Diamantina
| Município de Diamantina | |||||
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Vista panorâmica de Diamantina |
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| Hino | |||||
| Fundação | 6 de março de 1831 | ||||
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| Gentílico | diamantinense [1] | ||||
| Lema | |||||
| Prefeito(a) | Geraldo Macedo (PMDB) (2009–2012) |
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| Localização | |||||
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| Unidade federativa | |||||
| Mesorregião | Jequitinhonha IBGE/2008 [2] | ||||
| Microrregião | Diamantina IBGE/2008 [2] | ||||
| Municípios limítrofes | Bocaiúva, Carbonita, Senador Modestino Gonçalves, Couto de Magalhães de Minas, Serro, Datas,Gouveia, Monjolos, Augusto de Lima, Buenópolis, e Olhos d'Água [1] | ||||
| Distância até a capital | 292 UNIQ5bfc1c0 412ddc2e5-ref-0 000 000C-QINU km | ||||
| Características geográficas | |||||
| Área | 3 869,830 km² [4] | ||||
| População | 45 884 hab. Censo IBGE/2010[5] | ||||
| Densidade | 11,86 hab./km² | ||||
| Altitude | 1113 m | ||||
| Clima | Tropical de Altitude Cwb | ||||
| Fuso horário | UTC−3 | ||||
| Indicadores | |||||
| IDH | 0,748 médio PNUD/2000 [6] | ||||
| PIB | R$ 276 234,844 mil IBGE/2008[7] | ||||
| PIB per capita | R$ 5,977 56 Reais IBGE/2010[7] | ||||
Diamantina é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Sua população estimada em 2010 era de 45.884 habitantes.
É a terra natal do ex-presidente da República Juscelino Kubitschek de Oliveira e de Francisca da Silva de Oliveira, a famosa Chica da Silva (c. 1732-1796)
Índice |
[editar] Geografia
O município localiza-se na Mesorregião do Jequitinhonha, estando a sede a 285 km de distância por rodovia da capital Belo Horizonte. A cidade está situada a uma altitude de 1.280 m, emoldurada pela Serra dos Cristais, na região do Alto Rio Jequitinhonha.
[editar] Clima
Segundo dados da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), a temperatura mínima registrada em Diamantina foi de 5,2ºC, ocorrida no dia 20 de junho de 1952. Já a máxima foi de 33,6ºC, observada dia 1º de novembro de 2007. O maior acumulado de chuva registrado na cidade em 24 horas foi de 202,5 mm, em 20 de novembro de 1953.[8]
[editar] Distritos e Povoados
- Conselheiro Mata
- Desembargador Otoni
- Extração (Curralinho)
- Inhaí
- Guinda
- Mendanha
- Planalto de Minas
- Pinheiro
- São João da Chapada
- Senador Mourão
- Sopa
- Boa Vista
- Bom Sucesso
- Braúna
- Covão (Bicas d'Água)
- Morrinhos
- Macacos
- Quartéis
- Quartéis do Indaiá
- Vau
- Baixadão
- Bandeirinha
[editar] Demografia
Dados do Censo - 2010
População Total: 45.884
- Urbana: 40.062 (87,31% do total)
- Rural: 5.822
- Homens: 22.251 (48,49% do total)
- Mulheres:23.633 (51,51%)
Densidade demográfica (hab./km²): 10,8
Mortalidade infantil até 1 ano (por mil): 32,8
Expectativa de vida (anos): 68,7
Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,6
Taxa de Alfabetização: 83,4%
Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,748
- IDH-M Renda: 0,752
- IDH-M Longevidade: 0,765
- IDH-M Educação: 0,812
(Fonte: PNUD/2000)
[editar] História
Antes da chegada dos colonizadores portugueses, no século XVI, Diamantina, como toda a região do atual estado de Minas Gerais, era ocupada por povos indígenas do tronco linguístico macro-jê[10].
Diamantina surgiu no século XVIII devido à grande produção local de diamantes, que eram explorados pela coroa portuguesa. Foi conhecida inicialmente como Arraial do Tijuco (do tupi tyîuka, "água podre"[11]), Tejuco e Ybyty'ro'y (palavra tupi que significa "montanha fria", pela junção de ybytyra ("montanha") e ro'y ("frio")[12]. Durante o século XVIII, a cidade ficou famosa por ter abrigado Chica da Silva, escrava alforriada que era esposa do homem mais rico do Brasil Colonial, João Fernandes de Oliveira[13].
A cidade emancipou-se do município do Serro em 1831, passando a se chamar Diamantina por causa do grande volume de diamantes encontrados na região. A vida em Diamantina no final do século XIX foi retratada por Alice Brant no seu livro Minha Vida de Menina, que se tornou um marco da literatura brasileira após ter sido redescoberto por Elizabeth Bishop.
Em 1938, Diamantina comemorou seus cem anos de elevação à categoria de cidade, recebendo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o título de "patrimônio histórico nacional". E, no ano de 1999, foi tombada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura como "patrimônio da humanidade".
A cidade é um dos destinos da Estrada Real, um dos roteiros culturais e turísticos mais ricos do Brasil.
A cidade é conhecida por suas serestas e vesperata, que é um evento em que os músicos se apresentam à noite, ao ar livre, das janelas e sacadas de velhos casarões, enquanto o público assiste das ruas.
[editar] Personalidades famosas
- Juscelino Kubitschek de Oliveira
- Vladimir Brichta
- Chica da Silva
- João Fernandes de Oliveira
- Helena Morley
[editar] Cidades-irmãs
Referências
- ↑ a b IBGE Cidades@. O Brasil Município por Municipio. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Página visitada em 19 de agosto de 2009.
- ↑ a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ distancias-bhmunicipios. Distâncias BH/Municípios. Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG). Página visitada em 19 de agosto de 2009.
- ↑ IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
- ↑ Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
- ↑ Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
- ↑ a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 13 abr. 2011.
- ↑ Sistema de Monitoramento Agrometeorológico (Agritempo). Dados Meteorológicos - Minas Gerais. Página visitada em 12 de novembro de 2011.
- ↑ http://www.ibge.gov.br/censo2010/primeiros_dados_divulgados/index.php?uf=31
- ↑ http://www.cedefes.org.br/index.php?p=colunistas_detalhe&id_pro=7
- ↑ http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
- ↑ NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p.145
- ↑ NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p.145
[editar] Ver também
- Centro Histórico de Diamantina
- Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
- Instituto Federal do Norte de Minas Gerais - Campus Diamantina