Crateús

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Município de Crateús
"Praça da Matriz - Coluna da Hora"
CrateusBrasil.JPG

Bandeira de Crateús
Brasão de Crateús
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1832
Gentílico crateuense
Prefeito(a) Antônio Mauro Rodrigues Soares / Partido PT (2014-2016) Antecessor: Carlos Felipe Saraiva Beserra. (PC do B)
(2013–2016)
Localização
Localização de Crateús
Localização de Crateús no Ceará
Crateús está localizado em: Brasil
Crateús
Localização de Crateús no Brasil
05° 10' 40" S 40° 40' 40" O05° 10' 40" S 40° 40' 40" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Sertões Cearenses IBGE/2008[1]
Microrregião Sertão de Cratéus IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Poranga, Ipaporanga, Tamboril, Indepedência, Novo Oriente e o estado do Piauí (limite ainda em litígio com o Ceará).
Distância até a capital 350 km
Características geográficas
Área 2 985,411 km² [2]
População 72 853 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 24,4 hab./km²
Altitude 274 m
Clima Semiárido BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,644 médio PNUD/2010[4]
PIB R$ 384 606,000 mil IBGE/2010[5]
PIB per capita R$ 5 279,20 IBGE/2010[5]
Página oficial

Crateús é um município brasileiro do estado do Ceará, localizado na microrregião do Sertão de Crateús.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O topônimo "Crateús" vem do tupi ou tapuia, podendo significar:

  • tupi: cará (batata) e teú (lagarto);
  • topônimo tapuia kariri: kra (seco) mais , kraté (coisa seca ou lugar seco) e y (muito frequente), significando "lugar muito seco";
  • ou ainda o nome da tribo indígena que habitava a região: karati, karatús ou karatis e us (povo ou tribo).

Sua denominação original era "piranhas" (devido à abundância de peixes na região), depois "Príncipe Imperial" .[6]

História[editar | editar código-fonte]

Detalhe do mapa de Antonio Galuci(1761), no qual destaca-se Crateús fazendo parte do Piauí.
Ceará de 1861 sem Crateús e Independência.

As terras de Crateús, ao sul da Chapada da Ibiapaba, e às margens do rio Poti, eram habitadas pelos índios Karatis,,[7] [8] antes da chegada dos portugueses e bandeirantes no século XVII.

Com o sucesso da economia do ciclo da carne-seca e charque, a vila piauiense de Piranhas destaca-se como entreposto comercial comunicando o Ceará e o Piauí, devido ao acidente geográfico (boqueirão) entre a Serra Grande e a de Ibiapaba, facilitando o tráfego entre os dois estados.

A vila Príncipe Imperial integrou o estado do Piauí até o ano de 1880, quando foi anexada ao território do Ceará, como resultado da solução encontrada para o litígio territorial entre esses dois estados. O Ceará reconheceu a jurisdição do Piauí sobre o município de Amarração (Luís Correia) e em troca o Piauí ofereceu dois importantes municípios piauenses: Independência e Príncipe Imperial. [9]

Com a expansão da Estrada de Ferro de Sobral-Camocim para o Piauí, em 1911, as terras de Crateús foram cortadas pela ferrovia e, em 1912, duas estações de trem foram construídas no município: Crateús[10] e Sucesso,[11] e depois outras estações foram construídas em: 1916 Poti,[12] em 1918 Ibiapaba,[13] em 1932 Oiticica[14] e Santa Terezinha.[15]

Devido ao acidente geográfico, o canyon do rio Poti, que corta a Serra Grande, uma conexão natural entre Ceará e o Piauí, o mercantilismo entre os dois estados e o crescimento ao redor da estrada de ferro, Crateús desenvolveu-se como centro urbano e comercial no qual diversos grupos étnicos estão presentes, tanto etnias indígenas (Tabajara, Potyguara, Calabaça, Kariri, Tupinambá) como de descendentes africanos (Quilombos: Queimadas).

Formação administrativa[editar | editar código-fonte]

Em 1832 Crateús foi elevado a categoria de vila ainda com o nome de Príncipe Imperial, sendo desmembrado de Castelo. Em 1880 foi transferido da província do Piauí para a do Ceará através da Lei Nº 3.020 de 22 de outubro de 1880. Em 1889 mudou o nome para Crateús tendo o nome oficializado através do Decreto de Lei Nº 01 de 02 de dezembro de 1889. Em 1911 foi elevado à categoria de cidade. Em 1920 Crateús já tinha 2 distritos: Barrinha e Santana. Em 1929 o distrito Barrinha muda o nome para Ibiapaba, e no mesmo ano é formado mais um distrito: Irapuá. Na divisão administrativa de 1933, Santana não figura como distrito de Crateús. no quadro só aparecia, além do distrito-sede, Graça, Ibiapaba, Irapuá e Tucuns. Em 1938 Irapuá é rebaixado a povoado, e Graça muda o nome para Chaves, e mais dois distritos são criados: Oiticica e Poti. Em 1944 Chaves muda o nome para Rosa. Em 1951 Irapuá novamente é elevado a categoria de distrito e é criado mais um distrito: Montenebo. Em 1955 mais um distrito: Santo Antonio. Em 1963 Ibiapaba se emancipa de Crateús e anexa o distrito de Oiticica, e no mesmo ano Montenebo também se emancipa com o nome de Monte Nebo. Em 1965 Crateús anexa o território dos extintos municípios de Ibiapaba e Montenebo (ex-Monte Nebo). Em 1996 Crateús forma mais cinco distritos: Assis, Curral Velho, Lagoa das Pedras, Realejo e Santana.[16]

Política[editar | editar código-fonte]

A administração municipal localiza-se na sede: Crateús. O primeiro prefeito foi Tomás Catunda Filho 1912-1915 [17] >

Subdivisão[editar | editar código-fonte]

O município é dividido em treze distritos: Crateús(sede), Assis, Curral Velho, Ibiapaba, Irapuá, Lagoa das Pedras, Montenebo, Oiticica, Realejo, Santana, Poti, Santo Antônio e Tucuns.[18]

Geografia[editar | editar código-fonte]

As terras de Crateús fazem parte da Depressão Sertaneja, tendo no lado oeste do município a Serra Grande, com elevações próximas dos 700 metros. Os solos são: lanossolos, latossolos e podzólicos.[19] As formas de relevo a leste e maior porção do território são suaves e pouco dissecadas, produto da superfície de aplainamento em atuação no Cenozoico.

As principais fontes de água fazem parte da bacia do Parnaíba, tendo como principais rios Poti e Jatobá; e os riachos do Meio, dos Patos, Tourão, Capitão Pequeno, do Boqueirão, São Francisco, do Mato e do Besouro. O município possui diversos açudes, dentre os quais destacam-se os de maior porte como os açudes: Carnaubal ou Grota Grande e Realejo. No momento esta sendo construído o Açude Fronteiras, no leito no rio poti ao norte do município, um açude que terá capacidade de acumular 488.180.000 metros cúbicos de água[19] ,[20]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A predominância da caatinga arbórea (floresta caducifólia espinhosa), caatinga arbustiva aberta, mata seca (floresta subcaducifólia tropical pluvial) e a vegetação de carrasco, xerófita arbustiva densa de caules finos.[21]

Nesta área de caatinga é possível encontrar mais de 350 espécies de plantas, dentre elas a gameleira; 57 répteis e anfíbios, 173 de aves, dentre estas o pica-pau-anão (espécie ameaçada de extinção) e 38 de mamíferos, dentre estas espécies ameaçadas de extinção temos: a onça-parda, o gato-do-mato. A fauna e a flora são protegidas graças a Reserva Natural Serra das Almas, que é reconhecida como Reserva Particular do Patrimônio Natural – RPPN, pelo IBAMA.

Clima[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de chuva em 24 horas
registrados em Crateús por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 113,6 mm 26/01/2005 Julho 30 mm 26/07/1973
Fevereiro 101,8 mm 03/02/1967 Agosto 43,1 mm 08/08/2008
Março 140,2 mm 27/03/1967 Setembro 53 mm 30/09/1973
Abril 97 mm 24/04/1967 Outubro 46,3 mm 11/10/1984
Maio 81,7 mm 18/05/1968 Novembro 122,1 mm 24/11/1995
Junho 37 mm 12/06/1969 Dezembro 134,2 mm 29/12/1967
Fonte: Rede de dados do INMET. Período: 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995.[22]

Tropical quente semiárido com pluviometria média de 870 mm por ano, com chuvas concentradas de janeiro a maio[23] e temperatura média anual de 26,5 ºC.[24] A umidade relativa do ar é de 60 %,[25] e o tempo de insolação de aproximadamente 2 700 horas anuais.[26]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995, a menor temperatura registrada em Crateús foi de 12 ºC em 13 de fevereiro de 1963,[27] e a maior atingiu 39 ºC em 21 de abril de 1979.[28] O maior acumulado de chuva observado em 24 horas foi de 140,2 mm em 27 de março de 1967. Outros grandes acumulados foram 134,2 mm em 29 de dezembro de 1967, 133,8 mm em 20 de março de 2003, 124,2 mm em 24 de março de 2003, 122,1 mm em 24 de novembro de 1995, 119,9 mm em 23 de março de 1997, 113,6 mm em 26 de janeiro de 2005, 113,4 mm em 12 de janeiro de 2004, 109,4 mm em 11 de janeiro de 1999 e 101,8 mm em 3 de fevereiro de 1967.[29] Em janeiro de 2004 foi registrado o maior volume de chuva em um mês, de 644,3 mm.[30]

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Crateús Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima registrada (°C) 37,2 37,1 37,1 39 35,3 35,6 35,8 36,5 37,6 38 38 36,9 39
Temperatura máxima média (°C) 33,3 32 30,7 30,6 30,7 31,1 31,9 33,4 34,6 35,4 35,2 34,6 32,8
Temperatura média (°C) 27,1 25,9 25,2 25 24,9 24,8 25,1 26,4 27,7 28,6 28,6 28 26,5
Temperatura mínima média (°C) 22,6 22,1 21,9 21,8 20,9 19,8 19,8 20,5 22 22,7 22,9 22,7 21,6
Temperatura mínima registrada (°C) 17 12 16,4 17,2 12,1 14,9 13,5 15,5 17,8 19 13,8 16,2 12
Chuva (mm) 64,6 138,9 254 218,7 94,9 18,7 12,3 1,6 7,1 7,7 11,6 39,4 869,6
Dias com chuva (≥ 1 mm) 5 9 15 14 8 4 2 1 1 1 1 3 64
Umidade relativa (%) 60 73 77 78 73 65 57 50 45 45 47 52 60,2
Horas de sol 191,5 178,6 167,9 172,5 204 228,3 253,3 281,8 265 263,2 238,4 224,4 2 668,9
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (médias climatológicas de 1961 a 1990;[24] [31] [32] [23] [33] [26] [25] recordes de temperatura de 1962 a 1970, 1973 a 1984, 1990 e a partir de 1995).[28] [27]

Aspectos socioeconômicos[editar | editar código-fonte]

A maior concentração populacional encontra-se na zona rural. A sede do município dispõe de abastecimento de água, fornecimento de energia elétrica, serviço telefônico, agência de correios e telégrafos, serviço bancário, hospitais, hotéis, ensino de 1°, 2° graus e de formação universitária, uma biblioteca pública(Biblioteca Municipal Noberto Ferreira) e um teatro (Teatro Municipal Rosa Moraes ou mais conhecido como Casa da Rosa)[19] . Destaca-se ainda o 40º BI - Quadragésimo Batalhão de Infantaria com sede nessa cidade, situado no bairro dos Venâncios, à margem direita da BR-226 - Saída para a cidade de Independência que teve sua instalação e inauguração no ano de 1955 com o nome de 4º Batalhão Ferroviário e posteriormente passou a denominá-se de 4º BEC - Quarto Batalhão de Engenharia e Construção.

A partir de Fortaleza o acesso ao município, pode ser feito por via terrestre através da rodovia Fortaleza/Canindé/Independência BR-020/BR-226 ou Fortaleza/Canindé/Santa Quitéria BR-020/CE-257/CE-176 ou ainda via Fortaleza/Tianguá BR-222 até a vila de Aprazível, local por onde se segue através de rodovias do estado passando pelos municípios de Cariré, Varjota, Reriutaba, Pires Ferreira, Ipu, Ipueiras, Nova Russas até alcançar a sede do município. As demais vilas, lugarejos, sítios e fazendas são acessíveis (com franco acesso durante todo o ano) através de estradas estaduais, asfaltadas ou carroçáveis.[34] .

A economia local é baseada na agricultura: algodão arbóreo e herbáceo, feijão, milho, mamona, cana-de-açúcar, castanha de caju e frutas diversas; pecuária: bovino, ovinos, caprinos, suíno e avícola.

A atividade pesqueira é desenvolvida, de forma rudimentar, nos açudes.

O extrativismo vegetal para a fabricação de carvão vegetal também faz parte da economia local, bem como a extração de madeiras diversas para lenha e construção de cercas,e ainda a extração da oiticica e carnaúba.

O artesanato de redes, chapéus-de-palha e bordados, também representa uma importante fonte de renda.

Existem ainda cerca de quarenta indústrias.

A mineração de rocha para cantaria, brita e usos diversos na construção civil é ainda incipiente.

Nas terras de Crateús foi constatada a presença de Ametista, uma variedade do Quartzo e Jazidas de Hematita, um importante minério de ferro e de Cianita, e de Berilo utilizado na indústria de equipamentos espaciais e usinas atômicas.

O turismo também é uma das fontes de renda, devido as belezas naturais como:

Praça do Barrocão.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Os principais eventos culturais são:

  • Festa do Padroeiro: Senhor do Bonfim (dezembro),
  • Carnafolia (fevereiro),
  • II FENAC - Feira de Negócios Agropecuários (maio),
  • Dia do Município (06 de julho),
  • FENECRAT (outubro)
  • Festival de Teatro Amador,
  • CARNACRAT - Micareta de Crateús (novembro).
  • Além do projeto "Férias no Ceará" que uma vez ou outra traz alguma banda ou artista consagrado.
  • Festejos do Distrito de Montenebo (Setembro)
  • Festejos do Distrito de Assis (Agosto)
  • Festivais de Quadrilhas Juninas.
  • Destaque no esporte - Futebol - Esteve disputando o Campeonato Cearense, Primeira Divisão, em 2012, porém por escalar um jogador de forma irregular acabou sendo rebaixado (No tapetão) para a 2ª Divisão cearense de 2013 .
  • No Futsal - Campeão da Taça Brasil de Futsal 2014 ao sediar a competição.

Educação superior[editar | editar código-fonte]

A cidade se desenvolve quanto ao estudo das ciências já conseguindo sediar duas faculdades públicas, (uma estadual e outra federal). Além de outros polos particulares.

As faculdades existentes em Crateús são:

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Página visitada em 09 de setembro de 2013.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 09 set. 2013.
  6. Página do IBGE. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  7. Sebok. Lou, Atlases published in the Netherlands in the rare atlas collection. Compiled and edited by Lou Seboek. National Map Collection (Canada), Ottawa. 1974
  8. Aragão, R. B, Índios do Ceará e Topônimios Índigenas, Fortaleza, Barraca do Escritor Cearense. 1994
  9. História de Luís Correia, Piauí. IBGE. Página visitada em 24 de janeiro de 2009.
  10. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  11. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  12. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  13. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  14. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  15. Estações Ferroviárias. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  16. http://www.ibge.gov.br/cidadesat/painel/painel.php?codmun=230410&search=ceara%7Ccrateus
  17. Página do IBGE. Página visitada em 1 de fevereiro de 2010.
  18. Página do IBGE. Página visitada em 11 de fevereiro de 2010.
  19. a b c Página do CPRM. Página visitada em 14 de fevereiro de 2010.
  20. Atlas do Ceará. Página visitada em 14 de fevereiro de 2010.
  21. Página do CPRM. Página visitada em 15 de fevereiro de 2010.
  22. BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Precipitação (mm) - Crateús. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014.
  23. a b Precipitação Acumulada Mensal e Anual (mm). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  24. a b Temperatura Média Compensada (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  25. a b Umidade Relativa do Ar Média Compensada (%). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  26. a b Insolação Total (horas). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  27. a b Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (ºC). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014.
  28. a b BDMEP - Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Máxima (ºC) - Crateús. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014.
  29. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas ChuvaINMET_Crate.C3.BAsCE
  30. BDMEP - Dados mensais - Precipitação Total (mm) - Crateús. Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014.
  31. Temperatura Máxima (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  32. Temperatura Mínima (°C). Instituto Nacional de Meteorologia (1961-1990). Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  33. Número de Dias com Precipitação Maior ou Igual a 1 mm (dias). Instituto Nacional de Meteorologia. Página visitada em 27 de julho de 2014. Cópia arquivada em 4 de maio de 2014.
  34. Página do DER. Página visitada em 14 de fevereiro de 2010.

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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