Porto Nacional

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Município de Porto Nacional
"Capital do Agronegócio
Capital Cultural do Tocantins"
Vista do Rio Tocantins, rio que banha Porto Nacional

Vista do Rio Tocantins, rio que banha Porto Nacional
Bandeira de Porto Nacional
Brasão de Porto Nacional
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 13 de julho
Fundação 1738
Emancipação 13 de julho de 1861 (153 anos)
Gentílico portuense
Padroeiro(a) Nossa Senhora das Mercês
CEP 77.500-000[1]
Prefeito(a) Otoniel Andrade (PSDB)
(2013–2016)
Localização
Localização de Porto Nacional
Localização de Porto Nacional no Tocantins
Porto Nacional está localizado em: Brasil
Porto Nacional
Localização de Porto Nacional no Brasil
10° 42' 28" S 48° 25' 01" O10° 42' 28" S 48° 25' 01" O
Unidade federativa  Tocantins
Mesorregião Oriental do Tocantins IBGE/2008[2]
Microrregião Porto Nacional IBGE/2008[2]
Região metropolitana Palmas
Municípios limítrofes Norte: Miracema do Tocantins, Leste: Palmas, Monte do Carmo e Silvanópolis, Sul: Ipueiras, Brejinho de Nazaré, Fátima, Oeste: Oliveira de Fátima, Nova Rosalândia, Pugmil e Paraíso do Tocantins.
Distância até a capital federal: 745 km
estadual: 60
km[3]
Características geográficas
Área 4 449,892 km² (BR: 332º)[4]
Área urbana 0,03 km² est. Embrapa[5]
Distritos Porto Nacional (sede) e Luzimangues
População 51 501 hab. (TO: 4º) –  est. IBGE/2013[6]
Densidade 11,573 hab/km²[6]
Altitude 212 m [7]
Clima Tropical Aw
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,740 (BR: 764°) – alto PNUD/2010[8]
Gini 0,54 PNUD/2010[8]
PIB R$ 749 940,703 mil (TO: 4º) – IBGE/2011[9]
PIB per capita R$ 15 161,04 IBGE/2011[9]
Página oficial
Prefeitura www.portonacional.to.gov.br

Porto Nacional é um município brasileiro do estado do Tocantins. O município é considerado pólo regional próximo a capital Palmas e está localizada no Oriente do Tocantins na Microrregião de Porto Nacional, sendo importante acesso a algumas regiões do estado e do País.

Fundado no início do século XIX, Porto Nacional sempre esteve diretamente ligado histórica e culturalmente ao rio Tocantins. Ao longo daquele século e do XX, a principal via de acesso era o rio. Embarcações singravam o Tocantins transportando mercadorias entre Porto Nacional e Belém do Pará. Com a construção da rodovia BR-153, nos anos 1970, o fluxo de pessoas e mercadorias passou para a via terrestre.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Porto Nacional se situa a menos de uma hora de viagem de veículo da capital Palmas, de onde dista 60 km. Após a construção da Usina Hidrelétrica Luiz Eduardo Magalhães, na cidade de Lajeado, a cidade deixou de conviver com o rio para conviver com o lago.

Algumas distâncias a partir de Porto Nacional[editar | editar código-fonte]

Generalidades[editar | editar código-fonte]

Mapa da Bacia hidrográfica do rio Tocantins, que banha Porto Nacional

Localiza-se a uma latitude 10º42'28" Sul e a uma longitude 48º25'01" Oeste. Porto Nacional possui um clima tropical e na sua vegetação original destaca-se o Cerrado. O município de Porto Nacional pertence á bacia hidrográfica do rio Tocantins na sua porção ocidental e possui relevo plano, estando a uma altitude de 212 metros.

Porto Nacional pertence ao horário de Brasília e -3 com relação ao Meridiano de Greenwich (Tempo Universal Coordenado). A área total do Porto Nacional é de 4 449,892 km² e possui além da sede o distrito de Luzimangues

A posição geográfica do município é: norte: Miracema do Tocantins, leste: Palmas, Monte do Carmo e Silvanópolis, sul: Ipueiras, Brejinho de Nazaré, Fátima, oeste: Oliveira de Fátima, Nova Rosalândia, Pugmil e Paraíso do Tocantins.

História[editar | editar código-fonte]

O primeiro núcleo de povoação surgiu no fim do século XVIII, ao fluxo dos bandeirantes, aventureiros portugueses, que, auxiliados pelo braço forte do escravo africano, embrenhavam pelos sertões do Brasil à procura de ouro. De fato, as usinas de ouro de Carmo e Pontal, atraíam os aventureiros lusitanos e mamelucos a ponto de levá-los a enfrentar as tribos e animais selvagens daquelas regiões desconhecidas. Pontal nasceu dentro deste processo de descoberta de garimpos na região setentrional da então capitania de São Paulo, tendo sido fundado quatro anos após Natividade (1734), dois anos antes de Arraias (1740) (Chaim, 1974:25) e oito anos antes do Carmo, cuja fundação deve datar de 1746 (Palacin, 1976:36).

Os índios Xerentes do Alto Tocantins se revoltaram contra os invasores e atacaram de surpresa o Arraial do Pontal, massacrando quase toda a população. Os sobreviventes do massacre ficaram à beira do Rio Tocantins, à margem direita, justamente no porto de passagem de transeuntes daquele arraial para o de Nossa Senhora do Carmo.

A navegação do Rio Tocantins foi um dos fatores que contribuiu, para o desenvolvimento acelerado daquele povoado. As grandes riquezas minerais eram levadas através do Rio Tocantins até Belém e, de lá, para as terras de Portugal. Em 1835, foi criada, por determinação da Lei Providencial nº 14, de 23 de julho, a Paróquia de Nossa Senhora das Mercês, padroeira da cidade até hoje. Segue-se, abaixo um texto com interpretações sobre a história do surgimento da cidade:

  • "Alegoria da violência indígena na construção de identidade: O caso de Porto Nacional – TO." (autor) Giraldin, Odair (Antropólogo)

As interpretações sobre a relação da mito-história da fundação de Porto Nacional com ações de violência, foram inspiradas na seguinte afirmação de Leach:

  • “Todas as sociedades humanas, grandes ou pequenas, elaboradas ou simples, têm suas histórias tradicionais. Sejam verdadeiras ou falsas, ou parcialmente verdadeiras e parcialmente falsas, todas essas histórias funcionam como mitos de origem, como documentos da existência humana; elas explicam ao iniciado ou ao principiante como é que ‘nós’ começamos e como é que ‘nós’ chegamos ao que somos hoje” (Leach, 1982:58-59).

A Sede Municipal só recebeu foros da Cidade por efeito da Resolução Providencial nº 333, de 13 de julho de 1861, com a denominação de Porto Imperial. Em virtude de Decreto Lei Estadual nº 21, de 7 de março de 1890, a cidade recebeu a denominação de Porto Nacional. Seu primeiro intendente foi o Tenente-Coronel Joaquim Ayres da Silva, que governou até o ano de 1895.

Pouco mais tarde, começava-se a desenvolver em Porto Nacional o sistema de transporte e comunicação, que estava muito ligado ao Rio Tocantins, onde navegavam com botes impulsionados por remeiros ou vareiros. Somente em 1923, foi lançado nas águas do Tocantins o primeiro barco a vapor - a lancha Mercês. E motor somente na década de 40. No ano de 1929 os dois primeiros veículos - um caminhão e um carro - chegam ao município depois de meses de viagem, inclusive abrindo estradas. Eram conduzidos pelo Dr. Francisco Ayres da Silva, deputado e médico que lutava para a abertura de linha mais eficiente de comunicação.

A partir da década de 30, se desenvolve a ligação aérea feita pelo Correio Aéreo Nacional - CAN. Era a Rota do Tocantins que saia do Rio de Janeiro e chegava a Belém aterrissando nos aeroportos instalados por Lysias Rodrigues, entre eles Porto Nacional. A imprensa portuense sempre foi muito atuante, desde o século XIX. Apresentado o cotidiano da cidade, prestando informações públicas e da vida social também eram arautos e porta vozes das reivindicações do norte do estado e defendiam ideias da divisão do estado. Como cidade mais importante do norte de Goiás, Porto Nacional sempre se destacou na política e na defesa dos interesses da região. O Manifesto Tocantinense, de 1956, por exemplo, consolida Porto Nacional como foco dos movimentos de emancipação.

Criado o Estado do Tocantins, em 1988, e definida a criação de uma nova capital, com a inspiração em Brasília, a cidade de Porto Nacional passa a ser, junto com Natividade e Arraias, uma das referências históricas mais importantes do Estado. Aqui estão plantadas as raízes do norte goiano.

Nome[editar | editar código-fonte]

Os nomes atribuídos à cidade estão relacionados com a situação política vigente no país: Porto Real, quando era Brasil-reino; Porto Imperial, na época do Império e finalmente Porto Nacional, após a proclamação da república.

Economia[editar | editar código-fonte]

Porto nacional é popularmente denominada de "Capital do Agronegócio", sendo notável pelo potencial agropecuário, e vê no crescimento da capital Palmas, distante 63 km, uma oportunidade para movimentar o comércio local e permitir maior fluxo de capital no município. Possui o quarto maior PIB do Estado (de quase R$ 800 mi[9] ).

Turismo[editar | editar código-fonte]

Situada próximo a Palmas, Porto Nacional conta com uma razoável infraestrutura para receber turistas para apreciar de um modo geral a cidade.

Pontos turísticos
  • Centro Histórico: dotado de ruas estreitas e prédios quase todos construídos no século XIX.
  • Avenida Beira Rio: via expressa, construída com mais de 3Km de extensão, na orla da cidade.
  • Nova Praia de Porto Real: dotada de infra estrutura, local de eventos culturais e esportivos durante a temporada de junho a setembro.
  • Colégio Sagrado Coração de Jesus: construído pelas irmãs dominicanas na década de 1950 em estilo francês.
  • Prédio da Prefeitura Velha: edificado em 1922, nele funcionou até 1969 a Câmara Municipal, a sala das Audiências Judiciárias e a Administração Municipal. Construído em dois pavimentos, se destaca entre várias construções na parte velha da cidade.
  • Caetanato: localizado na conhecida “Rua do Cabaçaco” no Centro Histórico de Porto Nacional, foi a primeira sede do Colégio das Irmãs Dominicanas. Hoje é sede da COMSAÚDE de Porto Nacional. O nome “Caetanato” é em homenagem a Sra. Caitana Belles, ultima moradora do local.
  • Colégio Sagrado Coração de Jesus: edificação de Ampla e aprazível arquitetura representa o trabalho iniciado pelas incansáveis e pioneiras “Irmãs Dominicanas”.
  • Prédio do Abrigo João XXIII: conhecido como “Abrigo dos Velhos”, o importante casarão foi sede do Correio e depois serviu durante muito tempo como Hospital. Situa-se na Rua Josué Negre.
  • Residência do Sr. Oswaldo Ayres: importante casa residencial de arquitetura antiga, situada na Praça da Igreja Matriz, simboliza o brilhante trabalho do Dr. Francisco Ayres da Silva, como médico, político e jornalista, filho de Porto Nacional.
  • Residência da Senhora Custódia Pedreira: herança da família “Pedreira”, esse casarão chama atenção pela arquitetura de épocas passadas, toda em adobe, conversa o porão e o assoalho de tábuas.
  • Lago da Usina do Lajeado: Constituindo-se em local propício para esportes náuticos e pesca esportiva, localizado em frente à cidade.

Natureza e pesca[editar | editar código-fonte]

Porto Nacional tem uma área para pesca esportiva privilegiada por ser banhada pelo rio Tocantins. Na região destacam-se os passeios fluviais com direito a pesca amadora e profissional.

Demografia[editar | editar código-fonte]

Porto Nacional possui uma população de 51.501 habitantes em 2013 segundo o IBGE (o que coloca a cidade em quarto lugar no estado) e densidade de 11,573 hab/km²[6] .

Urbanização[editar | editar código-fonte]

Região Metropolitana de Palmas[editar | editar código-fonte]

A Região Metropolitana de Palmas, a qual abrange Porto Nacional, é uma região metropolitana no estado do Tocantins, instituída pela Lei Estadual nº 2824, de 31 de dezembro de 2013. A Região Metropolitana de Palmas compreende 16 municípios na região central do Tocantins, apesar de que no entanto, o município de Palmas forma uma conurbação somente com o distrito de Luzimangues, situado no município de Porto Nacional.[10] A Região Metropolitana de Palmas apresenta uma população total de cerca de 450 mil habitantes.[11]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Acesso e transporte[editar | editar código-fonte]

Rodovia BR-153, rodovia que passa próximo a Porto Nacional

As principais rodovias que atendem Porto Nacional são todas rodovias estaduais, tais como TO-255, TO-070 e TO-050, todas totalmente pavimentadas e em ótimas condições de trafegabilidade. A TO-050 faz a ligação com a capital Palmas. Já a TO-255 faz a ligação de Porto Nacional com outra importante rodovia, a BR-153, que liga as cidades de Araguaína e Gurupi e também que dá acesso aos estados de Goiás e ao Pará. Por Goiás daí também ligando a cidades do interior paulista como São José do Rio Preto, Lins, Ribeirão Preto, Ourinhos e Triângulo Mineiro. O município possui ainda linhas de transporte coletivo por ônibus.

Rodoviária de Porto Nacional

Porto Nacional possui o Terminal Rodoviário Brito Miranda de passageiros com ônibus para diversos destinos do resto do estado, da região Norte e do resto do país. Registra um bom fluxo de passageiros para outras cidades, especialmente em datas comemorativas e feriados. Possui ônibus de hora em hora para Palmas das 7h ás 21h. Atendida por várias empresas, entre elas Gontijo, São Geraldo, Real Expresso e Transbrasiliana. Interliga Porto Nacional às seguintes cidades:

  • Palmas, Araguaína e Gurupi (TO)
  • Goiânia e Anápolis (GO)
  • Brasília (DF)
Aeroporto de Porto Nacional

Foi o primeiro aeroporto a ser construído no Tocantins, pelo então Brigadeiro Lysias Augusto Rodrigues. Possui um aeroclube dentro das suas instalações, sendo este o único aeroclube do Tocantins. Com pista de 1700x30m e terminal de embarque, o aeroporto encontra-se desativado, mas cogita-se a sua reativação.

Ferrovia Norte-Sul
Trem da Ferrovia Norte Sul. Como se pode ler na faixa, primeiro trem de minério na FNS carregado em Porto Nacional. Antes o carregamento era em Guaraí.

A Ferrovia Norte-Sul é uma ferrovia brasileira, concessionarizada à Vale S.A. através de licitação realizada pela VALEC em 2008. Quando concluída, possuirá a extensão de 4 155,6 km e cortará os estados de Pará, Maranhão, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A ferrovia foi concebida sob o propósito de ampliar e integrar o sistema ferroviário brasileiro. Ligará Senador Canedo (GO), a Belém, conectando-se, a sul, em Anápolis (GO), com a Ferrovia Centro-Atlântica, e, a norte, em Açailândia (MA), com a Estrada de Ferro Carajás. Ao longo de seu trajeto, a ferrovia segue paralela à Rodovia Belém-Brasília (BR-153; BR-226 e BR-010) e ao leito do Rio Tocantins. As obras da ferrovia iniciaram-se em 1987, durante o governo do presidente José Sarney. Atualmente encontra-se pronto o trecho entre Açailândia (MA) e Palmas (TO).

Comunicações[editar | editar código-fonte]

Rádios
  • Canção Nova do Coração de Jesus - 690 AM (Palmas)
  • Jovem Palmas - 960 AM (Palmas)
  • Rádio Senado - 95.5
  • Rádio Líder - 95.7 (Paraíso do Tocantins)
  • Palmas FM - 96.1 (Palmas)
  • Tocantins FM - 98.1
  • CBN FM - 101.9
  • Jovem Palmas FM - 104.7 (Palmas)
Televisão
Correios
  • AG Porto Nacional

Segurança[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

  • Hospital Regional de Porto Nacional

Bancos[editar | editar código-fonte]

  • Caixa Econômica Federal
  • Bradesco
  • Banco da Amazonia
  • Banco do Brasil

Religião[editar | editar código-fonte]

Católicos[editar | editar código-fonte]

Catedral de Nossa Senhora das Mercês, em Porto Nacional

Porto Nacional está localizada no país mais católico do mundo em números absolutos. A Igreja Católica teve seu estatuto jurídico reconhecido pelo governo federal em outubro de 2009,[12] ainda que o Brasil seja atualmente um estado oficialmente laico.[13] .

Em Porto Nacional há representantes da Igreja Católica Apostólica Romana (74,02%), Católica Apostólica Brasileira (0,02%) e Católica Ortodoxa (0,07%)[14] [15]

Diocese[editar | editar código-fonte]

A Diocese de Porto Nacional foi criada pela Bula “Apostolatus Officium”, do Papa Bento XV, de 20 de dezembro de 1915, desmembrada da então Diocese de Goiás. O 1º Bispo foi Dom Domingos Carrerot, OP, (1920-1923).

Catedral Nossa Senhora das Mercês[editar | editar código-fonte]

Situada nas proximidades da margem direita do Rio Tocantins, no mesmo local da antiga capela de Nossa Sra. das Mercês, essa obra monumental foi iniciada em 7 de maio de 1884 e concluída em 1904. Projetada em pedra e tijolos, representa o estilo românico de Toulouse, França (região de origem dos Freis construtores). A maioria das suas imagens sacras foram trazidas da França e de Belém do Pará. Seu primeiro sino, todo em bronze, também veio da França. A Catedral representa a “Ordem Dominicana” em Porto Nacional.

Seminário São José[editar | editar código-fonte]

Antigo “Convento Santa Rosa de Lima”, é sede dos Padres Dominicanos, desde do inicio da década de 20. Em 1957 a parte superior do velho sobrado, por motivos estruturação e segurança foi retirada, porém ainda continua majestoso.

Protestantes de missão[editar | editar código-fonte]

Representados por 3,72% da população, se divide em Igreja Evangélica Presbiteriana (0,27%), Igreja Evangélica Metodista (0,30%), Igreja Evangélica Batista (1,97%) e Igreja Evangélica Adventista (1,18%)

Evangélicos pentecostais[editar | editar código-fonte]

Os Evangélicas de origem pentecostal somam 12,73% da população e se dividem em Igreja Assembléia de Deus (7,53%), Igreja Congregação Cristã do Brasil (0,86%), Igreja o Brasil para Cristo (0,02%), Igreja do Evangelho Quadrangular (0,72%), Igreja Universal do Reino de Deus (0,77%), Igreja Casa da Benção (0,37%), Igreja Deus é Amor (0,51%) e outras (1,94%).

Outras divisões cristãs[editar | editar código-fonte]

Há ainda outras nomeações tais como Evangélica indeterminadas (4,63%) e Outras religiosidades cristãs (0,31%).

Outras religiões[editar | editar código-fonte]

  • Restauracionistas: estes se dividem em Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (0,02%) e Testemunhas de Jeová (0,20%).
  • Espíritas: os Espíritas somam 0,26% da população.
  • Religiões do oriente: representadas pelo budismo (0,03%) e islamismo (0,03%).
  • Esotéricos: as Tradições esotéricas somam 0,03% de adeptos.
  • Não determinados ou de multiplo pertencimento: com 0,27% da população, se divide entre os de religiosidade não determinada ou mal definida (0,25%), de múltipla religiosidade (0,02%) e os que não sabem (0,10%).
  • Sem religião: totalizando 3,55% dos portuenses, 3,49% são sem religião e 0,06% são ateus.

Cultura[editar | editar código-fonte]

A cultura de Porto Nacional se deve a exploração do ouro que trouxe muitos mineradores, tropeiros, mascates e viajantes que passaram pelo local deixando sua contribuição.

Centros culturais[editar | editar código-fonte]

  • Centro Cultural Durval Godinho: possui sala de concerto.
  • Museu Histórico e Cultural de Porto Nacional: foi fundado na década de oitenta e, naquele tempo, mobilizou a população para doação de acervo. Depois de ocupar diversos espaços, hoje se instala em definitivo no prédio restaurado para este fim.

Festa Populares[editar | editar código-fonte]

  • Festa de São Sebastião: realizada em 20 de janeiro.
  • Festa do Divino: realizado em data móvel.
  • Festa da Padroeira: a festa da padroeira do município (Nossa Sra. das Mercês) é realizada dia 24 de outubro.

Esportes[editar | editar código-fonte]

Porto Nacional possui um time de futebol chamado Interporto Futebol Clube, fundado na cidade em 13 de julho de 1990. O time foi campeão estadual da série A em 1999, 2013 e 2014 e da série B em 2009. Também disputou o Copa Tocantins em 1998.

Estádio[editar | editar código-fonte]

O Estádio General Sampaio é um estádio de futebol localizado na cidade de Porto Nacional, no estado de Tocantins, pertence ao Governo Municipal e tem capacidade para 2.000 pessoas [16] .

Referências

  1. CEP de cidades brasileiras Correios. Página visitada em 31 de Julho de 2008.
  2. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  3. Mapas e rotas Guia 4 Rodas. Página visitada em 3 de novembro de 2011.
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 de dezembro de 2010.
  5. Urbanização das cidades brasileiras Embrapa Monitoramento por Satélite. Página visitada em 30 de Julho de 2008.
  6. a b c Estimativa populacional 2013 IBGE Estimativa populacional 2013. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2013). Página visitada em 1 de setembro de 2013.
  7. Tocantins Embrapa. Página visitada em 19 de julho de 2011.
  8. a b Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (2010). Perfil do município de Porto Nacional - TO Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil 2013. Página visitada em 28 de dezembro de 2013.
  9. a b c Produto Interno Bruto dos municípios 2007-2011 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 17 de dezembro de 2013.
  10. LEI No 2.824, de 30 de dezembro de 2013. In Diário Oficial de do Estado do Tocantins, 31 dez 2013, p. 10.
  11. http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2014/01/governo-sanciona-lei-que-cria-regiao-metropolitana-de-palmas.html
  12. Cristiane Agostine (8 de outubro de 2009). Senado aprova acordo com o Vaticano O Globo. Página visitada em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  13. Fernando Fonseca de Queiroz (outubro de 2005). Brasil: Estado laico e a inconstitucionalidade da existência de símbolos religiosos em prédios públicos Jus Navigandi. Página visitada em 26 de março de 2010. Cópia arquivada em 22 de setembro de 2011.
  14. Sistema IBGE de Recuperação Automática (Sidra) (2000). População residente por religião. Página visitada em 06 de abril de 2012.
  15. Censo 2010 - Lista municípios e religiões, Exibir Registro Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2010). Página visitada em 14 de maio de 2013.
  16. CBF

Bibliografia citada[editar | editar código-fonte]

  • BARTH, Frederik (1976) – Los Grupos Étnicos y sus Fronteras. La organización social de las diferencias culturales. México, Fondo de Cultura Económica.
  • CARNEIRO DA CUNHA, Manuela (org.) (1992) - Legislação Indigenista no Século XIX. SP, Edusp/Comissão Pró-Índio.
  • CARDOSO DE OLIVERIA, Roberto (1976) – Identidade, Etnia e Estrutura Social. SP, Livraria Pioneira Editora.
  • CHAIM, Marivone de Matos (1974) - Os Aldeamentos Indígenas na Capitania de Goiás. Goiânia, Oriente.
  • DOLES, Dalísia (1993) - Navegação pelo Araguaia e Tocantins. Goiânia, Ed. UFG.
  • GODINHO, Durval C. (1988) - História de Porto Nacional. S/Ed.
  • LEACH, Edmund 1982. A Diversidade da Antropologia Lisboa, Perspectivas do Homem / Edições 70.
  • MAYBURY-LEWIS, David (1964) - A Sociedade Xavante. RJ, Francisco Alves.
  • MOTT, Luiz (1989) - “Conquista, aldeamento e domesticação dos Índios Gueguê do Piauí: 1674-1770”. Revista de Antropologia. 30/31/32:55-78.
  • PALACIN, Luiz (1976) - Goiás: 1722-1822. Goiânia, Oriente.
  • POHL, Johann Emanuel ([1821] 1976) - Viagem ao interior do Brasil (1817-1821). SP, Edusp / BH, Itatiaia.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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