Regina Braga

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Regina Lúcia Viana Braga (Rio de Janeiro, 13 de novembro de 1941 - 1 de novembro de 1999) foi uma roteirista brasileira.

Além de ter sido artista plástica nas décadas de 60 e 70 (foi aluna de Ivan Serpa), poetisa na de 80 e de também escrever prosa, ficou conhecida profissionalmente mesmo como roteirista de televisão. Mas também escreveu roteiros para cinema e teatro.

Rio de Janeiro, circa 1960

Ela foi casada com Bill Horne (William Oliver Horne), conhecido músico de jazz (trompetista e flautista) e engenheiro de som. Pelo seu Audio Studio B, na rua Anita Garibaldi, Rio de Janeiro, passaram alguns dos mais importantes nomes da Bossa Nova e do Jazz brasileiros. Durante algum tempo, Bill foi um dos poucos brasileiros membros da Audio Engineering Society dos EUA. Pela casa deles era comum topar-se com as figuras mais destacadas da música, artes, teatro e cinema.

Trajetória profissional[editar | editar código-fonte]

A escritora e roteirista trabalhou em quase todas as emissoras brasileiras. Ajudou Doc Comparato, na adaptação da obra épica O Tempo e o Vento, de Érico Verissimo, em 1985 para a TV Globo. Este foi seu primeiro trabalho em televisão. Em seguida, também colaborou com o novelista Aguinaldo Silva na minissérie Tenda dos Milagres, adaptada da obra do escritor Jorge Amado.

No ano de 1990, ela saiu desta emissora depois de fazer o roteiro para a novela de época do horário das seis Pacto de Sangue; única novela totalmente escrita antes da exibição, cujo diretor (também ator em várias outras novelas) Herval Rossano reivindicou a co-autoria da obra. Por esta questão não muito esclarecida, a emissora decidiu por não mais manter o contrato com a roteirista, homônima profissional da atriz Regina Braga, que havia deixado para a "Casa de Criação", grupo de escritores, roteiristas e redatores da Rede Globo, decidir a respeito, pois ela apenas não concordara com a reivindicação do diretor. Esta novela teve a colaboração de Sérgio Marques.

Em 1995 escreveu A Idade da Loba, com Alcione Araújo, para a TV Bandeirantes. Trabalhou, escrevendo casos especiais e outros programas. Na TV Manchete, criou e escreveu em co-autoria com Márcio Tavolari o seriado semanal Família Brasil, projeto pioneiro da televisão brasileira, o qual era uma mistura do realismo oriundo de notícias jornalísticas com a ficção da teledramaturgia. O seriado completava 1 ano no ar quando Régis Cardoso, então recém saído da TV Globo, entrou nesta outra emissora e decidiu que não haveria mais o seriado. Também na TV Manchete, Regina Braga assumiu a 2ª Parte da novela Amazônia, pois esta precisou ser reformulada. Em 1993, escreveu, com Alexandre Lydia e Márcio Tavolari, a minissérie O Marajá, uma comédia baseada no governo de Fernando Collor de Mello. No dia da estréia, a exibição foi proibida por uma liminar impetrada pelo ex-presidente. Até hoje, não se tem notícia das fitas em que a minissérie foi gravada.

Regina faleceu em 1 de novembro de 1999 no Rio de Janeiro, deixando um filho e uma filha. Ela sofria problemas de depressão, pois estava desempregada[1] .

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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