Natália do Vale

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Natália do Vale
Nome completo Maria Natália Ferreira do Valle
Nascimento 6 de março de 1953 (61 anos)
Rio de Janeiro, RJ
Ocupação Atriz
Atividade 1975 - atualmente
IMDb: (inglês)

Maria Natália Ferreira do Valle (Rio de Janeiro,[1] 6 de março de 1953)[2] [3] é uma atriz brasileira que trabalha no cinema e na televisão.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Natália do Vale é filha de imigrantes portugueses, que vieram para o Brasil em busca de melhores condições financeiras. Ela tinha somente um irmão, chamado Antônio Ferreira do Vale. Seus pais e seu irmão já são falecidos. Sua mãe faleceu no dia de sua estreia na peça "Capitanias Hereditárias", de autoria de Miguel Falabella, após já estar trabalhando na TV. Mesmo inconsolável com o falecimento da mãe, Natália fez a peça e recebeu muitos aplausos.

Desde criança seu lado artístico se fazia presente, quando interpretava papéis no teatro da escola, sempre ganhando excelentes notas. Em 1969 foi eleita em um concurso como a jovem mais bela do Rio de Janeiro, ganhando o título de Miss Rio de Janeiro.

Nos anos 70, em busca de melhores condições de vida, se mudou com a família para (São Paulo. Lá, Natália prestou vestibular e passou, se formando em filosofia pela Universidade de São Paulo - USP. Para ajudar no sustento da casa, trabalhava como estagiária, auxiliando uma professora de geografia em um curso pré-vestibular.

Após se formar em filosofia, começou a dar aula em escola, mas seu lado artístico a cada dia falava mais alto. Por conta disto, trabalhava como professora num horário, e no outro, fazia curso de teatro, para tirar a carteira de atriz. Antes mesmo de concluir o curso, foi vista por diretores de TV, que estavam na plateia, em um dia de peça no curso, e eles gostaram de sua atuação, e lhe convidaram para apresentar um programa infantil/educacional na TV Cultura. Com muito entusiasmo, deixou a carreira de professora e estreou na televisão como apresentadora, enquanto completava o curso de teatro. Após alguns anos, após terminá-lo, se inscreveu em testes para a Rede Globo e no primeiro que fez, passou: Sua primeira novela foi Gabriela em 1975, baseada no romance homônimo do escritor Jorge AmadoTambém teve um papel de destaque na Novela "A Moreninha" de Joaquim Manoel de Macedo e adaptada por Marcos Rey, exibida com grande sucesso pela TV Globo em 1976, onde interpretou o Papel da Mademoiselle Aimée, a Francesinha do Cabaré "O Alcazar".

O seu reconhecimento como grande atriz, com uma papel de destaque, veio somente em Água Viva, em 1980, de Gilberto Braga e Manoel Carlos, que a levou para as capas das revistas e aparições no Fantástico. A partir daí interpretou diversos personagens importantes na TV Globo, como Lúcia Toledo, de Baila Comigo (1981), Sandra Rivoredo, de Sétimo Sentido (1982), Débora Brandão, de Final Feliz (1982), e Andréia Souza e Silva de Cambalacho (1986), quando interpretou a grande vilã da história, uma alpinista social sem escrúpulos.

Em sua carreira, também obteve destaque como Suzanne Webert de Que Rei Sou Eu?, Helena de A Próxima Vítima, Lúcia de Torre de Babel, Sílvia de Mulheres Apaixonadas, Carmem de Páginas da Vida e a Wanda de Insensato Coração.

Já no teatro, o divisor de águas para sua carreira brilhar foi em A Partilha (1991), de Miguel Falabella, que ficou seis anos em cartaz.

Vida Pessoal[editar | editar código-fonte]

A atriz sempre foi discreta ao comentar sobre sua vida pessoal. Antes de estrear do meio artístico, teve alguns namorados. Natália foi casada duas vezes: O primeiro casamento durou cinco anos, de 1981 a 1986, e foi com o diretor de telenovelas da Rede Globo Paulo Ubiratan, falecido em 1998, vítima de infarto. Seu segundo casamento foi com o executivo de uma multinacional, chamado Vasco Dias. O matrimônio durou seis anos, de 1989 a 1995. De 1991 a 1992, Natália morou em Londres com seu segundo marido. Contudo, nunca foi oficialmente casada, apenas morou junto. Após a separação de seu segundo marido, namorou por dez anos o cantor Edu Lobo. Após separar-se dele, não quis mais namorar sério, preferindo ficar solteira e ter alguns namoros eventuais. A atriz não teve filhos por opção, já que sempre foi muito dedicada a carreira, que a fazia e a faz muito feliz, preenchendo sua vida.

Filmografia[editar | editar código-fonte]

Televisão[editar | editar código-fonte]

Cinema[editar | editar código-fonte]

Teatro[editar | editar código-fonte]

  • 1978 - Bonifácio Bilhões
  • 1979 - A Calça - Luisa
  • 1979 - Roda Cor de Roda
  • 1990 - A Partilha - Selma
  • 2000 - A Vida Passa – Selma
  • 2002 - Capitanias Hereditárias – Stella

Referências

  1. Lina de Albuquerque (outubro de 2003). Natália do Vale - Leveza do ser Marie Claire..
  2. Felícia, Carla. "As 25 mais sexy" - Natália do Valle, IstoÉ Gente, 31 de agosto de 2003 (visitado em 19-5-2010).
  3. Dale, Joana. Natália do Vale fala sobre Ingrid, a supermãe que roubou a cena na reta final de 'Viver a vida'. Revista da TV, O Globo, 9 de maio de 2010 (visitado em 6-11-2010).
  4. Título não preenchido, favor adicionar.
  5. Redação Rede Globo (29 de outubro de 2010). Insensato: Natália do Vale e Antônio Fagundes vivem um casal em crise (em português) Globo.com. Página visitada em 28 de dezembro de 2010.
  6. teledramaturgia.com.br. [http:/www.teledramaturgia.com.br/tele/emfamiliaq.asp Em Família (elenco) - Teledramaturgia]. Página visitada em 11 de janeiro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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