Arthur Virgílio Neto
| Arthur Virgílio Neto | |
|---|---|
| Arthur Virgílio Neto | |
| Senador do |
|
| Mandato | 1º de fevereiro de 2003 até 31 de janeiro de 2011 |
| Deputado federal do |
|
| Mandato | 1º de fevereiro de 1995 até 31 de janeiro de 2003 (2 mandatos consecutivos) e 1º de fevereiro de 1983 até 31 de janeiro de 1987 |
| Prefeito de Manaus |
|
| Mandato | 1º de janeiro de 1989 até 1º de janeiro de 1993 |
| Antecessor(a) | Manoel Henriques Ribeiro |
| Sucessor(a) | Amazonino Mendes |
| Vida | |
| Nascimento | 15 de novembro de 1945 (66 anos) Manaus-AM |
| Esposa | Maria Goreth Garcia do Carmo Ribeiro |
| Partido | PSDB |
| Profissão | Diplomata |
Arthur Virgílio do Carmo Ribeiro Neto (Manaus, 15 de novembro de 1945) é um político e diplomata brasileiro.
Filho do político amazonense Artur Virgílio Filho, Arthur Virgílio Neto formou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, na qual foi orador do Centro Acadêmico Cândido de Oliveira - Caco Livre e é diplomata de carreira formado pelo Instituto Rio Branco. Também é praticante de jiu-jitsu[1].
[editar] Política
Na juventude foi militante do PCB. Posteriormente foi filiado ao PMDB, PSB e ao PSDB, do qual foi um dos fundadores.
Candidatou-se a deputado federal em 1978 pelo MDB obtendo a 1ª suplência. Eleger-se-ia a este cargo na eleição seguinte, em 1982. Foi candidato a governador do Amazonas em 1986 pelo PSB, sendo derrotado por Amazonino Mendes. Pelo mesmo PSB foi eleito prefeito de Manaus em 1988, derrotando o ex-governador Gilberto Mestrinho. Entretanto, ainda no início do mandato, em 1989, migrou para o PSDB, o partido que havia ajudado a fundar no ano anterior e do qual ainda é um membro. Novamente deputado federal em 1994, seria reeleito em 1998. Foi um dos líderes do governo Fernando Henrique Cardoso na Câmara, ocupando o cargo de Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Eleito senador em 2002, tornou-se líder da bancada do PSDB no Senado em 2003[2], e um dos críticos mais firmes do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Foi um dos principais protagonistas para a derrubada da CPMF.
Em 2006 foi novamente candidato ao governo do Amazonas, obtendo apenas 5,5% dos votos, na 3ª colocação.
Em 6 de agosto de 2009, em meio a denúncias contra o presidente do Senado José Sarney, do qual defendeu o afastamento do mesmo, sofreu representação do PMDB, partido de Sarney, no Conselho de Ética do Senado. Porém, 13 dias depois o referido Conselho arquivaria por unanimidade a representação[3].
Um de seus filhos, Arthur Virgílio Bisneto, é deputado estadual no Amazonas.
Referências
[editar] Ligações externas
| Precedido por Aloysio Nunes Ferreira Filho |
Ministro-Chefe da Secretaria-Geral da Presidência do Brasil 2001 — 2002 |
Sucedido por Euclides Scalco |
| Precedido por Manoel Ribeiro |
Prefeito de Manaus 1989 — 1993 |
Sucedido por Amazonino Mendes |