Ciro Gomes
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| Ciro Gomes | |
| Deputado Federal pelo Ceará |
|
| Precedido por: | Tasso Jereissati |
| Sucedido por: | Francisco de Paula Rocha Aguiar |
| Nascimento: | 6 de Novembro de 1957 Pindamonhangaba, SP |
| Partido: | PSB |
| Profissão: | economista |
Ciro Ferreira Gomes (Pindamonhangaba, estado de São Paulo, 6 de novembro de 1957) é um advogado e político brasileiro radicado em Sobral, no Ceará desde 1964.
Foi casado com Patrícia Saboya Gomes, sua aliada política e atualmente senadora pelo Ceará. Atualmente está casado com a atriz Patrícia Pillar.
Iniciou a carreira política na Aliança Renovadora Nacional, a Arena, partido que dava sustentação à Ditadura Militar Brasileira, em 1979. Em 1980 a agremiação passou a se chamar PDS. Em 1983 trocou de partido e, pelo PMDB, elegeu-se deputado estadual. Em 1988 migrou ao PSDB e conseguiu ser eleito, neste mesmo ano, prefeito de Fortaleza. Dois anos depois, em 1990, foi eleito governador do Ceará. Foi o único candidato do PSDB a ganhar uma eleição para governador naquele ano. Ficou no posto entre 1991 e 1994.
Deixou o cargo para assumir o Ministério da Fazenda em 6 de setembro de 1994 a convite do então presidente Itamar Franco. Sucedeu, nesta ocasião, Rubens Ricupero, flagrado confidenciando ao jornalista Carlos Monforte que havia problemas no Plano Real no instante em que a Rede Globo estava se preparando para colocar no ar um programa jornalístico (no episódio conhecido como escândalo da parabólica).
Foi membro do PSDB até 1996, quando filiou-se ao recém-criado PPS (do antigo Partido Comunista Brasileiro, presidido por Roberto Freire - fundado em 19 de março de 1992) para concorrer à presidência da República em 1998. Foi o terceiro mais votado com 7.426.190 votos (ficou atrás de Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva). Em 2002 disputou novamente o cargo público mais importante do país pelo PPS e terminou o pleito em quarto lugar com 10.170.882 votos (ficou atrás de Lula, José Serra e Anthony Garotinho). No segundo turno, apoiou Lula.
Passou em 2003, por não concordar com Freire quanto à oposição do PPS ao governo, para o PSB. Aceitou então convite de Lula para assumir o Ministério da Integração Nacional, responsável pelo desenvolvimento regional e obras de infraestrutura. Em março de 2006 Ciro renunciou ao cargo para concorrer à Câmara dos Deputados Federais pelo Estado do Ceará. A candidatura ocorreu devido à chamada "cláusula de barreiras". Ela minava partidos políticos que não tivessem pelo menos 5% de votos em âmbito nacional. Assim, Ciro quis "salvar" o PSB da degola política e se candidatou, pois sabia que teria ampla votação. Caso contrário ele estaria na disputa pelo governo do Ceará ou como candidato a vice-presidente na chapa com Luís Inácio Lula da Silva. Foi eleito o deputado federal proporcionalmete mais votado do Brasil com mais de 16% dos votos. "Salvou" o PSB. Seu irmão Cid Gomes foi eleito governador do Ceará no mesmo ano.
Em 2005, defendeu Lula no caso do mensalão.[1]
Em entrevista para Danilo Gentili do programa humorístico CQC, que foi ao ar no dia 28 de abril de 2008, após brincar brevemente no início da entrevista, limitou-se a dizer: "não sei do que você está falando", quando questionado sobre irregularidades sobre a acusação de que seu irmão, Cid Gomes, ter usado dinheiro público para pagamento de viagem particular à Europa. [2]
Em 22 de abril de 2008, afirmou em sabatina da Folha que poderá se candidatar à presidência do Brasil em 2010 [3]. Já em 18 de junho de 2009, admitiu ponderar sobre candidatura ao cargo de governador do estado de São Paulo. [4]
[editar] Ligações Externas
| Precedido por Maria Luísa Fontenele |
Prefeito de Fortaleza 1989 — 1990 |
Sucedido por Juraci Magalhães |
| Precedido por Tasso Jereissati |
Governador do Ceará 1991 — 1994 |
Sucedido por Francisco Aguiar |
| Precedido por Rubens Ricupero |
Ministro da Fazenda do Brasil 1994 — 1995 |
Sucedido por Pedro Malan |
| Precedido por Luciano Barbosa |
Ministro da Integração Nacional 2003 — 2006 |
Sucedido por Pedro Brito |
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