Patrícia Pillar Alaíde Ribeiro / Beatriz Vasconcelos
Flávio Migliaccio Osvaldo Moreira (Seu Moreiras)
Lolita Rodrigues Maria Helena Ribeiro (Lena)
Maurício Mattar Rafael Albuquerque Figueroa
Laura Cardoso Iolanda Maia
Mário Gomes Clóvis
Zeni Pereira Mãe Mercedes
Marisa Orth Eunice Moreiras (Nicinha)
Ida Gomes Mariza Szimanski
Gilberto Martinho Alberico Cassinelli
Ilka Soares Júlia Cassinelli
Carlos Gregório Osmar Prado Maia[3]
Neuza Amaral Dalva
Beatriz Lyra Odete
Marcello Novaes Geraldo Giovani (Gera)
Mônica Torres Guida
Dill Costa Vilmar
Gerson Brenner Gerson Giovani
Jandir Ferrari Gino Giovani
Aldine Müller Ângela
José Augusto Branco Dr. Ademar[3]
Ivan Cândido Franklin
Paulo Reis Guga[4]
Maria Helena Dias Zaíra
Jorge Cherques Cyro Laurenza
Carlos Kroeber Conde Giacomo di Lampedusa
Gracindo Júnior Vado
Castro Gonzaga Julien Sorel[5]
Rosita Thomaz Lopes Estela
Neusa Borges Juíza Inês
Nelson Freitas Marcelo[3]
Humberto Martins Osvaldinho[3]
André Di Mauro Manuel Muniz de Souza (Maneco)
Jorge Fernando Diretor Rebello
Marcus Alvisi Giuliano Laurenza
Hilda Rebello Dona Jorgina
Atores convidados
Ator Personagem
Milton Moraes Vicente[3]
Stênio Garcia Sérgio[3]
Emiliano Queiroz Giácomo Giovani[3]
Participações especiais
Ator Personagem
Lima Duarte Onofre Pereira
Fernanda Montenegro Salomé Szimanski
Marília Pêra como ela mesma

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Nacional[editar | editar código-fonte]

Rainha da Sucata Nacional
Rainha-Da-Sucata-Nacional.jpg
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1990
Gênero(s) Vários
Formato(s) Vinil, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
-
Rainha da Sucata Internacional
Próximo
Próximo

Trilha sonora nacional[6] [editar | editar código-fonte]

Capa: Cláudia Raia

  1. "Me Chama Que Eu Vou" - Sidney Magal (tema de abertura)
  2. "Foi Assim (Juventude e Ternura)" - Wanderléa (tema de Maria do Carmo e Edu)
  3. "Coração Pirata" - Roupa Nova (tema de Maria do Carmo)
  4. "Cigano" - Djavan (tema de Renato)
  5. "Próxima Parada" - Marina Lima (tema de Rafael e Alíde)
  6. "A Mais Bonita"– Maria Bethânia (tema de Laurinha)
  7. "Na Captura" (Instrumental) – Ary Sperling (tema de locação)
  8. "Coisas da Vida" - Milton Nascimento (tema de Edu)
  9. "Nua Ideia" - Gal Costa (tema de Caio)
  10. "Meninos e Meninas" - Legião Urbana (tema de Paula)
  11. "Mais Você" - Ritchie (tema de Adriana)
  12. "Lanterna dos Afogados" - Os Paralamas do Sucesso (tema de Ingrid)
  13. "Naquela Estação" - Adriana Calcanhotto (tema de Mariana)
  14. "Em Busca do Amor" (Instrumental) – Ary Sperling (tema de Neiva)

Internacional e Complementar[editar | editar código-fonte]

Rainha da Sucata Internacional
Rainhadasucatainter-205x205.jpg
Trilha sonora de Vários intérpretes
Lançamento 1990
Gênero(s) Vários
Formato(s) Vinil, K7, CD
Gravadora(s) Som Livre
Cronologia de Vários intérpretes
Último
Último
-
Rainha da Sucata Nacional
Próximo
Próximo

Trilha sonora internacional[editar | editar código-fonte]

Capa: Cláudia Ohana

  1. "Into My Life" – Colin Hay Band (tema de Rafael)
  2. "All Around The World" - Lisa Stansfield (tema de Adriana)
  3. "Rebel In Me" - Jimmy Cliff (tema de Edu e Maria do Carmo)
  4. "Listen To Your Heart" - Sonia (tema de locação: São Paulo (cidade))
  5. "Come Back To Me" - Janet Jackson (tema de Paula)
  6. "Forever" - Kiss (tema de Ingrid)
  7. "Inside of You" – Howard Thomas & Sarah Bishop (tema de locação: edifício da Sucata)
  8. "My Romance" - Carly Simon (tema de Laurinha)
  9. "Send Me An Angel" - Real Life (tema de Nicinha)
  10. "Vision of Love" - Mariah Carey (tema de Edu)
  11. "It Had To Be You" - Harry Connick Jr. (tema de Renato e Mariana)
  12. "Blue" – Geoffrey Williams (tema de Alaíde)
  13. "Reve D'Amour" – Nuages (tema de Isabelle)
  14. "Too Many Lonely Hearts" – Petula Clark (tema romântico)

Trilha sonora complementar: Lambateria Sucata[editar | editar código-fonte]

  1. "Preta" - Beto Barbosa
  2. "Conversa Bonita" - Fafá de Belém
  3. "Bom Suar" - Moraes Moreira e Pepeu Gomes
  4. "Maracangalha" - Gerônimo
  5. "Beijo na Boca" - Sidney Magal
  6. "Gira Gira Pião" - Dido Oliveira
  7. "Melô da Sucata" - Grupo Sucata
  8. "Ouro Puro" - Elba Ramalho
  9. "Paixão e Loucura" - Jorge de Altinho
  10. "Sabor de Pecado" - Angel
  11. "Vem Lambadear Comigo" - Banana Split
  12. "Lourinha" - José Orlando
  13. "Marmelada (Bas Moin Laia)" - Margareth Menezes
  14. "Lambança" - Grupo Sucata

[7]

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Rainha da Sucata foi a primeira novela "das oito" escrita por Sílvio de Abreu.
  • O Plano Collor, que foi um plano econômico implementado pelo então presidente da República Federativa do Brasil Fernando Collor de Mello, foi incorporado à história de Rainha da Sucata.
  • Para a abertura da novela, Hans Donner, usou o ventilador, a mola, o balde, o manequim e outras coisas para transformá-las numa animação em Stop-Motion .
  • Glória Menezes interpretou sua primeira vilã da teledramaturgia brasileira
  • Claudia Raia engordou dez quilos para viver Adriana, a “bailarina da coxa grossa”. A certa altura, a atriz disse a Silvio de Abreu que não aguentava mais ficar tão acima de seu peso e, a partir daí, o autor criou cenas hilárias em que a personagem começa a fazer uma rígida dieta para tentar conseguir um trabalho.
  • O autor Silvio de Abreu preparou a sinopse de Rainha da Sucata em um mês, a pedido do vice-presidente de operações da TV Globo, José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni, que lhe encomendou “uma trama com linguagem de novela das 19h, só que para ir ao ar às 20h”.
  • Silvio de Abreu escreveu Rainha da Sucata para Regina Duarte, com quem havia trabalhado, como ator, na TV Excelsior.
  • Rainha da Sucata estreou em plena efervescência do confisco da poupança pelo governo de Fernando Collor de Mello. Por conta do plano econômico, Silvio de Abreu reescreveu cenas de 30 capítulos que já estavam prontos, e combinou com o diretor Jorge Fernando a regravação de outras para que a trama não ficasse desatualizada.
  • A atriz Fernanda Montenegro fez uma participação especial na novela, no papel de Salomé Szimanski, mãe de Caio (Antonio Fagundes) e Mariana (Renata Sorrah).
  • Aracy Balabanian, que viveu a Dona Armênia na trama, apesar de nascida em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, é filha de armênios, que vieram para o Brasil fugindo da Primeira Guerra Mundial. Dessa forma, pôde emprestar o sotaque e alguns costumes de seu povo de origem à sua personagem, além de auxiliar no trabalho da equipe de produção de arte
  • A novela marcou as estreias de Marisa Orth e Cleyde Yáconis em novelas da TV Globo.
  • Rainha da Sucata foi o primeiro trabalho de Andréa Beltrão na TV após o sucesso do seriado Armação Ilimitada (1985).
  • A trama também fez grande sucesso no exterior, sendo vendida para, entre outros países, Angola, Bolívia, Canadá, Chile, Costa Rica, Estados Unidos, Guatemala, Nicarágua, Paraguai e etc.
  • Teve média de 61 pontos.

Prêmio[editar | editar código-fonte]

Audiência[editar | editar código-fonte]

Estreou com uma média de 65 pontos. Ao longo dos capítulos seguintes foi marcando médias superiores a 55 pontos.

O último capítulo da novela marcou uma média de 78 pontos.Teve média de 61 pontos sendo então um sucesso de audiência.

Remake Mexicano[editar | editar código-fonte]

Globo e TV Azteca coproduzirão "Rainha da Sucata", segundo informou o diretor da Globo Internacional, Ricardo Scalamandré, que confirmou que a emissora está em negociações finais com a TV Azteca para a coprodução da novela. O executivo observou que a concorrência na produção de telenovelas está muito acirrada e que muitos clientes que antes compravam conteúdo da emissora brasileira, agora estão produzindo sua própria dramaturgia e elas ocupam o horário nobre em suas grades, daí a importância dos projetos de coprodução. O remake levará o título “La Reina de la Chatarra”.[8]

Outra trama da Globo que será produzida pela mexicana será a novela “O Clone” protagonizada por Giovanna Antonelli e Murilo Benicio em 2001, e por Sandra Echeverría e Maurício Ochmann em 2010 na Telemundo, que sairá ao ar apenas em 2014 e que deve levar o título de “Amor del Mediterraneo”.

Referências


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