Gilberto Braga

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Gilberto Braga
Nacionalidade Brasil Brasileiro
Data de nascimento 1 de novembro de 1946 (67 anos)
Ocupação autor de telenovelas brasileiro

Gilberto Tumscitz Braga (Rio de Janeiro, 1 de novembro de 1946) é um autor de telenovelas brasileiro.

Sua telenovela de 2007, Paraíso Tropical, foi indicada em 2008 ao Emmy na nova categoria de melhor novela.[1] A maioria de suas novelas tem um assassinato misterioso nos capítulos finais.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Início da carreira e adaptação de romances famosos[editar | editar código-fonte]

Nascido no bairro carioca de Vila Isabel, na juventude recebeu a influência dos pais para cursar a carreira diplomática, ideia esta que foi abortada antes mesmo de ser concretizada. Frequentou o Colégio Pedro II e em 1968, imigrou a Paris durante alguns meses devido a uma bolsa de estudos, mas voltou ao Brasil pouco tempo depois.

Gilberto trabalhou como professor de francês e também na imprensa carioca, como crítico de teatro (no jornal O Globo, durante cinco anos) e cinematográfico. Estreou como autor televisivo em 1973, quando assinou dois casos especiais: As Praias Desertas e Feliz na Ilusão, na mesma época em que atuou pela primeira vez como novelista. Desenvolveu em parceria com Lauro César Muniz a autoria da novela Corrida do Ouro (1974), trabalho do qual se afastaria pela metade devido ao fato de ainda não estar habituado ao ritmo de escrita para a televisão. Gilberto já havia colaborado com Lauro César em Carinhoso (1973) e voltaria a trabalhar com ele em Escalada (1975). Gilberto Braga foi o primeiro autor brasileiro formado exclusivamente para a televisão - jamais escreveu para teatro. Ele foi responsável por algumas adaptações: Dama das Camélias 72 (versão atualizada de A Dama das Camélias, protagonizada por Glória Menezes e Cláudio Cavalcanti), O Preço de cada um (modernização de Misantropo) e Mulher (versão moderna de Casa das Mulheres).

Ele também se notabilizou pelas adaptações de clássicas obras literárias para a televisão. Em 1975, foi responsável pelas adaptações dos romances Helena, de Machado de Assis (que seria adaptada novamente em 1987 pela extinta TV Manchete) e Senhora de José de Alencar, mas o maior sucesso nesse filão foi Escrava Isaura (1976), baseada no romance homônimo de Bernardo Guimarães, cujo êxito foi enorme - durante muito tempo, foi a novela mais vendida de todos os tempos e consagrou mundialmente a atriz Lucélia Santos, então iniciante.

Ainda em 1975, Gilberto Braga colaborou com Janete Clair na autoria da novela Bravo! e a substituiu quando ela teve que preparar outra trama para o lugar de Roque Santeiro, de Dias Gomes, cuja exibição fora proibida pela censura militar no dia da estreia. Com a proibição, ela escreveu então aquele que se tornaria um dos maiores sucessos, a novela Pecado Capital.

Telenovelas contemporâneas e suspense[editar | editar código-fonte]

A novela Dancin' Days (1978), escrita a partir do esboço A Prisioneira, da colaboradora Janete Clair, alcançou um grande sucesso, marcada por algumas peculiaridades: a estreia no horário nobre, como autor titular, além de ter sido a primeira novela contemporânea e sem ser uma adaptação de romance consagrado. A trilha sonora internacional, basicamente com canções de discotecas foi um sucesso de vendagem - mais de um milhão e meio de cópias - assim como a nacional - um milhão de cópias, estimulando o crescimento de novas casas do gênero e lançou diversos modismos, como voos de asa delta e meias de lurex usadas com sandália. A novela foi reexibida em 1980 no "Festival 15 Anos", com apresentação de Glória Pires e numa versão compacta (entre outubro e novembro de 1982). Alguns anos depois a novela foi adaptada para romance na coleção Campeões de Audiência - Telenovelas (lançada pela Editora Globo entre 1987 e 1988), assim como Água Viva e Pecado Capital. O livro Água Viva foi lançado por Leonor Bassères baseado nas três mil e duzentas laudas que Gilberto escrevera para a novela.

Seguiram-se outras novelas de sucesso no horário nobre: Água Viva (1980) abordou o cotidiano da classe média-alta no litoral e o windsurfe, causou polêmica por conta do topless e mostrou, pela primeira vez, o baseado na televisão brasileira. Prosseguiu com a novela Brilhante (1981), que discutiu a homossexualidade masculina e romance entre pessoas de diferentes idades. Brilhante foi acusada de plágio de livros e filmes norte-americanos e enfrentou problemas com a audiência, tendo por isso sofrido alterações ao longo da história. O tema de abertura da novela era Luiza, composta por Tom Jobim especialmente para a trama, e cuja letra menciona o cabelo loiro e comprido da protagonista, Vera Fischer. Quando ela apareceu de cabelo curto, o compositor foi o primeiro a protestar. Este polêmico fato foi bastante criticado, e a figurinista Marília Carneiro deu a ideia de usar uma bandana no pescoço, acessório este que virou febre entre o público feminino. Nessa fase também escreveu Louco Amor (1983), que teve a estreia antecipada devido ao término repentino - causado pela morte do protagonista, Jardel Filho, de Sol de Verão (1982), de Manoel Carlos que colaborou, a pedido do próprio Gilberto, na redação do texto de Água Viva - e Corpo a Corpo (1984), inspirada no mito de Fausto, que causou polêmica por debater o racismo, um tema que não foi aceito pelo grande público.

O maior sucesso foi quando ele parou o Brasil com o mistério em torno de quem matou Odete Roitman? (Beatriz Segall), personagem da novela Vale Tudo (1988). O último capítulo da referida telenovela obteve a maior audiência - 86% dos televisores estavam ligados, no qual revelou Leila (Cássia Kiss) como a assassina. A expectativa foi tamanha que a marca de caldos de galinha Maggi, fez um concurso em que premiava quem acertasse o nome do assassino. O vencedor recebeu cinco mil cruzeiros, equivalente a três mil e duzentos dólares. O mistério envolvendo uma morte se repetiu na telenovela Celebridade (2003), que perguntava quem matou Lineu Vasconcelos? (Hugo Carvana), no qual a assassina foi Laura (Cláudia Abreu) e já havia sido usado anteriormente em Água Viva, com o bordão quem matou Miguel Fragonard? (Raul Cortez). Em 2007, o mistério foi na novela Paraíso Tropical com o bordão quem matou Taís Grimaldi? (Alessandra Negrini). Vale Tudo também ganhou um remake em espanhol: Vale Todo (2002), com o elenco formado de atores de língua hispânica e foi exibida em parceria com a Rede Telemundo, cadeia de emissoras abertas mais voltada para o público latino.

Substituição, trilogia entre 1988 e 1994[editar | editar código-fonte]

Gilberto substituiu Sílvio de Abreu a título informal em alguns capítulos na autoria da novela Rainha da Sucata (1990) quando este último precisou se afastar durante algumas semanas devido a problemas pessoais. No mesmo ano atuou como supervisor de texto na novela Lua Cheia de Amor, adaptação de Ana Maria Moretzsohn para Dona Xepa (1977), baseada na peça homônima de Pedro Bloch. Colaborou também na sinopse de Bambolê, de Daniel Más (1987), ambientada nos anos 1950 - assim como a minissérie Anos dourados.

Em 1992 Gilberto Braga substituiu Glória Perez na condução da novela De Corpo e Alma em parceria com a fiel colaboradora Leonor Bassères. Glória se afastou da trama por algumas semanas devido ao assassinato da filha, a atriz Daniela Perez. O primeiro título sugerido para Vale Tudo foi Pátria Amada, o que se tornou inviável por já existir um filme (da cineasta Tizuka Yamazaki) com este nome. Além de refletir sobre os problemas do alcoolismo e lesbianismo (este último, mostrado pela primeira vez de maneira explícita), a novela iniciava uma trilogia onde eram abordadas os temas da honestidade e a corrupção.

O segundo trabalho nesse caminho foi O Dono do Mundo (1991), que teve o objetivo de recuperar a audiência perdida com a antecessora no horário, Meu Bem, Meu Mal, de Cassiano Gabus Mendes. A novela sofreu reformulações pois a trama inicial não havia entusiasmado o público e, em determinados momentos, a novela infantil mexicana Carrossel (do SBT) e a então novela das sete, Vamp de Antônio Calmon, superaram o Ibope da novela. Desta vez, quem colaborou na condução da história foi Sílvio de Abreu, que deu maior agilidade, o que fez com que a trama fosse recuperando gradativamente a audiência. O Dono do Mundo teve média geral de quarenta e sete pontos, índice considerado baixíssimo para uma novela do horário nobre na época. O maior destaque da novela foi a elogiadíssima abertura, que mostrou imagens de Charles Chaplin no filme O Grande Ditador (1940).

A última obra da trilogia foi Pátria Minha (1994). A novela, que teve o título extraído do poema homônimo de Vinícius de Moraes, enfocou conflitos ideológicos como as questões da moradia, racismo, adultério, virgindade - já abordada em O Dono do Mundo - e primeira experiência sexual, uso de preservativos e diálogo familiar (pais e filhos). Pátria Minha teve média geral de quarenta e seis pontos, dez a menos que a antecessora, Fera Ferida, de Aguinaldo Silva, apesar dos percalços que a produção teve que enfrentar com os atores Vera Fischer e Felipe Camargo, então casados, que foram afastados do elenco, dentre outros motivos, devido a brigas e aos frequentes atrasos.

Minisséries, supervisão de texto e a volta às novelas de época[editar | editar código-fonte]

A primeira minissérie escrita foi um dos trabalhos mais elogiados e bem-sucedidos: Anos Dourados (1986), dirigida por Roberto Talma. A trama, que foi posta no ar às pressas visando concorrer com o estrondoso sucesso Dona Beija da extinta Rede Manchete, também marcou o retorno às produções ambientadas nos anos 1950, realçado principalmente pela trilha sonora que trouxe diversas canções consagradas da época (escolhidos pessoalmente pelo autor, que pela primeira vez atuou também como produtor musical). Anos Dourados foi reprisada em 1988 e 1990 com cortes - alguns duramente criticados, inclusive na narração do encerramento, que não conta o destino dos personagens principais. A minissérie lançada em DVD em 2003, que não contém a íntegra da série mas é mais completo que a versão apresentada em 1990. Como parte das comemorações dos quarenta anos da Rede Globo, em 2005 o canal pago Multishow apresentou parte da série, também com cortes, sendo em relançado em DVD em 2006 com dois volumes pela Editora Globo.

A minissérie O Primo Basílio (1988), baseada no romance homônimo do escritor português Eça de Queiroz, marcou à volta ao trabalho com adaptações e às produções de época na carreira. A minissérie foi muito elogiada pela Federação das Associações Portuguesas e Luso-Brasileiras e criticada por alguns intelectuais que se opuseram à versão televisiva do romance, abordando a cultura portuguesa da literatura de Eça de Queiroz. Quatro anos mais tarde, outra minissérie obteve relevante sucesso: Anos Rebeldes (1992), lançada em livro (com adaptação de Flávio de Campos) paralelamente à exibição na tevê, onde abordava a época da ditadura militar brasileira (1964-1985). Na minissérie, encontrou eco ao povo que ia às ruas pedir o impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, vivendo uma situação política semelhante à discutida na obra. A minissérie foi lançada em vídeo nos anos 1990 e assim como Anos Dourados, teve lançamento em DVD em 2003, também numa versão compacta, e exibição no canal Multishow em 2005. A última minissérie escrita foi a policial Labirinto (1998), protagonizada por Fábio Assunção e Malu Mader.

Ele também supervisionou o texto de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa na elaboração da sinopse e na construção do perfil dos personagens da novela Salsa e Merengue (1996). Além de participarem da minissérie Labirinto, Fábio Assunção e Malu Mader protagonizaram a novela Força de um Desejo (1999), ambientada no século XIX por decisão que a TV Globo tomou depois do grande sucesso de Chiquinha Gonzaga, de Lauro César Muniz, que se passava nessa mesma época. A novela também marcou a volta às produções de época no horário das seis da Rede Globo depois de oito anos. A última havia sido em Salomé (1991), de Sérgio Marques, cujo projeto projeto deveria ter sido desenvolvido por Gilberto, em 1978, tendo ele passado na época para o horário nobre, com Dancin' Days.

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Em 1998, Gilberto Braga escreveu a sinopse intitulada Feliz Aniversário, projeto que acabou sendo abortado mas cujas tramas foram aproveitadas na minissérie "Labirinto". À mesma época, foi cogitado um remake da novela Dancin' Days, para comemorar vinte anos de sua estreia, mas por questões de inadequação ao horário disponível - 18 horas - este projeto também acabou sendo descartado pela Rede Globo.

Em 1988, Gilberto Braga escreveu a sinopse de Força de um Desejo juntamente com Alcides Nogueira, cujos títulos provisórios foram Amor Perfeito e Alto da Serra. À época, foram cogitados para o elenco Maria Zilda, Thales Pan Chacon, Castro Gonzaga e Denise del Vecchio.

Na exibição original, Força de um Desejo não alcançou o sucesso previsto. A sua reprise foi a primeira novela com legenda para deficientes visuais.

Era Gilberto Braga 2000 e Indicação ao Emmy Awards[editar | editar código-fonte]

A novela Celebridade (2003), que teve o título provisório Fama, um instrumento de divulgação da novela onde o mundo ficcional era tratado como real, ridicularizando e colocando em questão o que é ser célebre e o que é ser famoso.Essa novela foi escrita principalmente para comemorar os vinte anos de carreira da atriz Malu Mäder, de quem o Autor é muito amigo. Na verdade, o suplemento era parte integrante da revista de famosos Quem Acontece. Celebridade teve a sinopse escrita originalmente em 2001, a exibição adiada e consistiu em uma espécie de revisão das antigas obras, com personagens com a mesma característica de outros escritos em trabalhos anteriores, para revelar Quem matou Lineu Vasconcelos

O mais recente trabalho foi Paraíso Tropical (levada ao ar entre 5 de março e 28 de setembro de 2007 com 179 capítulos, sendo portanto a produção do horário de menor duração dos últimos onze anos) - cujo título provisório era Copacabana, em referência ao bairro carioca, onde a história é ambientada e é escrita em parceria com o fiel colaborador Ricardo Linhares, mostrando a público temas importantes e polêmicos, como homossexualidade sem nenhum preconceito, turismo sexual, prostituição - já abordada em O Dono do Mundo, alcoolismo e windsurfe.

Paraíso Tropical foi protagonizada por Alessandra Negrini (que passou cinco anos antes longe das novelas), que substituiu Cláudia Abreu, que teve de abandonar o papel ao se descobrir grávida - e Fábio Assunção. Marcou também a volta de Renée de Vielmond às telenovelas - a última da qual ela participou foi Explode Coração, de Glória Perez (1995), e de Daisy Lucidy cuja última foi O Casarão, de Lauro César Muniz. No elenco, Vera Holtz substituiu Joana Fomm na personagem Marion Novaes, pois esta última precisou se afastar por problemas de saúde. Cogitava-se o retorno de Joana Fomm à trama com outro papel. Porém, a hipótese acabou não se consolidando.

A novela seguiu o gênero habitual de suspense de novelas do Gilberto Braga. No capítulo 154 (exibido em quinta-feira, 30 de agosto), houve a morte de Taís Grimaldi (Alessandra Negrini), e o mistério foi levado até o final da novela, com a pergunta Quem matou Taís? Logo após do assassinato principal vieram mais perguntas, como Quem envenenou Marion Novaes? (no capítulo 171, de quarta-feira, 19 de setembro) e Quem matou Lutero? (Edwin Luisi - no capítulo 175, de segunda-feira, 24 de setembro) - todos cometidos sobre o mesmo assassino - Olavo (Wagner Moura).

Paraíso Tropical no tempo em que ficou no ar, foi o programa mais visto da televisão brasileira [carece de fontes?]. A novela foi indicada ao Emmy 2008 na nova categoria de melhor novela.[1] O International Emmy Awards, ou simplesmente Emmy, é o equivalente ao Oscar da televisão internacional.

Seu trabalho mais recente para Rede Globo foi a novela das 21h da emissora: Insensato Coração.[2] A trama substituiu Passione, de Sílvio de Abreu. Estreou em 17 de janeiro de 2011 e encerrou-se em 20 de agosto de 2011. Em 2012, supervisionou os textos da telenovela Lado a Lado, de autoria de João Ximenes Braga (seu antigo colaborador) e Claudia Lage [3] . Atualmente, se dedica aos textos de sua próxima novela das 21h, que inicialmente teve o título de Três Mulheres, sendo posteriormente trocado por Babilônia [4] , e tem previsão para estrear no dia 23 de fevereiro de 2015 [5] , logo após Império, novela de Aguinaldo Silva, que por sua vez, substituirá Em Família de Manoel Carlos. [6] [7]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

Segundo o site Bem Paraná, o autor de novelas Gilberto Braga e o decorador Edgar Moura Brasil ficaram noivos no dia 26 de dezembro de 2013 na cidade de Paris, celebrando esta ocasião no restaurante L'Entrecôte. Vieram a oficializar a união na data de 22 de março de 2014, no próprio apartamento de ambos, no Arpoador, no Rio de Janeiro. O longo relacionamento já dura mais de 40 anos. [8]

Carreira[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Ano Trabalho Emissora Escalação Parceiros titulares
1972 a
1974
Caso Especial Rede Globo colaborador
1974
1975
Corrida do Ouro Rede Globo colaborador Lauro César Muniz
1975 Senhora Rede Globo autor principal
adaptação
1975 Helena Rede Globo autor principal
adaptação
1975
1976
Bravo! Rede Globo colaborador Janete Clair
1976
1977
Escrava Isaura Rede Globo autor principal
adaptação
1977 Dona Xepa Rede Globo autor principal
adaptação
1978
1979
Dancin' Days Rede Globo autor principal
1980 Água Viva Rede Globo autor princial
1981
1982
Brilhante Rede Globo autor principal
1983 Louco Amor Rede Globo autor principal
1984
1985
Corpo a Corpo Rede Globo autor principal
1986 Anos Dourados Rede Globo autor principal Leonor Bassères
1988 O Primo Basílio Rede Globo autor principal
adaptação
Leonor Bassères
1988
1989
Vale Tudo Rede Globo autor principal Aguinaldo Silva e
Leonor Bassères
1990
1991
Lua Cheia de Amor Rede Globo supervisor de texto Novela de:
Ana Maria Moretzsohn,
Ricardo Linhares e
Maria Carmem Barbosa
1991
1992
O Dono do Mundo Rede Globo autor principal
1992 Anos Rebeldes Rede Globo autor principal Ricardo Linhares
Sérgio Marques
1994
1995
Pátria Minha Rede Globo autor principal
1998 Labirinto Rede Globo autor principal
1999
2000
Força de um Desejo Rede Globo autor principal Alcides Nogueira
2003
2004
Celebridade Rede Globo autor principal
2007 Paraíso Tropical Rede Globo autor principal Ricardo Linhares
2011 Insensato Coração Rede Globo autor principal Ricardo Linhares
2012
2013
Lado a Lado Rede Globo supervisor de texto Novela de:
Claudia Lage e
João Ximenes Braga
2015 Rio Babilônia Rede Globo autor principal Ricardo Linhares

João Ximenes Braga

Teatro[editar | editar código-fonte]

Como tradutor[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Ano Prêmio Trabalho Categoria Resultado
1980 Troféu Imprensa Água Viva Melhor Telenovela Venceu
1988 Troféu APCA O Primo Basílio Prêmio da Crítica Venceu
Troféu APCA Vale Tudo Melhor Telenovela Venceu
Troféu Imprensa Melhor Telenovela Venceu
1991 Troféu Imprensa O Dono do Mundo Melhor Telenovela Venceu
1992 Troféu APCA Anos Rebeldes Prêmio da Crítica Venceu
2004 Prêmio Qualidade Brasil Celebridade Melhor Telenovela Venceu
Melhor Autor Venceu
Troféu APCA Melhor Telenovela Venceu
2007 Prêmio Qualidade Brasil Paraíso Tropical Melhor Telenovela Venceu
Melhor Autor Venceu
Troféu APCA Melhor Telenovela Venceu
Troféu Imprensa Melhor Telenovela Venceu
Troféu Internet Melhor Telenovela Venceu
Prêmio Contigo! Melhor Telenovela Venceu
Melhor Autor Venceu
Prêmio Quem Acontece Melhor Autor Venceu
Prêmio Extra de TV Melhor Telenovela Venceu
Poptevê Melhor Telenovela Venceu
TV Press Melhor Telenovela Venceu
Melhor Autor Venceu
Melhores e Piores - IG Melhor Telenovela Venceu
2008 Emmy Internacional Melhor Telenovela Indicado
2012 Prêmio Contigo! Insensato Coração Melhor Telenovela Indicado
Melhor Autor Indicado

Referências

  1. a b [1]
  2. Patrícia Kogut (28 de setembro de 2010). ‘Insensato coração’: trabalhos começam O Globo. Visitado em 25 de março de 2014.
  3. Lado a Lado - Ficha Técnica Memória Globo. Visitado em 25 de março de 2014.
  4. Kogut, Patrícia (23 de abril de 2014). Novela de G.Braga se chamará 'Babilônia', em referência a morro O Globo. Visitado em 28 de abril de 2014.
  5. Fernando Oliveira (23 de junho de 2014). Antes de mesmo de lançar ‘Império’, Globo marca estreia de novela das nove de Gilberto Braga Mundo da TV - R7. Visitado em 21 de junho de 2014.
  6. Fernando Oliveira (25 de março de 2014). Próxima novela de Gilberto Braga se chamará 'Três Mulheres' Mundo da TV - R7. Visitado em 25 de março de 2014.
  7. Daniel Ribeiro (17 de fevereiro de 2014). Gilberto Braga começa a escrever nova novela na Globo RD1. Visitado em 25 de março de 2014.
  8. Bruno Astuto (23 de março de 2014). Após 41 anos de união, o casamento de Gilberto Braga e Edgar O Globo. Visitado em 25 de março de 2014.
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]