Geraldo Alckmin
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| Geraldo Alckmin | |
| Governador de São Paulo |
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| Mandato: | 1 de janeiro de 2001 até 30 de março de 2006 |
| Precedido por: | Mario Covas |
| Sucedido por: | Cláudio Lembo |
| Vice-governador de São Paulo |
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| Mandato: | 1 de Janeiro de 1995 até 2001 |
| Precedido por: | Aloysio Nunes Ferreira Filho |
| Sucedido por: | Cláudio Lembo |
| Deputado federal por São Paulo |
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| Mandato: | 1 de Janeiro de 1987 até 1995 (2 mandatos) |
| Deputado estadual em São Paulo |
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| Mandato: | 1 de Janeiro de 1983 até 1987 |
| Nascimento: | 7 de Novembro de 1952 Pindamonhangaba, SP |
| Primeira-dama: | Maria Lúcia Ribeiro Alckmin |
| Partido: | PSDB |
| Profissão: | médico |
Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho (Pindamonhangaba, 7 de novembro de 1952) é um médico e político brasileiro.
Foi vice-governador (entre 1995 e 2001) e governador de São Paulo (entre 2001 e 2006). Em 2006 foi candidato à presidência da República pelo PSDB, sendo derrotado. Em 2008 foi candidato à prefeitura paulistana. Atualmente ocupa o cargo de secretário de Desenvolvimento do Estado de São Paulo.[1] [2]
Índice |
[editar] Biografia
Geraldo é filho de Geraldo José Rodrigues Alckmin e de Miriam Penteado. É casado com Maria Lúcia Ribeiro Alckmin e tem três filhos. É formado pela Faculdade de Medicina de Taubaté (ligada a Universidade de Taubaté), com especialização em anestesiologia, no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. Aos dezenove anos, ainda no primeiro ano da Faculdade de Medicina, Geraldo filiou-se ao antigo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Iniciou a carreira política elegendo-se vereador no município paulista de Pindamonhangaba em 1972. No primeiro mandato, foi escolhido presidente da Câmara Municipal. Em 1976, foi eleito prefeito de Pindamonhangaba, exercendo mandato de seis anos. Foi também deputado estadual, deputado federal e vice-governador de Mário Covas em 1994. Como vice-governador chefiou o "Programa Estadual de Desestatização" (PED), cargo que exerceu com tanto empenho que o estado de São Paulo foi o único estado da federação que cumpriu todas as metas de privatização estipuladas pelo governo federal.
Entre 1991 e 1994, foi presidente estadual do PSDB em São Paulo.
Ainda no seu segundo mandato de deputado federal, Geraldo Alckmin foi autor do projeto [3] que se transformou na Lei 8078/90, o Código de Defesa do Consumidor, que apresentou para apreciação do congresso em 16 de novembro de 1988. Foi relator, na Câmara dos Deputados, do projeto que se converteu na Lei de Benefícios da Previdência Social. Também foi autor de um dos projetos que se converteram na Lei Orgânica da Assistência Social - Loas, e relator do projeto de lei que facilita e disciplina a doação de órgãos para transplantes. Tornou-se governador interino de São Paulo em 2001 quando a saúde de Covas ficou debilitada devido a um câncer na bexiga. Empossado definitivamente no cargo com o falecimento de Mário Covas, reelegeu-se em 2002
Nas eleições de 2006, como candidato à presidência da República, Alckmin acusou parlamentares petistas em seus discursos, citando principalmente o chamado "mensalão"[4]. Não alcançou votos suficientes para se eleger presidente, perdendo no segundo turno para Luís Inácio Lula da Silva, atual presidente do Brasil.
No segundo semestre de 2007, Alckmin, depois de perder a eleição, viajou para a cidade de Cambridge, no Estado do Massachusetts, nos Estados Unidos, com a filha e esposa. Ele foi aluno visitante do Centro de Relações Internacionais de Weatherhead (em inglês, Fellow of the Weatherhead Center for International Affairs), cursando diversas disciplinas na John F. Kennedy School of Government, na Universidade Harvard.[5] [6].
No dia 19 de janeiro de 2009 o governador do Estado de São Paulo, José Serra, anunciou o ex-governador Geraldo Alckmin como o novo secretário estadual de Desenvolvimento, cargo que até então era ocupado pelo vice-governador, Alberto Goldman. [1] [2]
[editar] Livro biográfico
Em janeiro de 2006, em meio à disputa interna no PSDB para decidir quem seria o candidato do partido à presidência da república, foi lançado o livro Geraldo Alckmin - o menino, o homem, o político, uma biografia não autorizada escrita por Acir Filló, na qual foi contada a trajetória da vida do ex-governador.
[editar] Acusações
O lançamento do livro naquele momento gerou diversas críticas, algumas delas direcionadas a Geraldo Alckmin e outras direcionadas ao autor do livro. Alckmin foi acusado de usar o livro para beneficiar-se na campanha eleitoral, embora sempre tenha feito questão de destacar que aquele livro era uma biografia não autorizada, com a qual não teve nenhuma ligação.[7]
Ao autor do livro, Acir Filló, sobrou a acusação de que o mesmo teria aproveitado-se da disputa presidencial para promover seu livro. Diante dos questionamentos, Filló chegou a reconhecer que o lançamento do livro naquele momento foi intencional [8].
[editar] Cronologia política
[editar] O início em Pindamonhangaba
Alckmin iniciou a vida política aos dezenove anos de idade, em 1972, ainda estudante de medicina e professor de cursinho pré-vestibular e supletivo/madureza, elegendo-se vereador (1973-1977) de sua cidade natal, Pindamonhangaba, pelo antigo MDB, posteriormente ingressando no PMDB.
Alckmin foi o vereador mais votado entre os eleitos e o vereador proporcionalmente mais bem votado da cidade até hoje, com mais de 10% dos votos válidos. Em seguida, foi escolhido para presidir a Câmara Municipal.
Quatro anos depois, em 1976, concorreu à prefeito da mesma cidade e se elegeu através de eleição direta para o período (1977-1981) postergado em mais dois anos pelo governo militar em função das eleições municipais coincidirem com as estaduais em 1982.
Alckmin foi considerado o mais jovem prefeito já eleito do Brasil. Como ainda precisava concluir a faculdade de medicina, seu pai era o chefe de gabinete da prefeitura. Um de seus motivos de orgulho na administração da cidade foi o asfaltamento. Alckmin teria iniciado a administração com 19 ruas asfaltadas e deixado a cidade com 200 vias nas mesmas condições.
[editar] Na Assembléia Legislativa e Câmara dos Deputados
Nas eleições de 1982, foi eleito deputado estadual de São Paulo (1983-1987) com 96.232 votos. Em 1986 foi eleito deputado federal constituinte (1987-1991). Em 1988, descontente com os rumos do PMDB, Alckmin, Franco Montoro, José Serra, Fernando Henrique Cardoso, Mário Covas e outros dissidentes fundam o PSDB.
Em 1990, Alckmin foi reeleito deputado federal por São Paulo como o quarto mais votado dentre os tucanos. Neste segundo mandato, foi autor do projeto do Código de Defesa do Consumidor e relator, na Câmara dos Deputados, do projeto que se converteu na Lei de Benefícios da Previdência Social.
Foi eleito vice-governador em 1994 na chapa de Mário Covas para a disputa ao governo de São Paulo, onde saíram vitoriosos, derrotando em segundo turno Francisco Rossi.
[editar] Vice-governador de Covas (1995 - 2001)
Em 1995, logo no início de seu mandato, Covas delegou a Alckmin a tarefa de coordenar o Programa Estadual de Desestatização - PED, um programa complexo que previa a privatização de importantes empresas estatais e concessão de trechos de rodovias e ferrovias à iniciativa privada. Naquele momento, o Governo do Estado de São Paulo passava grande crise financeira, estando o Banespa, então o principal banco estatal do estado de São Paulo, sob intervenção do Banco Central do Brasil desde dezembro de 1994. O governo também estava impedido de contrair novos empréstimos e rolar dívidas.
Alckmin tornou-se também um dos principais articuladores políticos de Covas no interior paulista, principalmente no Vale do Paraíba e Litoral Norte, o que lhe garantiu a permanência como candidato a vice de Covas na campanha para a reeleição de 1998, onde ambos foram vitoriosos contra o então candidato a governador Paulo Maluf.
[editar] Candidato derrotado à prefeitura de São Paulo (2000)
Em 2000, por indicação de Covas, Alckmin se licenciou do cargo de vice-governador e foi o candidato do PSDB à Prefeitura de São Paulo, tendo ficado em terceiro lugar. Desconhecido na capital, partiu de índices de intenção de votos minúsculos para uma votação de 17,21%, ficando apenas 7,6 mil votos atrás do segundo colocado, Paulo Maluf (então no PPB), que foi para o segundo turno contra Marta Suplicy (PT). Marta acabou vencendo a eleição e Alckmin acabou voltando ao cargo de vice-governador.
[editar] Substituindo Mário Covas (2001-2002)
Em janeiro de 2001, com o agravamento da saúde de Mário Covas, Alckmin assumiu interinamente o governo do Estado de São Paulo. Covas teve piora rápida de seu estado de saúde e faleceu em março de 2001.
Com a morte do governador, foi confirmado no posto, para o qual se reelegeu em 27 de outubro de 2002, para o mandato 2003-2007, no segundo turno, com 58,64% dos votos válidos, derrotando José Genoíno (PT). Por já ter exercido uma parte do mandato de Covas, Alckmin não poderia concorrer novamente à reeleição em 2006.
[editar] Geraldo Alckmin como governador (jan/2001 – abr/2006)
Alckmin governou o Estado de São Paulo de janeiro de 2001 a março de 2006, e recebeu da população uma aprovação acima da média [9]. Segundo pesquisas realizadas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha em 4 de janeiro de 2004, Alckmin foi considerado o segundo melhor governador do país, tendo recebido nota 7,1 (numa escala de 0 a 10), perdendo somente para o governador de Pernambuco, Jarbas Vasconcelos (PMDB), que havia recebido 7,2.
Segundo nova pesquisa do mesmo instituto[10], divulgada em 17 de março de 2006, Alckmin conseguiu manter a alta popularidade e obteve o melhor índice de aprovação de seu mandato: 68% da população considerou a administração "ótima ou boa", 23% "regular" e apenas 6% "ruim ou péssima". A nota média do governo Alckmin subiu para 7,3. Segundo o próprio instituto, poucos foram os governadores que alcançaram avaliação tão positiva quanto a de Alckmin até hoje, considerando pesquisas feitas desde 1995. Geraldo Alckmin é o segundo governador desde o período citado, tendo sido antecedido apenas por Mário Covas, também do PSDB.
Na última semana como governador, antes de se descompatibilizar do cargo, sofreu denúncia do jornal Folha de São Paulo sobre suposto favorecimento do banco estatal Nossa Caixa na distribuição de algumas verbas publicitárias para aliados políticos, conhecido como escândalo da Nossa Caixa[11]. Na ocasião, Alckmin negou com veemência qualquer envolvimento do Palácio dos Bandeirantes (sede do governo paulista) neste assunto[carece de fontes], alegando inclusive que as investigações foram pedidas pelo próprio governo, porém aceitou a demissão de seu assessor de comunicação Roger Ferreira - citado na reportagem.
[editar] Infra-estrutura
Realizações de Alckmin em infra-estrutura:
- Aumento da calha do Rio Tietê e a construção de mais vinte piscinões para evitar enchentes na Grande São Paulo
- Implementação do trecho Oeste do Rodoanel Mário Covas.
- Investimento na modernização e ampliação da CPTM e do Metrô.
- Construção da segunda pista da Rodovia dos Imigrantes.
- Aumento expressivo do volume de esgoto encaminhado para tratamento, dentro do Programa de Despoluição do Tietê, através da Sabesp.
[editar] Metrô
22 de outubro de 2006. Foto: Marcello Casal Jr/ABr
Alckmin investiu na ampliação e criação de novas linhas. Em seu mandato, foi dado o início à construção da Linha 4 e a extensão leste da Linha 2, sendo que o primeiro trecho desta extensão, entre as estações Ana Rosa e Imigrantes, foi entregue no último dia de seu mandato. Há fundamentadas suspeitas de terem sido pagos, durante seu governo, por funcionários da Alstom a políticos integrantes do governo do Estado de Sao Paulo propinas para ganhar uma licitação para instalar equipamentos na expansão do metro, no episódio conhecido como o Escândalo do caso Alstom [12] [13] [14] [15]. Contratos do Metrô de São Paulo no valor de R$ 556 milhões com a fornecedora de trens Alstom são considerados irregulares pelo TCE (Tribunal de Contas do Estado) [16].
Alckmin, deu ainda início a um processo de concessão (PPP - Parceria Público Privada) da Linha 4 do metrô paulista. Processo que desencadeou no dia 15 de agosto de 2006 uma greve de 24 horas dos metroviários com o intuito de demonstrar a não concordância dos sindicalistas com esse processo.
O contrato firmado pela gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para construir a linha 4 adotou um modelo inédito no Brasil para obras do metrô, conhecido como "turn key" (chave na mão), numa tradução livre, sendo um contrato a preço fixo que dá maior autonomia, e permite menor fiscalização às empreiteiras que os contratos tradicionais na execução das obras..
Nessa linha, em janeiro de 2007, houve um grande desmoronamento na rua Capri, nas proximidades da futura estação Pinheiros, em que uma grande cratera se abriu matando sete pessoas, além de danificar dezenas de imóveis, deixando centenas de pessoas desabrigadas: segundo especialistas, tal catastrofe poderia ter sido provocada pela falta de vigilância do Metrô para com a obra que esta sob responsabilidade do Consórcio da Linha Amarela, formado por grandes e importantes empreiteiras. Alckmin, em janeiro de 2007, defendeu-se dizendo que desde abril de 2006 não era mais o governador, e que algumas das perguntas deveriam ser endereçadas aos atuais técnicos e dirigentes.
Técnicos do IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas), encarregados da investigação do acidente, apontaram uma seqüência de 11 erros em diversos estágios da obra como causas do acidente, inclusive a baixa qualidade do túnel na estação Pinheiros, citando uma série de desconformidades da construção - dentre elas a falta de ensaios no concreto, a ausência ou quantidade inferior à necessidade de fibras de aço e a presença de placas de concreto de apoio às cambotas (arcos) de sustentação do túnel com dimensão menor do que o previsto - que foram ignoradas pela fiscalização do Metrô e pelos registros oficiais das empreiteiras e que ajudaram a comprometer a qualidade de execução do túnel, além de citar que a obra não tinha plano de emergência adequado. A investigação responsabiliza pelo acidente, além das construtoras, a fiscalização deficiente do Metrô [17]
Durante seu governo também foi entregue o trecho elevado da Linha 5, que liga Santo Amaro ao Capão Redondo, o que foi alvo de críticas uma vez que esse trecho não tem conexões com as demais linhas do metrô, apenas com a Linha C da CPTM. Em defesa, o ex-governador diz que essa foi uma exigência do BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento), financiador da obra. Segundo o banco, por ser em via elevada, e por isso menos custosa que a subterrânea, esta etapa deveria ser implementada antes do restante do trecho, que ligará no futuro Santo Amaro à Chácara Klabin.
A integração do complexo metroviário com o sistema de bilhete único dos ônibus municipais de São Paulo também foi iniciado e, segundo Alckmin, traria como benefício aos usuários utilizar ônibus e metrô com uma única tarifa subsidiada.
[editar] Sistema de concessão rodoviária
Alckmin, ainda como vice de Covas, adotou o esquema de concessão pública para o gerenciamento das principais estradas paulistas, as maiores e mais movimentadas, que conectam as mais importantes cidades do Estado do ponto de vista econômico e populacional.
Doze empresas privadas venceram certame licitatório e possuem autorização para administrar 3,5 mil quilômetros de estradas, cada uma em uma região determinada. As empresas cobram pedágio dos veículos que trafegam na via, sendo uma parte do arrecadado repassado ao governo estadual, outra repassada às prefeituras das cidades lindeiras às rodovias e outra reinvestida pela própria empresa na conservação e melhoria das estradas, além de serviços como guincho, resgate e auxílio mecânico aos motoristas. Alckmin, ao conceder à iniciativa privada as melhores estradas, recebeu, via leilão, recursos para investimentos nas vias de menor importância (estradas vicinais), de difícil privatização.
As empresas privadas selecionadas têm contrato por 20 anos para administrar estas estradas e depois o controle das mesmas volta a ser do Estado, cabendo à administração do momento decidir o que fazer.
Com relação à concessão paulista das rodovias Bandeirantes e Anhanguera, estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revelou que o valor real da tarifa de pedágio entre julho de 1994 e julho de 2006, teve alta 204% superior à variação do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), que mede a inflação em São Paulo [18].
Após as concessões, assim como as tarifas, o número de pedágios disparou. Em 1995, início do governo, havia 11 pedágios no Estado; hoje, são 153. Porém, houve aumento de obras, percursos, trechos, trevos e viadutos, no número e na qualidade dos trechos de quilômetros reparados, além da melhoria dos serviços de atendimento ao usuário, que também foram enormemente ampliados.
Apesar dos preços de pedágios elevados com a privatização, as estradas paulistas, que eram bem conceituadas pelos usuários, começaram a ser eleitas em pesquisas e rankings como as melhores do país. É o caso da Rodovia dos Bandeirantes, eleita pela revista Quatro Rodas como a melhor estrada do país.
Apenas duas rodovias mantiveram-se pedagiadas sob controle estatal, caso das Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto, sob responsabilidade da estatal Dersa.
[editar] Burocracia
- Poupatempo: herdado da gestão Mário Covas, Alckmin continuou os investimentos na agilização de serviços públicos como o Poupa Tempo, serviço conhecido por manter um atendimento especializado de alta qualidade, que foi ampliado para mais bairros e municípios.
- Programa de redução da burocracia administrativa.
- Implementação da assinatura digital para alguns documentos do Governo; isso trocaria a tradicional assinatura do governador por uma eletrônica, com o objetivo de agilizar processos.
- Aperfeiçoamento e ampliação da Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) - Programa de Compras Eletrônicas Via Internet, através de leilão reverso, que gerou, segundo dados da Secretaria da Fazenda do Estado, economia de 4 bilhões de Reais no ano de 2005.
[editar] Social
- Deu continuidade ao programa Bom Prato que oferece refeição completa e balanceada por um real (R$ 1,00). O Bom Prato até então estava disponível apenas nos principais centros urbanos do Estado, mas contava com 21 unidades e eram servidas 30.700 refeições por dia ao final de seu mandato[19].
- Ação Jovem, o programa oferece bolsa de sessenta reais por mês para jovens de 15 a 24 anos que não tiveram condições de concluir o ensino básico[20]
- Programa Acessa São Paulo, até 2005, durante seu governo, havia 201 infocentros atendendo 525 mil pessoas. Atende a população de baixa renda com acesso grátis à Internet[21].
- Banco do Povo Paulista, inspirado no modelo de Muhammad Yunus, tem como alvo os pequenos empreendedores, formais e informais, lançando empréstimos entre R$ 200,00 e R$ 5.000,00, com juros de 1% ao mês. Mais de 112 mil financiamentos foram concedidos até 2005[22].
- Moradia Popular, Alckmin continuou e icrementou projetos sociais de Mario Covas, como o Programa Paulista de Mutirão e Auto-Gestão através da CDHU - Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo, no qual associações, cooperativas e movimentos populares constroem moradias populares (casas e apartamentos) em sistema de mutirão autogestionado, isto é, os próprios futuros moradores administram todas as fazes da construção, inclusive a parte financeira.
[editar] Economia
- Redução de impostos, como o ICMS[23]. Apesar da redução, o governo constatou que a arrecadação foi maior.
- Ampliação da Bolsa Eletrônica de Compras (BEC) - sistema de compras do governo em leilão reverso, reduzindo relativamente os preços praticados pelos fornecedores do Estado[24].
- Investimentos em logística, com ampliação de portos e rodovias[carece de fontes].
- Crescimento da Indústria e da Economia paulista se manteve positivo, com PIB per capita sempre 50% acima da média nacional desde 2002[25].
- Crescimento do PIB do estado em 7,6% em 2004[26].
[editar] Educação
- Criação de um campus da USP Leste no distrito de Ermelino Matarazzo, na Zona Leste de São Paulo, que é a primeira universidade pública da região e está focada em atividades de extensão voltadas para a comunidade. Embora o novo campus da USP tenha sido criado, não houve reajuste de verbas para custeá-lo. Da mesma forma, Alckmin vetou o aumento de verbas para a educação superior em 2004, previamente aprovado pela Assembléia Legislativa.
- Escola da Família, programa que consiste em abrir as escolas estaduais aos finais de semana para atividades sociais e educativas.
- Biblioteca Virtual - eficiente recurso para pesquisas por meio da internet.
- Museu da Língua Portuguesa - Uma de suas últimas obras no Governo de São Paulo. Um museu dedicado à língua portuguesa implantado dentro da restaurada estação de trens da Luz, com apoio da Fundação Roberto Marinho e outras entidades.
- Criou, em 1998, na rede estadual de ensino, as Escolas padrão Nakamura, a versão estadual das escolas de lata, que foram instaladas entre 1998 e 2002 [27] [28] [29]..
[editar] Ensino fundamental e médio
O modelo de educação estadual durante sua administração manteve a média dos indicadores nacionais para o período, chegando ao índice de 98.5% (índice nacional de 97%) das crianças entre 7 a 14 anos de idade matriculados em algum nível escolar. O índice de evasão passou de 4.7% para 1.8% de 2000 a 2005. Porém o índice de reprovação disparou, saindo de 4.3% para 6.3% no ensino fundamental, e 7.2% para 15.6% no ensino médio, os dados referem-se apenas ao ensino publico estadual[30].
O desempenho médio escolar dos alunos estaduais ficou em quinto lugar em português com 227.9 pontos e oitavo em matemática, com 240.85, entre 27 estados, pelos resultados da Prova Brasil de 2005 publicados em 2006[31][32].
Alckmin manteve o sistema de progressão continuada implementado por Paulo Freire, durante a gestão de Luiza Erundina do PT na prefeitura de São Paulo, e expandida por Mário Covas enquanto governador[33].
A infraestrutura estadual seguiu o "padrão Nakamura" entre 1998 e 2002, grandes estruturas metálicas e de madeira projetadas para substituir as escolas de containers de aço, instaladas entre 1976 até 1996 em todo estado (descontando iniciativas municipais). Foram construídas 150 unidades, mas problemas encontrados por técnicos da USP de São Carlos referente principalmente ao telhado de zinco, que induzia a estrutura inteira a atingir altas temperaturas em dias ensolarados, fez com que o governo estadual iniciasse um programa de substituição. Alckmin chegou a estipular a data de julho de 2003 para a substituição de todas as escolas Nakamura, mas ao final do mandado, 76 ainda estavam em funcionamento. A demora não foi por problemas orçamentários, mesmo com o preço de R$1.5 milhão por nova unidade, mas pelas dificuldades de encontrar terrenos adequados, próximos das residências dos alunos nas zonas de referencia. Um agravante foi o fato de 40 dessas antigas escolas estarem em áreas de mananciais, cuja a lei proíbe construções de alvenaria[34].
O programa Teia do Saber, implantado em 2003, que fornece bolsas de cursos superiores para professores das escolas municipais, é tido como um dos fatores que elevou o indicador de professores com diploma universitário para 70.5% em 2005, mas devido a falhas no currículo exigido pela versão inicial do programa para as universidades participantes, é tido que a melhora neste índice não se refletiu em um incremento significativo na qualidade de ensino durante a gestão Alckmin[35][36].
[editar] Ensino superior
Universidades estaduais (USP, Unicamp, Fatec e Unesp) continuaram a ser reconhecidas durante o governo Alckmin pela alta qualidade da estrutura de ensino e pela significativa atuação na área da pesquisa científica nacional e internacional. Ainda assim, houve reclamações de alunos e professores sobre falta de investimento no governo Alckmin, o que dificulta a expansão de suas bibliotecas e laboratórios e no atendimento à pós-graduação. Houve greves reivindicando melhorias no setor da educação superior no estado.
A última greve destas instituições de ensino superior, deu-se em 2005 devido ao veto do então governador Geraldo Alckmin para o aumento do percentual de congelamento de verbas para o ensino público superior. Este aumento havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados, o que não ocorria desde o ínicio do mandato tucano no Governo Estadual.
O aumento aprovado seria de 1% significando 140 milhões de reais a mais para o ensino público.
A construção da USP Leste, visando popularizar o ensino superior, gerou uma certa polêmica. Segundo analistas, se o governo tivesse investido mais na estrutura já existente, o aumento de oferecimento de vagas nos cursos atuais poderia ter sido, até mesmo, maior do que o ocorrido com a construção do novo campus da Zona Leste. O governo, porém, rebateu com a necessidade de descentralização, e citou a construção de inúmeras Fatec's (Faculdades de Tecnologia), além da ampliação das unidades da Unesp mesmo embora as Fatec's já existentes, como é o exemplo da Fatec baixada santista, localizada em Santos estejam economicamente abandonadas pelo Estado.
[editar] Segurança
- Agilização e melhoria na estrutura carcerária do estado.
- Construção de CDP's e penitenciárias, entre elas a de segurança máxima de Presidente Bernardes.
- Desativação e demolição do complexo do Carandiru, com a implantação do Parque da Juventude no local.
- Desativação da maioria das carceragens das delegacias da Capital.
As revoltas em massa ocorridas nas prisões do Estado e os assassinatos de policiais e agentes carcerários, sem falar nos sequestros e assassinatos de civis, cometidos pelo PCC no Estado de São Paulo particularmente em maio de 2006 foram levantados como decorrentes de falhas da administração de Alckmin, apesar de naquele momento, Cláudio Lembo já ser o governador em exercício.
Alckmin defende sua administração apontando que a responsabilidade pela situação do sistema prisional do Estado é estrutural e semelhante ao que ocorre no restante do país, que São Paulo é o estado que mais investe em valores totais e per capita na segurança e denunciando a falta de apoio do Governo Federal na questão. Seu seu sucessor, Cláudio Lembo, no entanto, rejeitou o auxílio das tropas federais de elite e do exército no Estado diversas vezes, exigindo que o governo federal enviasse verbas prometidas, mas contingenciadas, e não tropas.
Dados apresentados mostram que o estado de São Paulo tem a maior população carcerária do país (aproximadamente 144 mil presos), o maior número de entidades prisionais (140 unidades) e a maior força policial (125 mil homens). Contudo, alguns especialistas alegam que isso não tem conseguido resolver o problema de qualidade do sistema, e tampouco existe uma política de inteligência e prevenção no combate à organização criminosa dentro dessas instituições carcerárias. O aumento da população carcerária, segundo Alckmin, fruto de um maior endurecimento da ação policial, implicou também em uma diminuição da qualidade da segurança prisional, dando espaço para a ampliação do poder dessas organizações criminosas inter-prisionais.
[editar] FEBEM
As principais críticas apresentadas ao governo Alckmin referem-se ao desempenho do sistema educacional estadual e a forma de conduzir a Fundação para o Bem-Estar do Menor (FEBEM), denunciada por usar violência contra menores infratores.
As críticas à FEBEM (que, atualmente, estão sob responsabilidade da Secretaria de Educação), são, em linhas gerais, as mesmas realizadas para todo sistema carcerário brasileiro. A FEBEM, segundo seus críticos, assim como as prisões, ao invés de oferecer condições para reeducar os indivíduos, são meros depósitos de infratores. Como resposta, o governo de Alckmin apostou na dasativação de grandes estruturas carcerárias da entidade, como o complexo do Tatuapé, localizado no bairro do Belém, na capital paulista, substituindo-as por pequenos centros de reclusão, com capacidade para no máximo sessenta infratores, espalhados pelo Estado, modelo que sofre resistência das populações interioranas em receber tais centros, devido à idéia geral de insegurança gerada por estes, visto que fugas e rebeliões ocorrem freqüentemente nas unidades da FEBEM de maior porte são bastante divulgadas, às vezes de forma sensacionalista, provocando pânico.
[editar] Acusações
"Investigações do Ministério Público apontaram ilegalidade na intermediação de verbas de publicidade da instituição para favorecer aliados do governo" (de Geraldo Alckmin) [37].
[editar] Vínculos com o Opus Dei
A revista Época publicou[38] uma reportagem que apontava possíveis vínculos de Geraldo Alckmin com a organização católica conservadora Opus Dei. Alckmin se diz progressista e nega que seja membro de tal organização, reconhecendo mais tarde que seu tio José Geraldo Rodrigues Alckmin, nomeado ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) por Médici em 1972 pertencia à prelazia.[39]
[editar] Caso Alstom
Um fato que vem sendo investigado é o Escândalo do caso Alstom. Segundo o Wall Street Journal, no mês de maio de 2008 oficiais da polícia suíça se reuniram com policiais do Brasil para analisar pagamento de propina, no total de 6,8 milhões de dólares, que suspeitam ter sido pagos, na gestão Alckmin, por funcionários da Alstom a políticos integrantes do governo do Estado de São Paulo para ganhar uma licitação para instalar equipamentos na expansão do metro de São Paulo [40] [13] [14] [15]. Notadamente a Alstom desembolsou US$ 6,8 milhões em propinas para conseguir obter um contrato de 45 milhões de dólares na expansão do metrô de São Paulo [41], entre 1995 e 2003, durante as gestões dos governadores Geraldo Alckmin e Mário Covas [42]. Em entrevista concedida a Heródoto Barbeiro na TV Cultura, no dia 5 de julho de 2008, Alckmin alegou 'não saber de nada' [16].
Segundo a Folha de S. Paulo o ex-governador e atual candidato a prefeito de São Paulo não quis comentar as investigações do caso Alstom. Segundo sua assessoria de imprensa, o tucano apóia as investigações relativas ao caso e alega desconhecer as supostas irregularidades apontadas até agora pelas autoridades [43].
Mais da metade das propinas supostamente pagas, entre outubro de 1998 e abril de 2001, a pessoas ligadas ao governo de São Paulo, então sob o comando do PSDB, seriam oriundas de um único contrato de consultoria, fechado entre a Alstom e a offshore MCA Uruguay Ltda., que teria sido usado para dar cobertura à corrupção, dizem as investigações do Ministério Público da Suíça. Outras offshores, empresas com sede em paraísos fiscais, fecharam contratos da mesma natureza. Sediada nas Ilhas Virgens Britânicas, a MCA era administrada pelo brasileiro Romeu Pinto Júnior [44]
Os supostos 'serviços de consultoria' foram formalizados em contratos para dar cobertura ao pagamento de comissões. O valor foi prometido para obter-se a assinatura de um contrato entre Alstom e Eletropaulo: o Gisel II, orçado, segundo os investigadores suíços, em 251,7 milhões de francos franceses (o equivalente a R$ 98,1 milhões, em valores de hoje) [44].
As propinas prometidas a servidores e pessoas ligadas ao governo paulista, durante a gestão de Geraldo Alckmin, pagas por meio da MCA e outras offshores, chegariam a 15% (37,7 milhões de francos franceses ou R$ 14,7 milhões) do valor total do contrato entre a Alstom e a Eletropaulo [44].
[editar] Eleição presidencial de 2006
Em 14 de março de 2006, Alckmin foi escolhido pelo PSDB como candidato às eleições presidenciais brasileiras de 2006, após a desistência do prefeito paulistano, José Serra, preferido pela cúpula do partido.
Alckmin deixou o governo do estado em 30 de março de 2006 devido à data-limite para sua desincompatibilização, tendo em vista a candidatura à Presidente da República do Brasil. No seu lugar assumiu Cláudio Lembo (PFL), vice-governador.
[editar] Simpatia e apoio do empresariado
Ao contrário de muitos colegas de partido, muitos empresários olharam com bons olhos a candidatura de Alckmin à presidência; julgaram que ele tem uma boa visão administrativa[45] e [46]. O presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), Cláudio Vaz, declarou apoio à candidatura de Geraldo Alckmin[47] e ressaltou: "Sinto que há uma aceitação e uma vontade majoritária de apoio ao Alckmin no meio do empresariado e na sociedade, em geral".
[editar] Plano de governo
Seu programa de governo, intitulado "Caminhos para o desenvolvimento", enfatizou o crescimento econômico com redução de impostos. Objetiva também melhorar os seguintes aspectos: educação, saúde, segurança pública, inclusão social. Pretendia oferecer transparência e eficiência em sua gestão, em um verdadeiro "choque gerencial e de decência".
[editar] Críticas positivas ao candidato
- De acordo com a Revista Exame, empresários e líderes de diversos setores do mercado acreditam que Geraldo Alckmin implementaria ajuste fiscal e desoneração de tributos se eleito[48].
- Synésio Batista da Costa, presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos disse: "Uma coisa é certa: o ministério da Indústria e do Comércio teria muito mais relevância [em um governo Alckmin] do que tem atualmente". A perspectiva otimista vem da atuação de Alckmin à frente da administração de São Paulo: "Ele foi de uma competência extraordinária"[49].
[editar] Críticas negativas de seus adversários
- Segundo a jornalista Tatiana Farah, do jornal O Globo[50], Alckmin aumentou em 20% os gastos com propaganda da Casa Civil nos últimos meses do seu governo. Segundo levantamento do PT, principal partido de oposição, o gasto real de publicidade de Alckmin cresceu ano a ano. De 2001 a 2005, o aumento foi de 53,8%: de R$ 35 milhões em 2001 a R$ 55,3 milhões em 2005. Nesse montante, não estão incluídos os gastos de publicidade das empresas estatais como a Sabesp. Alguns adversários questionaram sua ética quando era governador, dizendo que ele teria favorecido aliados com dinheiro da Nossa Caixa e abafado 69 CPIs (Comissão Parlamentar de Inquérito), apesar de o Poder Executivo não ter autoridade para autorizar ou barrá-las. Alckmin rebateu de imediato aos questionamentos éticos, dizendo que "em São Paulo não tem ladrão".
[editar] Desempenho nos primeiro e segundo turnos das eleições
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No primeiro turno, muitos já davam como certa a reeleição do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, pois este aparecia com mais de 51% das intenções de voto nas pesquisas de institutos como Ibope, Vox Populi e Datafolha. Até que, em setembro, poucas semanas antes das eleições, estourou um escândalo envolvendo pessoas ligadas à campanha do Presidente: o Escândalo do Dossiê, uma operação montada para comprar um dossiê contra o candidato ao governo do estado de São Paulo, José Serra e Geraldo Alckmin. O dossiê seria comprado em São Paulo, dos chefes da Máfia das Ambulâncias, Darci e Luiz Vedoin, por 1,7 milhão de reais, em reais e dólares, cuja origem permanece desconhecida.
Atribui-se ainda ao não-comparecimetno ao debate na Rede Globo entre os candidatos à Presidência da República, ao qual compareceram Alckmin, Cristovam Buarque, do PDT, e Heloísa Helena, do P-SOL, uma queda nas intenções de voto em Lula. Pela primeira vez em muito tempo, as pesquisas de intenção de voto demonstraram que Alckmin se aproximava do presidente nas pesquisas. No primeiro turno, ocorrido no dia 1º de outubro, Alckmin e Lula foram ao segundo turno. Lula recebeu cerca de 46 milhões de votos, ou seja, 48,5% dos votos válidos, enquanto Alckmin recebeu cerca de 40 milhões de votos, cerca de 41,5% dos votos válidos.
No segundo turno, Geraldo Alckmin teve uma postura mais agressiva em relação à disputa, principalmente no primeiro debate - desta vez, Lula compareceu a todos. Muitos analistas da imprensa consideraram que Alckmin venceu os debates do segundo turno, mas, se vitoriosa, sua atuação não repercutiu nas pesquisas de intenção de voto, que apontavam o crescimento de Lula. A vantagem deste foi atribuída por muitos aos boatos de que o tucano, se eleito, privatizaria empresas estatais como o Banco do Brasil, Petrobras e Caixa Econômica Federal, e que acabaria com o programa Bolsa Família. No segundo turno, ocorrido no dia 29 de Outubro, Lula se reelegeu com 58 milhões de votos, ou seja, 61% dos votos válidos. Alckmin teve menos votos no segundo turno que no primeiro.
[editar] Eleição municipal de 2008
Em 2008, Geraldo concorreu pelo seu partido ao cargo de prefeito da cidade de São Paulo, ficando em terceiro lugar no primeiro turno das eleições municipais.
[editar] 2009
Em 19 de janeiro de 2009, o atual governador José Serra anunciou que nomeará Alckmin para Secretaria Estadual de Desenvolvimento[1] [2], em substituição a Alberto Goldman.
[editar] Cronologia sumária

Referências
- ↑ 1,0 1,1 1,2 http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u491863.shtml Alckmin é o novo secretário de Desenvolvimento de Serra
- ↑ 2,0 2,1 2,2 http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=Pol%C3%ADtica&newsID=a2374147.xml Geraldo Alckmin assume secretaria em São Paulo
- ↑ Consulta ao sitio da Câmara
- ↑ Folha de S. Paulo - Alckmin eleva o tom e diz que governo Lula é um "desastre" na questão ética
- ↑ Alckmin retorna ao Brasil no domingo após realizar curso nos EUA, Folha de São Paulo, 01/06/2007
- ↑ Lista de Former Fellows of the Weatherhead Center for International Affairs
- ↑ [1]
- ↑ [2]
- ↑ http://www1.folha.uol.com.br/folha/datafolha/po/rank_gov_04012004.shtml Ranking de Governadores em janeiro de 2004, segundo o Datafolha]
- ↑ Pesquisa de Opinião Pública do Instituto Datafolha publicada em 17 de março de 2006 sobre a avaliação do governo Geraldo Alckmin
- ↑ Notícia na Folha de São Paulo
- ↑ CREDENDIO, José Ernesto, CARVALHO, Mario Cesar e MICHAEL, Andrea. Caixa 2 de FHC citava empresas da Alstom. São Paulo e Brasília: Folha de S. Paulo, 04 de julho de 2008
- ↑ 13,0 13,1 Caixa 2 de FHC citava empresas da Alstom. Folha Online, 04/07/2008 - 11h05
- ↑ 14,0 14,1 DAHLKAMP, Jürgen, SCHMITT, Jörg e SIMONS, Stefan. THE FRENCH CONNECTION: Did Alstom Bribe like Siemens?. Spegel Online International, English site, 7 de janeiro de 2008.
- ↑ 15,0 15,1 CRAWFORD, David.French Firm Scrutinized In Global Bribe Probe. Buenos Aires: Offnews.info, 5 de julho de 2008
- ↑ 16,0 16,1 Metrô fechou R$ 556 milhões em contratos irregulares, diz TCE. Folha Online, 16 de maio de 2008
- ↑ IPT aponta baixa qualidade na obra do metrô. Folha Online, 08/06/2008 - 09h12
- ↑ MARTELLO, Alexandro. Ipea: pedágio sobe 45% acima da inflação. G1 -Economia e Negócios, Globo.com, 02/07/2007 - 14h48 - Atualizado em 02/07/2007 - 15h58
- ↑ Almoço especial no Bom Prato
- ↑ http://www.fundacaoitausocial.org.br/pdf/apresenta%E7%E3o_a%E7%E3o_jovem_%20semin%E1rio_%202006.pdf [Avaliação do Programa Ação Jovem, Naércio Menezes-Filho – IBMEC/SP e FEA/USP]
- ↑ MUITO ALÉM DO COMPUTADOR?
- ↑ "Os bancos praticam apartheid financeiro"
- ↑ Redução de impostos
- ↑ Secretário apresenta a Bolsa Eletrônica de Compras a prefeitos da região de Garça e Marília
- ↑ PIB Estado de São Paulo 2005
- ↑ PIB Trimestral do estado de São Paulo, 2004-2005
- ↑ SALVADORI FILHO, Fausto. Alckmin descumpre meta e mantém sala de lata. Agora, Educação, Folha Online, de abril de 2005, 10h35
- ↑ Educação enlatada, Notas e Informações (editorial), O Estado de S. Paulo, 13 de setembro de 2006
- ↑ REHDER, Maria. Escolas estaduais ainda mantêm 36 salas de lata. Segundo professores e alunos, elas gelam no inverno e viram forno no verão; promessa do governo de desativá-las em 2003 não foi cumprida. São Paulo: Metrópole, O Estado de S. Paulo, 11 fevereiro de 2008
- ↑ Alckmin reduz evasão, mas eleva reprovação nas escolas paulistas
- ↑ Alckmin reduz evasão, mas eleva reprovação nas escolas paulistas
- ↑ Resultados da Prova Brasil
- ↑ Brasil usa vários programas, todos polêmicos
- ↑ Educação enlatada
- ↑ Alckmin reduz evasão, mas eleva reprovação nas escolas paulistas
- ↑ "SP perde R$ 2 bi na formação de professores" - O Estado de S.Paulo
- ↑ SCINOCCA, Ana Paula e PEREIRA, Rodrigo. PT tenta aprovar CPI da Nossa Caixa em SP: Alckmin, pré-candidato do PSDB, diz que não se opõe à idéia. São Paulo: O Estado de S. Paulo, 29 março de 2006
- ↑ O Governador e a Obra (Revista Época)
- ↑ MAGALHÃES, Henrique Júdice. A Ópus Dei na América Latina. Lisboa: Geosapiens, 4 de março de 2006
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- ↑ La justice suisse soupçonne le groupe Alstom de corruption. Paris: Le Monde, AFP, e Reuters, 22.08.08, 15h10
- ↑ Metrô vai investigar contratos da Alstom fechados nas gestões de Covas e Alckmin. O Globo Online, 7 de maio de 2008, 09h30
- ↑ Serra descarta investigação em caso Alstom; e Alckmin se cala. Mococa, SP: Folha de S. Paulo, 31/05/2008 - 08h47
- ↑ 44,0 44,1 44,2 FILGUEIRAS, Sônia e REINA, Eduardo. Offshore MCA concentrou 50% das propinas para tucanos, diz Suíça. Relatório indica que Alstom pagou comissão de 15% para obter contrato com Eletropaulo São Paulo: Nacional, O Estado de S. Paulo, 31 maio de 2008
- ↑ Revista Exame: "Para empresários, boa gestão em SP torna Alckmin um candidato forte"
- ↑ Jornalista Diego Casagrande: "Escolha de Alckmin é elogiada por líderes empresariais"
- ↑ Diário Comércio Indústria & Serviços (DCI) de 26 de março de 2006: "Cláudio Vaz declara apoio à candidatura de Alckmin"
- ↑ {Quem faz a cabeça de Alckmin
- ↑ Empresariado perde medo de Lula mas reduz apoio ao PT
- ↑ Observatório da Imprensa citando o jornal O Globo em 7 de março de 2006
| Precedido por Aloysio Nunes Ferreira Filho |
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Sucedido por Cláudio Lembo |
| Precedido por Mário Covas |
Governador de São Paulo 2001 — 2006 |
Sucedido por Cláudio Lembo |

