Sérgio Guerra
| Sérgio Guerra | |
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| Senador por Pernambuco |
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| Mandato | 1º de fevereiro de 2003 a 1º de fevereiro de 2011 |
| Deputado federal por Pernambuco |
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| Mandato | 1º de fevereiro de 1991 a 1º de fevereiro de 2003 (3 mandatos consecutivos) |
| Deputado estadual de Pernambuco |
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| Mandato | 1983 a 1991 (3 mandatos consecutivos) |
| Vida | |
| Nascimento | 9 de novembro de 1947 (64 anos) Recife, Pernambuco |
| Esposa | Nenem Brennand (div.) |
| Partido | PMDB (1981-1986) PDT (1986-1989) PSB (1989-1999) PSDB (1999-presente) |
| Profissão | Economista |
Severino Sérgio Estelita Guerra (Recife, 9 de novembro de 1947) é um economista e político brasileiro. Atualmente é presidente do PSDB e deputado federal por Pernambuco.
Veio de uma família de políticos: o pai, Pio Guerra, e um de seus irmãos, José Carlos Guerra, foram deputados federais[1].
Formado em economia pela Universidade Católica de Pernambuco, militou no movimento estudantil. Tem dois filhos e duas filhas, e foi genro do ceramista Francisco Brennand. Trabalhou na Fundação Joaquim Nabuco e na iniciativa privada. É também pecuarista e criador de cavalos de raça[2].
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[editar] Política
Filiado ao PMDB em 1981,[3] foi eleito no ano seguinte deputado estadual, reeleger-se-ia em 1986 já pelo PDT. Em 1989, filia-se ao PSB e ocupa os cargos de Secretário de Indústria, Comércio e Turismo e de Ciência e Tecnologia de Pernambuco do então governador Miguel Arraes. Obtêm pelas urnas o cargo de deputado federal em 1990, reelegendo-se em 1994 e 1998.
Em 1993, seu nome foi envolvido por José Carlos Alves dos Santos, ex-chefe da Assessoria de Orçamento do Senado, no escândalo apelidado de Anões do Orçamento. A Comissão Parlamentar de Inquérito criada para apurar o caso, em seu relatório final, inocentou-o.[2]
Assume novamente a Secretaria de Indústria e Comércio entre 1997 e 1998, no último governo de Miguel Arraes.
Em 1999 deixa o PSB e filia-se ao PSDB, onde se mantém desde então. Participou do primeiro governo Jarbas Vasconcelos, ocupando a Secretaria Extraordinária.
Guerra disputa em 2002 o cargo de senador pelo PSDB de Pernambuco – sendo o 2° colocado, eleito com 1.675.779 votos (26,9% dos válidos).[4] Nas eleições de 2006, foi o coordenador nacional da campanha presidencial de Geraldo Alckmin.[2] Eleito por consenso presidente do PSDB em 23 de novembro de 2007,[5] substituindo Tasso Jereissati.
Em 2010, foi candidato a deputado federal pelo PSDB de Pernambuco – tendo sido o 6° candidato a deputado federal mais votado no estado, eleito com 167.117 votos (3,79% dos válidos).
[editar] Atuação
Em entrevista à Revista Veja em janeiro de 2010, Guerra criticou os gastos do governo Lula:
| O PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não se realizou. Não há prioridades programáticas, só números inflados. Apenas os projetos eleitoreiros, os que têm padrinhos políticos, estão andando. As estradas estão esburacadas, os aeroportos estão na iminência de outro apagão, a infraestrutura de transportes, como os portos, foi entregue a políticos e a grupos de pressão. Isso é o PAC na realidade – e nós vamos acabar com ele. | — Guerra[6]
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Essa declaração foi usada pela candidata à presidência da República pelo PT, Dilma Rousseff, para dizer que "o próprio presidente do partido de oposição disse que acabaria com o PAC",[7] ao que o PSDB reagiu tachando Dilma de mentirosa, reforçando que o PAC não é um programa, mas apenas uma embalagem publicitária.[8]
Referências
- ↑ Assembléia Legislativa do Estado de Pernambuco.
- ↑ a b c IstoÉ Dinheiro, 12/4/2006.
- ↑ Câmara dos Deputados-Sileg.
- ↑ IstoÉ, 25/9/2002.
- ↑ IG, 23/11/2007.
- ↑ Escosteguy, Diego (13/01/2010). A esquerda somos nós. Revista Veja. Página visitada em 01/02/2010.
- ↑ Em Minas Gerais, Dilma diz que oposição ameaça acabar com PAC. G1 (19/01/2010). Página visitada em 01/02/2010.
- ↑ Dilma Rousseff mente', diz Sérgio Guerra ao rebater fala da ministra sobre PAC. O Globo (20/01/2010). Página visitada em 01/02/2010.