Castro (Paraná)

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Nota: Para outros significados de Castro, ver Castro (desambiguação).

Município de Castro
"De Immigrant" (O Imigrante), moinho em estilo holandês na colônia de Castrolanda
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Brasão de Castro
Bandeira de Castro
Brasão Bandeira
Hino
Aniversário
Fundação 1778
Gentílico castrense
Lema
Prefeito(a) Moacyr Elias Fadel Junior (PMDB)
Localização
Localização de Castro
24° 47' 27" S 50° 00' 43" O24° 47' 27" S 50° 00' 43" O
Unidade federativa Paraná
Mesorregião Centro Oriental Paranaense IBGE/2008 [1]
Microrregião Ponta Grossa IBGE/2008 [1]
Região metropolitana
Municípios limítrofes Piraí do Sul, Doutor Ulysses, Cerro Azul, Rio Branco do Sul, Itaperuçu Campo Largo, Ponta Grossa, Carambeí e Tibagi
Distância até a capital 159 quilômetros
Características geográficas
Área 2.531,503 km²
População 67.708 hab. est. IBGE/2008 [2]
Metro {{{população_metro}}} hab. est. IBGE/2008 [2]
Densidade 27,4 hab./km²
Altitude 988 metros
Clima subtropical Cfa
Fuso horário UTC-3
Indicadores
IDH 0,736 médio PNUD/2000 [3]
PIB R$ 634.913 mil IBGE/2005 [4]
PIB per capita R$ 9.259,00 IBGE/2005 [4]

Castro é um município brasileiro do estado do Paraná. Às margens do Rio Iapó, a cidade tem um excelente potencial turístico devido ao relevo privilegiado (Canyon Guartelá e às belezas próprias da região dos Campos Gerais).

Castro é a primeira cidade verdadeiramente paranaense, a fundação do município ocorreu em 1778.Castro é conhecida também, como "Cidade Mãe", porque foi a primeira cidade fundada no estado do Paraná, quando este emancipou-se de São Paulo.

Foi caminho obrigatório para os Tropeiros que iam de Viamão até Sorocaba, tendo forte origem no tropeirismo. Possui o primeiro Museu do Tropeiro do Brasil, fundado na gestão do Prefeito Dr. Lauro Lopes.

É banhada pelas águas calmas do Rio Iapó (rio que alaga na língua tupi-guarani). Tais águas criaram uma lenda popular que mesmo nos dias atuais ainda é usada: de que quem beber da água do Rio Iapó sempre acabará por retornar à cidade.

Castro também já foi conhecida por muitos por "sapolândia" por sua grande concentração de sapos em outros tempos.

Típica cidade interiorana, onde o povo ainda mantém algumas tradições.

Índice

[editar] História

O município tem sua história no tropeirismo. Era ponto obrigatório da passagem das tropas de Viamão, no Rio Grande do Sul, a Sorocaba, em São Paulo. Os tropeiros pernoitavam às margens do rio Iapó, dando origem à primeira denominação do local, Pouso do Iapó. Em 1774, foi elevado à categoria de Freguesia, com a denominação de Freguesia Nova de Sant’Ana do Iapó. Em 1789 tornou-se Vila Nova de Castro, em homenagem a Martinho de Mello e Castro, então Secretário dos Negócios Ultramarinos de Portugal.

Com o progresso acelerado, ocorreu a instalação da Comarca, em 1854, não tardando a se tornar Cidade de Castro, no ano de 1857, graças ao empenho do Padre Damaso José Correia junto à Presidência da Província.

[editar] Geografia

Sua área é de aproximadamente 2.531,503 km², representando 1.2701 % do estado, 0.4492 % da região e 0.0298 % de todo o território brasileiro. Situa-se no Primeiro Planalto, estando a 988 m acima do nível do mar. O clima é subtropical úmido com ocorrência de geadas e ocasionalmente neve, com predominância de baixas temperaturas durante o inverno e o outono e temperaturas amenas durante o verão e a primavera. A temperatura média no verão é de 19,9°C e 12,4°C no inverno, não passando de 26°C no verão, em média; e invariavelmente, atingindo temperaturas negativas no inverno.

A distância da capital é de 159 km. Sua população estimada em 2005 era de 68.574 habitantes.

[editar] Demografia

Dados do Censo - 2006

População Total: 70.208

  • Urbana: 46.251
  • Rural: 23.749
  • Homens: 36.887
  • Mulheres: 33.113

Densidade demográfica (hab./km²): 25,11

Mortalidade infantil até 1 ano (por mil):

Expectativa de vida (anos): 66

Taxa de fecundidade (filhos por mulher):

Taxa de Alfabetização:

Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,736

[editar] Sociedade

Em 1855, chegaram ao município imigrantes alemães e poloneses, fundando as colônias de Terra Nova e Santa Leopoldina, sendo que no final deste século Castro recebeu os alemães protestantes, que se instalaram na região de Maracanã, Rio Abaixo e Bulcão. No início do século, em meados de 1911, chegaram os primeiros holandeses e fundaram a Colônia de Carambeí, e entre 1951 e 1954, com a vinda de mais 50 famílias, fundaram a Castrolanda que foi batizada assim em homenagem à cidade. Dedicaram-se à industrialização e comercialização dos produtos de origem animal e vegetal. Os japoneses chegaram em 1958 e impulsionaram a agricultura através de novas técnicas de plantio e produção.

[editar] Economia

A atividade agropecuária é bastante expressiva no município, com plantação de soja, milho, feijão, arroz, cenoura, batata, entre outras e possuindo milhares de propriedades rurais, que se dedicam à criação de gado leiteiro, suínos e aves. A bacia leiteira da região é considerada a principal do Brasil em produtividade e qualidade genética com capacidade aproximada de 400.000 litros/dia.

A Sociedade Cooperativa Castrolanda Ltda, mantém um rebanho de gado Holandês PO e PC com alto padrão genético, além da produção e comercialização de grãos e sementes, sendo que esta Cooperativa, juntamente com a CAPAL - Cooperativa Agropecuária Arapoti Ltda e a Cooperativa Agropecuária Batavo Ltda de Carambeí, fornecem matéria-prima para a Cooperativa Central de Laticínios do Paraná industrializar os produtos Batavo conhecidos internacionalmente.

Castro também se sobressai na exploração mineral, com a extração de calcário e talco e na indústria gráfica, moveleira, alimentícia e de pincéis.

[editar] Principais atrações

Paróquia Sant’Ana

A primitiva capela, de barro socado foi construída por escravos em 1704, em honra a Sant’Ana. Em 1769 foi realizada a primeira missa, tendo neste ano sofrido uma reforma. O primeiro pároco, Frei de Santa Teresa de Jesus, chegou dois anos mais tarde em 1771. Passou por diversas outras reformas, sendo que no ano de 1876 foi totalmente concluída, tomando seu aspecto atual. Um ano depois foi construída uma das torres e a segunda, anos mais tarde, no período entre 1945 - 1960. Localiza-se na Praça Getúlio Vargas. A construção da Igreja Matriz de Castro, iniciou-se no ano de 1960 sendo o construtor Domiciano de Oliveira, que ao construí-la cometeu um erro, esqueceu-se de inserir ao lado da segunda torre(construída posteriormente) quatro pilares. Anos mais tarde, Domiciano de Oliveira vinha junto a órgãos competentes requerer a reconstrução da segunda torre, o que não foi permitido, devido isso agora se tornar um marco na história de Castro.

Museu do Tropeiro

Criado pelas leis 13/75 e 71/76, a casa onde foi instalado o museu foi construída no século XVIII pela família Carneiro Lobo. Sua construção é de estuque, de fiel estilo. Pertenceu ao Padre Damaso, que a comprou de Francisco de Deos Martins e sua mulher Victoriana Alves de Nunciação. Em 1912, foi novamente vendida à Balbina Marques Ribas, que deixou por herança a cinco herdeiros. Em 1975, o imóvel pertencia à Leonilda Madureira e foi adquirido, por compra, pela Prefeitura sendo submetido a restauração mediante orientação do Serviço do Patrimônio Histórico do Estado. Seu acervo conta com aproximadamente 400 peças. Além de retratar a vida do tropeiro, apresenta documentos e objetos históricos, peças sacras, aferições e artesanato. Está localizado na Praça Dr. Getúlio Vargas.

Colônia de Castrolanda

O crescimento da Cooperativa Batavo em Carambeí, possibilitou a vinda de novos colonos para o Paraná, sendo que em 1951, desembarcou no Rio de Janeiro um outro grupo de famílias holandesas. Castro foi o município escolhido e em 5000 ha, às margens do rio Iapó, foi fundada a Colônia de Castrolanda, onde os imigrantes construíram estradas, casas além dos estábulos para os reprodutores bovinos de produção leiteira, o que deu início à Cooperativa Castrolanda, que se desenvolveu apesar de todos os problemas de doenças, falta de assistência e dificuldades para adaptação dos imigrantes ao clima.

Para perpetuar as tradições e reviver a história, a comunidade criou em 1953 o Grupo Folclórico Holandês de Castrolanda, integrado por jovens descendentes, além do Museu dos Imigrantes, criado em novembro de 1991, uma réplica das primeiras residências construídas pelos pioneiros da região, deixada transparecer através dos móveis e objetos doados pelas famílias de Castrolanda, para mostrar este pedaço do Paraná holandês.

No local também são expostos e comercializados artesanato e souvenirs da colônia e da Holanda.

Em Castrolanda situa-se um dos maiores moinhos de vento do mundo: inaugurado em 30 de novembro de 2001, De Immigrant (O Imigrante) é um grande monumento de 26 metros de envergadura, possui duas mós conseguindo produzir até 3.000 kg de farinha de trigo, e mecanismos, engrenagens, pinos e encaixes feitos quase que totalmente em madeira. O projeto é assinado e executado pelo holandês Jan Heijdra, especialista em de moinhos de vento, como uma homenagem aos imigrantes holandeses da década de 50 que colonizaram a região. O moinho é acionado pelo moleiro Rafael Rabbers - único operador de moinho de vento diplomado do Brasil -, que trabalhou na construção e posteriormente foi treinado para operá-lo. De Immigrant funciona perfeitamente e pode ser visitado por dentro até a cúpula. Além do moinho, a construção abriga salão de eventos, museu, restaurante, biblioteca e loja de artesanato.

Casa da Cultura Emilia Erichsen

Neste edifício em 1862 foi fundado o primeiro jardim de infância do Brasil por Dona Emilia Erichsen. O prédio foi vendido em 1 de agosto de 1905 à Carlos Betenheuser, e posteriormente, em 20 de julho de 1982 foi adquirido para desmembramento e instalações do Banestado (antigo Banco do Estado do Paraná, comprado pelo Banco Itaú). Em 16 de agosto de 1982, parte do prédio foi doada ao município, funcionando hoje como a Casa da Cultura. Localiza-se na Rua Dr. Jorge Xavier da Silva.

Morro do Cristo

Situa-se num dos pontos mais altos de Castro, e pode ser avistado de todos os lados da cidade e arredores. Sobre ele está uma estátua do Cristo Redentor e um pequeno parque de diversões. Localizado na Rua Coronel Olegário de Macedo.

Rio Iapó

Corta o perímetro urbano e permite a navegabilidade de canoas e lanchas de pequeno porte. Seu leito é sinuoso e bastante piscoso. Encontra-se a 18 km do centro e, nele está a queda do Pulo.

Saltos

O município possui um potencial hídrico representativo e de exuberante beleza, com inúmeros saltos, quedas e corredeiras, onde se destacam a queda do Pulo no rio Iapó, os saltos São João, da Cotia e das Andorinhas e as corredeiras do rio Guararema.

Prainha - Parque Balneário Dr. Libânio Estanislau Cardoso

Praia do rio Iapó, no perímetro urbano e com total infra-estrutura de lazer. É um dos principais balneários fluviais do Paraná e, tornou-se um ponto turístico e de lazer, com cascata d’água, lanchonete, campos de futebol, quadra de esporte, churrasqueira, ringue de patinação etc.

Fazenda Capão Alto

A vocação hospitaleira de Castro começou no século XVIII, quando tropeiros que faziam o caminho Viamão - Sorocaba transportando gado encontraram às margens do rio Iapó um pouso seguro. É nesta época, 1704, que se deu a fundação da Fazenda Capão Alto, localizada em terras de sesmaria concedidas a Pedro Taques de Almeida, seus filhos e genros. Por ocasião da morte do patriarca, os direitos da vasta concessão de terras passaram a seus descendentes, ficando Timótio Corrêa de Góes com a gerência das terras localizadas no Capão Alto.

E, 1749, a fazenda foi levada a leilão e arrematada por José de Góes Moraes que, em 1751 teria feito doação ou venda da mesma, aos religiosos de Nossa Senhora de Monte Carmelo. Os carmelitas ali permaneceram por mais de um século como agricultores e criadores de gado. Em meados do século passado os religiosos deixaram a fazenda em quase completo abandono, sendo que seus inúmeros escravos passaram a tomar conta, organizando um quilombo ordeiro e pacífico. Dentro de um sistema de república altamente democrático, os negros do Capão Alto consideravam-se apenas de Nossa Senhora. Diariamente compareciam à capela, onde oravam, e pediam ordens da Virgem. Sempre sob sua inspiração elegiam semanalmente um diretor para orientar o serviço de distribuição de prêmios e sanções, segundo as necessidades. Em 1864, os "escravos carmelitas" foram vendidos para uma firma de São Paulo, mas quando seus donos vieram buscá-los, recusaram-se a sair da fazenda. Iniciou-se uma revolta que só foi dissipada pela intervenção do chefe de polícia de Curitiba.

Em 1870, Bonifácio José Batista, o Barão de Montecarlo, comprou a fazenda, que foi passando para seus herdeiros até chegar à sua neta Evangelina Madureira.

Após 1940 esteve em mãos de dois compradores estranhos à família e em 1979 foi vendida à Cooperativa Central de Laticínios do Paraná. Suas construções refletem a imagem dos casarões coloniais típicos das fazendas de café. A casa central foi erguida em taipa de pilão, uma das únicas do gênero do Paraná, achando-se tombada como patrimônio pelo Estado.

Fazenda Potreiro Grande

A casa sede de uma fazenda de gado toda construída em pedra é o local aconchegante e rústico onde são recepcionados os visitantes, admiradores da vida no campo e que podem desfrutar de uma área de 1200 ha, incluindo matas nativas, trilhas ecológicas, passeios a cavalo, tanques para pescaria e piscina. Toda a alimentação é preparada com produtos da própria fazenda, como o leite, o pão, os peixes e os legumes. Distante de Curitiba 142 km, o acesso é feito pela BR 376 até Ponta Grossa, pegando a PR 151 por Alagados até o Distrito de Abapã em Castro.

Sítio Santa Olívia

Situado no Canyon Guartelá às margens do rio Iapó possui pousada com acomodações para 12 pessoas, churrasqueiras, trilhas para passeios a pé e a cavalo em meio a exuberante vegetação. Corredeiras com pequenas cascatas e subida ao morro de São Francisco são algumas opções de lazer que juntamente com a pesca das famosas tubaranas ou tabaranas, proporcionam um excelente ambiente para relaxamento. Existe também um recanto para os esotéricos e místicos exercitarem suas mentes.

Artesanato, Comida Típica e Folclore

O artesanato local é bastante rico e variado, utilizando como matéria-prima argila, palha de milho, madeira, piri e de carneiro.

O prato típico é o "Castropeiro", uma homenagem aos tropeiros que colonizaram a cidade de Castro. Consiste no feijão tropeiro temperado, carne de gado e de porco, quibebe de abóbora, couve com torresmo acompanhado de pão caseiro.

O folclore manifesta-se através do Grupo Folclórico de Castrolanda formado em 1952 que visa a apresentação de danças típicas tradicionais das diversas regiões da Holanda e do CTG Querência Campeira, que revive o folclore gaúcho.

[editar] Curiosidades

- O nome “Castro” foi dado em homenagem ao português Martinho de Melo e Castro que foi Secretário de Estado dos Negócios Ultramarinos da Coroa Portuguesa (cargo equivalente ao de Ministro da Marinha).

- Castro abriga o maior moinho da América Latina com uma altura de 37 metros (do chão até a ponta da asa em posição vertical), o Memorial da Imigração Holandesa “De Immigrant" (O Imigrante), construído em 2001 pelo engenheiro holandês Jan Heijdra em comemoração aos 50 anos da imigração holandesa.

- O imóvel do Museu do Tropeiro é considerado o mais antigo da cidade, sendo o museu, único deste gênero no país.

- Castro foi capital do Estado do Paraná em janeiro de 1894, devido a Revolução Federalista, sendo regovada esta decisão em abril do mesmo ano.

- Castro foi elevada a categoria de cidade em 21 de janeiro de 1857, sendo considerada a Primeira Cidade instituída na Província do Paraná, por isso é tão conhecida como a “Cidade Mãe do Paraná”.

- O Município de Castro é considerado uma das principais bacias leiteiras do Brasil, pela qualidade genética do leite.

- Castro possui o primeiro Jardim de Infância do Brasil, o qual leva o nome da fundadora em homenagem, Casa da Cultura Emília Erichsen.

- A Paróquia Sant'Ana apresenta lustres de cristal que foram doados por D. Pedro II e um sino de bronze que foi rachado em comemoração ao final da II Guerra Mundial.

- Oito imóveis existentes no Município são Tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico do Paraná, sendo eles: Museu do Tropeiro, Casa da Sinhara, Casa da Praça, Casa da Cultura Emília Erichsen, Fazenda Capão Alto, Estação Ferroviária e ainda, duas casas com funções comerciais, localizadas no Centro Histórico de Castro.

- Considerado o sexto maior Canyon do Mundo, o Canyon Guartelá, formado pelo Rio Iapó, localiza-se entre os Municípios de Castro e Tibagi. Em seu percurso tem locais para visitação como pousadas (Pousada do Canyon Guartelá) e o Parque Estadual do Canyon Guartelá (Tibagi). - Castro tem o título de maior produtor de calcário agrícola da América Latina.

Referências

  1. 1,0 1,1 Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. Estimativas da população para 1º de julho de 2008 (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de agosto de 2008). Página visitada em 5 de setembro de 2008.
  3. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  4. 4,0 4,1 Produto Interno Bruto dos Municípios 2002-2005. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (19 de dezembro de 2007). Página visitada em 11 de outubro de 2008.

[editar] Paróquias

Castro faz parte da Diocese de Ponta Grossa. Possui quatro paróquias:

- Paróquia Sant'Ana: fundada em 1774, no centro da cidade, a mais antiga da diocese, com 235 anos, atentida pelos padres seculares (Diocesanos) - Pároco: Pe. Sandro José Brandt - Vigário: Pe. José Nilton Santos

- Paróquia São Judas Tadeu: fundada em 1967, na Vila Santa Cruz, com 42 anos, atentida pelos padres da Congregação das Escolas de Caridade (Cavanis) - Pároco: Pe. Valdecir Pavan - Vigário: Pe. Sebastião Adir de S. Bueno

- Paróquia N. Sra. do Rosário: fundada em 1967, na Vila Rio Branco, com 42 anos, atendida pelos padres da Comunidade de N. Sra. de Sion - Pároco: Pe. Osvaldo Candorin - Vigário: Pe. Faustino Tonini.

- Paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro: fundada em 2005, no Jardim Colonial, com 4 anos, atendida pelos padres seculares (diocesanos) - Pároco: Pe. Osvaldo Pinheiro

[editar] Ligações externas

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