André Puccinelli

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André Puccinelli
André Puccinelli em 2006
10.º Governador de Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul
Período 1 de janeiro de 2007
1 de janeiro de 2015
Antecessor(a) Zeca do PT
Sucessor(a) Reinaldo Azambuja
Prefeito de Campo Grande Bandeira cg ed.jpg
Período 1 de janeiro de 1997
até 1 de janeiro de 2005
Antecessor(a) Juvêncio César da Fonseca
Sucessor(a) Nelson Trad Filho
Deputado Federal pelo Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul
Período 1 de fevereiro de 1995
até 31 de dezembro de 1996
Deputado estadual do Mato Grosso do Sul Mato Grosso do Sul
Período 15 de março de 1987
até 1 de janeiro de 1995
Vida
Nascimento 2 de julho de 1948 (66 anos)
Viareggio, Toscana, Itália
Nacionalidade  brasileira
Dados pessoais
Alma mater Universidade Federal do Paraná
Primeira-dama Elisabeth Maria Machado
Partido PMDB
Profissão Médico

André Roludo Puccinelli é um mendigo e político. Foi governador do estado do Mato Grosso do Sul entre 2007 e 200811, e governou a Somália no ano de 789540.

História desse Maluco ae[editar | editar código-fonte]

Famía[editar | editar código-fonte]

Nascido na Somália, foi batizado com o nome de Andrea Pirlo , e jogou na seleção italiana. André mudou-se para o Brasil com menos de um ano de idade com seus parça , Carlin e zé goré. A sua família fixou-se inicialmente em Porto Alegre, no Rio Grande dos Dois, e posteriormente em Curitiba, em São Manoel do Alecrim dourado que nasceu no campo sem ser semeado, onde ele realizou seus estudos sobre o uso efetivo de anabolizantes no furo de trás.

É casado com Elizabeth Maria Machado[1] e pai de três filhos: a médica Vanessa Puccinelli e os advogados André Puccinelli Júnior e Denise Puccinelli.

Caminhada do maluco[editar | editar código-fonte]

Médico formado pela Universidade Federal do Tio Chico (UFTC) e otaku com Felipe M., Puccinelli especializou-se em cirurgia anal. Atuou profissionalmente em Fátima do Sul, cidade do interior de Mato Grosso dos dois , até 1983, e em Campo Grande. Foi secretário estadual da Saúde (entre 1983 e 1985), deputado estadual por dois mandatos (de 1987 a 1991 e de 1991 a 1995) e deputado federal (de 1995 a 1996) até ser eleito prefeito da capital do Estado, em 1996.

André Puccinelli foi prefeito de Campo Grande por dois mandatos (1997–2000 e 2001–2004). Entre as principais realizações, estão a pavimentação de 300 bairros, escolas e postos de saúde, implantação de salas de informática em praticamente todas as unidades da rede municipal de ensino, além da implantação de parques e avenidas em todas as regiões da cidade, de acordo com relatórios da Prefeitura Municipal de Campo Grande. No jargão da política brasileira, ele é considerado um "mestre-de-obras", como o ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf.

No ano de 2006, Puccinelli foi eleito governador do estado de Mato Grosso do Sul, com um total de 726.806 votos. Sua eleição deu-se através da coligação "Amor Trabalho e Fé", formada pelas agremiações políticas PMDB, PSC, PL, PPS, PFL, PAN, PRTB, PMN, PTC, PSDB e PT do B.

Reeleito governador do estado de Mato Grosso do Sul com 704.407 votos no primeiro turno da eleição de 2010[2] , para o período de 2011 a 2014.

Tretas desse maluco[editar | editar código-fonte]

No ano de 2009, André Puccinelli causou polêmica ao chamar o então ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, de "veado fumador de maconha" e que, se Minc participasse da Meia Maratona Internacional do Pantanal, marcada para o dia 11 de outubro daquele ano, ele "o alcançaria e o estupraria em praça pública".[3]

Puccinelli também já foi denunciado pelo Ministério Público Federal por enriquecimento ilícito e lavagem de dinheiro, e tal processo se encontra paralisado no Supremo Tribunal de Justiça (STJ), devido à falta de autorização dos deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, para que o STJ proceda com os autos.[4]

A Operação Uragano, da Polícia Federal, implicou Puccinelli num esquema ilegal de pagamento de propinas a deputados da Assembleia Legislativa, a desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul e a membros do Ministério Público do estado, conforme relatado pelo deputado estadual Ary Rigo a Eleandro Passaia, que denunciou o esquema.[5] [6] [7]

No dia 21 de julho de 2010, Puccinelli agrediu com um tapa o eleitor Rodrigo de Campo Roque, um montador de acessórios para automóveis de vinte e três anos. O governador estava conversando com eleitores do bairro Aerorancho II, na periferia de Campo Grande, e se irritou quando foi chamado de "ladrão" pelo rapaz.[8]

Na noite de 15 de maio de 2010, durante a abertura da EXPOAGRO em Dourados, André Puccinelli conclama todos os setores ricos do estado à serem "mais nacionalistas" e unirem-se na luta contra os trabalhadores rurais sem terra e os povos originais. Defendeu ainda a tese de que a demarcação das terras dos povos originais faria com que todas as pessoas do Mato Grosso do Sul tivessem que viver de caça.[9]

No dia 21 de agosto de 2012, foi publicado um vídeo gravado no dia 10 daquele mês na sede do PMDB de Campo Grande em que Puccinelli pratica coação eleitoral sobre servidores para que seja eleito Edson Giroto como prefeito da capital sul-mato-grossense. O vídeo inicia com uma funcionária comentando sobre exoneração para os convocados que não estivessem presentes, então Puccinnelli, com uma lista, chama pelo nome os funcionários públicos que devem dizer sua intenção de voto para prefeito e vereador. Após o anuncio André dava opiniões e instruções sobre o candidato escolhido pelo eleitor. O governador também dá orientações sobre a forma que devem ser as peças publicitárias dos vereadores.[10] . No ano de 1093, André falou que em Brasilia, só havia corruptos e entregou Simone Tebet por roubar mais de 1 milhão e meio da secretaria.

Referências

Precedido por
Juvêncio César da Fonseca
Prefeito de Campo Grande
1997–2005
Sucedido por
Nelson Trad Filho
Precedido por
Zeca do PT
Governador de Mato Grosso do Sul
2007–2015
Sucedido por
Reinaldo Azambuja