Giulia Gam

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Giulia Gam
Nascimento 28 de dezembro de 1966 (45 anos)
Nacionalidade Brasil brasileira
Ocupação atriz
IMDb: (inglês) (português)

Giulia Gam (Perugia, 28 de dezembro de 1966) é uma atriz brasileira.

Índice

[editar] Biografia

Giulia Gam nasceu na Itália, por ocasião da realização de um curso do pai, José Carlos Gam. Sua biografia registra uma respeitável carreira teatral, tendo começado aos 15 anos, através do diretor Antunes Filho, que a selecionou para uma montagem de Romeu e Julieta, em 1984. Com a companhia de Antunes, viajou numa grande turnê pela Austrália, Europa, Estados Unidos e Israel.

Depois que esta se dissolveu, viajou para Paris, onde encontrou Peter Brook, que a motivou a continuar com a sua carreira. Em janeiro de 1987, de volta ao Brasil, junta-se no elenco da peça de Jean Racine, Fedra, convidada por Fernanda Montenegro. Trabalharia ainda com importantes diretores do teatro, entre os quais se destacam José Celso Martinez e Gerald Thomas.

Estreou na TV Globo em 1987, convidada pelo diretor Roberto Talma para participar dos 15 primeiros capítulos da novela Mandala, como a protagonista Jocasta, na fase jovem. A personagem, posteriormente, seria vivida pela atriz Vera Fischer.

No ano seguinte, protagonizou a minissérie O Primo Basílio, onde interpretou a jovem Luísa, contracenando com Marília Pêra, que viveu a perversa Juliana, e Tony Ramos, no papel de Jorge.

Em seguida, participou da novela Que Rei Sou Eu?, de 1989, que reuniu grandes nomes da televisão: Tereza Rachel, como a rainha Valentine; Antônio Abujamra, como o bruxo Ravengar; Marieta Severo, como Madeleine; e Daniel Filho, como Bergeron Bouchet, entre outros.

Dois anos depois, em 1991, fez uma participação especial na novela Vamp, no papel de uma vampira roqueira, baixista do conjunto liderado por Natasha, de Cláudia Ohana.

Em 1993 foi escalada para interpretar Linda Inês, a protagonista de Fera Ferida. Entre 1995 e 1996 esteve no elenco principal das séries A Comédia da Vida Privada e A Vida Como Ela É..., baseadas, respectivamente, nas crônicas de Luís Fernando Veríssimo e Nelson Rodrigues. Em 1998 protagonizou a minissérie Dona Flor e Seus Dois Maridos, em que a sua personagem, Florípedes Paiva (Dona Flor), vivia um triângulo amoroso com as personagens de Edson Celulari e Marco Nanini.

Voltou às novelas em uma participação na novela A Padroeira, de 2001. Sua personagem, a vilã Antonieta, chegava à trama, já com uma boa frente de capítulos, para atrapallhar a vida dos protagonistas vividos por Deborah Secco e Luigi Baricelli.

Após dez anos sem participar de uma novela inteira, integrou o elenco de Mulheres Apaixonadas, na pele de Heloísa, uma mulher obsessiva e muito ciumenta. Sua atuação obteve grande reconhecimento do público, abordando problemas relacionados a crises conjugais e apresentando ao telespectador o grupo de auxílio Mada (Mulheres que Amam Demais Anônimas), criado nos moldes dos Alcoólicos Anônimos.

Em 2005 após mais dois anos e meio sem fazer novelas, retornou ao vídeo em Bang Bang, onde despontou como a sedutora Vegas Locomotiv, que inicialmente na trama era apenas uma cafetina engraçada e depois viria a tornar-se uma vilã fria e cruel. Participou dos primeiros capítulos de Eterna Magia. Em 2008 participou de A Favorita, no papel de Diva Palhares, uma mulher que abandona o marido e o filho, para fugir com um outro homem e acaba presa por tráfico internacional de armas. Após cumprir pena, seu único objetivo é ter o perdão da família.

[editar] Carreira

[editar] Televisão

[editar] Cinema

[editar] Teatro

  • 1984 - Romeu e Julieta
  • 1991 - Fim de Jogo
  • 1998 - Cacilda
  • 2005 - Dilúvio em Tempos de Seca

[editar] Prêmios

Ano Prêmio Categoria Novela Resultado
2003 Troféu Imprensa Melhor atriz Mulheres Apaixonadas Vencedora

[editar] Curiosidades

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  • É cidadã honorária de Penápolis.
  • Apesar de nascida na Itália, é descendente de dinamarqueses.
  • Já foi casada com o jornalista e apresentador Pedro Bial, por dois anos, com quem tem um filho.

[editar] Ligações externas

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