Rede Sustentabilidade

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Rede Sustentabilidade
Presidente Bazileu Margarido e Gabriela Barbosa[nota 1]
Fundação 16 de fevereiro de 2013
Sede Brasília[1]
Ideologia Social-democracia[2]
Centrismo[2] Neoliberalismo[3]
Sustentabilidade[2]
Site
Rede sustentabilidade

Rede Sustentabilidade (REDE) é um movimento político e um projeto para a fundação de um partido político brasileiro,[4] [5] liderado pela política Marina Silva.[6] O movimento teve negado o registro como partido para concorrer às eleições de 2014 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julgou que a Rede não conseguiu provar a autenticidade das 496 mil assinaturas necessárias para sua oficialização.[7] No entanto, o grupo conquistou força política nas projeções do cenário político eleitoral de 2014, o que resultou em uma aliança estratégica com o Partido Socialista Brasileiro (PSB).[8] Em março de 2015, a executiva da Rede Sustentabilidade anunciou que pedirá novamente ao TSE sua validação como partido até o final de abril de 2015.[9]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Marina Silva, a principal liderança da Rede Sustentabilidade.[10]

Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente e ex-senadora, candidatou-se a presidente nas eleição presidencial de 2010 pelo Partido Verde (PV).[11] Ela recebeu 19,6 milhões de votos e ficou na terceira colocação.[12] Em junho de 2011, Marina desfiliou-se do Partido Verde já com a intenção de criar um novo partido político.[13] Em seu anúncio de despedida do partido, declarou: "A experiência no PV serviu para sentir até que ponto o sistema político brasileiro está empedernido e sem capacidade de abrir-se para sua própria renovação."[14]

No início de novembro de 2011, Marina começou a consolidar seu projeto político para as eleições de 2012 e 2014.[15] O Movimento por uma Nova Política, criado por Marina com o objetivo declarado de incentivar discussões sobre novas formas de fazer política, foi considerado um "embrião de um futuro partido" da ex-presidenciável.[15] [16] Oficialmente, Marina declarou que o movimento não tinha objetivo partidário nem eleitoral.[15]

Nas eleições municipais de 2012, Marina declarou apoio a candidatos de diferentes partidos, como o Partido dos Trabalhadores (PT), Partido Democrático Trabalhista (PDT) e Partido Socialista Brasileiro (PSB).[16] Em novembro daquele ano, o jornal O Globo publicou uma matéria afirmando que Marina estaria "sem rumo para 2014" e que estaria enfrentando dificuldades para a criação de seu novo partido.[16] Ao ser questionada pelo O Globo quanto a criação de um novo partido, afirmou: "Isso está em discussão, as pessoas estão pressionando, mas tenho muita dúvida quanto a esse desfecho. Um partido não se faz só em função de eleição, e sim de um projeto, e só tem sentido se esse projeto estiver à altura dos desafios do século XXI."[16]

Fundação[editar | editar código-fonte]

Evento de fundação da Rede Sustentabilidade.

O partido Rede Sustentabilidade foi fundado oficialmente em 16 de fevereiro de 2013, num encontro, batizado de Encontro Nacional da Rede Pró Partido, que aconteceu em Brasília.[17] O evento contou com a participação da ex-senadora e vereadora de Maceió Heloísa Helena, dos deputados Alfredo Sirkis, Walter Feldman, Domingos Dutra, do vereador da cidade de São Paulo Ricardo Young e do Secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco Sérgio Xavier, dentre outros.[17]

O evento de fundação da Rede recebeu o slogan de "Rede Pró-Partido" e estiveram presentes cerca de 1,5 mil pessoas.[18] [19] [20] Quando a Rede foi fundada, Marina já era anunciada como uma possível candidata pela Rede Sustentabilidade à presidência da República nas eleições de 2014.[21] [22]

Em uma entrevista ao programa Roda Viva, Marina negou que estava criando a Rede apenas para concorrer a presidência. Ela declarou que a disputa pela presidência seria apenas um possibilidade e que o registro definitivo dependia de uma "batalha jurídica".[23]

Tentativas de oficialização como partido político[editar | editar código-fonte]

Primeira etapa de recolhimento de assinaturas; 2013-2014[editar | editar código-fonte]

Simpatizantes da Rede organizam mutirão de assinaturas no Museu de Arte de São Paulo, fevereiro de 2013.

A Rede acreditava que até maio de 2013 seria possível alcançar as quinhentas mil assinaturas requeridas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que a Rede virasse oficialmente um partido e disputasse as eleições de 2014.[18] O movimento desejava recolher as assinaturas necessárias em pelo menos nove unidades federativas para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedesse seu registro legal.[24] [25] O prazo limite para a criação de novos partidos que pretendiam concorrer nas eleições de 2014 era de 5 de outubro de 2013.[26]

Em junho de 2013, a Rede anunciou que já possuía mais de meio milhão de assinaturas para se registrar na Justiça Eleitoral. Para garantir a viabilização do processo, os organizadores buscaram obter uma margem de segurança de trezentos mil nomes coletados a mais. A estimativa era de que poderia haver uma perda de até 40% das assinaturas.[27]

Projeto de Lei 4470/12[editar | editar código-fonte]

No primeiro semestre de 2013, um projeto de lei defendido pelo governo visava inibir a criação de novos partidos no Brasil, restringindo-lhes o acesso ao dinheiro do fundo partidário e ao tempo de propaganda gratuita em rádio e televisão.[28] [29] Em 23 de abril, a Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei por 188-74.[30] [31] Em junho, a matéria foi parar no Supremo Tribunal Federal (STF), onde o ministro Gilmar Mendes afirmou que o projeto de lei que tramitava no Congresso Nacional era uma iniciativa para impedir a candidatura de Marina Silva a presidência em 2014 e o chamou de "anti-Marina Silva".[32] O STF chegou a interferir no projeto que estava em tramitação no Congresso, com uma liminar concedida por Gilmar.[33]

Sobre a possibilidade de arquivamento do projeto lei e sobre o voto do ministro Gilmar Mendes, relator que defendia o arquivamento, Marina declarou: "Na verdade, o voto do relator tenta reparar o casuísmo e o verdadeiro atropelamento que foi o processo legislativo na votação dessa lei, estabelecendo que há um desrespeito à nossa Constituição e também à nossa democracia. O voto estabelece o direito das minorias de também poderem se organizar e a liberdade da organização partidária."[34]

No entanto, em junho, o pleno do Supremo Tribunal derrubou a liminar concedida, e o Congresso voltou a poder discutir a tramitação do projeto.[35] Alguns parlamentares criticaram o projeto, afirmando que ele era inconstitucional e que não poderia valer para as eleições de 2014.[36] [37] Após a aprovação pelo Senado Federal, a presidente Dilma Rousseff sancionou o PL 4470/12 no final de outubro de 2013.[38] [39]

Rejeição do registro eleitoral[editar | editar código-fonte]

Membros da Rede durante a sessão do TSE que negou a concessão do registro de partido político.

Em 3 de outubro de 2013, o Tribunal Superior Eleitoral negou o registro ao partido com seis votos contrários e um a favor.[40] [41] Como justificativa, os ministros afirmaram que a Rede não havia atingido o objetivo que a justiça eleitoral exige de colher 492 mil assinaturas, uma vez que muitas delas foram impugnadas pelos cartórios eleitorais.[42] [43] Foram validadas 442.525 assinaturas, faltando assim outras 49 mil para atingir o mínimo exigido.[44] [45] O tribunal alterou o status do pedido de criação da legenda em "diligência", permitindo que a Rede apresente mais assinaturas.[46]

Após o encerramento da sessão do TSE, Marina declarou a Rede Sustentabilidade continuaria sendo um projeto político.[47] Ela também afirmou que o registro de partido político era "questão de tempo".[48] Alguns parlamentares criticaram a decisão judicial, afirmando que o processo de recolhimento das assinaturas era legal.[49] A Rede anunciou que continuaria buscando o registro do partido político, mesmo sem poder disputar as eleições em 2014.[50] [51]

Segunda etapa de recolhimento de assinaturas; 2014-atualidade[editar | editar código-fonte]

No início de novembro de 2014, a Rede Sustentabilidade voltou a coletar assinaturas com a meta de atingir novos cem mil apoios até o final daquele ano.[52] [53] A Rede pretende lançar candidaturas próprias nas principais capitais do país nas eleições de 2016.[54] A partir de janeiro de 2015, a Rede passou a realizar mutirões em todo o país para coletar assinaturas.[55] Em março de 2015, o porta-voz Basileu Margarido declarou que a Rede tinha atingido o número de assinaturas suficientes para o registro no TSE.[56] Naquele mesmo mês, o ministro do TSE, Dias Toffoli, a pedido da Rede, desarquivou o processo de registro.[57]

Em abril de 2015, a Rede anunciou através de uma nota que o ex-presidente do STF Sepúlveda Pertence passaria acompanhar a tramitação do pedido de registro, substituindo Torquato Jardim, ex-ministro do TSE.[58] [59] [60] No entanto, Pertence negou a informação, afirmando que ainda ele ainda não confirmou se irá defender a Rede nos tribunais.[61] Se oficializada, a Rede não terá direito imediato ao tempo de televisão e ao fundo partidário, conforme estipulado pela lei 4470/12.[62] [63] A Rede tem até outubro de 2015 para conseguir o registro e ter o direito de participar como partido das eleições municipais de 2016.[64] [65]

Embora os membros mais presentes da Rede afirmem que o objetivo do grupo é transformar o movimento em um partido político, existe uma corrente de integrantes que defendem a união da Rede a outros partidos existentes para formar uma força política de porte médio. A ala defende que a Rede se una ao PSB, PPS, PV e aos outros partidos que apoiaram Marina em 2014.[66]

Filiações ao PSB: "O partido clandestino"[editar | editar código-fonte]

Marina Silva ao lado de Eduardo Campos durante ato de filiação ao PSB.

Logo após o registro da legenda ser indeferido, sete partidos políticos se dispuseram a aceitar a filiação de Marina.[67] [68] A poucas horas do prazo limite para poder se candidatar nas eleições de 2014, ela anunciou sua filiação ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), afirmando que o ato seria uma "filiação simbólica" por considerar que o PSB reconhecia a Rede como um partido político legítimo.[69] [70] A filiação de Marina foi interpretada como uma possível candidatura como vice-presidente de Eduardo Campos, então governador de Pernambuco que era considerado um provável candidato a presidente em 2014.[71] Campos e Marina afirmaram que a Rede era o "primeiro partido clandestino criado em plena democracia" e Marina também declarou que não estava pleiteando a candidatura a presidente pelo PSB.[72] [73] [74] Naquela época, ela estava em segundo lugar nas pesquisas de intenção de voto.[75]

Além de Marina, outros políticos da Rede também se filiaram ao PSB e a outros partidos.[76] [77] [78] Pouco mais de cem integrantes filiaram-se a outros partidos para concorrerem nas eleições de 2014.[79] Destes, a maioria (68%) escolheu o PSB.[80] A Rede autorizou seus integrantes a apoiarem os partidos que desejassem nas eleições estaduais e o PSB decidiu não recorrer à fidelidade partidária para assegurar os mandatos de candidatos eleitos pelo partido que futuramente se filiarem a Rede.[81] [82] [83]

Eleição presidencial de 2014[editar | editar código-fonte]

Marina Silva é anunciada candidata a presidente pelo PSB, 20 de agosto de 2014.

Em 14 de abril de 2014, Marina anunciou que aceitou o convite para ser candidata a vice-presidente de Eduardo Campos, candidato à presidência nas eleições presidenciais daquele ano.[84] Naquele mês, o Ibope divulgou uma pesquisa indicando que Marina tinha 27% das intenções de votos se fosse candidata a presidente, enquanto Campos teria 10%.[85] Em junho, foi oficializado a candidatura Campos-Marina, que também teve o apoio formal de outros cinco partidos.[86] [87]

A Rede e o PSB manifestaram divergência em relação a algumas alianças estaduais, sobretudo em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.[88] Em São Paulo, a Rede rompeu com Eduardo Campos e anunciou que não apoiaria a reeleição do governador tucano Geraldo Alckmin.[89] [90] A nível nacional também houveram dificuldades entre os partidos da aliança. O presidente do PPS, Roberto Freire, declarou que "o PPS apoia, mas não segue Marina Silva. Apoia porque ela é vice, está com Eduardo Campos, que apoiamos. Mas não segue Marina".[91]

Em 13 de agosto, Eduardo Campos morreu em um acidente aéreo ocorrido em Santos.[92] Uma semana depois, Marina foi oficializada candidata a presidente pelo PSB em união a Rede e aos outros partidos que apoiavam Campos.[93] [94] Marina anunciou que manteria as alianças que Campos havia feito, mesmo as que discordava, mas que não iria subir a palanques de aliados do partido em São Paulo, Rio de Janeiro e Paraná.[95] A entrada de Marina como candidata a presidente causou divergências no PSB e a coordenação da campanha foi alterada.[96] Em uma eleição marcada por reviravoltas, ela acabou em terceiro lugar com 22,1 milhões de votos (21,32%).[97] [98] No segundo turno, Marina declarou apoio ao senador Aécio Neves (PSDB), apesar das resistências internas.[99] [100] O apoio de Marina a Aécio gerou atritos na Rede, causando a saída de alguns integrantes, entre eles membros da Direção Nacional e representantes estaduais.[101] [102] Oficialmente, a Rede anunciou que liberava o militantes a votarem em Aécio, branco ou nulo.[103] No entanto, alguns integrantes afirmaram que Aécio e Dilma não representavam o grupo e que eles seguiriam independentes no segundo turno.[104]

Nome e estrutura[editar | editar código-fonte]

O nome "Rede" foi escolhido através de sugestões feitas em fóruns da internet.[105] Um pequeno grupo formado por apoiadores avaliaram as sugestões e escolheram a que consideravam o nome mais adequado.[106] Segundo Marina Silva, "o nome que vamos registrar é Rede porque vamos ser uma rede que dialoga com diferentes setores da sociedade."[107] Ainda de acordo com ela, a "rede" também representa que serão utilizados as redes tecnológicas, interpessoais e das instituições para transmitir as ideias do partido.[108]

A Rede Sustentabilidade possui representação em todas as vinte e sete unidades federativas.[109] Cada estado tem um número variável de representantes.[110] A Comissão Executiva Nacional é composta por um coordenador geral e um porta-voz, sete vogais e dois integrantes de cada uma das sete coordenadorias.[111] Os atuais coordenadores gerais e porta-vozes são Bazileu Margarido, de São Paulo, e Gabriela Barbosa, do Distrito Federal.[111] De acordo com o estatuto, os coordenadores gerais e porta-vozes "exercerão as funções de Presidente e Vice-Presidente, com rodízio anual entre eles."[112]

Programa político[editar | editar código-fonte]

Definições, direitos e deveres[editar | editar código-fonte]

Integrantes da Rede Sustentabilidade durante encontro.

De acordo com um documento registrado em cartório, a Rede Sustentabilidade se declara como "uma associação de cidadãos e cidadãs dispostos a contribuir voluntária e de forma colaborativa para superar o monopólio partidário da representação política institucional, intensificar e melhorar a qualidade da democracia no Brasil e atuar politicamente para prover todos os meios necessários à efetiva participação dos brasileiros e brasileiras nos processos decisórios que levem ao desenvolvimento justo e sustentável da Nação, em todas as suas dimensões".[113]

Em 26 de fevereiro de 2013, dez dias após sua fundação, o primeiro estatuto da Rede foi publicado no Diário Oficial da União.[114] Os onze pontos considerados pela Rede como os principais de seu programa são: revisão do estatuto em dez anos; cláusulas inalteráveis, como defesa da dignidade, das minorias, da transparência, eficiência, da coisa pública e do bem comum; consultas permanentes às bases do partido no formato de plebiscitos; conselho político aberto à sociedade, não necessariamente composto por filiados; possibilidade apenas de uma reeleição para detentores de mandatos parlamentares, salvo em situações em que um plebiscito permitir o contrário; limite de doações de pessoas jurídicas em campanhas e vedação de doações de empresas de bebidas alcoólicas, agrotóxicos, armas e tabacos; transparência total online dos gastos durante a campanha eleitoral; utilização de redes sociais para dinâmica partidária; presença de um ouvidor do partido, com direito à realização de audiências públicas; cotas para negros e índios; e obrigação de que até 30% das candidaturas sejam "cívicas e independentes", de pessoas que não terão a obrigação de participar da dinâmica partidária, mas que tenham interesse em se candidatar.[115] [116]

Posição político-ideológica[editar | editar código-fonte]

No evento de fundação da Rede, Marina declarou que o futuro partido não seria "nem direita, nem esquerda, estamos à frente".[117] [118] Segundo ela, "podemos fazer alianças pontuais. Não precisamos eliminar sonhos. Mas é preciso que fique claro que somos diferentes."[117] [119] De acordo com o jornal Tribuna do Planalto, a ideologia da Rede está baseada no Centrismo, Sustentabilidade e Social-Democracia.[2] A revista Carta Capital acredita que o espectro político da Rede não será a esquerda ou a direita e que o movimento pode se tornar "um partido moderno".[120]

Manifesto[editar | editar código-fonte]

Em 20 de fevereiro de 2013, o manifesto político da Rede Sustentabilidade foi divulgado seu manifesto político.[121] [122] Composto por pouco mais de cinco páginas, foi elaborado pelos ideólogos e fundadores do partido, entre os quais estão Heloísa Helena, João Paulo Capobianco e Walter Feldman.[121] O manifesto, que foi publicado em seu site oficial, defende uma "reinvenção" da política e apresenta sua plataforma partidária.[123] [124]

Notas

  1. Não existe o cargo de presidente, mas o cargo de porta-voz é, para todos os efeitos, equivalente.[125] [126]

Referências

  1. Rumos na Rede Sustentabilidade serão debatidos em Brasília Ig (26 de março de 2015). Visitado em 24 de abril de 2015.
  2. a b c d ‘Centrista’, Rede-GO tem o desafio de unificar discursos Tribuna do Planalto (15 de junho de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  3. MARINA SILVA E O AGGIORNAMENTO DO IMAGINÁRIO NEOLIBERAL Associação Brasileira de Pesquisadores em Comunicação e Política, Julio Cesar Lemes de Castro
  4. Wilson Lima (16 de fevereiro de 2013). Partido de Marina Silva promete ser uma “legenda pura” Ig. Visitado em 24 de abril de 2015.
  5. Wilson Lima (7 de fevereiro de 2014). TSE arquiva pedido de registro do Rede Valor. Visitado em 24 de abril de 2015.
  6. Iara Lemos (16 de fevereiro de 2013). De mãos dadas com Heloísa Helena, Marina abre evento para lançar partido G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  7. Fernanda Calgaro (3 de outubro de 2013). Por 6 votos a 1, TSE rejeita criação da Rede, partido de Marina Silva Uol. Visitado em 24 de abril de 2015.
  8. Chico de Gois (8 de outubro de 2013). PSB cria grupo informal na executiva do partido para abrigar integrantes da Rede O Globo. Visitado em 26 de abril de 2015.
  9. Danilo Macedo (29 de março de 2015). Rede Sustentabilidade diz ter assinaturas suficientes para registro no TSE Agência Brasil. Visitado em 24 de abril de 2015.
  10. Lyza Freitas (20 de junho de 2013). Marina Silva apresenta Rede Sustentabilidade em Teresina Capital Teresina. Visitado em 24 de abril de 2015.
  11. Marina Silva assume legado de Eduardo Campos e disputa a Presidência pelo PSB Agência Brasil (20 de agosto de 2014). Visitado em 24 de abril de 2015.
  12. Primeiro turno: Presidente Terra. Visitado em 24 de abril de 2015.
  13. Mariana Sanches (25 de junho de 2011). Marina pede para sair do PV Época. Visitado em 24 de abril de 2015.
  14. Marina Silva deixa Partido Verde e diz que vai criar novo movimento Jornal Nacional (7 de julho de 2011). Visitado em 24 de abril de 2015.
  15. a b c Marina Silva quer partido para atuar já em 2012 Veja (2 de novembro de 2011). Visitado em 24 de abril de 2015.
  16. a b c d Fernanda Krakovics (17 de novembro de 2012). Sucesso de 2010, Marina Silva ainda está sem rumo para 2014 O Globo. Visitado em 24 de abril de 2015.
  17. a b Iara Lemos (16 de fevereiro de 2013). Marina Silva deixa Partido Verde e diz que vai criar novo movimento G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  18. a b Iolando Lourenço (16 de fevereiro de 2013). Marina Silva lança embrião de um novo partido político EBC. Visitado em 24 de abril de 2015.
  19. Marina Silva lança o partido Rede Sustentabilidade Época Negócios (16 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  20. Rede Sustentabilidade é o novo partido de Marina Silva Amazônia da gente (16 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  21. Marina Silva diz que foco de novo partido não é eleição de 2014 Reuters (16 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  22. Ex-senadora Marina Silva disse que candidatura em 2014 é uma possibilidade Bem Paraná (16 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  23. Marina nega que novo partido visa à presidência Época Negócios (19 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  24. Veriana Ribeiro (20 de fevereiro de 2013). Apoiadores do partido de Marina Silva fazem sua primeira reunião no Acre G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  25. Fabiano Costa e Iara Lemos (15 de fevereiro de 2013). Três deputados manifestam intenção de aderir a partido de Marina Silva G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  26. Veriana Ribeiro (4 de outubro de 2013). Termina sábado prazo para filiações para concorrer às eleições em 2014 G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  27. Mario Coelho (14 de junho de 2013). Partido de Marina Silva anuncia 500 mil assinaturas Congresso em Foco. Visitado em 25 de abril de 2015.
  28. Mariana Oliveira (13 de junho de 2013). Relator vota no STF para arquivar projeto que inibe novos partidos G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  29. Câmara aprova restrições a novos partidos; projeto vai ao Senado Câmara dos Deputados do Brasil (23 de abril de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  30. Mario Coelho (23 de abril de 2013). Câmara emperra criação de partidos políticos Congresso em Foco. Visitado em 24 de abril de 2015.
  31. PL 4470/2012 Câmara dos Deputados do Brasil. Visitado em 24 de abril de 2015.
  32. Mariana Oliveira (13 de junho de 2013). Mendes chama de 'anti-Marina Silva' projeto que inibe novos partidos G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  33. Mariana Oliveira (5 de junho de 2013). Procuradora diverge de Gurgel sobre projeto que inibe novos partidos G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  34. Mariana Oliveira (12 de junho de 2013). Marina diz ter assinaturas suficientes para registrar novo partido G1. Visitado em 24 de abril de 2015.
  35. Mariângela Gallucci (13 de junho de 2013). Congresso vai poder retomar votação de projeto que inibe criação de partidos O Estado de São Paulo. Visitado em 24 de abril de 2015.
  36. Senado aprova restrições a novos partidos; projeto segue para sanção presidencial Câmara dos Deputados do Brasil (8 de outubro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  37. Senado aprova projeto de lei que inibe a criação de partidos Ig (8 de outubro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  38. José Carlos Oliveira (31 de outubro de 2013). Lei que inibe criação de partidos é sancionada sem vetos Câmara dos Deputados do Brasil. Visitado em 24 de abril de 2015.
  39. Dilma sanciona projeto que inibe criação de novos partidos políticos G1 (31 de outubro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
  40. André Richter (3 de outubro de 2013). Maioria do TSE nega registro ao partido Rede Sustentabilidade Agência Brasil. Visitado em 25 de abril de 2015.
  41. Rede Sustentabilidade de Marina Silva tem registro negado pelo TSE Em (3 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  42. Mariana Oliveira e Nathalia Passarinho (3 de outubro de 2013). Por 6 a 1, TSE barra partido de Marina Silva nas eleições de 2014 G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  43. Gustavo Gantois (3 de outubro de 2013). TSE nega pedido de registro do partido de Marina Silva Terra. Visitado em 25 de abril de 2015.
  44. Mario Coelho (4 de novembro de 2014). Rede Sustentabilidade retoma coleta de assinaturas Congresso em Foco. Visitado em 25 de abril de 2015.
  45. Catarina Alencastro (24 de novembro de 2014). Marina vai deixar PSB até março de 2015, quando Rede for partido O Globo. Visitado em 25 de abril de 2015.
  46. TSE nega registro ao partido Rede Sustentabilidade Painel Político (4 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  47. TSE rejeita criação da Rede, partido de Marina Ig (4 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  48. Nivaldo Souza (4 de outubro de 2013). 'Tenho um plano A e continuo no plano A', diz Marina após derrota no TSE Ig. Visitado em 25 de abril de 2015.
  49. Carolina Gonçalves e Karine Melo (4 de outubro de 2013). Após derrota no TSE, Marina anuncia futuro político às 15h Agência Brasil. Visitado em 25 de abril de 2015.
  50. Fernanda Calgaro (3 de outubro de 2013). Após derrota no TSE, Marina diz que "plano A saiu vitorioso" Bol. Visitado em 25 de abril de 2015.
  51. Em nota, Rede afirma que mobilização permanece 'inabalável' Ig (4 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  52. Jamildo Melo (4 de novembro de 2014). Rede volta a coletar assinaturas e quer registro até maio de 2015 Uol. Visitado em 25 de abril de 2015.
  53. Elton Roza (4 de novembro de 2014). Rede Sustentabilidade retoma coleta de assinaturas para criação do Partido Folha do ES. Visitado em 25 de abril de 2015.
  54. Para Rede Sustentabilidade, nova lei não será obstáculo Diário de Pernambuco (30 de março de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  55. Cláudia Ferreira (27 de janeiro de 2015). Rede Sustentabilidade realiza mutirões de coleta de assinaturas Diário de Pernambuco. Visitado em 25 de abril de 2015.
  56. Partido de Marina Silva já possui assinaturas suficientes para registo no TSE Bocão News (29 de março de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  57. Rede pede ao TSE que desarquive processo de registro Valor (20 de março de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  58. Ex-ministro do STF assume processo de pedido de registro da Rede no TSE Rede Brasil Atual (24 de abril de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  59. Sepúlveda Pertence defenderá registro da Rede Sustentabilidade no TSE Jornal de Brasília (23 de abril de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  60. Sepúlveda Pertence defenderá registro da Rede Sustentabilidade no TSE Uol (23 de abril de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  61. Pertence nega contrato para defender o Rede Diário do Poder (25 de abril de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  62. Juliana Castro (26 de janeiro de 2015). Rede Sustentabilidade fará novo pedido de registro ao TSE até março O Globo. Visitado em 25 de abril de 2015.
  63. Rede Sustentabilidade fará novo pedido de registro ao TSE até março Ceará Agora (27 de janeiro de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  64. Sepúlveda Pertence defenderá registro da Rede Sustentabilidade no TSE Em (23 de abril de 2015). Visitado em 25 de abril de 2015.
  65. Andre Shalders (29 de março de 2015). Rede Sustentabilidade diz que registro chega até o fim de abril Correio Braziliense. Visitado em 25 de abril de 2015.
  66. Catarina Alencastro, Junia Gama e Julianna Granjeia (19 de outubro de 2014). Rede Sustentabilidade volta a colher assinaturas e planeja coalizão Extra. Visitado em 25 de abril de 2015.
  67. Após rejeição do Rede, Marina sinaliza que não vai para outro partido Uol (3 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  68. TSE nega registro a partido de ex-senadora Marina Silva Correio do Povo (3 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  69. Edgard Matsuki (5 de outubro de 2013). Marina se filia ao PSB, apoia a candidatura de Eduardo Campos, mas não diz se será sua vice Uol. Visitado em 25 de abril de 2015.
  70. Débora Álvares e Ricardo Della Coletta (5 de outubro de 2013). Marina: criamos o 1º partido clandestino da democracia O Estado de São Paulo. Visitado em 25 de abril de 2015.
  71. Marina Silva se filia ao PSB e apoia candidatura de Eduardo Campos Terra (5 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  72. Fabiano Costa e Felipe Néri (5 de outubro de 2013). Marina Silva se filia ao PSB e diz que apoia candidatura de Campos G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  73. Marina: "Somos o 1º partido clandestino criado em plena democracia" Terra (5 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  74. "Somos o primeiro partido clandestino em plena democracia", diz Marina O imparcial (5 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  75. Paulo Mondego (5 de outubro de 2013). Marina Silva e Eduardo Campos anunciam aliança para disputar eleições presidenciais de 2014 R7. Visitado em 25 de abril de 2015.
  76. Mariana Oliveira (4 de outubro de 2013). Após rejeição da Rede, Miro Teixeira anuncia filiação ao PROS G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  77. Marina Silva anuncia filiação ao Partido Socialista Brasileiro O Fluminense (4 de outubro de 2013). Visitado em 25 de abril de 2015.
  78. Wellton Máximo (5 de outubro de 2013). Marina Silva filia-se ao PSB e anuncia apoio a Eduardo Campos em 2014 Agência Brasil. Visitado em 25 de abril de 2015.
  79. Catarina Alencastro (19 de outubro de 2013). Rede Sustentabilidade será o 29º partido de um Congresso fragmentado Extra. Visitado em 25 de abril de 2015.
  80. Wanderley Preite Sobrinho (6 de setembro de 2014). Rede tenta eleger 104 candidatos em 12 partidos de diferentes ideologias Ig. Visitado em 25 de abril de 2015.
  81. Edgard Matsuki (5 de outubro de 2013). Marina se filia ao PSB, apoia a candidatura de Eduardo Campos, mas não diz se será sua vice Uol. Visitado em 25 de abril de 2015.
  82. Clarissa Oliveira e Wilson Lima (5 de outubro de 2013). Marina se filia ao PSB com proposta para ser vice de Eduardo Campos Ig. Visitado em 25 de abril de 2015.
  83. Wilson Lima (5 de outubro de 2013). Membros da Rede que ficaram sem partido também se filiam ao PSB Ig. Visitado em 25 de abril de 2015.
  84. Felipe Néri e Filipe Matoso (14 de abril de 2014). PSB anuncia chapa com Campos para presidente e Marina como vice G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  85. Felipe Néri e Filipe Matoso (14 de abril de 2014). Marina Silva é confirmada como vice de Eduardo Campos Carta Capital. Visitado em 25 de abril de 2015.
  86. Sarah Teófilo (28 de junho de 2014). PSB oficializa candidatura de Eduardo Campos e Marina Silva Jornal Opção. Visitado em 25 de abril de 2015.
  87. Saiba de quais partidos candidatos a presidente terão apoio na campanha G1 (30 de junho de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  88. Felipe Néri e Nathalia Passarinho (28 de junho de 2014). PSB oficializa neste sábado Campos para presidente e Marina para vice G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  89. Marina rompe aliança por discordar de acordo entre Campos e Alckmin Correio do Povo (7 de junho de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  90. Marina diz que Rede não seguirá aliança do PSB com PSDB em SP G1 (7 de junho de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  91. Tércio Amaral (19 de maio de 2014). "O PPS apoia, mas não segue Marina Silva", dispara Roberto Freire Diário de Pernambuco. Visitado em 25 de abril de 2015.
  92. Eduardo Campos morre em Santos após queda do avião em que viajava G1 (13 de agosto de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  93. João Fellet (20 de agosto de 2014). Marina assume candidatura e diz que respeitará acordos de Campos BBC. Visitado em 25 de abril de 2015.
  94. Mayra Borges (21 de agosto de 2014). Marina Silva confirmed as presidential candidate Agência Brasil. Visitado em 25 de abril de 2015.
  95. Priscilla Mendes e Filipe Matoso (20 de agosto de 2014). Marina diz que alianças estaduais estão mantidas, mas vai se preservar G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  96. Filipe Matoso e Priscilla Mendes (21 de agosto de 2014). 'Ela que vá mandar na Rede dela', diz dirigente do PSB sobre Marina Silva G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  97. Eleição acirrada foi marcada por muitas reviravoltas G1 (27 de outubro de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  98. Dilma e Aécio decidirão eleição para presidente no segundo turno G1 (5 de outubro de 2014). Visitado em 25 de abril de 2015.
  99. Paulo Toledo Piza (8 de outubro de 2014). Marina Silva declara apoio a Aécio Neves no segundo turno G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
  100. Sérgio Roxo (8 de outubro de 2014). Rede racha sobre apoio explícito a Aécio no segundo turno O Globo. Visitado em 25 de abril de 2015.
  101. Guilherme Balza (13 de outubro de 2014). Após rachar PSB, apoio de Marina a Aécio provoca saída de membros da Rede Uol. Visitado em 25 de abril de 2015.
  102. Marco Grillo (12 de outubro de 2014). Aliança de Marina com Aécio causa atritos na Rede O Globo. Visitado em 25 de abril de 2015.
  103. Michelle Barros (9 de outubro de 2014). Rede Sustentabilidade recomenda votar em Aécio, em branco ou nulo G1. Visitado em 25 de abril de 2015.
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  105. Fábio Góis (16 de fevereiro de 2013). Marina Silva cria partido ‘Rede Sustentabilidade’ Congresso em Foco. Visitado em 24 de abril de 2015.
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  108. Marina Marquez (16 de fevereiro de 2013). Novo partido de Marina Silva vai se chamar Rede Sustentabilidade R7. Visitado em 24 de abril de 2015.
  109. Raquel Ulhôa (17 de maio de 2014). Marina tem pré-candidatura confirmada em Congresso da Rede Valor. Visitado em 24 de abril de 2015.
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  117. a b Marina diz que #Rede não é esquerda, direita, situação nem oposição O Povo (18 de fevereiro de 2013). Visitado em 24 de abril de 2015.
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  119. Eugênia Lopes e Tânia Monteiro (16 de fevereiro de 2013). Novo partido não será "nem de oposição, nem situação", diz Marina O Estado de São Paulo. Visitado em 24 de abril de 2015.
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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