Marconi Perillo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Nuvola apps kuser.svg
Este artigo ou seção é sobre uma pessoa envolvida em um evento atual.
A informação apresentada pode mudar rapidamente. Editado pela última vez em 28 de abril de 2013.
Marconi Perillo
Marconi Perillo
Governador de Goiás Goiás
Mandato 1.º - 1º de janeiro de 1999
a 31 de dezembro de 2002
2.º - 1º de janeiro de 2003
a 31 de março de 2006
3.º - 1º de janeiro de 2011
até atualidade
Antecessor(a) Helenês Cândido (1.º)
Alcides Rodrigues (3.º)
Sucessor(a) Alcides Rodrigues (2.º)
Senador por Goiás Goiás
Mandato 1º de fevereiro de 2007
até 17 de dezembro de 2010
Vice-presidente do Senado Federal do Brasil
Mandato 2 de fevereiro de 2009
até 17 de dezembro de 2010
Deputado federal por Goiás Goiás
Mandato 1º de fevereiro de 1995
até 31 de dezembro de 1998
Deputado estadual de Goiás Goiás
Mandato 15 de março de 1991
até 31 de março de 1994
Vida
Nascimento 7 de março de 1963 (50 anos)
Goiânia, Goiás
Esposa Valéria Jaime Peixoto Perillo
Partido PMDB (1982-1992)
PST (1992-1993)
PP (1993-1995)
PPB (1995)
PSDB (1995-presente)
Religião Católico
linkWP:PPO#Brasil

Marconi Ferreira Perillo Júnior (Goiânia, 7 de março de 1963) é um político brasileiro, filiado ao Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). É o atual governador de Goiás, estando em seu terceiro mandato (1999 a 2002, 2003 a 2006 e mandato iniciado em 2011).

Índice

Origem e formação [editar]

Marconi Ferreira Perillo Júnior nasceu em Goiânia, em 7 de março de 1963, mas viveu sua infância em Palmeiras de Goiás, terra de seus pais, o comerciante Marconi Ferreira Perillo e a dona de casa Maria Pires Perillo. Primogênito, tem outros três irmãos: Antônio, Vânia e Tatiana.1 2

Cursou o ensino fundamental no Colégio Estadual de Palmeiras de Goiás (1970 – 1978). Aos 14 anos, começou a trabalhar como auxiliar no serviço burocrático do Cartório do 2º Ofício de Notas em Palmeiras, porém, antes de completar 15 anos, retorna para Goiânia, mudando-se para a casa dos tios, Jorge e Maria Conceição. Em Goiânia, cursou o segundo grau (atual ensino médio) no Colégio Pré-Médico (1978-1980).2

Na década de 80, ingressou em três cursos universitários, porém não os concluiu:

Conheceu Valéria Jaime Peixoto em 1989, então servidora do legislativo goiano, com quem se casou e teve duas filhas, Isabela e Ana Luísa.2

Em 2007, ingressou novamente na faculdade, através da criação indevida de uma turma exclusiva de direito para Perillo e sua esposa pela Faculdade Alves Faria (Alfa). Em 2009, fez o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade), em que o curso de direito da Alfa avaliado foi com nota 2 (escala de 1 a 5).3

Trajetória política [editar]

Question book.svg
Esta seção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde abril de 2012).
Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenotícias, livros, acadêmicoScirusBing. Veja como referenciar e citar as fontes.

Marconi Perillo começou sua carreira política no Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB). Em duas oportunidades, presidiu o PMDB Jovem (1985-1987 e 1987-1989), período em que atuou também como membro do diretório estadual. Foi assessor pessoal do governador Henrique Santillo entre 1987 e 1991 e deputado estadual entre 1991 e 1995.

Em 1992, Perillo e Santillo, juntamente com outras lideranças do PMDB, filiam-se ao Partido Social Trabalhista (PST), permanecendo na legenda até 1993, quando a direção nacional da mesma, juntamente com a direção nacional do Partido Trabalhista Renovador (PTR) formalizam a fusão das legendas, criando o Partido Progressista (PP). Em 1994, Perillo é eleito deputado federal pelo PP, sendo o sexto mais votado.

Em 1998, Perillo foi eleito governador de Goiás pelo Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) com apenas 35 anos de idade, tornando-se então o mais jovem governador do Brasil. Nessas eleições, as pesquisas indicavam um grande favoritismo do ex-governador e então senador Iris Rezende, ex-colega de legenda de Perillo e a principal liderança política do estado à época. Com o mote de um "tempo novo" para a política e o governo do estado, Perillo inesperadamente derrotou Rezende no segundo turno e assumiu o governo de Goiás, reelegendo-se depois em 2002 ainda no primeiro turno. Em 2006 não conclui seu mandato, desincompatibilizando-se em 31 de março para concorrer ao Senado Federal. Foi eleito com 75% dos votos e ainda contribuiu para a eleição de seu sucessor, seu vice-governador Alcides Rodrigues ao governo do estado.

Eleições 2010 [editar]

Em 3 de outubro de 2010 recebeu 1.400.227 (46,33% dos votos válidos), habilitando-se a disputar um segundo turno com Iris Rezende do PMDB no dia 31 de outubro do mesmo ano, quando elegeu-se governador de Goiás pela terceira vez, recebendo 1.551.132 votos (52,99% dos votos válidos).

Patrimônio declarado [editar]

Em 2010, Marconi Perillo declarou à justiça eleitoral possuir R$ 1,6 milhão distribuídos em 13 bens:4

  • oito imóveis (R$ 1,2 milhão);
  • linha telefônica (R$ 135 mil);
  • ações da Empresa Goiás Alimentação (R$ 50 mil);
  • dois carros (R$ 165 mil).

Acusações e condenações [editar]

Recebimento de propina [editar]

Em inquérito5 aberto no Supremo Tribunal Federal (STF), Marconi Perillo é investigado pela suspeita de ter recebido R$ 2 milhões de propina na época em que foi governador do estado de Goiás entre 1999 a 2006.

A denúncia (Inquérito 2481)5 foi feita a partir de interceptações telefônicas, em que um grupo de empresários do ramo de proteína animal negociava pagamento de propina para o então governador. Três meses depois dessas ligações, o governador aprova desconto fiscal de 7% para as empresas, um de vários incentivos fiscais a diversos setores produtivos.6 7

Corrupção [editar]

O jornalista e radialista Jorge Kajuru, ex-proprietário da Rádio K, publicou em 2002 o livro Dossiê K8 que contém denúncias de corrupção do atual governador e candidato à reeleição na época, Marconi Perillo. A trajetória narrada compreende o período entre janeiro de 1998 e setembro de 2002. O livro foi apreendido pela justiça de Goiás, antes do final das eleições de 2002.9 10

Envolvimento com o bicheiro Carlinhos Cachoeira [editar]

A chefe de gabinete de Marconi Perillo, Eliane Gonçalves Pinheiro, pediu demissão após ter tido conversas telefônicas dela com Carlinhos Cachoeira interceptadas, nas quais, é avisada pelo bicheiro sobre uma ação da Polícia Federal que seria desencadeada em 13 de maio de 2011 e que tinha como objetivo combater um esquema de fraudes contra a Receita Federal em diversos estados, incluindo Goiás.11 A própria Eliane confirmou que mantém "vínculos de amizade" que considera "exclusivamente pessoais com pessoas indiciadas" na Operação Monte Carlo.12 Os dados, passados a Eliane por Cachoeira, diziam respeito a alvos da Operação Apate, que investigou no ano passado supostas fraudes tributárias em prefeituras do interior de Goiás.12 Antes do pedido de exoneração, Perillo chegou a defender a sua chefe de gabinete.13 14 O patrimônio de Eliane se multiplicou por sete no primeiro ano da gestão de Marconi.15

Nesse escândalo, o senador Demóstenes Torres pediu a desfiliação do DEM-GO por também estar envolvido em relações suspeitas com Carlinhos Cachoeira.12 Assim como o parlamentar, Eliane usava um rádio Nextel com linha habilitada nos Estados Unidos para se comunicar com o chefe da máfia dos caça-níqueis em Goiás.12

O próprio Marconi Perillo admitiu conhecer o bicheiro Cachoeira e ter se encontrado com ele por três vezes em "reuniões festivas", uma delas na casa do senador Demóstenes Torres (DEM-GO).16 17 18 Em entrevista19 à TV Anhanguera (afilada da Rede Globo), Marconi atacou toda a imprensa do Rio de Janeiro e, ao ser questionado se havia vendido uma casa para o bicheiro, respondeu:

Cquote1.svg Eu tenho a informação de que um famoso bicheiro no Rio de janeiro foi preso na casa de um dirigente de uma grande empresa de televisão do Brasil. Será que quem vendeu a casa tem culpa disso? Cquote2.svg
Marconi Perillo, em entrevista19 à TV Anhanguera

Relatório da PF (obtido pela Revista Época) concluiu que, logo após assumir o governo de Goiás, em 2011, Perillo e a Delta firmaram um compromisso, intermediado por Cachoeira: a Delta receberia em dia o que era devido pelo governo goiano, desde que a construtora pagasse Perillo.20

Venda de casa a Cachoeira [editar]

Contradizendo a versão de que Perillo relacionou-se apenas casualmente com Cachoeira, a Polícia Federal indicia que Perillo teria vendido uma casa sua no valor de R$ 1,4 milhão a Cachoeira, em operação intermediada pelo empresário Walter Paulo de Oliveira Santiago, dono da Faculdade Padrão.21

Em depoimento à CPMI, Santiago negou ter vendido a casa que era de Perillo para Cachoeira. Disse também que havia pago a Perillo em "pacotinhos" de notas de R$ 50 e R$ 100 emprestados, e que não sabia quem lhe emprestou o dinheiro para a compra da casa de Perillo.21

O empresário disse ainda que o pagamento pela casa foi entregue a Lúcio Gouthier Fiúza, assessor do governador Perillo, e ao ex-vereador Wladimir Garcez, apontado como um dos principais assessores de Cachoeira.21

O depoimento contraria a versão apresentada pelo governador Marconi Perillo, que informou ter recebido o pagamento pela venda de sua casa em cheques.22

Na casa, morava o empresário Carlinhos Cachoeira. Foi nessa casa que Cachoeira foi preso no dia 29 de fevereiro de 2012, pela PF.21

Financiamento de campanha [editar]

O jornalista Luiz Carlos Bordoni, que coordenou a propaganda eleitoral no rádio de Marconi Perillo em 2010, acusa Perillo de ter pago seus honorários através de empresa ligada a Carlinhos Cachoeira. Bordoni afirma ter negociado diretamente com Perillo o pagamento de R$ 120 mil pela atuação na campanha.23

Bordoni acusa Perillo de ter feito o pagamento através da Alberto & Pantoja Construções e Transporte (apontada pela PF como empresa fantasma controlada por Cachoeira), e que o depósito de metade da dívida total, de R$ 90 mil, foi comandado por Lúcio Fiúza Gouthier, assessor especial de Perillo. Perillo nega todas as acusações e diz que o valor pago a Bornodi foi de apenas R$ 33,3 mil.24 25

Cquote1.svg Quer dizer que durante todas as campanhas que eu fiz (para Marconi Perillo) eu era o bom e o maravilhoso, e agora eu sou o mentiroso e o irresponsável? Talvez então eu tenha sido mentiroso e irresponsável ao pedir voto para ele? Cquote2.svg
Bordoni, ex-coordenador de propaganda eleitoral de Marconi Perillo23

Esgotamento de revista que denunciava o escândalo [editar]

Logo no início da divulgação do escândalo, a revista CartaCapital publicou reportagem acusando Marconi de envolvimento no escândalo Carlinhos Cachoeira (bicheiro),26 27 porém a revista começou a desaparecer das bancas de Goiânia. Segundo muitos leitores, ao tentar adquirir o semanário, a resposta era sempre de que a publicação estava esgotada. Houve inúmeros relatos de venda de um grande número de revistas a poucos indivíduos, dentre eles, o do deputado federal Luiz Eduardo Greenhalgh.28 29 30

Beneficiamento da esposa [editar]

Valéria Perillo ganhava, em 2000, uma gratificação de R$ 3.500 por força de um decreto de Marconi Perillo, seu marido e então governador de Goiás.31 32 Primeiras-damas não são remuneradas.32 Sobre o caso, Valéria deu entrevista argumentando:

Cquote1.svg Eu também tenho de cuidar das minhas filhas, que não contam com a presença constante do pai. Cquote2.svg
Valéria Perillo, em entrevista à Revista Veja31

Também durante a gestão de seu esposo, com recursos públicos, Valéria mandou fazer uma "foto oficial" de si própria, do mesmo tamanho da do marido, e mandou três cópias para cada um dos 251 municípios de Goiás; acompanhava as fotos a orientação para que fossem afixadas no gabinete do prefeito, na presidência da Câmara Municipal e na sala da primeira-dama de cada cidade.31 Após a denúncia, Marconi Perillo deu ordem para que as fotos fossem recolhidas.31

Turma exclusiva para curso de direito [editar]

Em 2007, o Ministério Público Federal em Goiás (MPF) ajuizou ação civil pública, com pedido de liminar, em desfavor da Faculdade Alves Faria (Alfa), Marconi Perillo (então senador da República), Valéria Perillo e União Federal, por concessão de tratamento privilegiado a agente político. De acordo com a procuradora da república Mariane Guimarães de Mello Oliveira, a Faculdade Alfa, localizada em Goiânia, sob a justificativa de atender necessidades especiais de Marconi Perillo, montou uma turma especial no curso de direito com apenas dois alunos: o senador e sua esposa Valéria Perillo.33 34 35

Para o MPF/GO o fato viola os princípios da isonomia e da generalidade na prestação de serviços públicos, configura tratamento seletivo e privilegiado sem previsão constitucional ou legal e viola as diretrizes e bases da educação nacional, previstas na Constituição da República e na Lei n.º 9.394/96.33

O MPF/GO pediu que a Alfa, Marconi Perillo e Valéria Perillo sejam condenados a pagar indenização, a ser revertida para os alunos daquela faculdade.33

A ação tramita na Justiça Federal de Goiás, processo nº 2007.35.00.022088-0, sob apreciação do Juiz Euler de Almeida Silva Júnior (9ª Vara Federal de Goiânia), desde 2007.36

Condenação por propaganda antecipada [editar]

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) manteve, em 2008, a condenação de Marconi Perillo ao pagamento de uma multa de R$ 53.205,00 por propaganda antecipada no pleito de 2006, veiculada na forma de propaganda institucional do governo de Goiás. A propaganda instistucional foi publicada nos jornais O Popular e Diário da Manhã e, segundo o Ministério Público, terminou por fortalecer a pré-candidatura de Perillo a senador por Goiás.37 38

Nepotismo [editar]

Segundo o jornal O Anápolis39 , há uma lista de parentes diretos ou próximos de Marconi Perillo e de Valéria Perillo nomeados em comissão entre 1999 e 2006, em diversas esferas do poder, tais como Adriana Moraes Perillo Bragança, Vânia Pires Perillo Cardoso e Nilton Perillo Ribeiro.40

Também é acusado de nepotismo cruzado em favor do bicheiro Carlinhos Cachoeira, dentro da Secretaria de Indústria de Comércio, onde trabalhariam seis parentes de Cachoeira e do ex-presidente da Câmara Municipal de Goiânia, Wladimir Garcez, apontado pela PF como arrecadador de campanha de Perillo.41

Agressão [editar]

No dia 9 de outubro de 2011, durante a Missa de Ação de Graças da tradicional Festa de Nossa Senhora do Rosário, em Catalão, Perillo entrou em discussão com o presidente da Irmandade de Nossa Senhora do Rosário, Leonardo Bueno. O incidente teria ocorrido devido a Leonardo Bueno não ter feito agradecimentos à presença de Perillo à festa. Perillo se irritou por ter feito uma doação de R$ 100 mil à associação e mesmo assim não ter recebido a deferência durante o evento religioso.42

Ao término do evento, que reuniu aproximadamente 10 mil pessoas, quando o presidente da Irmandade desceu do palanque, o governador questionou a ausência do agradecimento. Marconi teria então agredido-o verbalmente de "ladrão, vagabundo, safado", prosseguindo com um empurrão, auxiliado por seus seguranças pessoais.42 Isanulfo Cordeiro, assessor de Perillo, negou que Marconi tivesse chegado a agredir fisicamente Leonardo Bueno, mas apenas utilizado "palavras ríspidas" durante o bate-boca.43

Referências

  1. BIOGRAFIA (oficial) (em português). Marconi Perillo (2011). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  2. a b c BIOGRAFIA (oficial) (em português). Gabinete Militar da Governadoria - Governo de Goiás (6 de julho de 2011). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  3. Vice-presidente do Senado faz prova do Enade em GO (em português). Terra (9 de novembro de 2009). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  4. Folha de São Paulo - Arquivo da Folha - BENS DECLARADOS NA JUSTIÇA ELEITORAL
  5. a b Acompanhamento Processual: STF - Supremo Tribunal Federal - Inq 2481. stf.jus.br. Página visitada em 7 de outubro de 2010.
  6. Folha.com: Marconi Perillo é investigado no STF pela suspeita de ter recebido R$ 2 mi de propina - 09/07/2010. folha.uol.com.br. Página visitada em 7 de outubro de 2010.
  7. Folha.com - Poder - Perillo se contradiz ao explicar documentos e diz que denúncia é "café requentado" - 09/07/2010. folha.uol.com.br. Página visitada em 7 de outubro de 2010.
  8. Título não preenchido, favor adicionar.
  9. Folha Online - Rádio de Jorge Kajuru é fechada por ordem do TRE de Goiás - 01/10/2002. folha.uol.com.br. Página visitada em 17 de outubro de 2010.
  10. Folha Online - PM invade campus de universidade atrás de livros de Jorge Kajuru - 03/10/2002. folha.uol.com.br. Página visitada em 17 de outubro de 2010.
  11. Pernambuco.com - Ligações com Cachoeira provocam demissões no governo de Goiás
  12. a b c d Veja - Após denúncias, chefe de gabinete do governador Marconi Perillo pede exoneração
  13. Revista Época - Perillo defende chefe de gabinete flagrada em escutas com Cachoeira
  14. Operação APATE – Receita Federal combate esquema gigantesco de fraudes ao Imposto de Renda envolvendo Prefeituras em cinco Estados (em português). Receita Federal (13 de maio de 2011). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  15. Estadão (27 de julho de 2012). Bens de assessora de Perillo se multiplicaram por sete. Yahoo! Notícias. Página visitada em 30 de julho de 2012.
  16. O Globo - Perillo admite que encontrou Cachoeira em 'reuniões festivas'
  17. O Globo - Perillo nega relação do governo com 'atos ilícitos' de Cachoeira
  18. Primeira Edição - Marconi Perillo (PSDB) admite encontro com Carlinhos Cachoeira
  19. a b Jornal do Brasil - Governador Marconi Perillo ataca a imprensa do Rio
  20. Agência O Globo (14 de julho de 2012). Relatório da PF revela como funcionava esquema entre Perillo, Delta e Cachoeira. Yahoo Notícias. Página visitada em 25 de julho de 2012.
  21. a b c d Empresário:paguei casa de Perillo em dinheiro. Portal Band (5 de junho de 2012). Página visitada em 5 de junho de 2012.
  22. Estadão (5 de junho de 2012). Empresário contradiz Perillo sobre compra da casa. Yahoo! Notícias. Página visitada em 5 de junho de 2012.
  23. a b 'Davi contra Golias', ex-assessor de Perillo quer abrir sigilo. Portal Terra (3 de junho de 2012). Página visitada em 5 de junho de 2012.
  24. Perillo nega pagamento de assessor com dinheiro de Cachoeira. Portal Terra (1 de junho de 2012). Página visitada em 5 de junho de 2012.
  25. O Globo (1 de junho de 2012). Dinheiro de Cachoeira teria pago serviço para campanha de Perillo. Yahoo! Notícias. Página visitada em 5 de junho de 2012.
  26. O crime no poder (em português). CartaCapital (1 de abril de 2012). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  27. Veja os destaques da edição impressa de CartaCapital (em português). CartaCapital (29 de março de 2012). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  28. Governador de Goiás contratou empresa ligada a Cachoeira (em português). JusBrasil (6 de abril de 2012). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  29. O estranho sumiço de CartaCapital em Goiânia (em português). CartaCapital (1 de abril de 2012). Página visitada em 17 de abril de 2012.
  30. Revista que acusa governador e senador de Goiás some das bancas em Goiânia (em português). Jornal do Brasil (2 de abril de 2012). Página visitada em 24 de abril de 2012.
  31. a b c d Veja - Evita goiana - Com vocês, a primeira-dama Valéria Perigo, ops, Perillo
  32. a b Folha de São Paulo - Governo suspende emissora em Goiás
  33. a b c MPF/GO - A Faculdade Alves Faria montou uma turma especial no curso de direito com apenas dois alunos: o senador Marconi Perillo e sua esposa Valéria Perillo.
  34. Folha de São Paulo - Senador Marconi Perillo tem curso superior só para ele em Goiânia
  35. Ministério da Fazenda - A escolinha do senador Perillo
  36. TRF1 (Tribunal Regional Federal da Primeira Região) - Consulta Processual / GO
  37. TSE - TSE confirma multa ao senador Marconi Perillo por propaganda eleitoral antecipada
  38. Folha de São Paulo - TSE confirma multa a senador por propaganda eleitoral antecipada
  39. O Anápolis - Marconi e todos os Perillo do Governo
  40. [1]
  41. ISTOÉ - Cachoeira chega a Perillo
  42. a b Marconi quase sai no tapa em Catalão. Tribuna News (9 de outubro de 2011). Página visitada em 7 de junho de 2012.
  43. Assessor nega agressão de Marconi Perillo a Leonardo Bueno. Jornal Opção. Página visitada em 7 de junho de 2012.

Ligações externas [editar]

Precedido por
Helenês Cândido
Governador de Goiás
19992002
Sucedido por
Marconi Perillo
Precedido por
Marconi Perillo
Governador de Goiás
20032006
Sucedido por
Alcides Rodrigues
Precedido por
Alcides Rodrigues
Governador de Goiás
2011 — atualidade
Sucedido por