Nilmário Miranda

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde janeiro de 2013).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoYahoo!Bing. Veja como referenciar e citar as fontes.
Deputado Nilmário Miranda em reunião da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara (José Cruz/Agência Brasil)

Nilmário de Miranda (Teófilo Otoni, 11 de agosto de 1947) é um político brasileiro

Filiado ao Partido dos Trabalhadores. Foi deputado estadual (1987-1990), deputado federal (1991-2003) e secretário dos Direitos Humanos no governo Luís Inácio Lula da Silva. Foi candidato ao governo de Minas Gerais em 2002 e 2006, perdendo em ambas para Aécio Neves.

Nilmário Miranda é casado com Stael Miranda, professora de Sociologia da Universidade Federal de Minas Gerais, e pai de Renata, Fernanda e Vítor. Foi preso político durante três anos e um mês, tendo sido libertado em 1975.

Foi deputado estadual em Minas Gerais de 1986 a 1990 e deputado federal duas vezes pelo Partido dos Trabalhadores (PT), quando ocupou o cargo de presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e recebeu Nota 10 do DIAP.

Sempre esteve envolvido pessoalmente, durante todo esse período, na luta pelos direitos humanos em situações cruciais, como nos casos do massacre de lavradores sem terra em Corumbiara/RO, da escravidão no trabalho e dos mortos e desaparecidos políticos. É autor de várias publicações sobre o assunto, como o livro Dos filhos deste solo, livro de 650 páginas, lançado em agosto de 1999, juntamente com o jornalista Carlos Tibúrcio em co-edição Editora Fundação Perseu Abramo e Boitempo Editorial. Sua gestão como secretário de Direitos Humanos do governo Lula ficou marcada pela controversa pela publicação da cartilha Politicamente Correto & Direitos Humanos - conhecida pela mídia como "Cartilha do Politicamente Correto".

Considera uma das maiores vitórias no campo dos direitos humanos no país a aprovação da lei que reconheceu os mortos e desaparecidos pelo regime militar. Classifica os direitos humanos como uma das maiores bandeiras mundiais da atualidade, que ultrapassa fronteiras, partidos e ideologias.

Integra a Comissão de Anistia, do Ministério da Justiça. E exerce o mandato de deputado federal (PT/MG)

Foi presidente da Fundação Perseu Abramo e hoje integra seu Conselho Curador.

Precedido por
Paulo Sérgio de Moraes Sarmento Pinheiro
Secretário Nacional dos Direitos Humanos
20032005
Sucedido por
Mário Mamede Filho

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Blog do Nilmario [1]