Companhia Siderúrgica Nacional
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Nota: CSN redireciona para este artigo. Para a união aduaneira sul-americana, veja União de Nações Sul-Americanas.
| Companhia Siderúrgica Nacional | |
|---|---|
| Tipo | Empresa de capital aberto |
| Fundação | 9 de abril de 1941 (70 anos) |
| Sede | Volta Redonda, Rio de Janeiro, |
| Empregados | 14.274 |
| Indústria | Siderurgia |
| Lucro | ▲ R$ 2.92 bilhões BRL (2007) |
| Renda líquida | ▲ R$ 11.4 bilhões BRL (2007) |
| Website | www.csn.com.br |
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a maior indústria siderúrgica do Brasil e da América Latina, e uma das maiores do mundo.
Sua usina situa-se na cidade de Volta Redonda, no médio Paraíba, no sul do estado do Rio de Janeiro, tendo suas minas de minério de ferro e outros minerais na região de Congonhas e Arcos, ambas cidades do estado de Minas Gerais e também de carvão na região de Siderópolis no estado de Santa Catarina.
Sua principal usina hoje produz cerca de 6 milhões de toneladas de aço bruto e mais de 5 milhões de toneladas de laminados por ano, sendo considerada uma das mais produtivas do mundo.
Índice |
[editar] História
A CSN foi criada durante o Estado Novo (Brasil) por decreto do presidente Getúlio Vargas, após um acordo diplomático, denominado Acordos de Washington, feito entre os governos brasileiro e estadunidense, que previa a construção de uma usina siderúrgica que pudesse fornecer aço para os aliados durante a Segunda Guerra Mundial e, na paz, ajudasse no desenvolvimento do Brasil. Começou efetivamente a operar no ano de 1946, durante o governo do presidente Eurico Gaspar Dutra, o qual não convidou o idealizador do projeto para a inauguração, o então presidente Getúlio Vargas.
Em novembro de 1988, uma greve dos trabalhadores que ultrapassou 15 dias teve como saldo a morte de 3 operários num conflito com o Exército, havendo também muitos feridos.
Foi uma empresa estatal até 1993, ao ser privatizada pelo governo do então presidente Itamar Franco.
[editar] Atualmente
Atualmente, a CSN possui diversas empresas, como a GalvaSud (em Porto Real-RJ), Prada (em Mogi das Cruzes e Volta Redonda), CSN Paraná (em Araucária-PR), os terminais de contêineres (Sepetiba Tecon) e de carvão (Tecar) no Porto de Itaguaí (em Itaguaí), a Metallic (CE), além de participações acionárias nas empresas MRS Logística e Transnordestina Logística, de transporte ferroviário, usinas hidrelétricas de Igarapava entre os estados de São Paulo e Minas Gerais e a de Itá, entre os estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e usinas nos Estados Unidos (CSN LLC, Terre Haute, Indiana) e em Portugal (Lusosider, Aldeia de Paio Pires, Setúbal), adquiridas de outros grupos nacionais...
Em 2006 a CSN apresentou proposta de compra da siderúrgica anglo-holandesa Corus. A proposta era superior à da indiana Tata, mas no dia 25 de Outubro de 2007, a CSN perdeu a disputa pela empresa, que foi comprada pela indústria indiana. Desde então, a empresa tem buscado seguir uma estratégia com foco em novas áreas de atuação, como aços longos e cimento e busca por aquisições fora do Brasil, como por exemplo a Cimpor, fábrica de cimento de Portugal.
A CSN também controla a empresa mineradora de ferro Namisa, criada em 2007[1].
[editar] Ver também
Referências
- ↑ Valor Econômico. Namisa inicia plano de investimento de R$ 4 bi (em Português). 25 de Agosto ed. [S.l.]: Valor Econômico, 2009.
[editar] Ligações externas
- Empresas no Ibovespa
- Empresas ex-estatais do Brasil
- Empresas siderúrgicas do Brasil
- Indústrias do Brasil
- Conglomerados do Brasil
- Empresas de mineração do Brasil
- Empresas de transporte ferroviário de carga do Brasil
- Empresas de cimento do Brasil
- Empresas do Rio de Janeiro
- Economia de Volta Redonda
- Multinacionais do Brasil
- Empresas fundadas em 1941