Solidariedade (partido político)

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Solidariedade
Número no TSE 77
Presidente Paulo Pereira da Silva
Fundação 24 de setembro de 2013 (11 meses)
Sede Brasília, DF
Ideologia Centro-esquerda
Site solidariedade.org.br

O Solidariedade é um partido político brasileiro, aprovado pelo TSE em setembro de 2013, cuja sigla é SD.[1]

Seu presidente nacional e principal articulador é Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, sindicalista e presidente licenciado da Força Sindical.[2]

Histórico

Com boa parte de seus dirigentes advindos do movimento sindical brasileiro, o Solidariedade nasceu alinhado às bandeiras dos trabalhadores do País e dos movimentos sociais.[3]

Dirigentes do Solidariedade pediram seu registro no Tribunal Superior Eleitoral em junho de 2013 e tiveram o partido aprovado em sessão do TSE de 24 de setembro de 2013.[3] [4] [5] [6]

Ideologia

Segundo o presidente nacional do partido, Paulinho da Força, a ideologia do Solidariedade é de centro-esquerda. Colaboram para esse posicionamento o histórico de boa parte dos líderes que pertencem ao partido e são oriundos de movimentos sociais, da luta sindical e de partidos de centro-esquerda.[7]

Eleições de 2014

As primeiras eleições do Solidariedade estão sendo as eleições gerais de 2014, nas quais são votados o presidente da república, os governadores, os senadores, os deputados federais e os deputados estaduais. Na votação para presidente, o SD está apoiando Aécio Neves (PSDB), em oposição ao atual governo. No primeiro turno, a coligação Muda Brasil é formada também pelo DEM, pelo PEN, pelo PMN, pelo PTN, pelo PTC, pelo PTB e pelo PTdoB (9 partidos).[8]

Nas eleições estaduais, o SD lançou poucos candidatos a governadores, a vices, a senadores (e a suplentes), pois em quase todos os estados está fazendo parte de coligações grandes, em que os partidos negociam entre si os cargos da chapa. O SD só lançou um candidato a governador e conseguiu ter somente quatro candidatos a vice-governadores pelo partido. Para o cargo de senador, a sigla também não conseguiu muito espaço nas coligações, obtendo somente um candidato a titular, dois a 1os suplentes e um a 2o suplente. No Pará havia a possibilidade de o SD ter uma candidata a senadora e também de ter os suplentes, porém os mesmos foram indeferidos pelo TSE por problemas na documentação. Os seguintes candidatos estão cadastrados: alguns já aprovados pelo TSE, outros ainda sendo analisados por ele.[8]

Candidato a governador pelo SD

Candidatos a vice-governadores pelo SD

  • AM - Henrique Oliveira (coligação Fazendo Mais por Nossa Gente - 16 partidos; o titular é do PROS)
  • AP - Wagner Gomes (coligação Juntos pelo Desenvolvimento, pela Paz e pela Vida - 4 partidos; o titular é do PSD)
  • GO - Armando Vergílio (coligação Amor por Goiás - 7 partidos; o titular é do PMDB)
  • RS - Cassiá Carpes (coligação Esperança que Une o Rio Grande - 4 partidos; a titular é do PP)

Candidato a senador pelo SD

  • TO - Eduardo Gomes (coligação A Mudança que a Gente Vê - 17 partidos)

Candidatos a 1os suplentes de senadores pelo SD

  • AL - Dra. Eudócia (coligação Juntos com o Povo pela Melhoria de Alagoas - 9 partidos; o titular é do DEM)
  • MT - Manoel de Souza (coligação Viva Mato Grosso - 6 partidos; o titular é do PSD)

Candidato a 2o suplente de senador pelo SD

  • DF - Fadi Faraj (coligação Somos Todos Brasília - 4 partidos; o titular é do PDT)

Apesar de ter só um candidato a governador pela própria sigla, o SD está em todas as 27 unidades federativas apoiando algum candidato ao cargo, direta ou indiretamente. Somente em Rondônia o SD não está na coligação majoritária (para governador), porém está na coligação proporcional (para deputados) associada ao candidato a governador pelo PSDB. O partido está formalmente em dez coligações majoritárias que apoiam candidatos a governadores cujos partidos estão nacionalmente apoiando a candidatura de Aécio Neves à presidência da república: oito do PSDB (AC, MG, MS, PA, PB, SC, SP e PR), um do DEM (BA) e um do próprio SD (TO). O SD apoia também doze candidatos de partidos que nacionalmente apoiam a candidatura de Dilma Roussef (PT) à reeleição: quatro do PMDB (ES, GO, RJ e RN), dois do PT (CE e PI), dois do PSD (AP e MT), dois do PP (AL e RS), um do PCdoB (MA) e um do PROS (AM). Em DF, PE e RR o SD apoia candidatos a governadores do PSB (do candidato a presidente Eduardo Campos) e em SE apoia o candidato do PSC (que lançou o Pastor Everaldo a presidente).[8]

Participação do partido nas eleições presidenciais

Ano Candidato a Presidente Candidato a Vice-Presidente Coligação Votos  % Colocação
2014 Aécio Neves (PSDB) Aloysio Nunes (PSDB) PSDB, PMN, SD, DEM, PEN, PTN, PTB, PTC e PTdoB

Referências

  1. Informações sobre o Solidariedade Tribunal Superior Eleitoral.
  2. Apesar de suspeitas, TSE aprova a criação de mais 2 partidos políticos no país - Folha de S.Paulo, 24 de setembro de 2013
  3. a b TSE aprova registro do Solidariedade. Acesso em 25 de setembro de 2013
  4. Diretório Nacional do Solidariedade pede registro de estatuto no TSE - JusBrasil, julho de 2013
  5. [1] - O Povo, 02 de setembro de 2013
  6. Enquanto Marina sofre para criar a Rede, novo partido Solidariedade conta os dias para sair do papel - R7, 28 de agosto de 2013
  7. 'Solidariedade' mais perto do PT - Rede Bom Dia, 09 de janeiro de 2013
  8. a b c TSE - Estatísticas Eleitorais 2014 TSE. Página visitada em 10 de outubro de 2014.
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