Marcos Rey

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Marcos Rey
País de nascimento: Brasil
Data de nascimento: 17 de fevereiro de 1925
Data de falecimento: 1º de abril de 1999 (74 anos)
Local de falecimento: São Paulo Brasil
Gênero(s) romance policial/juvenil
Obra-prima: O Mistério do 5 Estrelas
webite: marcosrey.com
Portal Literatura

Marcos Rey, pseudônimo de Edmundo Donato, (São Paulo, 17 de fevereiro de 1925 — São Paulo, 1 de abril de 1999) foi um escritor e roteirista brasileiro.

Marcos foi também redator de programas de televisão, adaptou os clássicos A Moreninha de Joaquim Manuel de Macedo em forma de telenovela e o Sítio do Picapau Amarelo.

Macos usava sua cidade natal, São Paulo, como cenário de várias de suas obras. O autor se dedicou principalmente às obras voltadas ao público juvenil. Escreveu crônicas, contos e se destacou escrevendo romances. Escreveu também várias obras literárias adultas. Durante os anos 1970, foi roteirista de diversos filmes do gênero pornochanchada produzidos na Boca do Lixo, em São Paulo, como As Cangaceiras Eróticas e O Inseto do Amor. No gênero ficção infantil estreou com Não Era Uma Vez, drama de um garoto à procura de sua cadela perdida nas ruas.

Foi também tradutor de livros em inglês, em parceria com seu irmão Márcio Donato.

Na década de 1990 tornou-se colunista da revista Veja, São Paulo. No ano de 1999, após voltar de uma viagem à Europa, Marcos Rey foi internado para uma cirurgia, e não resistindo às complicações, faleceu no dia 1 de abril, aos 74 anos, sem recuperar a consciência.

Foi cremado, e um mês depois, sua esposa Palma Bevilacqua Donato sobrevoou com um helicóptero o centro da cidade, espalhando as cinzas do autor sobre São Paulo e realizando assim a reunião eterna de Marcos Rey com a metrópole que foi a grande personagem de toda sua obra.

Índice

[editar] Obras

Books-aj.svg aj ashton 01.png A Wikipédia possui o
Portal de Literatura
Literatura infanto-juvenil
Literatura adulta
  • Um gato no triângulo (novela, 1953)
  • Café na cama (romance, 1960)
  • Entre sem bater (romance, 1961)
  • A última corrida (romance, 1963)
  • Grandes Crimes da História (paradidático, 1967)
  • O enterro da cafetina (contos, 1967)
  • Memórias de um gigolô (romance, 1968)
  • O pêndulo da noite (contos, 1977)
  • Ópera de sabão (romance, 1978)
  • Soy loco por ti, América! (contos, 1978)
  • Malditos paulistas (romance, 1980)
  • A arca dos marechais (romance 1985)
  • Esta noite ou nunca (romance, 1988)
  • O roteirista profissional (ensaio, 1989)
  • A sensação de setembro (romance, 1989)
  • último mamífero do Martinelli (novela, 1995)
  • Os crimes do olho-de-boi (romance, 1995)
  • Fantoches (novela, 1998)
  • Cão da meia noite (contos, 1998)
  • Melhores contos de Marcos Rey (antologia, 2005)
  • Mano Juan (romance, 2005) (inédito)

[editar] Adaptações para o cinema e a televisão

[editar] Prêmios

  • 1968 - Prêmio Jabuti na categoria Contos / Crônica / Novelas, por O enterro da cafetina.
  • 1994 - [FSD[PrêFmio Jabuti]] na categoria Conto por O último mamífero do Martineli.
  • 1996 - TrSDoféu Juca Pato, de intelectual do ano.

[editar] Ligações externas

Wikiquote
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Bernardo Élis
Jabuti 01.jpg Prêmio Jabuti - Contos / Crônicas / Novelas
1968
Sucedido por
Maria Cecília Caldeira
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