Mariana

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Município de Mariana
"Igrejas de Mariana"
Igrejas no município de Mariana, Minas Gerais, Brasil. 22 de agosto de 2006, foto:Valter Campanato)

Igrejas no município de Mariana, Minas Gerais, Brasil. 22 de agosto de 2006, foto:Valter Campanato)
Bandeira de Mariana
Brasão de Mariana
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 16 de julho
Fundação 16 de julho de 1696 (318 anos)
Gentílico marianense
Prefeito(a) Celso Cota Neto
(2013–2016)
Localização
Localização de Mariana
Localização de Mariana em Minas Gerais
Mariana está localizado em: Brasil
Mariana
Localização de Mariana no Brasil
20° 22' 40" S 43° 24' 57" O20° 22' 40" S 43° 24' 57" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Metropolitana de Belo Horizonte IBGE/2008 [1]
Microrregião Ouro Preto IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Alvinópolis, Catas Altas, Ouro Preto, Acaiaca, Diogo de Vasconcelos, Piranga
Distância até a capital 110 km
Características geográficas
Área 1 194,208 km²
População 57 639 hab. Estimativa IBGE/2013[2]
Densidade 48,3 hab/km² (Estimativa 2013)
Altitude 598 - 1772 m
Clima Tropical de Altitude
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,742 alto PNUD/2010 [3]
PIB R$ 5 443 576 mil IBGE/2011[4]
PIB per capita R$ 99 342 59 IBGE/2011[4]
Página oficial

Mariana é um município brasileiro do estado de Minas Gerais. Foi a primeira vila, cidade e capital do estado de Minas Gerais. Foi no século XVII uma das maiores cidades produtora de ouro para a coroa Portuguesa. Mariana tornou-se a primeira capital de Minas Gerais por participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse maior quantidade de ouro seria elevada a Cidade sendo a capital da então Capitania de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

Maria Ana de Áustria
A antiga rua direita.

A origem da cidade remonta ao final do século XVII, época em que bandeirantes chegavam à região em busca do ouro. A designação de Mariana veio mais tarde, em homenagem à rainha D. Maria Ana de Áustria, esposa do rei D. João V. Em 8 de abril de 1711 o governador Antônio de Albuquerque criou no arraial do Ribeirão do Carmo, a vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo, confirmada por Carta Régia de 14 de abril de 1712 com o nome mudado para Vila Real de Nossa Senhora mudará de nome outra vez em 23 de abril de 1745 para Cidade Mariana, homenagem do rei D. João V de Portugal a D. Maria Ana de Áustria sua esposa.

O governador, em cerimônia, escolheu o lugar da praça pública, no seu centro o pelourinho, símbolo da autonomia administrativa recém-adquirida. Nos dias seguintes, os «homens bons«, cheios de dinheiro e mulheres se reuniram para a eleição da Câmara e a nomeação de diferentes oficiais municipais. No caso do Carmo, foi escolhido o arraial que conhecia mais forte crescimento, o arraial de Cima. A descrição da cerimônia estipulava que não somente os habitantes do lugar, mas todos que doravante dependeriam da jurisdição do novo distrito, se encarregariam segundo seus meios da construção da Igreja, da Câmara, da prisão. Foi assim a primeira vila criada e posteriormente seria a primeira cidade em Minas. Estavam presentes, segundo o Termo escrito então, as pessoas e moradores principais, assinando o documento (escrito por Manuel Pegado) Antônio de Freitas da Silva, Domingos Fernandes Pinto, José Rebelo Perdigão, Aleonardo Nardi Sizão de Sousa, que também assinava aliás Nardi de Arzão, Manuel Antunes de Lemos, Antônio Correia Ribeiro, Francisco de Campos (antigo chefe emboaba), Feliz de Azevedo Carneiro e Cunha, Pedro Teixeira Sequeira, Rafael da Silva e Sousa, conhecido reinol, José de Campos, Antônio Correia Sardinha, Bartolomeu Fernandes, Manuel Gonçalves Fraga, José de Almeida Naves, Jacinto Barbosa Lopes, Manuel da Silva e Sousa, Bernardo de Chaves Cabral, Manuel Ferreira Vilence, Torquato Teixeira de Carvalho, João Delgado de Camargos, Filipe de Campos, Manuel da Silva Leme, Caetano Moniz da Costa, Jerónimo da Silveira de Azevedo, Sebastião Preto Ferreira, Francisco Ribeiro de Morais, Fernando de Andrade, Jacinto Nogueira Pinto, Antônio Rodrigues de Sousa, Inácio de Sampaio e Almeida, Francisco de Lucena Monte Arroio, Pedro Correia de Godói, Bento Vieira de Sousa e José de Barros e Fonseca.

Mariana faz parte da história do nascimento de Minas, pois foi sua primeira vila, cidade e capital.

Hino[editar | editar código-fonte]

O hino da cidade de Mariana, escrito em 1911, possui letra do poeta neo-romântico/simbolista mineiro Alphonsus de Guimaraens (Ouro Preto, 24 de julho de 1870 - Mariana, 15 de julho de 1921) e melodia composta por Antônio Miguel.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Localizada nas cercanias de Ouro Preto, a cerca de 12 quilômetros; Santa Bárbara; Barão de Cocais; Itabirito; Ouro Branco e Conselheiro Lafaiete. Sua distância em relação à capital Belo Horizonte é de 110 quilômetros.

Pico do Itacolomi
Típico relevo em Mariana, Parque Estadual do Itacolomi

Rios[editar | editar código-fonte]

Principais rios:

  • Rio Gualaxo do Sul
  • Rio do Carmo

Bacia: Rio Doce

Relevo[editar | editar código-fonte]

Na maior parte do município são marcantes os relevos ondulados e a presença de planaltos. Na divisa entre os municípios de Mariana e Ouro Preto situa-se o Parque Estadual do Itacolomi, onde é localizado o Pico do Itacolomi, o mais alto ponto de Mariana.

Topografia %
Plano 10
Ondulado 30
Montanhoso 60

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima no município é típico tropical de altitude úmido. Os verões são quentes e chove com mais frequência. No inverno as temperaturas caem. A topografia da região, muito montanhosa e escarpada propicia a formação de bolsões de ar frio e neblina. O fenómeno é bastante visível ao amanhecer.

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Mariana, Minas Gerais - Brasil Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 28,2 28,5 28,5 27,1 25,5 24,5 24,7 25,9 26,8 27,4 27,5 27,3 26,8
Temperatura mínima média (°C) 17,6 17,7 16,8 15,0 12,3 10,2 9,8 11,1 13,8 16,0 16,8 17,2 14,5
Precipitação (mm) 252,0 184,9 155,5 69,2 27,7 12,3 10,3 11,8 48,7 123,7 202,3 305,8 1 404,5
Fonte: Tempo Agora[5] (29 de dezembro de 2013)


Bioma[editar | editar código-fonte]

Em grande parte do município a vegetação predominante é a mata atlântica. O cerrado também compõe o bioma do município.

Bairros[editar | editar código-fonte]

  • Barro Preto
  • Bela Vista
  • Bom Sucesso
  • Cabanas
  • Cartucha
  • Centro
  • Chácara
  • Colina
  • Colina São Pedro
  • Cruzeiro do Sul
  • Dom Oscar
  • Estrela do Sul
  • Fonte da Saudade
  • Bela Vista
  • Jardim dos Inconfidentes
  • Marília de Dirceu
  • Morada do Sol
  • Morro Santana
  • Passagem de Mariana
  • Residencial Jardim Santana
  • Residencial Vila Del Rei
  • Rosário
  • Rosário Novo
  • Santa Rita de Cássia
  • Santana
  • Santo António
  • São Cristóvão
  • São Gonçalo
  • São José
  • São Pedro
  • São Sebastião
  • Vale Verde
  • Vila Aparecida
  • Vila do Carmo
  • Vila Máquine
  • Vila Samitri

Distritos[editar | editar código-fonte]

De acordo com a divisão administrativa do país o município é composto de 10 distritos: Mariana(sede), Bandeirantes, Cachoeira do Brumado, Camargos, Cláudio Manuel, Furquim, Monsenhor Horta, Padre Viegas, Passagem de Mariana e Santa Rita Durão. Antigamente eram Acaiaca e Diogo de Vasconcelos distritos de Mariana, atualmente eles já estão emancipados. Além do distrito de Mariana, os outros distritos também possuem lindos pontos turísticos; como lindas cachoeiras, igrejas e paisagens exuberantes. Suas principais atrações são as festas tradicionais e as cachoeiras. Além disso, representam enorme valor histórico e cultural para a cidade e região.

Vista de Mariana, tendo ao fundo a Igreja de São Pedro dos Clérigos
Velha estação ferroviária no distrito de Furquim.
  • Bandeirante (Ribeirão do Carmo): Está a 14 km do centro de Mariana. Possuí alguns prédios de valor histórico e arquitetônico como a paróquia de São Sebastião, cuja construção se deu na primeira metade do século XVIII. Existe também no distrito, algumas casas coloniais tradicionais, sendo uma delas, a casa onde nasceu Pedro Aleixo.
  • Cachoeira do Brumado: O arraial surgiu nos primórdios do século XVII. João Pedroso, um dos primeiros descobridores de ouro em Minas Gerais, com João Lopes Pereira, iniciaram o arraial e criaram a primeira capela de Cachoeira do Brumado. João Pedrosa fez mais: construiu-lhe o patrimônio por escritura de 11 de agosto de 1726. O distrito está a 27 km do centro de Mariana e o seu destaque além da culinária, artesanato é a Cachoeira, de mesmo nome do distrito.
  • Camargos: Fundado pelo Bandeirante Tomás Lopes de Camargos, em 1701. Possui a igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição, cuja qual foi construída em 1707. Junto a Igreja, há também o Cruzeiro em pedra sabão no adro da Matriz (único em Minas Gerais). Está a 14 km do centro de Mariana.
  • Cláudio Manuel: Distrito localizado a 50 km do centro de Mariana, onde está a Igreja de São Sebastião, construída em meados do século XVIII, sofreu várias reformas até ser demolida. Hoje seu estilo moderno não tem nada a ver com a antiga construção. É também composto por cachoeiras e fazendas.
  • Furquim: Distante do centro de Mariana em 28 km, é o distrito mais antigo de Minas Gerais. Possui a Matriz Senhora do Bom Jesus do Monte, construída em meados do século XVIII. Foi também centro de mineração. Possui diversas festas tradicionais e religiosas.
  • Monsenhor Horta: Recebeu o nome de São Caetano do Rio do Carmo, hoje Monsenhor Horta. Sua data de fundação não é corretamente identificada. Neste distrito viveu o Bandeirante Coronel Salvador Fernandes de Mendonça, fundador de Minas Gerais. Sua igreja, Matriz de São Caetano é também de valor histórico e arquitetônico, sua construção da primeira metade do século XVIII, tombada pelo IPHAN em 25 de junho de 1953. Localiza-se a 17 km do centro de Mariana.
  • Padre Viegas (Sumidouro): Distante do centro de Mariana a apenas 9 km. Foi elevado a distrito em 27 de Dezembro de 1748. Possui prédios históricos como a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário, de construção do século XVIII. É a terra de Cláudio Manuel da Costa, escritor marianense de grande importância do século XVIII.
  • Passagem de Mariana: Principal e mais próximo distrito de Mariana, está localizado a 5 km do centro da cidade. Nele está a Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória, Construção do século XVIII. No distrito também está a Mina da Passagem, antiga mina de ouro, que atualmente é a maior Mina de Ouro aberta a visitações turísticas do mundo. Ela Tem 315m de extensão e 120m de profundidade, com um lago natural. Também existe no distrito, o antigo Cemitério dos Ingleses e o conjunto natural arqueológico do Morro Santo Antônio.
  • Santa Rita Durão: Localizado a 27 km de distância do centro de Mariana, é o distrito onde a mineração de ouro teve início na região em 1702. Possui a igreja Matriz que foi construída pelo sargento Mor Paulo Rodrigues Durão, entre 1729, que era pai do poeta Santa Rita Durão.

Educação[editar | editar código-fonte]

Campus da UFOP em Mariana

Instituições de ensino em Mariana:
Fonte: IBGE (2012) [6]

  • Pré-escola: 31
  • Ensino fundamental: 36
  • Ensino médio: 11
  • Ensino superior: 7 [carece de fontes?]

O índice de analfabetismo firma-se com um dos menores do país beirando 1% da população. 98% das crianças acima dos 6 anos estão matriculadas nas inúmeras escolas estaduais, municipais e particulares.[carece de fontes?]

Educação superior e tecnológica[editar | editar código-fonte]

Juntamente com Ouro Preto, Mariana é considerada um polo universitário. Atualmente o município sedia dois institutos da Universidade Federal de Ouro Preto: ICHS (Instituto de Ciências Humanas e Sociais) e o ICSA (Instituto de Ciências Sociais Aplicadas), ambos constituindo o Campus Mariana da UFOP. Há também instituições de ensino superior privadas como a UNIPAC, Faculdade Arquidiocesana de Mariana (FAM) e Faculdade de Administração de Mariana (FAMA), além de algumas instituições de ensino superior a distância, como a COC e a FINOM. Também conta com uma escola técnica o Adjectivo CETEP e também possui uma unidade da Rede Profissionalizante SENAI.

Tradições[editar | editar código-fonte]

A cidade possui um carnaval que remonta a sua história. Assim como inúmeras cidades históricas do estado de Minas Gerais, possui blocos carnavalescos com décadas de existência, um deles seria o centenário Bloco Zé Pereira da Chácara. Ela também é rica nas tradições católicas, com as procissões. Ha alguns anos atrás costumava-se enfeitar o chão das ruas e avenidas, por onde a procissão passaria, com serragem tingida de múltiplas cores. Hoje, restringe-se apenas ao centro histórico da cidade.

Economia[editar | editar código-fonte]

A Vale S.A., a segunda maior empresa mineradora do mundo opera em Mariana.

A economia do município pode ser aferida pelos valores agregados de seu Produto interno bruto (PIB), nos seus três setores:[4]

(cálculos descontando os impostos)

  • indústria (mineração e outras): R$ 4 312 828 000,00 (80,4%)
  • serviços (turismo e outros): R$ 1 034 075 000,00 (19,3%)
  • agropecuária : R$ 17 799 000,00 (0,3%)

Mariana é uma das cidades que integram o Quadrilátero Ferrífero, região responsável por 60% de toda a produção nacional de minério de ferro. Em 2012, foi a 4ª cidade no país em arrecadação de royalties pela extração de minério, conforme estudo da Universidade Federal de Ouro Preto.[7]

O turismo ecológico teve também uma expansão importante, contribuindo de forma significativa para o desenvolvimento do setor de serviços e transformando Mariana em uma das cidades mineiras com o maior número de praticantes dos chamados esportes radicais, como montanhismo e mountain bike.

O setor agropecuário representava em 2011 0,3% do PIB, sendo uma atividade praticamente de subsistência.

O município vem apresentando um crescimento contínuo de sua economia, devido principalmente à expansão do setor de mineração. Em 2011, seu PIB foi de R$ 5 443 576 000,00 e o seu PIB per capita (Ppc) foi de R$ 99 342,59.[4]

Em comparação com outros municípios do estado, Mariana detém uma posição econômica de destaque, sendo o seu PIB o decimo maior entre os 853 municípios mineiros, à frente até do município limítrofe de Ouro Preto, fazendo de Mariana o município mais rico da microrregião de Ouro Preto. O seu Ppc tem um destaque ainda maior no cenário estadual, sendo o quinto maior de Minas Gerais. Em âmbito nacional, Mariana é o 25° maior Ppc do Brasil (dados de 2011). No ano anterior, Mariana era o 91º do Brasil em Ppc (R$ 51 832,18). Em um ano, houve um significativo crescimento de 92%.

Demografia e Indicadores sociais[editar | editar código-fonte]

uma praça marianense, opção de lazer para a população

População[editar | editar código-fonte]

  • 54 219 habitantes - Censo 2010 - IBGE
  • 57 639 habitantes - Estimativa 2013 - IBGE [2]

Etnias[editar | editar código-fonte]

Cor/Raça Percentagem
Parda 49,05%
Branca 30,14%
Preta 18,21%
Amarela 2,36%
Indígena 0,25%

Fonte: IBGE – Censo 2010 [8]

IDH[editar | editar código-fonte]

Mariana possui um IDHM considerado alto segundo os padrões do IBGE. Principalmente a renda e a educação foram responsáveis pela elevação do IDH marianense na última divulgação. O IDH de Mariana em 2010 era de 0.742, que a colocava em 719º lugar entre os municípios brasileiros e o 52º entre os municípios mineiros.[3]

Composição do IDH
  • IDH-M Renda(PNUD 2010)= 0.705
  • IDH-M Longevidade(PNUD 2010)= 0.874
  • IDH-M Educação (PNUD 2010)= 0.664

Entre 1991 e 2010, o IDH de Mariana teve um crescimento de cerca de 50% (considerando o total):

Ano IDH % parcial
1991 0,493
2000 0,620 +26%
2010 0,742 +20%

Transportes[editar | editar código-fonte]

Estação ferroviária de Mariana
BR 356, opção de acesso para Mariana

Mariana contava em 2012 com uma frota urbana de 341 ônibus. Há linhas diretas para todos os outros distritos. As linhas municipais são feitas pela Viação Transcotta, que também faz a linha Mariana-Ouro Preto (trajeto de 12 km). O município conta com linhas de ônibus diretas para Belo Horizonte e São Paulo, que são feitas pela Viação Pássaro Verde, (Mariana-Belo Horizonte) e União Transporte Interestadual de Luxo -UTIL (Mariana-São Paulo). Ainda existem linhas não diárias para Brasília e Vitória/Guarapari. Pessoas que desejam ir para a cidade do Rio de Janeiro devem ir para Ouro Preto ou Belo Horizonte, onde há linhas diárias para a capital fluminense.

De Mariana para Ouro Preto há também uma ligação turística por trem, um trajeto de cerca de 1 hora.

Frota[editar | editar código-fonte]

Fonte: IBGE (2012) [9]

  • Automóveis: 11.246
  • Caminhões: 621
  • Camionetes: 1.491
  • Camionetas: 430
  • Micro-ônibus: 197
  • Motocicletas: 4.659
  • Ônibus: 341

Saúde[editar | editar código-fonte]

Estabelecimentos de saúde no município:
Fonte: IBGE (2009) [10]

  • Estaduais: 0
  • Municipais: 29
  • Privados: 18

Desportos[editar | editar código-fonte]

A cidade de Mariana conta com duas equipas profissionais de futebol; o Guarany e o Marianense. Entre outros em destaque, a equipe amador juvenil de futsal; A.S.Univilla (que foi destaque em campeonatos regionais).

Em Mariana são realizados vários eventos desportivos, como a uma etapa do campeonato mineiro de Rally de velocidade, além de várias maratonas para pessoas de todas as idades.

O Handebol feminino e masculino da cidade são destaques no estado.[carece de fontes?]

No município também já foi realizado o Iron Bike (maior competição de bike da América Latina).

A prefeitura de Mariana incentiva muito seus estudantes a praticar atividades desportivas. Em Mariana são realizados diversos jogos escolares como o JEI e o JEM. Uma das mais tradicionais competições do município, o JEM conta com a participação de mais de dois mil alunos, em mais de 400 jogos realizados.[carece de fontes?]

A cidade esta sofrendo uma mudança estrutural. O ginásio polidesportivo de Mariana está em fase final de desmontagem. Ele esta sendo desmontado porque possuía uma estrutura comprometida e precisaria de uma enorme reforma. O ginásio também não combinava com as tradições arquitetônicas da cidade. No lugar do ginásio, foi construído um centro de convenções com pavilhões de feiras de 1600 m² e capacidade para 1500 pessoas. Há ainda saguão para recepção de público com áreas de apoio, café e teatro com mais de 500 lugares.

Por causa da desmontagem do ginásio foi criado um projeto de um complexo Desportivo, uma arena multi-eventos, que poderá atender todos os tipos de eventos. A Arena será construída para atender melhor os atletas, receber as federações e confederações desportivas e sediar campeonatos. Serão três quadras multi-eventos, pista de skate, piscina olímpica, piscina para salto ornamental e quadra coberta com capacidade para cinco mil pessoas, que poderá ser utilizada também na promoção de shows e eventos, trazendo benefícios para as entidades desportivas. O complexo está entre os melhores do estado e do Brasil[carece de fontes?] ao disponibilizar infraestrutura para a prática de todas as modalidades, tais como natação, polo aquático, nado sincronizado, salto ornamental, atletismo, handebol, vólei, futsal, ginástica olímpica, futsal, basquetebol e skate.

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

Câmara Municipal de Mariana e Antiga Cadeia
Igrejas em Mariana

A cidade tem vários pontos turísticos, sendo os principais:

  • Praça de Minas Gerais, onde se encontram três monumentos históricos da cidade, a antiga Casa da Câmara e Cadeia, Igreja São Francisco de Assis e Igreja Nossa Senhora do Carmo.
  • Catedral da Sé, uma das maiores igrejas da cidade e a mais importante, localizada na Praça da Sé, a praça principal da cidade e também um ponto turístico.
  • Museu Arquidiocesano de Arte Sacra - funcionando na mais bela construção de Mariana e que possui um dos mais ricos acervos de arte sacra do Brasil.
  • Museu da Música de Mariana - funciona no Centro cultural Dom Frei Manuel da Cruz (antigo Palácio dos Bispos). Único museu deste gênero na América, possui em seu acervo documentos, partituras, impressos dos séculos XVIII ao XX, além de uma exposição permanente em que o visitante não vê somente, mas sente a música.
  • Prédio da Cúria - Arquidiocese de Mariana.
  • Rua Direita, onde se encontram as casas mais antigas da cidade, com sua arquitetura conservada.
  • Antigo Seminário, atual campus do ICHS (unidade da UFOP).
  • Seminário Maior São José - bela construção em estilo neoclássico, com azulejos no frontispício e pinturas de Pietro Gentili e Nobäuer na capela e salões.
  • Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (Mariana).
  • Igreja de Santo Antônio, a mais antiga da cidade.
  • Igreja de São Pedro dos Clérigos (Mariana), com sua arquitetura belíssima.
  • Igreja Matriz Nossa Senhora da Glória, em Passagem de Mariana.
  • Minas da Passagem, muito importante para a economia da cidade no ciclo do ouro. Atualmente aberta a visitação.

E também a Maria Fumaça, trem da Vale, que foi um projeto de parceria da Vale do Rio Doce com as Prefeituras Municipais de Mariana e Ouro Preto. O trem turístico, que voltou a funcionar em Abril de 2006, está fazendo um grande sucesso. A Estação Ferroviária de Mariana foi totalmente revitalizada e hoje também é um ponto turístico da cidade, e funciona também como uma biblioteca e mídia para a população.

A cidade possui a primeira estaça de tratamento de esgoto, hoje já desativada. É considerada também a primeira cidade planejada do estado de Minas Gerais e uma das primeiras do Brasil.

A cidade também conta com várias cachoeiras, como a Cachoeira do Brumado (distrito de mesmo nome), Cachoeira da Serrinha (em Passagem de Mariana), Cachoeira do Cristal, Cachoeira da Prainha (do bairro Santo Antônio), entre outras.

Galeria[editar | editar código-fonte]

Filhos notórios[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. a b Cidades. IBGE (Julho de 2013).
  3. a b Ranking_Brasil. Página visitada em 3/10/13.
  4. a b c d IBGE Cidades_Mariana. IBGE_2011.
  5. Climatologia — Mariana. Tempo Agora.
  6. IBGE Cidades_Mariana_Ensino 2012. IBGE.
  7. Dreisse Drielle Ferreira (23/8/2013). Mariana ocupa 4º lugar na lista das cidades que mais recebem royalties de minério. UFOP.
  8. Tabela 3175 - População residente, por cor ou raça, segundo a situação do domicílio, o sexo e a idade. IBGE (Censo 2010).
  9. IBGE Cidades_Mariana_Frota 2012. IBGE.
  10. IBGE Cidades_Mariana_Saúde 2009. IBGE.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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